Dois colaboradores do filho de Maduro sancionados pelos EUA

Os Estados Unidos emitiram sanções, no dia 23 de julho, contra dois irmãos venezuelanos, por terem apoiado o filho de Nicolás Maduro e as “atividades corruptas de membros do regime ilegítimo” da Venezuela.

Santiago José Morón Hernández e Ricardo José Morón Hernández foram designados pelo Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros (OFAC, em inglês) do Departamento do Tesouro dos EUA como colaboradores do filho de Maduro, Nicolás Ernesto Maduro Guerra.

“Enquanto o povo venezuelano sofre, o regime ilegítimo de Maduro concentra seus esforços para agarrar-se ao poder”, disse o secretário do Tesouro dos EUA, Steven T. Mnuchin.

“Os EUA têm o compromisso de denunciar indivíduos que ajudam e fomentam esse regime corrupto, ignorando o bem-estar do povo venezuelano”, acrescentou.

O documento diz que a família Morón Hernández é parceira de confiança de Nicolás Maduro e de seu filho Nicolás Ernesto, e que Santiago e Ricardo distribuem ativos para Maduro e sua família por todo o mundo.

O OFAC explica que o filho de Maduro contratou Santiago e Ricardo Morón Hernández para negociarem em seu nome, e ambos utilizaram diferentes companhias em suas transações. Além disso, Santiago é o principal assistente de Maduro Guerra e o acompanha regularmente, enquanto Ricardo se encarrega de suas atividades operacionais.

O comunicado diz que os três e outros aliados próximos são as figuras centrais da indústria do ouro na Venezuela.

Nicolás Ernesto Maduro Guerra é acusado de realizar transações ilícitas, como a venda do ouro extraído na Venezuela e despachado através do Banco Central da Venezuela, o qual foi designado pelo OFAC em 2017. Segundo a instituição, Santiago e Ricardo Morón supervisionam o mecanismo financeiro do comércio ilícito de ouro.

Santiago foi denunciado por ter assistido materialmente, promovido ou prestado apoio financeiro, material ou tecnológico, ou de bens e serviços ao filho de Maduro para respaldá-lo.

Ricardo assistiu materialmente, promoveu ou ofereceu apoio financeiro, material ou tecnológico, ou de bens e serviços, em apoio à corrupção pública de altos funcionários do regime ilegítimo da Venezuela.

O OFAC determina que todas as propriedades e interesses desses indivíduos que estejam nos EUA, ou em possessão ou sob controle de outras pessoas nos EUA, sejam bloqueados e devem ser declarados a suas autoridades.

Além disso, qualquer entidade que seja de sua propriedade direta ou indiretamente, em 50 por cento ou mais, também será bloqueada.

O escritório diz que as sanções norte-americanas não são necessariamente permanentes, mas foram emitidas para estimular uma mudança positiva de comportamento.

As sanções contra indivíduos e entidades poderão ser suspensas se eles tomarem medidas concretas e efetuarem ações significativas para restaurar a ordem democrática, se os mesmos se negarem a participar de abusos aos direitos humanos e se declararem contra os abusos aos direitos humanos cometidos pelo “regime ilegítimo de Maduro ou combaterem a corrupção na Venezuela”.

É procedente assinalar que a informação foi facilitada por Voz da América (VOA)/Editado por Diálogo e Área Jornalística Oipol.

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