Curaçao/Aruba na linha de frente do combate ao narcotráfico

  • O Centro Operacional Avançado trabalha com diversas agências para combater as organizações criminosas transnacionais
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O Centro Operacional Avançado Curaçao/Aruba opera no Aeroporto Internacional Hato em Curaçao para apoiar o esforço regional que visa desmantelar os carteis de drogas e as redes de ameaças. (Foto: Força Aérea dos EUA)

As nações parceiras e os Estados Unidos estão em constante alerta em sua batalha em comum contra o tráfico de drogas. O Centro Operacional Avançado (FOL, em inglês) Curaçao/Aruba, também conhecido como Centro de Segurança Cooperativa, é um centro tático que permite que os EUA e as nações parceiras utilizem as pistas de pouso do Aeroporto Internacional Hato, em Curaçao, e do Aeroporto Internacional Reina Beatrix, em Aruba, em apoio aos esforços regionais para desmantelar as redes que ameaçam a segurança.

O FOL Curaçao/Aruba é o resultado de um acordo de 10 anos de cooperação para segurança e defesa assinado entre os Estados Unidos e o Reino dos Países Baixos em março de 2000 e renovado em 2010. O FOL Curaçao/Aruba apoia as operações da Força-Tarefa Conjunta Interagencial Sul (JIATF Sul) para detectar, monitorar e rastrear aeronaves ou embarcações envolvidas no tráfico de drogas ilícitas, que partem da América do Sul e cruzam o Mar do Caribe para chegarem ao México e aos Estados Unidos.

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O Tenente-Coronel da Força Aérea dos EUA James Sinclair, comandante do FOL Curaçao/Aruba (terceiro, da esq. para a dir., de pé), bem como militares e bombeiros da Força Aérea dos EUA, estão preparados 24 horas por dia, os sete dias da semana, para apoiar as missões aéreas antidrogas. (Foto: Força Aérea dos EUA)

A Força Aérea dos EUA administra as atividades diárias do FOL Curaçao/Aruba, prestando apoio operacional e logístico 24 horas por dia, os sete dias da semana, para a cooperação interagencial nas missões antidrogas.

“Nossa missão é realizar operações aéreas avançadas em apoio às operações multinacionais aéreas de detecção, monitoramento e rastreamento para o combate ao narcotráfico que a JIATF Sul efetua na região”, disse o Tenente-Coronel da Força Aérea dos EUA James Sinclair, comandante do FOL Curaçao/Aruba. “Nós trabalhamos em um ambiente de confiança e trabalho em conjunto com nossos parceiros e agências dos EUA. Mantemos também um relacionamento sólido com os governos dos Países Baixos, Curaçao e Aruba.”

O FOL Curaçao/Aruba coordena todos os requisitos logísticos para colaborar nas operações de interdição imediatamente após receber informações do Centro de Comando da JIATF Sul, localizado na Estação Aérea Naval dos EUA em Key West, Flórida. Seu aeroporto recebe aeronaves P-8, P-3C e C-130 Hercules, entre outras, para garantir a disponibilidade para a realização de voos de vigilância que possam detectar embarcações e aeronaves dos cartéis de drogas.

“As organizações narcotraficantes transnacionais têm utilizado mais o Oceano Pacífico do que o Caribe para enviar seus carregamentos de drogas, modificando suas táticas, técnicas e procedimentos na busca por novas rotas”, disse o Ten Cel Sinclair. “A JIATF Sul constantemente aperfeiçoa os seus métodos de detecção e exploração para combater as operações do narcotráfico, trabalhando com as nações parceiras e suas capacidades na luta contra as organizações narcotraficantes.”

Sólida parceria

O FOL Curaçao/Aruba é composto por unidades do 612º Grupo do Teatro de Operações/Destacamento 2 e do 429º Esquadrão de Operações Expedicionárias, das Forças Aéreas Sul. Ele tem ainda uma equipe do departamento de bombeiros para apoiar suas atividades diárias.

As operações de combate ao narcotráfico são realizadas com a participação da Administração para o Controle de Drogas dos EUA, da Guarda Costeira dos EUA e do Serviço de Alfândega e Proteção de Fronteiras dos EUA, entre outras agências, bem como com a cooperação do governo dos Países Baixos. Até setembro de 2019, o FOL Curaçao/Aruba já prestou apoio logístico a 95 operações antinarcóticos e 18 missões não vinculadas ao narcotráfico. Também participaram de missões de apoio de reconhecimento meteorológico e responderam a desastres naturais.

“Nós mantemos a diplomacia com nossos vizinhos para lutar contra a ameaça das drogas na região. O relacionamento interagencial cria transparência e confiança, não apenas com as demais agências governamentais dos EUA, mas também com os países latino-americanos e caribenhos que fazem parte da JIATF Sul”, disse o Tenente-Coronel da Força Aérea dos EUA Nicholas Popp, diretor de Operações do FOL Curaçao/Aruba. “Isso mostra que estamos trabalhando juntos como uma só equipe, um só combate.”

É procedente assinalar que a informação foi facilitada pelo Geraldine Cook / Diálogo. Edição, Área Jornalística OIPOL.

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