Investigam trama de corrupção em 100 contratos de Odebrecht na Colômbia

Segundo dados divulgados pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos em 21 de dezembro de 2016, a Odebrecht pagou subornos na Colômbia no valor de US$ 11 milhões como parte da milionária rede de corrupção montada na América Latina e na África.Rio de Janeiro – O procurador-geral da Colômbia, Néstor Humberto Martínez, afirmounesta terça-feira que a entidade investiga 100 contratos da Odebrecht,envolvida em uma trama de corrupção para ganhar licitações de obras no país.

Martínez divulgou esses números durante seu discurso em um debate que se estendeu por mais de quatro horas no Congresso do país e que foi promovido pelo senador Jorge Enrique Robledo, que alega que o procurador sabia dos subornos da Odebrecht no país e não os denunciou.

“Para que o senhor tenha ideia, senador Robledo, sabe quantos contratos corruptos analisam neste momento os investigadores? Não 10, nem 15, nem 20, neste momento há 100 contratos”, disse Martínez.

Segundo dados divulgados pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos em 21 de dezembro de 2016, a Odebrecht pagou subornos na Colômbia no valor de US$ 11 milhões como parte da milionária rede de corrupção montada na América Latina e na África.

No entanto, a procuradoria colombiana calcula em 84 bilhões de pesos (US$ 58,7 milhões) o montante dos subornos da construtora brasileira no país.

Durante sua fala, Martínez fez uma ferrenha defesa das suas atuações como advogado e como procurador-geral da Colômbia, e reiterou que as investigações no caso Odebrecht foram ajustadas à lei e que inclusive há mais resultados que em outros países.

Martínez se viu envolvido na trama de corrupção depois que Jorge Enrique Pizano, interventor da estrada Ruta del Sol II e que morreu de infarto no último dia 8 de novembro, assegurou que o procurador sabia desde 2015 das supostas irregularidades na licitação para a construção dessa via.

No entanto, Martínez negou que soubesse da corrupção na Odebrecht antes de chegar à procuradoria, em agosto de 2016, e assegura que nas informações que recebeu de Pizano um ano antes não estava claro que se tratasse do pagamento de subornos.

É procedente dizer que a informação efoto foram facilitadas pela Agência EFE de noticias. Edição em idioma portuguêspara OIPOL, Luján Frank Maraschio.

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