Patrulha preventiva em autoestrada da capital fluminense

  • Polícia Militar está presente na extensão da Autoestrada Grajaú-Jacarepaguá para evitar ações do crime organizado
  • Traficante Sérgio Luiz da Silva Júnior, o “Da Russa”, foi morto em troca de tiros com homens da polícia, no Complexo do Lins
  • Chefe do narcotráfico é aprendido no Rio de Janeiro. Hélio Albino Filho, estaria diretamente envolvido nos constantes confrontos que vinham ocorrendo na região e também foi autuado em flagrante pelo crime de uso de documento falso e porte de arma de uso restrito
A Foto OIPOL
Traficante Sérgio Luiz da Silva Júnior

Rio de Janeiro/ RJ, Brasil – Equipes do Batalhão de Choque da Polícia Militar fazem desde cedo um patrulhamento preventivo ao longo de toda a extensão da Autoestrada Grajaú-Jacarepaguá para evitar ações do crime organizado. No último sábado (19), a estrada ficou fechada, nos dois sentidos, por 9 horas e meia, por medida de segurança, devido à ocupação do Complexo do Lins, pelo Comando Conjunto das Forças Armadas, em apoio à Secretaria de Estado de Segurança. Equipes do Batalhão de Choque também patrulham as entradas de acesso ao Complexo do Lins.

Na ação, o traficante Sérgio Luiz da Silva Júnior, o “Da Russa”, foi morto em troca de tiros com homens da Polícia Militar, no Complexo do Lins. Ele estava fugindo pela mata fechada da Praça Seca, em Jacarepaguá, onde comandava o tráfico de drogas, para o Lins, que é dominado pela mesma facção criminosa.

Ontem (20), na Camarista Méier, que pertence ao Complexo do Lins, agentes da Delegacia de Repressão a Entorpecentes da Polícia Federal, em ação conjunta com a 24ª Delegacia da Polícia Civil do Rio de Janeiro, prenderam um dos chefes da milícia que atua na região da Praça Seca, em Jacarepaguá. Hélio Albino Filho, o Lica, era ligado a Sérgio Luiz da Silva Júnior, o “Da Russa”.

De acordo com a Polícia Civil, a prisão de Lica, somada à morte do traficante Da Russa, representa um grande prejuízo para a facção criminosa Comando Vermelho, que controla o tráfico de drogas na Praça Seca.

Crônica da morte do chefe do tráfico

A Foto OIPOL ------O chefe do tráfico na comunidade do Barão, na Praça Seca, zona oeste do Rio de Janeiro, Sérgio Luiz da Silva Junior, conhecido como Da Russa, foi morto na manhã no sábado 19 de maio, no Complexo do Lins, na zona norte da cidade, durante operação conjunta das Forças Armadas e as polícias Civil e Militar. A ação foi deflagrada na noite de ontem (18). Mais seis suspeitos morreram nos confrontos com policiais.

Um dos traficantes mais procurados da cidade, Da Russa tinha mandado de prisão não só por tráfico de droga, mas também por um possível envolvimento há dois anos no estupro coletivo de uma adolescente. Ele estava na lista de procurados do Disque-Denúncia, que oferecia recompensa de R$ 30 mil a quem fornecesse informações que levassem à sua captura.

Segundo o Comando Militar do Leste, 22 suspeitos foram presos e três menores, apreendidos. Foram recolhidos cinco fuzis, 17 pistolas, duas granadas e radiotransmissores, além de drogas. Barricadas colocadas pelos traficantes para dificultar a chegada da polícia também foram derrubadas.

O cerco montado pelas Forças Armadas nas comunidades da Praça Seca levou os traficantes a fugir pela mata para as favelas e morros do Complexo do Lins, na zona norte, onde foram recebidos pelos policiais.

Em entrevista à imprensa, o porta-voz do Comando Integrado de Segurança, coronel Carlos Cinelli, disse que Da Russa morreu ao tentar fugir do cerco montado em decorrência da operação na Praça Seca. “As nossas ações são integradas: ao mesmo tempo em que fazemos a operação aqui na Praça Seca, a Polícia Militar está cercando e bloqueando vias alternativas de fuga desses criminosos, principalmente nas matas aqui do entorno e que vão desembocar exatamente no Complexo do Lins, como aconteceu neste caso”.

Ação integrada

A Foto OIPIOL -----A operação foi deflagrada pelo Comando Conjunto, em apoio à Secretaria de Estado de Segurança, e envolve as comunidades do Bateau Mouche, Caixa D’Água, Chacrinha, Mato Alto, Barão (José Operário), Covanca e Pendura-Saia, todas na região da Praça Seca, na zona oeste.

Participam da ação 2,8 mil militares das Forças Armadas, 300 policiais militares e 240 civis, com apoio de veículos blindados, aeronaves e equipamentos pesados de engenharia. Algumas vias na região foram interditadas.

Cabe sinalar que a informação foi fornecida pela Comunicação Social da Polícia Federal  no Rio de Janeiro e Agência Brasil (EBC). Edição para OIPOL, Luján Frank Maraschio.

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