O combate de EUA contra a Covid-19 no mundo

A Foto A-
À esquerda: Marco Vignuzzi (ao centro), pós-doutorando Ferdinand Roesch (de óculos, sentado) e técnico de pesquisa Thomas Vallet. À direita: Benjamin tenOever. (Fotos: cortesia)

Em 20 de março, na Base Aérea de Ramstein, na Alemanha, a piloto de primeira classe da Força Aérea dos EUA Melinda J. Roth faz o carregamento de suprimentos médicos para uma aeronave a fim de serem transportados à Itália (Força Aérea dos EUA/Piloto de primeira classe John R. Wright)

Este acervo contínuo de fotos, tuítes (no idioma original) e artigos dá a dimensão do compromisso assumido pelos EUA de combater a Covid-19 em todo o mundo. Haverá atualizações frequentes.
26 de março

Dois cientistas, um americano e um francês que se encontraram através do programa de intercâmbio internacional J. William Fulbright, fazem parte de uma busca mundial para encontrar medicamentos existentes que possam ser usados ​​para tratar a Covid-19.

Trabalham conjunto

Dois cientistas que se conheceram através do programa de intercâmbio internacional J. William Fulbright fazem parte da busca mundial para encontrar medicamentos existentes que podem ser usados ​​para tratar o vírus da Covid-19.

Como detentor da Cátedra Prestigiosa (Distinguished Chair) Fulbright-Tocqueville EUA-França no segundo trimestre de 2015, Benjamin R. tenOever trabalhou pela primeira vez com o laboratório de Marco Vignuzzi no Instituto Pasteur em Paris, enquanto também lecionava História Completa da Virologia na École normale supérieure, instituição de ensino superior, também em Paris.

O Programa Fulbright é o principal programa de intercâmbio educacional internacional do governo dos Estados Unidos e seu objetivo é aumentar o entendimento mútuo entre o povo americano e o de outros países.

Quando Benjamin R. tenOever retornou aos EUA, ele e Vignuzzi criaram a Unidade Internacional Conjunta Pasteur-Mount Sinai entre suas duas instituições, a Escola de Medicina Icahn no Hospital Mount Sinai, em Nova York, e o Instituto Pasteur.

Desde então, os dois laboratórios têm trabalhado juntos no tratamento do vírus da zika, o vírus da chikungunya e a gripe, com um aprendendo com as pesquisas do outro e trabalhando em conjunto para encontrar tratamentos.

Pois bem, enquanto outros cientistas trabalham para desenvolver uma vacina para a Covid-19, a unidade deles está colaborando com a Universidade da Califórnia, o Grupo de Pesquisa para o Coronavírus do Instituto de Biociência Quantitativa de São Francisco, o laboratório Olivier Schwartz no Instituto Pasteur e outros laboratórios nacionais e internacionais a fim de encontrar medicamentos preexistentes aprovados pela Agência de Controle de Alimentos e Medicamentos (FDA) que tratam os sintomas da Covid-19.

“Estamos todos trabalhando em equipe com o objetivo de tentar encontrar uma solução para esse problema”, afirmou tenOever. “É realmente incrível o que uma comunidade mundial já desenvolveu por causa desta crise.”

Ambos os laboratórios obtiveram amostras do vírus de seus respectivos governos. Eles estudaram como o vírus infectou as células e, por sua vez, como as células reagiram à infecção. Com esse conhecimento, eles estão testando medicamentos aprovados pela FDA visando descobrir quais suprimem os sintomas da Covid-19 e quais não têm efeito.

“Cada um de nossos laboratórios possui conhecimentos complementares entre si”, disse Vignuzzi, ressaltando que “o compartilhamento de pesquisas acelera a descoberta”.

Existem milhares de medicamentos para serem testados, o que requer o empenho de todos os profissionais dos laboratórios de todo o mundo. Alguns testes levam até 12 horas para se saber os resultados; portanto, os laboratórios podem executar testes em certas partes do mundo, enquanto outros começam a executar outro teste em outro lugar.

“Somos uma equipe e estamos fazendo isso tudo juntos”, disse tenOever.

Vignuzzi disse que o caráter internacional dessa pesquisa “nos lembra que, apesar de tudo, somos um mundo só. Em momentos como este de pandemia, as pessoas precisam ouvir isso”.

O Prêmio Cátedra Prestigiosa (Distinguished Chair) Fulbright-Tocqueville que tornou possível o trabalho de tenOever com Vignuzzi “realmente aumentou nossa capacidade de entender melhor as dinâmicas do vírus no que diz respeito à maneira como elas interagem com a pessoa infectada”, disse tenOever. “Ficou tão claro que trabalhamos bem juntos e representou uma grande fusão da ciência dos EUA e da França.”

É procedente assinalar que a informação foi facilitada por ShareAmerica. Edição, Área Jornalística OIPOL.

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