O Profissionalismo dos graduados no WHINSEC

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Subtenente Adjunto de Comando do Exército dos EUA José S. Lopez, do Instituto do Hemisfério Ocidental para a Cooperação em Segurança. (Foto: WHINSEC)

A Revista Militar Diálogo,  entrevistou o Subtenente Adjunto de Comando do Exército dos EUA José S. Lopez, do Instituto do Hemisfério Ocidental para a Cooperação em Segurança (WHINSEC, em inglês), durante sua visita à sede do Comando Sul dos EUA, em Doral, Flórida.

Diálogo: Por que é importante que as forças armadas do hemisfério ocidental criem o cargo de subtenente adjunto de comando (CSM, em inglês)?
Subtenente Adjunto de Comando do Exército dos EUA José S. Lopez, WHINSEC: O CSM é o principal assessor graduado do comandante. Eu assessoro o comandante em todas as questões referentes aos graduados que ocorrem na unidade. Seria ótimo se as forças armadas do hemisfério ocidental tivessem a função de CSM, porque isso permitiria que o comandante se concentrasse em suas atribuições. O comandante não precisa se preocupar com o que acontece em sua unidade com questões referentes a graduados, porque quem faz isso é o CSM. Nós acreditamos que os graduados são a coluna vertebral do Exército.

Diálogo: Como os graduados progrediram nas forças armadas da região?
S Ten Lopez: Alguns países têm programas sólidos para os graduados, como, por exemplo, a Colômbia. No entanto, temos muito trabalho a fazer na região. Continuamos ensinando às forças armadas o papel e as responsabilidades de um graduado e o que nós proporcionamos aos comandantes.

Diálogo: Qual será o próximo passo no processo de profissionalização dos graduados?
S Ten Lopez: Nossa missão é fortalecer a cultura do profissionalismo dos graduados para fomentar o conhecimento mútuo, a transparência, a confiança e a cooperação com as forças de segurança das nações parceiras, promovendo os valores democráticos e o respeito aos direitos humanos. Para realizar nossa missão, precisamos continuar educando nossas nações parceiras quanto à missão do WHINSEC e às capacidades que oferecemos em termos de desenvolvimento profissional dos graduados. A importância dos graduados é ilimitada e queremos compartilhar nossa experiência com a região e ajudá-los a avançar com suas forças armadas.

Diálogo: Que cursos oferece a Academia de Graduados (NCOA, em inglês) MSG Roy P. Benavidez?
S Ten Lopez: Temos três cursos: Líder de Pequenas Unidades (SULC, em inglês), Desenvolvimento Profissional de Graduados (NCOPD, em inglês) e Assessor Graduado Sênior (SEA, em inglês). O SULC ensina habilidades de liderança em nível de líder de equipe e de esquadrão. O NCOPD desenvolve habilidades de liderança em nível de sargento de esquadrão e de pelotão. Por último, o curso SEA ensina liderança militar e educação aos subtenentes e seus equivalentes em todas as forças.

Diálogo: Como a NCOA promove a integração de gênero?
S Ten Lopez: Nossa subcomandante da NCOA, a Primeiro-Sargento Rocio Kremer, é um exemplo perfeito da integração de gênero. Trata-se de uma soldado que foi selecionada por ser a mais qualificada para o cargo, devido às suas capacidades em liderança, dedicação ao cumprimento da missão e motivação. Ela está fazendo um trabalho excelente. Queremos dar o exemplo e mostrar às nossas nações parceiras que temos o compromisso de promover a integração de gênero e esperamos que enviem mais mulheres para nossos cursos.

Diálogo: Qual é a importância dos intercâmbios entre especialistas em assuntos específicos (SMEE, em inglês)?
S Ten Lopez: Nós visitamos a região e ensinamos sobre o profissionalismo dos graduados, compartilhando nossos conhecimentos e demonstrando o que fornecemos aos comandantes. Nós não lhes dizemos que devem ser exatamente como nós. Além disso, os SMEEs são muito importantes, porque mostram às nações parceiras que nós colaboramos e trabalhamos em conjunto como graduados no Exército, Marinha, Força Aérea e Corpo de Fuzileiros Navais.

Diálogo: O senhor poderia citar um exemplo bem-sucedido de SMEE na região?
S Ten Lopez: O Exército da República Dominicana começou a criar o seu NCOPD com base nos SMEEs que nós – como Exército, Marinha e Força Aérea –realizamos com eles. Por exemplo, sua instrutora sênior se formou através do SULC e agora ela é uma das instrutoras sêniores que desenvolvem seus subordinados. O Equador está interessado agora em desenvolver sua academia de graduados e nós vamos começar a trabalhar com eles.

É Prcedente assinalar que a informação foi facilitada pela Revista Militar Diálogo. Edição, Área Jornalística OIPOL.

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