Grupo pratica crimes contra órgãos públicos federais brasileiros

  • Durante as investigações, foi possível identificar que garimpeiros, juntamente com alguns políticos, deram início à manifestação violenta que ocasionou a destruição de bens públicos da União e de bens particulares de servidores públicos federais
  • Cerca de 120 policiais federais cumpriram a 28 mandados judiciais expedidos pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região. São 15 (quinze) mandados de busca e apreensão e 13 (treze) de prisão temporária
A Foto Policia Federal do Brasil -
Foto Policia Federal do Brasil

Porto Velho/RO – Rio de Janeiro/RJ – A Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira (27/3) a operação Lex Talionis, com o objetivo de desarticular associação criminosa que, de forma intencional, incendiou e destruiu bens móveis e imóveis dos órgãos públicos federais IBAMA, ICMBIO e INCRA, em 27/10/2017, na cidade de Humaitá/AM.

Cerca de 120 policiais federais dão cumpriram a 28 mandados judiciais expedidos pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região. São 15 (quinze) mandados de busca e apreensão e 13 (treze) de prisão temporária.

Os ataques ao patrimônio público ocorreram em represália à operação Ouro Fino, coordenada pela Superintendência do IBAMA no Amazonas, que contou com a participação da Marinha do Brasil, do ICMBio, da Força Nacional e do Exército Brasileiro.

Durante as investigações, foi possível identificar que garimpeiros, juntamente com alguns políticos do município, deram início à manifestação violenta que ocasionou a destruição de bens públicos da União e de bens particulares de servidores públicos federais. Foram obtidos indícios de que os políticos envolvidos incentivaram os manifestantes a depredarem os bens dos órgãos públicos.  A Polícia Federal identificou as autoridades políticas e também alguns dos executores dos atos criminosos.

Os danos aos bens públicos causaram prejuízo de mais de R$ 1 milhão aos cofres públicos federais.

Os envolvidos responderão pelos crimes de associação criminosa e dano qualificado, que preveem penas que somadas podem chegar a 6 anos de prisão.

A denominação da operação faz alusão à Lei de Talião, conhecida pela máxima olho por olho, dente por dente. A Lei de Talião determina que a punição infligida deve corresponder em grau e espécie à ofensa do transgressor. No caso em questão, os garimpeiros de Humaitá/AM incendiaram os prédios públicos dos órgãos de fiscalização pelo fato de terem tido suas dragas, embarcações que estavam sendo utilizadas na atividade garimpeira ilegal, inutilizadas pelo IBAMA durante a Operação Ouro Fino.

É procedente dizer que a informação foi fornecida pela Agência de Noticias da Polícia Federal do Brasil.

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