Justiça brasileira denuncia sujeitos de promover no país

  • Na ação, o MPF afirma ter havido a tentativa de recrutar jihadistas com o objetivo de se somar ao grupo terrorista sírio, discussões sobre possíveis atentados no Brasil e ainda planos para se formar uma célula do EI no Estado
  • A denúncia é resultado da Operação Átila, da PF, que correu em sigilo até março. O inquérito serviu de base para a acusação do MPF. Ao menos sete pessoas foram detidas desde outubro e outras deram depoimento após condução coercitiva

 

 

Brasília – Rio de Janeiro  – O Ministério Público Federal (MPF) denunciou à Justiça 11 brasileiros acusados de formação de uma organização criminosa e de promover o Estado Islâmico (EI) no país, informou nesta quinta-feira a assessoria de imprensa do órgão em Goiânia, onde a acusação criminal foi apresentada.

Na ação, o MPF afirma ter havido a tentativa de recrutar jihadistas com o objetivo de se somar ao grupo terrorista sírio, discussões sobre possíveis atentados no Brasil e ainda planos para se formar uma célula do EI no Estado.

A denúncia foi aceita, o que significa que os acusados já respondem a processo judicial na condição de réus.

Segundo informações publicadas pelo jornal O Estado de S. Paulo nesta quinta-feira, a acusação tem como base conversas em que integrantes do grupo mantinham em aplicativos de mensagem e redes sociais, interceptadas pela Polícia Federal. Há cinco integrantes que também vão responder pelo crime de corrupção de menores, por buscarem recrutar pessoas com menos de 18 anos.

A versão da Folha de S. Paulo, dos sete detidos desde outubro do ano passado, dois continuam presos. São eles Welington Costa do Nascimento, de 46 anos, e Jhonathan Sentinelli Ramos, de 23, que cumpre pena por homicídio e se comunicava com o grupo por celular de dentro do Complexo Penitenciário de Bangu, no Rio.

Para os procuradores o grupo tentou recrutar jihadistas para se juntar aos terroristas na Síria, além dos indícios de que eles teriam planejado um atentado durante o carnaval no Rio de Janeiro ou em Salvador.

A denúncia é resultado da Operação Átila, da PF, que correu em sigilo até março. O inquérito serviu de base para a acusação do MPF. Ao menos sete pessoas foram detidas desde outubro e outras deram depoimento após condução coercitiva.

Segundo informação de inteligência, que a mídia espanhola reproduze, a Guardia Civil da Espanha forneceu ao Brasil informação decisiva para que as autoridades do pais sul-americano hajam possibilitado desenvolver o primeiro grande operativo contra o terrorismo yihadista na historia. O serviço de informações do Instituto Armado interceptou mensagens em canais ocultos do Estado Islâmico que localizarão componentes de esse grupo terrorista em território brasileiro, próxima a rama espanhola da operação. As ações foram comunicadas à a Polícia Federal ao principio de 2016 e, depois de anos de trabalho e varias reuniões de coordenação , se apreendeu 11 presuntos yihadistas que planejavam ataques nos carnavais de Salvador, na Bahia (a terceira cidade mais populosa do pais),  grandes eventos esportivos e outros eventos com muitas aglomerações de pessoas.

Atualização 18 de maio 11 horas Brasília.

É procedente dizer que a inforação foi fornecida pela Reuters, mídia brasileira, espanhola e informação de Inteligência. Edição para OIPOL, Luján Frank Maraschio.

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