Operação conjunta das polícias de Santa Catarina contra o narcotráfico

  • 18 mandados de busca e apreensão e 16 mandados de prisão, expedidos pelos Juízos de Direito das Comarcas de Imbituba e Garopaba em diferentes inquéritos policiais. As medidas referidas estão sendo cumpridas nos municípios de Imbituba, Garopaba, Tubarão e Palhoça(SC), suleste do Brasil

A Foto Políacia Federal do Brasil - - ---Florianópolis/SC– Rio de Janeiro/ RJ, Brasil – A Polícia Federal e a Polícia Civil, de forma conjunta e com o apoio da Polícia Militar, deflagraram nesta sexta-feira (16/3) a Operação Bravo Zulu, que tem como o objetivo reprimir o tráfico de drogas realizado por organização criminosa atuante nas cidades de Imbituba, Garopaba, Tubarão e Palhoça/SC.

Cerca de 40 policiais federais, 30 policiais civis e 20 policiais militares dão cumprimento a 18 mandados de busca e apreensão e 16 mandados de prisão, expedidos pelos Juízos de Direito das Comarcas de Imbituba e Garopaba em diferentes inquéritos policiais. As medidas referidas estão sendo cumpridas nos municípios de Imbituba, Garopaba, Tubarão e Palhoça/SC.

A organização criminosa investigada apresentava grande capacidade financeira, adquirindo e mantendo casas, carros importados e até mesmo um avião de pequeno porte. As investigações indicam que empresas são utilizadas para ocultação dos lucros provenientes do tráfico de drogas, como cocaína, maconha e drogas sintéticas (comprimidos de ecstasy), além de outros crimes. Apurou-se, ainda, que a organização criminosa em questão possui estreita ligação com facção instalada em território catarinense, bem como recrutava adolescentes para atuação em atividades delitivas.

Somente por meio do compartilhamento de informações entre as Polícias Federal, Civil e Militar, foi possível a identificação dos principais responsáveis pelo tráfico de drogas na região, bem como a delimitação de suas condutas, possibilitando sua responsabilização.

Os envolvidos responderão, na medida de suas participações, pela prática dos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico, de organização criminosa e de corrupção de menores, cujas penas máximas somadas podem chegar a mais de 30 anos de prisão.

Dentre os presos, estão os líderes da organização criminosa e pessoas responsáveis pelo transporte, guarda e venda de drogas. No curso da operação ocorreram apreensões de 637 kg de maconha, 9 kg de cocaína, 2 kg de crack e de cerca de 1500 comprimidos de ecstasy.

O nome da operação é uma referência à expressão Bravo Zulu, que tem origem em um código de bandeiras que apresenta sinais específicos para símbolos ou grupos deles, estabelecido pelos aliados durante a II Guerra Mundial para permitir a operação conjunta de diferentes forças, como é o caso desta operação. Na combinação de sinais, a expressão Bravo Zulu é usada para declarar que uma tarefa foi realizada com sucesso, ou simplesmente “bem feito”.

É procedente assinalar que a informação foi fornecida pela Comunicação Social da Polícia Federal em Santa Catarina.

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