Aprendem em Colômbia droga em rede de contêineres subterrâneos

A Força Aérea Colombiana (FAC) informou, no dia 26 de maio, sobre a apreensão de 2,4 toneladas de cocaína com um valor aproximado de US$ 72 milhões. A droga estava escondida em uma rede de contêineres subterrâneos em um município na fronteira com Uribia, estado de La Guajira. O material, descoberto em coordenação com a Polícia Nacional Colombiana (PNC), estava escondido em três depósitos, mas foram encontrados outros 15 contêineres prontos para armazenar as drogas.

“Deve-se ressaltar que esses armazéns clandestinos são utilizados pelo grupo criminoso organizado ‘Los Pachenca’, que sofreu duros golpes contra sua estrutura e práticas criminosas”, enfatizou a FAC. “Essa operação foi realizada com um plano de rastreamento para determinar a localização exata [dos contêineres] com o alcaloide”, afirmou a Direção Antinarcóticos da PNC.

“Essa forma de esconderijo não é nova, pois tínhamos visto anteriormente que eles construíam [os contêineres], mas é pouco comum um volume tão grande de drogas nessa região do país”, explicou o Brigadeiro da FAC Fernando Losada, comandante do Comando de Operações Aéreas.

“Na luta contra o narcotráfico, a tecnologia de inteligência militar e a experiência desenvolvida durante os adestramentos com o Comando Sul dos EUA (SOUTHCOM) foram peças importantes para a obtenção dos resultados”, acrescentou o Brig Losada. “O fortalecimento recebido durante anos nas questões de inteligência e tecnologia se somam para que possamos atingir tais resultados.”

As investigações da PNC indicam que o alcaloide seria proveniente da região fronteiriça de Catatumbo e enviado em veículos de carga até o estado de La Guajira, em carregamentos fracionados de 300 quilos.

“A vasta zona de fronteira no estado de La Guajira é utilizada pelas organizações narcotraficantes para despachar as drogas ilícitas”, explicou a PNC. “Seu destino final seria os Estados Unidos e a Europa, através de movimentos marítimos escalonados.”

É procedente assinalar que a informação foi facilitada por Lorena Baires/Diálogo. Edição, Área Jornalística Oipol.

Área Acadêmica Oipol

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