Dezenas de atentados terroristas contra ônibus em Brasil

  • Minas Gerais contabiliza 60 ataques em 29 cidades
  • É preciso articular, segundo informes da Organização Internacional de Policiais (OIPOL), que os ônibus não se constituem somente em os alvos, também carros particulares e de usos pelos entes públicos. As autoridades ainda não consideram os atos como terrorismo, ne seus autores em terroristas, mas as caraterísticas pertencem essa tipificação nos protocolos internacionais
  • O governador explicou que as polícias Militar, Civil e Federal informaram que os atentados foram feitos por “facções criminosas”, em resposta ao fato de Minas Gerais ter “um dos sistemas penitenciários mais rigorosos do país”

Rio de Janeiro/RJ – O estado de Minas Gerais registra 60 ataques a ônibus ocorridos em 29 cidades. A atualização dos números, divulgada o dia 6 de maio pela Polícia Militar. De acordo com a PM, por motivos estratégicos e operacionais sugeridos pela Polícia Federal, que também está colaborando com as investigações, não serão apresentados detalhes sobre os últimos ataques.

No final da tarde do dia 5 de maio, o governador Fernando Pimentel havia informado em coletiva de imprensa que havia registros de 51 queimas de veículos ocorridas em 26 municípios. Pouco antes a PM havia contabilizado pelo menos 35 registros de incêndio.

O governador explicou que as polícias Militar, Civil e Federal informaram que os atentados foram feitos por “facções criminosas”, em resposta ao fato de Minas Gerais ter “um dos sistemas penitenciários mais rigorosos do país”.

“Aqui nós não afrouxamos o sistema carcerário para nenhuma organização criminosa. E é por isso que nós estamos pagando este preço, sofrendo ameaças e sendo atacados. A política carcerária em Minas é uma política que cumpre rigorosamente a lei. Estamos tomando todas as providências para coibir esse tipo de crime”, disse o governador.

Pimentel acrescentou que as investigações correm sob sigilo e que agentes à paisana estão sendo colocados em ônibus. Segundo o comandante-geral da Polícia Militar, coronel Helbert Figueiró de Lourdes, a PM já está coletando dados junto às pessoas que foram presas, na tentativa de se chegar “à célula dessas organizações criminosas” responsáveis pelos atentados.

Cabe articular que, segundo informes, os ônibus não só são os alvos, também carros particulares e de usos pelos entes públicos. As autoridades ainda não consideram os atos como terrorismo, mas as caraterísticas pertencem essa tipificação nos protocolos internacionais.

É procedente assinalar que a informação foi fornecida pela Agência Brasil (EBC). Edição para OIPOL, Luján Frank Maraschio.

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Associação OIPOL

 

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