FBI: espionagem econômica da China ameaça sociedades livres

A principal autoridade policial dos Estados Unidos está alertando sobre os riscos para as sociedades livres impostos pela espionagem do Partido Comunista Chinês. Esse roubo representa a maior ameaça de longo prazo à segurança econômica e nacional dos EUA, diz ele.

Em declarações a um think tank de Washington, em 7 de julho, o diretor do Bureau Federal de Investigações dos EUA (FBI), Christopher Wray, detalhou a “ampla abordagem” do PCC visando roubar informações e propriedade intelectual. Os métodos incluem tudo, desde hackers de computador patrocinados pelo Estado, até forçar pesquisadores a roubar dados e exigir, por lei, que empresas de tecnologia chinesas compartilhem dados com o PCC.

“A China tem um sistema fundamentalmente diferente do nosso — e está fazendo todo o possível para explorar nossa abertura enquanto tira proveito de seu próprio sistema fechado”, disse Wray ao Instituto Hudson.

Ele acrescentou que o roubo de propriedade intelectual dos EUA por parte do regime chinês resultou em uma das maiores transferências de riqueza da história da humanidade.

O alerta do diretor do FBI ocorre quando os EUA e outros países estão tomando medidas para proteger a propriedade intelectual contra a ameaça do PCC. O presidente Trump emitiu em maio uma proclamação destinada a impedir o PCC de usar indevidamente vistos para os EUA com o intuito de roubar pesquisas em apoio às suas forças militares.

Existe um consenso global sobre os riscos inaceitáveis ​​de usar equipamentos das empresas de tecnologia sem fio de quinta geração (5G) da China, como a Huawei.

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Um guarda de segurança em um evento de lançamento de novos produtos em 9 de janeiro de 2019, em Pequim (© Andy Wong/AP Images)

Wray disse que o PCC é incapaz de competir com o sistema aberto dos Estados Unidos em termos iguais e, em vez disso, procura ser a única superpotência do mundo por todos os meios necessários. Ele disse que dentre os métodos de roubo e coerção do PCC estão:

  • Hackear empresas e governos para acessar informações.
  • Pagar pesquisadores para roubar tecnologia e segredos industriais.
  • Censurar jornalistas e opiniões contrárias.
  • Ameaçar dissidentes e suas famílias na China e no exterior.

As forças de aplicação da lei dos EUA estão trabalhando com parceiros estrangeiros a fim de prender as pessoas responsáveis. Wray disse que promotores federais acusaram a Huawei de conspiração para extorsão, alegando repetidos roubos de propriedade intelectual de empresas americanas.

Os casos de espionagem econômica ligados à China aumentaram cerca de 1.300% na última década, disse Wray. O FBI tem mais de mil investigações sobre possíveis roubos de tecnologia dos EUA e cerca de mil investigações de contraespionagem relacionadas à China, disse Wray.

Mas ele também fez uma distinção entre violações causadas pelo governo da China e as valiosas contribuições de seu povo ao redor do mundo, inclusive para os Estados Unidos.

“Confrontar essa ameaça com eficácia não significa que não devemos fazer negócios com os chineses”, disse Wray. “Mas isso significa que quando a China violar nossas leis criminais e normas internacionais, não toleraremos isso.”

É procedente assinalar que la informação foi facilitada por ShureAmerica. Edição, Área Jornalística Oipol.

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