Comandantes de Maduro sancionados pelos Estados Unidos

  • O governo dos EUA anunciou, no dia 2 de agosto de 2019, sanções contra mais dois comandantes sob as ordens do presidente ilegítimo Nicolás Maduro, por cometer “graves violações” aos direitos humanos na Venezuela.
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Cidadãos participam de um protesto contra o governo da Venezuela na frente do escritório do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, em Caracas, no dia 15 de julho de 2019. (Foto: Jose Lezama, NurPhoto/AFP)

A medida acompanha outras similares que buscam fechar o cerco aos membros e correligionários do governo de Maduro, em meio a uma ação diplomática e política para trazer mudanças que ajudem a Venezuela a superar seus graves problemas humanitários.

Desta vez, as sanções foram contra o comandante Rafael Enrique Bastardo Mendoza, que lidera as Forças de Ações Especiais, e Iván Rafael Hernández Dala, comandante da Contra-Inteligência Militar.

“Os Estados Unidos designam publicamente (ambos os funcionários) por sua participação em graves violações aos direitos humanos”, indicou o texto do governo dos EUA. As autoridades também sancionaram a esposa de Bastardo, Jeisy Catherine Leal Andarcia, e a esposa de Hernández, Luzbel Carolina Colmenares Morales, além dos filhos menores dos dois funcionários.

Os designados “não têm permissão para entrar nos EUA”. O governo dos EUA lidera as iniciativas de mais de 50 nações em todo o mundo que repudiam o mandato de Maduro e apoiam o presidente interino Juan Guaidó.

O anúncio disse que “são acusadas as organizações de segurança e inteligência dirigidas por Bastardo e Hernández por suas violações e abusos dos direitos humanos e pela repressão à sociedade civil e à oposição democrática”.

Por outro lado, o anúncio explicou que seus atos “foram amplamente documentados no relatório do dia 5 de julho de 2019 do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos, bem como nos relatórios confiáveis de outras organizações de direitos humanos”.

O relatório que a alta comissária das Nações Unidas para os Direitos Humanos Michelle Bachelet entregou, após visitar a nação, admitiu que ocorreram pelo menos 7.523 execuções extrajudiciais no país. A sanção busca também punir os funcionários por corrupção, informa o texto.

É procedente assinalar que a informação foi facilitada pela Voz da América. Edição, Área Jornalística OIPOL.

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