Prendem no Rio de Janeiro suspeitos do assassinato vereadora

  • Operação para prender os suspeitos do crime foi deflagrada nas primeiras horas do dia pela Polícia Civil e o MPRJ, e cumpriu mandados na casa de um dos policiais presos no mesmo condomínio onde o presidente Jair Bolsonaro tem casa, na zona oeste do Rio de Janeiro, segundo as autoridades

A FOTO A1Rio de Janeiro – Um policial militar reformado e um ex-policial militar foram presos, nesta terça-feira, por suspeita de envolvimento no assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL) e do motorista Anderson Gomes, às vésperas de o crime completar um ano, informaram a polícia e o Ministério Público do Rio de Janeiro.

A operação para prender os suspeitos do crime foi deflagrada nas primeiras horas do dia pela Polícia Civil e o MPRJ, e cumpriu mandados na casa de um dos policiais presos no mesmo condomínio onde o presidente Jair Bolsonaro tem casa, na zona oeste do Rio de Janeiro, segundo as autoridades.

“Foram presos dois policiais com participação direta e efetiva no crime”, disse à Reuters o secretário da Polícia Civil do RJ, Marcus Vinícius Braga. “Com essas prisões ficamos perto da solução do crime”, acrescentou.

Os suspeitos presos foram identificados como Ronnie Lessa e Élcio Vieira de Queiroz. Não foi possível contactar representantes dos suspeitos de imediato.

De acordo com as investigações, Lessa foi o autor dos disparos de arma de fogo contra Marielle e Anderson, enquanto Queiroz seria o condutor do veículo utilizado para a execução. Lessa é policial militar reformado, enquanto Queiroz foi policial militar, tendo sido expulso da corporação.

Marielle e Anderson foram assassinatos em uma emboscada em 14 de março do ano passado no bairro do Estácio, na zona norte do Rio.

O assassinato da então vereadora, que denunciava abusos cometidos por policiais militares, aconteceu quando ela voltava de um evento e o carro em que estava foi atingido por diversos tiros.

O crime chamou atenção de entidades internacionais de defesa dos direitos humanos, que têm cobrado das autoridades brasileiras uma solução para o caso.

A denúncia apresentada pelo MPRJ contra os suspeitos presos nesta terça-feira afirma que “é inconteste que Marielle Francisco da Silva foi sumariamente executada em razão da atuação política na defesa das causas que defendia”.

É procedente dizer que a informação foi facilitada pela agência Reuters. Reportagem de Rich McKay. Edição em idioma português para OIPOL, Luján Frank Maraschio.

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O presidente Tump é investigado pela Procuradoria-Geral de Nova York

A Foto A -------- -A Procuradoria-Geral de Nova York está analisando os laços entre o Deutsche Bank e o Investors Bank e vários projetos da Organização Trump, noticiou o New York Times na noite de segunda-feira.

Ainda na noite de segunda-feira a Procuradoria-Geral emitiu intimações aos bancos, o que cria uma linha de investigação adicional sobre os negócios do Deutsche Bank com Trump, disse o jornal, citando uma fonte não revelada.

Controlados pelos democratas, o Comitê de Inteligência e o Comitê de Serviços Financeiros do Congresso estão vasculhando as finanças do presidente republicano e seus negócios, inclusive suas ligações com o Deutsche, uma das maiores instituições financeiras do mundo.

O Deutsche Bank emprestou centenas de milhões de dólares à Organização Trump para empreendimentos imobiliários e é um dos poucos grandes credores que forneceram grande volume de crédito a Trump depois de uma série de falências em seus negócios de hotéis e cassinos durante os anos 1990.

O NYT disse que o novo inquérito civil sobre o Deutsche foi motivado pelo depoimento do ex-advogado pessoal de Trump, Michael Cohen, ao Congresso.

Cohen afirmou que Trump exagerou o valor declarado de seus bens em informes financeiros. O ex-advogado entregou cópias de informes que disse terem sido fornecidas pelo Deutsche.

O Investors Bank foi intimado a entregar registros relacionados ao Trump Park Avenue, um projeto que apoiou, segundo o NYT.

Nem a Procuradoria-Geral de Nova York nem representantes de Trump estavam disponíveis para comentar na manhã desta terça-feira, e não foi possível contatar representantes do Investors Bank de imediato.

Um porta-voz do Deutsche Bank em Frankfurt não quis comentar.

É procedente dizer que a informação foi facilitada pela agência Reuters. Reportagem de Rich McKay. Edição em idioma português para OIPOL, Luján Frank Maraschio.

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Justiça condena ex-assessor de Trump

A Foto A ----------Alexandria – Paul Manafort, ex-gerente de campanha do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, foi condenado na quinta-feira por um juiz a menos de 4 anos de prisão —prazo muito inferior às diretrizes federais de penalização— por crimes financeiros descobertos durante a investigação do procurador-especial Robert Mueller sobre o papel da Rússia na eleição presidencial de 2016.

O juiz T.S. Ellis impôs a sentença surpreendentemente branda de 47 meses a Manafort, de 69 anos, durante uma audiência em Alexandria, na Virgínia, na qual o veterano assessor republicano pediu clemência, mas não expressou remorso por suas ações.

Em agosto um júri condenou Manafort por cinco acusações de fraude tributária, duas de fraude bancária e uma de ocultação de contas bancárias no exterior.

Ellis desconsiderou as diretrizes federais de penalização citadas por procuradores, que pediram entre 19,5 e 24 anos de prisão. O juiz ordenou que Manafort pague uma multa de 50 mil dólares e uma restituição de pouco mais de 24 milhões de dólares.

Manafort, levado à sala do tribunal em uma cadeira de rodas por sofrer de gota, ouviu Ellis elogiar sua vida “de resto imaculada”, na qual “conquistou a admiração de diversas pessoas” e se envolveu em “muitas coisas boas”.

“Está claro que as diretrizes estavam muito desproporcionais em relação a isto”, disse Ellis.

Manafort foi condenado depois que procuradores o acusaram de ocultar do governo dos EUA milhões de dólares que recebeu como consultor do ex-governo pró-Rússia da Ucrânia. Depois da saída do presidente ucraniano pró-Kremlin Viktor Yanukovych, disseram procuradores, Manafort mentiu a bancos para conseguir empréstimos e manter um estilo de vida opulento, com casa luxuosas, ternos de grandes grifes e até uma jaqueta de pele de avestruz de 15 mil dólares.

O juiz ainda disse que Manafort “não está diante do tribunal devido a qualquer alegação de que ele, ou qualquer um sob sua direção, se mancomunou com o governo russo para influenciar a eleição de 2016”.

A pena foi menor até do que aquela solicitada pelos advogados do réu — entre 4 anos e três meses e 5 anos e três meses de prisão.

A sentença de Manafort foi menos da metade do que recebem normalmente as pessoas que assumem a culpa e cooperam com o governo em casos semelhantes, segundo Mark Allenbaugh, ex-advogado da Comissão de Penalização dos EUA. “Muito chocante”, afirmou.

É procedente assinalar que a informação foi facilitada pela Reuters. Reportagem adicional de Nathan Layne, Eric Beech e Makini Brice. Edição em idioma português para OIPOL, Luján Frank Maraschio.

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Área Inteligencia OIPOL

Condenam cardeal francês por silêncio diante de abusos sexuais

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Cardeal francês Philippe Barbarin. Foto Agência Brasil (EBC)

Rio de Janeiro –  Philippe Barbarin foi condenado  o dia 7 de março a um ano de prisão, sentença convertida em seis meses de pena, por não ter denunciado abusos sexuais praticados por um padre durante anos.

O coletivo de juízes do Tribunal de Lyon leu esta manhã a sentença do cardeal Barbarin.

O arcebispo de Lyon e mais cinco funcionários, leigos e clérigos da diocese, são acusados de silêncio cúmplice por terem conhecimento, durante anos, dos abusos sexuais praticados pelo padre Preynat e de terem escondido esses crimes da Justiça.

Para as vítimas do padre Preynat, o sacerdote, que durante várias décadas teria abusado de 80 crianças, se o cardeal Barbarin e os funcionários do arcebispado tivessem denunciado os fatos muitos crimes não teriam prescrito.

O padre Preynat confessou, em cartas e às vítimas, durante a investigação, os crimes praticados. Das 80 vítimas, apenas sete não viram os crimes prescrever. Preynat deverá começar a ser julgado este ano.

É procedente assinalar que a informação foi facilitada pala Agência Brasil (EBC), com informações da RTP (emissora pública de televisão de Portugal). Edição em idioma português para OIPOL, Luján Frank Maraschio.

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Assume Juiz Antonio Bonat na vara federal responsável pela Lava Jato

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Juiz federal Luiz Antonio Bonat. Foto A Noticias RJ

Rio de Janeiro – O juiz federal Luiz Antonio Bonat assume esta semana os processos da Operação Lava Jato em tramitação na 13ª Vara Federal, em Curitiba. Bonat entrou na vaga deixada pelo ex-juiz Sergio Moro, que saiu da magistratura para assumir o Ministério da Justiça e Segurança Pública.

O nome do magistrado para assumir a vaga de Moro como titular na vara foi confirmado pelo conselho do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, sediado em Porto Alegre, no início do mês passado. No entanto, Bonat entrou em férias e deve retornar ao trabalho na 7 de março.

Ao assumir a 13ª Vara Federal, o magistrado ficará responsável por supervisionar todos os inquéritos da Lava Jato no Paraná e também julgar as ações penais ligadas à operação, entre elas, uma em que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva é réu, relacionada à sede do Instituto Lula, em São Paulo.

Com 25 anos de carreira, Bonat é o juiz federal com maior tempo de carreira em toda a jurisdição do TRF4, que lançou o edital para o preenchimento da vaga deixada por Moro. Como a antiguidade é o principal critério de seleção, o nome dele já tinha sido definido no concurso interno de promoção antes da confirmação pelo conselho do TRF4.

Durante o processo de substituição de Moro, a 13ª Vara Federal foi comandada pela juíza substituta Gabriela Hardt, que condenou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva a 12 anos e 11 meses de prisão na ação penal sobre as reformas realizadas no Sítio Santa Bárbara, em Atibaia (SP). A sentença foi a segunda proferida contra o ex-presidente na Operação Lava Jato.

É procedente assinalar que a informação foi facilitada pala Agência Brasil (EBC. Edição em idioma português para OIPOL, Luján Frank Maraschio.

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Ex-senador brasileiro cumprirá pena em regime semiaberto

O ex-senador Luiz Estevão
O ex-senador Luiz Estevão – José Cruz/ Agência Senado

Rio de Janeiro – A Justiça do Distrito Federal autorizou Luiz Estevão a passar para o regime de prisão semiaberto, no qual poderá deixar a Penitenciária da Papuda para trabalhar durante o dia, mas deverá retornar no período da noite. Ele também terá direito às saídas temporárias, conhecidas como “saidões”,  em datas comemorativas, como Dia dos Pais e Natal.

Estevão foi preso no dia 8 de março de 2016, por determinação da Justiça Federal de São Paulo, para iniciar o cumprimento da condenação a 26 anos de prisão pelos crimes de peculato, corrupção ativa, uso de documento falso e participação em quadrilha, envolvendo desvios de recursos das obras de construção do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) de São Paulo, na década passada.

A decisão foi proferida na sexta-feira (1º) pela juíza Leila Cury, da Vara de Execuções Penais (VEP), com base na Lei de Execução Penal (LEP), que autoriza a mudança de regime quando os requisitos previstos na norma são cumpridos pelos detentos.

“No que tange ao requisito objetivo legalmente exigido para a progressão ao regime semiaberto, verifico que este foi devidamente preenchido pelo sentenciado. Com efeito, observo que foi cumprido, até a presente data, mais de um sexto da pena total imposta, considerando os dias trabalhados e estudados homologados por este Juízo para fins de remição da pena.”, decidiu a magistrada.

A sentença contra Luiz Estevão foi proferida em 2006, mas a defesa passou dez anos recorrendo da decisão em todas as instâncias possíveis. Em 2016, após a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que autorizou a execução provisória de condenados pela segunda instância da Justiça, o ex-parlamentar foi preso.

Ele passou 3 anos no regime fechado e, com a possibilidade prevista na LEP, que permite descontar os dias de prisão com leitura de livros, o ex-senador cumpriu um sexto da  pena e ganhou o direito legal à progressão para o regime menos gravoso de condenação.

De acordo com as investigações, os desvios nas obras do TRT chegaram a R$ 169 milhões em recursos públicos. O caso também envolveu o ex-juiz Nicolau dos Santos Neto, que ganhou  liberdade após o Decreto Natalino, editado pela ex-presidente Dilma Rousseff, em 2014, que concedeu indulto a todos os condenados com mais de 70 anos,  que cumpriram penas superiores a oito anos, além de um quarto da pena, no caso de não reincidentes.

É procedente assinalar que a informação foi facilitada pala Agência Brasil (EBC), com informações da RTP (emissora pública de televisão de Portugal). Edição em idioma português para OIPOL, Luján Frank Maraschio.

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Novo relato da corrupção brasileira

  • Cabral assume recebimento de propinas em depoimento na Justiça Federal
A Foto Agência Brasil
O ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral, que está preso desde 2016 – Arquivo/Agência Brasil

Rio de Janeiro – O ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral admitiu no dia 26 de fevereiro, pela primeira vez oficialmente, o recebimento de propina ao longo de sua carreira política. Ele prestou depoimento nesta terça-feira perante o juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal. O depoimento foi marcado a pedido do próprio Cabral e representa o último ato da Operação Fatura Exposta, que terá as sentenças emitidas em breve.

Perguntado por Bretas por que havia mudado de idéia, Cabral respondeu que a decisão foi fruto de reflexões feitas durante todo o tempo em que está preso. “Dois anos e três meses preso, conversando comigo e [com] minha consciência, tudo o que minha família tem passado. Em nome da minha família e da história, resolvi falar a verdade.”

Em seguida, Bretas perguntou sobre a Operação Fatura Exposta, que investigou o pagamento de propinas na área da saúde, incluindo o Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (Into), na época dirigido pelo médico Sergio Côrtes, que foi secretário estadual de Saúde de 2007 a 2013, no governo de Cabral.

“Sérgio Côrtes [eu] conheci em 2004 no Senado. Em 2006, Côrtes era coordenador do Into. Antes de assumir, eu fiz a primeira ação grave para um chefe de Estado. Apresentei o [empresário] Arthur Soares. Ele havia me ajudado em campanhas em caixa 2. Eu disse ao Côrtes que íamos combinar uma propina: ‘3% para mim e 2% para você’. O Côrtes se sentiu muito à vontade para me introduzir [apresentar] o Miguel Iskin [empresário da área de equipamentos médicos, também condenado por corrupção].”

Grupo político

O juiz Marcelo Bretas pediu a Cabral que detalhasse como funcionava o grupo político em sua administração, e o ex- governador respondeu: “Tinha o Regis Fichtner, que cuidava da parte técnica. Ele é um homem rico hoje. O Carlos Miranda tinha uma promessa de eu dar US$ 7 milhões. O Fichtner era responsável pelo arcabouço jurídico.  Recebia propinas, assim como o Côrtes.”

Ele citou ainda o então vice-governador e secretário de Obras, Luiz Fernando Pezão, entre os que recebiam propinas. “Para o Pezão, eram cerca de R$ 150 mil por mês”, contou.

“O Eduardo Paes foi meu secretário de Esporte e Lazer. [Para] as obras do estádio Maracanã, para os Jogos Pan-Americanos, de fato havia uma propina, de obras contratadas em governos passados, mas o Eduardo Paes não recebeu nenhum tipo de benefício. Entretanto, na campanha dele, de 2008, o Miguel Iskin deu mais de R$ 1 milhão para a campanha dele. O Arthur Soares [conhecido como Rei Arthur, empresário do ramo de prestação de serviços ao governo, foragido], que havia sido o maior contribuinte para a minha campanha em 2006, deu para a campanha do Eduardo Paes, se não me falha a memória, algo em torno de R$ 3 milhões a R$ 4 milhões”, acrescentou Cabral.

Procurada, a defesa de Paes respondeu que “as contas da campanha eleitoral desde 2008 foram devidamente aprovadas pela Justiça Eleitoral”.

Foto Agência Brasil
O ex-governador Luiz Fernando Pezão, que foi secretário de Obras na gestão de Sérgio Cabral – Arquivo/Agência Brasil.

Segundo Cabral, a campanha de Pezão ao governo do estado custou R$ 400 milhões. Ao ser lembrado por Bretas de que, anteriormente, tinha negado esses fatos, Cabral declarou que havia faltado com a verdade: “Eu peço desculpas, porque eu menti.”

De acordo com Cabral, quase todos empresários que fazem doações eleitorais esperam receber algo em troca no futuro. “Raríssimos os empresários que deram dinheiro em campanhas eleitoral que não esperavam resultados. Todos esperam um retorno. É uma espécie de toma lá dá cá. Você me ajudou, e eu vou ajudá-lo”, explicou.

Caixa 2

Questionado por Bretas por que ele sempre havia dito que o dinheiro de propina era caixa 2, Cabral respondeu que era difícil admitir, dizer que havia roubado. “Dói muito. Hoje não me dói mais. A alguém que tem uma carreira política reconhecida pela população, dói muito [chegar aqui e dizer que roubou].”

Sobre a participação de sua esposa, a advogada Adriana Ancelmo, no esquema de pagamento de propina, o ex-governador negou: “Adriana tinha o escritório dela, e eu contaminei o escritório dela. Enganei minha esposa. E a prejudiquei.”

A mudança de postura de Cabral reflete a troca dos responsáveis por sua defesa, que era feita pelo advogado Rodrigo Roca, substituído recentemente por Marcio Delambert, com objetivo de diminuir o total das penas impostas a ele, que já chega a 200 anos de prisão.

Defesa de Côrtes

O advogado Gustavo Teixeira, que defende o ex-secretário Sérgio Côrtes, e seu cliente assistiram ao depoimento de Cabral. Ele disse que o depoimento do ex-governador nada acrescentou ao que Côrtes já havia admitido em juizo. Segundo o advogado, Côrtes já havia confessadoo o recebimento de propina, tendo inclusive feito a devolução de R$ 15 milhões à Justiça.

É procedente dizer que a informação foi facilitada pela Agência Brasil (EBC). Edição em idioma português para OIPOL, Luján Frank Maraschio.

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O Presidente Bolsonaro recebe o resultado da investigação sobre atentado

  • “O presidente é a vítima, é interessado na investigação. Então, foi apresentado a ele o resultado até o momento”, disse ministro Moro. 
A Foto Agência Brasil ------
Ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro. Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil (EBC).

Rio de Janeiro – O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, disse o dia 25 de fevereiro que apresenta ao presidente da República, Jair Bolsonaro, o resultado sobre o andamento das investigações da Polícia Federal (PF) sobre o atentado sofrido pelo presidente em setembro do ano passado, em Juiz de Fora (MG), durante a campanha eleitoral.

Ao deixar um seminário sobre segurança pública, no Superior Tribunal de Justiça (STJ), Moro disse que o inquérito está em andamento e não ainda foi concluído. O encontro do ministro com o presidente estava marcado na agenda de Bolsonaro para às 17h, no Palácio do Planalto. Também participou do encontro o diretor-geral da Polícia Federal (PF), Maurício Valeixo, e os dois delegados responsáveis pela investigação.

“O presidente é a vítima, é interessado na investigação. Então, foi apresentado a ele o resultado até o momento”, disse Moro.

No mês passado, a Polícia Federal (PF) pediu à Justiça Federal em Minas Gerais mais 90 dias para encerrar o inquérito que apura quem são os responsáveis pelo financiamento da defesa de Adélio Bispo de Oliveira, autor do ataque a faca contra o presidente.

A defesa de Adélio afirma que ele agiu sozinho e que o ataque foi apenas “fruto de uma mente atormentada e possivelmente desequilibrada” por conta de um suposto problema mental.

É procedente assinalar que a informação foi facilitada pela Agência Brasil (EBC). Edição em idioma português para OIPOL, Luján Frank Maraschio.

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