Operação contra suspeitos de integrar milícia no Rio de Janeiro

  • A coordenação foi feita pelo Departamento Geral de Combate à Corrupção, ao Crime Organizado e a Lavagem de Dinheiro, com apoio do Departamento Geral de Polícia da Capital, da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas e Inquéritos Especiais (Draco), da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) e de policiais militares
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FOTO POLICIA CIVIL RIO DE JANEIRO

Rio de Janeiro – Policiais civis cumprem dia 14 de fevereiro 20 mandados de prisão e 18 de busca e apreensão contra suspeitos de integrar a milícia conhecida como Liga da Justiça.

Entre os alvos da ação estão Wellington da Silva Braga, o Ecko, e seu irmão, Luis Antonio da Silva Braga, o Zinho, apontados como líderes do grupo que é umas das principais milícias do estado do Rio de Janeiro.

O foco da ação é um esquema de lavagem de dinheiro do grupo, que seria chefiado por Zinho. A Justiça autorizou o sequestro e bloqueio de R$ 4 milhões em imóveis de alto padrão comprados por suspeitos de integrar o grupo, com dinheiro supostamente proveniente de atividades criminosas.

A operação foi coordenada pelo Departamento Geral de Combate à Corrupção, ao Crime Organizado e a Lavagem de Dinheiro, com apoio do Departamento Geral de Polícia da Capital, da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas e Inquéritos Especiais (Draco), da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) e de policiais militares.

É procedente assinalar que a informação foi facilitada pela Agência Brasil (BEM). Edição em idioma português para OIPOL, Luján Frank Maraschio.

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Novos atentados do crime organizado em Fortaleza

  • Registram mais ataques criminosos durante a madrugada
  • Pelo menos 4 veículos foram queimados
  • É o 6º dia seguido de violência
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Loja de revenda de motocicletas foi atacada por criminosos no bairro Couto Fernandes, em Fortaleza – José Cruz/Agência Brasil

Rio de Janeiro – Pelo menos quatro ônibus foram incendiados durante a madrugada da terça-feira (8) na região metropolitana de Fortaleza. É o sexto dia consecutivo da onda de violência que atinge o Ceará. Dois desses ataques ocorreram contra coletivos que faziam linhas de transporte da madrugada em bairros de Messejana, em Fortaleza. Outra ocorrência foi notificada no município de Aracati, região metropolitana, onde bandidos atearam fogo em um ônibus da prefeitura, que estava estacionado na rodoviária da cidade. Também foi registrado incêndio em um micro-ônibus que transportava passageiros em Maranguape, outro município da região metropolitana.

As empresas de transporte público que operam na Grande Fortaleza chegaram a tirar os veículos de circulação durante a madrugada, mas o transporte foi retomado no início da manhã.

Além dos ataques contra o transporte público, a imprensa local informa que um carro de uma autoescola foi queimado com dois ocupantes dentro do veículo, no Conjunto São Cristóvão, no Bairro Jangurussu, em Fortaleza. Ambos ficaram feridos, mas sem risco de morte. Não há outros detalhes sobre o estado de saúde dos dois ocupantes.

Uma criança de 5 anos morreu após ser baleada na noite de ontem (7), em Eusébio, cidade da região metropolitana de Fortaleza. Um jovem de 15 anos também foi atingido e segue internado. Não há informações sobre a motivação do crime nem se teria alguma relação com os ataques que vêm ocorrendo no estado.

Criminosos também tentaram explodir a Ponte dos Tapebas, localizada na BR-222, no município de Caucaia, na região metropolitana, por volta das 2h. A explosão danificou parte do piso da ponte, fazendo um buraco no local.

Com mais esses ataques, subiu para 160 o número de ocorrências notificadas contra veículos, prédios públicos e comércios desde o início da crise na segurança pública do estado, na semana passada. Os crimes são atribuídos a facções criminosas que atuam no Ceará, como o Comando Vermelho (CV) e os Guardiões do Estado (GDE), após o anúncio do secretário de Administração Penitenciária, Luís Mauro Albuquerque, do endurecimento de regras no sistema prisional do estado.

Os ataques dessa madrugada ocorreram também poucas horas depois do Ministério da Justiça e Segurança Pública ter anunciado o envio de um efetivo extra de agentes da Força Nacional de Segurança para o estado, que vão se somar aos 330 homens que já haviam chegado na região no último sábado (5).

Apoio dos estados

O governo da Bahia enviou, no fim de semana, um efetivo de 100 policiais militares do estado para o Ceará, para ajudar no enfrentamento da crise. Outros três estados também enviarão agentes para reforçar a segurança no território cearense. Segundo a Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS) do Ceará, são 43 policiais militares e agentes de inteligência do Piauí, de Pernambuco e Santa Catarina.

Prisões

Segundo o balanço mais recente, pelo menos 148 pessoas foram presas suspeitas de envolvimento nos ataques. O clima na capital cearense é de uma certa apreensão e de grandes dificuldades para população, especialmente no transporte público.

Os ônibus da capital circularam nessa segunda-feira, durante o dia, com escolta policial, mas a frota disponibilizada foi 30% menor do que o normal, o que prejudicou a chegada ao trabalho para milhares de pessoas.

Além disso, a cidade sofre com problemas na coleta de lixo, que se acumula nas ruas e principais avenidas da capital. Com os ataques, as empresas que atuam na limpeza também reduziram a circulação de caminhões que recolhem os resíduos na cidade.

É preciso assinalar que a informação foi facilitada pela Agência Brasil. Edição em idioma português para OIPOL, Luján Frank Maraschio.

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Governador do Rio de Janeiro promete vencer o crime organizado

a foto agencia brasil --- -----Rio de Janeiro – O governador do Rio, Wilson Witzel, garantiu no domingo 6 de janeiro que o seu governo vencerá o crime organizado, usando de todos os meios para isso. Ele esteve presente hoje ao sepultamento do soldado Daniel Henrique Mariotti, morto no sábado (5), em confronto com assaltantes, e fez questão de carregar o caixão do militar.

“Nós não vamos permitir que o crime organizado continue barbarizando a nossa sociedade. É preciso agir com rigor. Nós temos a convicção de que vamos vencer o crime organizado. O Estado é mais forte. Vamos utilizar todos os esforços e meios para aniquilar e asfixiar o crime organizado”, declarou o governador, após o sepultamento do soldado.

O comandante da Polícia Militar, alçado a secretário de estado no atual governo, coronel Rogério Figueiredo, também destacou que a ação de criminosos contra policiais será respondida de forma enérgica.
“A nossa resposta sempre vai ser muito forte. Não vamos admitir qualquer enfrentamento à Polícia Militar. Qualquer policial militar que for vitimado, a PM dará resposta dentro da forma da lei”, disse Figueiredo.

Também estiveram presentes ao enterro, o senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) e o vice-governador, Cláudio Castro, entre outras autoridades.

Daniel Henrique foi o primeiro policial militar morto no ano. Ele morreu quando tentava evitar um assalto, na Linha Amarela, no início da noite de ontem.

Pela manhã, o presidente Jair Bolsonaro lamentou no Twitter a morte do soldado. “Meu pesar à família de mais um PM assassinado no RJ, o soldado Mariotti. A caça aos agentes de segurança e o massacre dos cidadãos de bem sempre foram tratados como números. Legislativo, Executivo e Judiciário juntos, devem na lei, propiciar garantias para que o bem vença o mal”, disse o presidente.

É preciso dizer que a informação foi facilitada pela Agência Brasil (EBC). Edição em idioma português para OIPOL, Luján Frank Maraschio.

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