Iván Duque: Venezuela é santuário para terroristas e narcotraficantes

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O presidente da Colômbia Iván Duque disse que Nicolás Maduro transformou a Venezuela em um santuário do terrorismo, tornando ainda mais tensas as já deterioradas relações com os países vizinhos. (Foto: Joaquin Sarmiento, AFP)

O presidente da Colômbia Iván Duque disse, no dia 29 de julho, que Nicolás Maduro transformou a Venezuela em um santuário do terrorismo, aumentando as tensões entre os países vizinhos.

Um dia antes, Maduro disse que os líderes fugitivos da guerrilha das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC) são bem-vindos ao seu país, suscitando as críticas e o repúdio do ministro das Relações Exteriores da Colômbia, Carlos Holmes Trujillo.

Duque disse na China que Maduro cometeu “a burrice” de proteger os ex-guerrilheiros Seuxis Paucias Hernández, mais conhecido como Jesús Santrich, e Luciano Marín Arango, vulgo Iván Márquez.

“Vemos que ele não apenas vêm acolhendo os terroristas colombianos há muitos anos, mas que mais uma vez confirma que a Venezuela é um santuário para terroristas e narcotraficantes”, disse Duque.

O presidente colombiano realizava uma visita oficial à China, um dos países que reconhece Maduro como presidente legítimo da Venezuela, diferentemente de mais de 50 outros países, entre eles os Estados Unidos e a Colômbia.

“Ali se encontram os líderes do Exército de Libertação Nacional; agora, alguns dos cabeças das dissidências das FARC estão lá também e, sem dúvida alguma, Santrich também se encontra sob a proteção desse regime ditatorial”, disse Duque.

Santrich e Márquez participaram, em Cuba, da negociação de paz entre o governo do ex-presidente Juan Manuel Santos e as FARC, para pôr fim a um conflito de mais de meio século, que deixou 260.000 mortos e milhões de desalojados.

Márquez desapareceu em meados de 2018 sem assumir seu papel de congressista, enquanto Santrich tomou posse como legislador em junho de 2019, após recuperar a liberdade no meio de um processo onde é acusado de envolvimento em um plano para enviar para os Estados Unidos 10 toneladas de cocaína, avaliadas em US$ 320 milhões.

Santrich desapareceu no final de junho e, dias depois, não atendeu a uma citação na Corte Suprema de Justiça, como parte de uma investigação do processo, motivo pelo qual o tribunal ordenou sua prisão. Antes de desaparecer, o fugitivo e ex-negociador das FARC negou as acusações contra ele e disse que tudo se tratava de uma “armação”.

“Creio que mais uma vez ele cometeu o grande erro que fez com que o considerassem ainda um protetor do terrorismo e, perante os olhos do mundo, isso é mais um incentivo para que se fortaleça o cerco diplomático e que cesse rapidamente o flagelo contra o povo venezuelano”, concluiu Duque.

É procedente assinalar que a informação foi facilitada pelo pela Diálogo, Voz da América,com informações da Reuters. Edição, Área Jornalística OIPOL.

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