A luta metódica anticorrupção no Brasil

  • Em combate sim final, a Polícia Federal desarticula em São Paulo organização que fraudava a Previdência Social
  • Os policiais apreenderam R$ 42 mil em espécie na casa de um servidor público em Diadema.
  • Estima-se que as fraudes possam ter causado prejuízo de R$ 170 milhões à Previdência
A Foto Agência Brasil Polícia Federal- -
A luta metódica anticorrupção no Brasil.

Rio de Janeiro – A Polícia Federal deflagrou dia 26 de novembro a Operação Barbour para desarticular organização criminosa especializada em fraudes contra a Previdência Social.

Foram cumpridos quatro mandados de prisão temporária e seis mandados de busca e apreensão em São Paulo, Diadema e Santo André.

Os policiais apreenderam R$ 42 mil em espécie na casa de um servidor público em Diadema. Também foram recolhidos documentos e mídias para armazenamento de dados.

O inquérito policial foi instaurado em junho, após a inteligência da Secretaria de Previdência Social detectar inconsistências nos pedidos de aposentadorias em uma agência de Diadema.

Os suspeitos apresentavam documentos falsos para comprovar que trabalhariam em condições insalubres ou perigosas, o que era irreal, e pleiteavam aposentadoria por tempo de contribuição menor. Os funcionários seriam de bancos públicos e privados, além de empresas de telefonia.

O grupo criminoso fazia reuniões com os interessados nesse tipo de aposentadoria todas as segundas-feiras em um gabinete da Câmara de Vereadores de Santo André. Estima-se que as fraudes possam ter causado prejuízo de R$ 170 milhões à Previdência.

A Advocacia-Geral da União pediu o bloqueio patrimonial dos envolvidos.

É para tentar garantir a restituição dos valores desviados.

Os investigados responderão, de acordo com as condutas praticadas, pelos crimes de organização criminosa, inserção de dados falsos nos sistemas informatizados, corrupção passiva e estelionato qualificado.

O nome da operação – Barbour – remete a um cientista que desenvolveu uma tese de que o tempo, na realidade, não existe.

É procedente assinalar que a informação foi facilitada pela Agência Brasil (EBC). Foto Agência de Noticias da Polícia Federal. Edição em idioma português para OIPOL, Luján Frank Maraschio.

*Nota do dia 26 de novembro da Comunicação Social da Polícia Federal em São Paulo

PF investiga fraudes contra o INSS na grande São Paulo

São Paulo/SP – A Polícia Federal, em ação conjunta da Força Tarefa Previdenciária, deflagrou nesta manhã (26/11) a Operação Barbour, com o objetivo de desarticular uma organização criminosa especializada em realizar fraudes contra a Previdência Social. A Força-Tarefa Previdenciária é composta pela Polícia Federal, Ministério Público Federal, Coordenação de Inteligência Previdenciária, Instituto Nacional do Seguro Social e Advocacia-Geral da União.

Policiais Federais cumprem 4 mandados de prisão temporária e 6 mandados de busca e apreensão, nas cidades de São Paulo, Diadema e Santo André, todos expedidos pela 3ª Vara de São Bernardo do Campo. Cerca de R$ 42 mil e US$ 3 mil em espécie foram apreendidos em Diadema, na residência de um servidor público. Também foram apreendidos documentos e mídias para armazenamento de dados.

O inquérito policial foi instaurado em junho de 2018, após a PF receber informações de inteligência da Secretaria de Previdência Social, que havia detectado inconsistências nos pedidos de aposentadorias em uma agência do INSS em Diadema/SP. As investigações apontam que os pedidos suspeitos eram relacionados a trabalhadores de bancos, públicos e privados, além de empresas de telefonia, que pleiteavam aposentadoria por tempo de contribuição com tempo a menor, apresentando documentos falsos para comprovar que trabalhariam em condições insalubres ou perigosas, mas essas condições não se verificavam na realidade.

As diligências realizadas pela PF indicam que o grupo criminoso fazia reuniões com pessoas interessadas nesse tipo de aposentadoria todas as segundas-feiras, no interior de um gabinete da Câmara de Vereadores de Santo André.

A estimativa inicial é de que as fraudes possam ter causado um prejuízo de R$ 170 milhões à Previdência. Em razão das evidências trazidas para a investigação, a AGU solicitou o bloqueio patrimonial de alguns envolvidos, para tentar garantir a restituição dos valores desviados e reaver o produto do crime.

Os investigados responderão, de acordo com as condutas praticadas, pelos crimes de organização criminosa, inserção de dados falsos nos sistemas informatizados, corrupção passiva e estelionato qualificado.

O nome da operação, Barbour, remete a um cientista que desenvolveu uma tese de que o tempo, na realidade, não existe.

A INTERNATIONAL1 (1)
Membresia OIPOL. Descontos especiais em carreiras, cursos, assessoria e todo o que a organização oferece… Veja!

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.

Crie um site ou blog no WordPress.com

Acima ↑

%d blogueiros gostam disto: