Operação da Polícia brasileira para combater à exploração sexual infantil

Policiais civis de 12 estados participaram desde as primeiras horas da manhã desta terça-fera 18 de fevereiro da sexta fase da Operação Luz na Infância, como objetivo de identificar autores de crimes de abuso e exploração sexual.

A operação foi coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) e envolveu ainda as agências de aplicação da lei da Colômbia, dos Estados Unidos, do Paraguai e Panamá.

Os policiais civis cumprem mandados judiciais de busca e apreensão de arquivos com conteúdo relacionado aos crimes de exploração sexual praticados contra crianças e adolescentes em endereços ligados aos investigados, nos estados de Alagoas, do Acre, Ceará, Rio de Janeiro, de Goiás, do Paraná, Rio Grande do Sul, de São Paulo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, do Piauí e de Santa Catarina.

O site de internet da Polícia Civil de Santa Catarina publicou no mesmo dia 18 que, nesta terça-feira deflagrou a Operação Luz na Infância 6, que cumprindo 16 mandados de busca e apreensão no Estado. A força-tarefa nacional coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MSP) envolviou polícias civis de 12 Estados. Além do mais, agentes de aplicação da lei da Colômbia, Estados Unidos, Paraguai e Panamá estão cumprindo, simultaneamente, mandados de busca e apreensão.

Nesta 6ª fase foram cumpridas mandados, no Brasil e em quatro países, 112 de busca e apreensão de arquivos com conteúdo relacionado aos crimes de exploração sexual praticados contra crianças e adolescentes.

Desde as primeiras horas da manhã, as equipes procuraram suspeitos de crimes de abuso e exploração sexual contra crianças e adolescentes praticados na internet. Mais informações serão divulgadas ao longo do dia.

Os mandados de busca e apreensão cumpridos no Estado foram identificados pela Polícia Civil com base em elementos informativos coletados em ambientes virtuais com indícios suficientes de autoria e materialidade delitiva.

A Operação Luz na Infância 6 conta com a colaboração da Embaixada dos Estados Unidos no Brasil, por meio da Adidância da Polícia de Imigração e Alfândega em Brasília (US Immigration and Customs Enforcement-ICE), oferecendo cursos, compartilhamento de boas práticas e capacitações que subsidiaram as cinco fases da operação.

No Brasil, a pena para quem armazena esse tipo de conteúdo varia de 1 a 4 anos de prisão, de 3 a 6 anos pelo compartilhamento e de 4 a 8 anos de prisão pela produção de conteúdo relacionado aos crimes de exploração sexual.

É procedente assinalar que a informações e imagens foram facilitadas pela Agência Brasil (EBC) e a Polícia Civil de Santa Catarina. Edição geral da Área Jornalística OIPOL.

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Área Inteligência OIPOL, estamos de prontidão. Investigações criminais, financeiras e comerciais no mundo…

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