Forças de segurança argentinas dão sucessivos golpes contra o narcotráfico

Em apenas duas semanas, a Gendarmaria e a Prefeitura Naval da Argentina apreendem mais de 1.500 quilos de drogas e desarticularam diversas quadrilhas de narcotraficantes.

No dia 18 de julho de 2020, os gendarmes patrulhavam a Rota Nacional 12, na província de Misiones, e perseguiram um veículo suspeito, onde encontraram 698 kg de maconha escondidos. O motorista do veículo fugiu.

No dia 13 de julho, os gendarmes desmancharam uma quadrilha que atuava na província de La Rioja. Eles detiveram oito integrantes (inclusive o líder) e confiscaram 23 kg de maconha, seis veículos, 11 motos, um revólver, balanças e celulares.

Em outra operação, no dia 9 de julho, a Gendarmaria apreendeu drogas ocultas nos manguezais da Rota Nacional 12, província de Corrientes. “Foram confiscados 720 pacotes de maconha, pesando mais de 683 kg”, informou o Ministério da Segurança da Argentina em um comunicado.

Nesse mesmo dia, a Prefeitura Naval confiscou um carregamento de maconha proveniente do Paraguai, na localidade de Puerto Libertad, província de Misiones. O barco paraguaio cruzou o Rio Paraná, que delimita a fronteira, parou a 500 metros da área de Puerto Carolina e regressou ao seu país de origem. “Imediatamente, os militares se dirigiram ao local e encontraram espalhados na costa vários pacotes contendo 249 ‘pães’ de maconha pesando quase 190 kg”, informou a Prefeitura em um comunicado.

No dia 6 de julho, os gendarmes desarticularam uma quadrilha cujos dois líderes operavam da carceragem de Melincué, província de Santa Fé, onde estão presos por narcotráfico. O grupo se abastecia de entorpecentes na província de Buenos Aires e os vendia no município de Venado Tuerto, Santa Fé, através das esposas dos líderes, informou o site La Capital.

Para desbaratar a organização, os funcionários efetuaram 15 invasões em Santa Fé e Buenos Aires. “Foram confiscados veículos de rodas, dinheiro em espécie, celulares, cocaína e maconha”, disse a Gendarmaria.

É procedente assinalar que a informação foi facilitada por Eduardo Szklarz/Diálogo. Edição, Área Jornalística Oipol.

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