Brasil flagelado pelo pelos atentados terroristas

  • Governo estadual diz que Polícia já prendeu 168 suspeitos de ataques no Ceará. O prognostico indica que o problema não vai ser solucionado no futuro próximo.
  • A semelhança de Ceará outros estados estão registrando elevação de atividades criminais

a foto agencia brasil -----Rio de Janeiro – O governador do Ceará, Camilo Santana (PT), informou, no final da manhã do dia 8 de janeiro, que as forças de segurança do estado já efetuaram a prisão de 168 pessoas suspeitas de envolvimento em ataques criminosos dos últimos dias. As ocorrências foram registradas em mais de 40 municípios cearenses, incluindo a região metropolitana de Fortaleza.

Do total de presos, 20 foram capturados nas últimas horas, destacou o governador. Camilo Santana afirmou que o policiamento foi reforçado e mais prisões deverão ocorrer a qualquer momento.

“Estamos reforçando ainda mais o policiamento na capital e também no interior, com o apoio de tropas federais e estados parceiros. Já determinei à cúpula da segurança que empregue todos os esforços necessários”, publicou o governador em sua página no Facebook.

Camilo Santana também informou que lideranças criminosas presas no estado estão sendo identificadas e transferidas para presídios federais. Ao todo, o Ministério da Justiça e Segurança Pública disponibiliza 60 vagas para detentos do estado nas prisões de segurança máxima administradas pelo Departamento Penitenciário Nacional (Depen). “Não haverá tolerância com o crime”, concluiu.

A madrugada da segunda-feira 7 de janeiro foi o sexto dia consecutivo de violência no estado. Pelo menos quatro veículos foram queimados Na região metropolitana de Fortaleza, onde também foi registrado um ataque à bomba sobre uma ponte.

A informação foi facilitada pela Agência Brasil (EBC). Edição em idioma português para OIPOL, Luján Frank Maraschio.

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Intensificam a guerra contra o crime na Região Nordeste do Brasil

  • Sergio Moro determina que PF, PRF e Depen auxiliem na segurança do Ceará
  • Força Nacional está mobilizada em caso de agravamento de ataques
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Ministro da Justiça e Segurança Pública do Brasil, Sergio Moro. Foto Agência Brasil (EBC).

Rio de Janeiro – O ministro da Justiça e Segurança Pública do Brasil, Sergio Moro, determinou o dia 3) de janeiro que a Polícia Federal (PF), a Polícia Rodoviária Federal (PRF) e o Departamento Penitenciário Nacional (Depen) tomem as providências necessárias para auxiliar o Ceará no combate aos atos de violência ocorridos ao longo do dia.

Segundo nota divulgada pelo Ministério da Justiça, a decisão visa dar apoio imediato ao estado, solicitado pelo governador Camilo Santana. O governador enviou ao Ministério da Justiça pedido de envio de homens da Força de Segurança Nacional após a explosão de uma bomba em uma pilastra de um viaduto em Caucaia, região metropolitana de Fortaleza, e o incêndio de dois ônibus.

Moro decidiu que a PF, PRF e o Depen “atuarão na investigação e repressão aos crimes registrados, incluindo a disponibilização de vagas no sistema penitenciário federal” e sugeriu que Santana formasse um gabinete de crise, com a integração das forças policiais federais e estaduais.

Quanto ao pedido de envio da Força Nacional para o Ceará, a nota do Ministério da Justiça informa que ela está “mobilizada para se deslocar ao estado em caso de deterioração da segurança”.

Ao longo dia, ocorreram mais crimes contra patrimônios públicos na capital cearense e região metropolitana. Sete adultos foram presos e quatro adolescentes, apreendidos por suposta participação nas ações criminosas, que teriam sido convocadas por facções criminosas.

Atentados

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Força de Segurança Nacional. Foto Agência Brasil (EBC).

Uma bomba explodiu, ônibus e vans foram incendiados em Fortaleza.

O governador do Ceará, Camilo Santana, enviou nos últimos dias ao Ministério da Justiça pedido de envio de homens da Força de Segurança Nacional após a explosão de uma bomba em uma pilastra de um viaduto em Caucaia, região metropolitana de Fortaleza, e o incêndio de dois ônibus e uma van. O Ministério da Justiça e Segurança Pública está analisando o pedido.

No portal do governo e em sua conta no Facebook, Camilo Santana descreveu que solicitou “apoio do governo federal, através do reforço de homens da Força Nacional de Segurança, Exército e Força de Intervenção Integrada (FIPI)”.

Para reforçar a segurança no estado, o governador também anunciou “a nomeação imediata da turma de 220 novos agentes penitenciários, antes prevista para março” e “a imediata nomeação dos 373 novos policiais militares, já formados, para atuação nas ruas”.

O defensor público Emerson Castelo Branco, que atua em presídios no estado, disse que “as causas dos incidentes ainda tem que ser apuradas”. Ele, no entanto, assinala que os incidentes ocorrem após a Secretaria Estadual de Administração Penitenciária ter anunciado “endurecimento” na atuação nos presídios, 12 no total.

A imprensa local aponta que “facções” que atuam nos presídios comandaram os episódios de violência. No Ceará, atuam três facções de criminosos, duas de caráter nacional e uma local.

Em nota, o Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Estado do Ceará informou que dez ônibus foram incendiados. Mais de uma dezena de pessoas foram presas ou apreendidas por suposto envolvimento com os atentados. Há adultos e adolescentes sob investigação.

É procedemnte assinalar que a informação foi facilitada pela Agência Brasil. Colaborou Renata Aline Cavalcante, repórter do Radiojornalismo da EBC. Edição em idioma português para OIPOL, Luján Frank Maraschio.

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A ONU integra a OIPOL no banco de dados da Sociedade Civil

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Foto UNODC

Rio de Janeiro – A Organização Internacional de Policiais (OIPOL), através de sua Área Institucional, converteu um desejo em realidade. OIPOL neste último período de 2018 foi aceita no banco de dados da Sociedade Civil do DESA. Este é o caminho a ser considerado um órgão consultivo da entidade internacional, necessário para atingir os objetivos.

Segundo o Diretor Geral da organização, Luján Frank Maraschio, “isto significa que,  nossa entidade vai conseguir objetivos maiores na área  de Segurança Publica, ação social e na formação profissional  para aperfeiçoar o combate ao crime organizado transnacional que abrange a luta contra o narcotráfico, o terrorismo, trafico de pessoas, entre outras problemáticas que flagelam a sociedade global”

Cabe assinalar que OIPOL, no futuro selecionará, de seus diretores, delegados e novos atos seletivos um corpo diplomático que será o apoio nas diversas regiões no mundo na operação dos objetivos, junto ao Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC).

Sobre UNODC

unodc1O Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC) baseia seu trabalho nas três convenções internacionais de controle de drogas, nas convenções contra o crime organizado transnacional e contra a corrupção e os instrumentos internacionais contra o terrorismo. O mandato do UNODC abrange duas grandes áreas: saúde e Estado de Direito.

Dessas áreas desdobram-se temas como o controle das drogas e o combate ao crime organizado transnacional, ao tráfico de seres humanos, à corrupção, à lavagem de dinheiro e ao terrorismo, além do desenvolvimento alternativo e prevenção ao HIV entre usuários de drogas e pessoas em privação de liberdade.

Junto aos estados, o UNODC promove o intercâmbio de boas práticas e de soluções, com vistas a fortalecer a ação conjunta dos países no enfrentamento ao crime organizado transnacional. O UNODC também ajuda os países a reforçar o Estado de Direito e a promover a estabilidade dos sistemas de justiça criminal.

Os três pilares do trabalho do UNODC são:

UNODC-Job-Vacancy-300x258Trabalho normativo, para ajudar os Estados na ratificação e na implementação dos tratados internacionais, e no desenvolvimento das legislações nacionais sobre drogas, criminalidade e terrorismo. O UNODC também oferece serviços técnicos e operacionais para órgãos de execução e de controle estabelecidos pelos tratados internacionais.

Pesquisa e análise, para enriquecer o conhecimento e ampliar a compreensão dos problemas relacionados às drogas e à criminalidade e estabelecer políticas e estratégias com base em evidências.

Assistência técnica, por meio de cooperação internacional, capacitando os Estados-Membros para oferecer respostas eficazes em questões relacionadas às drogas ilícitas, ao crime organizado e ao terrorismo.

Sobre OIPOL

A Logo PT - 0A Organização Internacional da Polícia (OIPOL) é uma organização sem fins lucrativos, dedicada ao treinamento de forças armadas, militares, setor de segurança. A OIPOL, criada e com sede no Brasil, promove vínculos com organizações policiais, militares, entidades privadas especializadas em áreas de segurança. Isto é promovido com os diferentes níveis profissionais:

  • Segurança na Internet
  • Treinamento de tropas de elite para a luta contra o terrorismo.
  • Paramédicos de socorristas especializados.
  • Especialização de Enfermeiros.
  • Especialização de Médicos especializados na área criminal.
  • Especialistas em criminalística.
  • Segurança VIP.
  • Inteligência Criminal.
  • Ciências Policiais.
  • Investigação Criminal.
  • Segurança geopolítica e relações internacionais.
  • Segurança de instalações críticas em zonas hostis

OIPOL, criada em Brasil, promove vínculos com organizações policiais, militares, entidades privadas especializada na aérea de segurança.

A Organização Internacional de Policiais, ademais de gerar formação de excelência na área de segurança e militar, possui a determinação clara na luta contra o terrorismo, a trata de pessoas, o narcotráfico e o crime organizado em geral.

OIPOL (com sua sigla em inglês IPOLO), está composta por representantes de diversos países. Trabalha pela Justiça com Diretores Regionais e Delegados, que são os responsáveis por gerar cooperação e cumprir com a missão de formar profissionais.

A OIPOL possui uma área de jornalismo especializado em assuntos e investigações, Inteligência Criminal, policial e militar, que abrange os temas da Administração de Justiça. Jornalismo dirigido por peritos.

A entidade que se tornou referência mundial contém um setor de equipamentospara o fornecimento as corporações policiais, militares, bombeiros e empresas de segurança privada.

Por outro lado, tem um área dedicado à ação social para ajudar organizações nacionais e internacionais.

A organização tem bases operativas nas Cidades de Rio de Janeiro (RJ), Santa Cruz do Sul (RS) Brasil, suas sedes de treinamento e formação em:

Señora del Pilar em Zaragoza, Espanha, nossa sede central da Escuela de Criminología Europea.

1401, Northwest 17 th Avenue, Florida, Estados Unidos, Escuela Internacional de Criminalistica.

S Dixi Hwy 1895, Cidade de Miami, com sede de treinamento em Califórnia, Estados Unidos, Escola de Inteligência.

OIPOL tem como Diretor General 2017 ao Senhor Luján Frank Maraschio
Especialista em Inteligência Criminal e Segurança Internacional, formado em EUA, com diversas especializações, entre elas em Antiterrorismo en Unversidade Presbiteriana Mackezie  de Rio de Janeiro, Perito Criminalístico em MRS São Paulo e Perito Judicial do Conselho Nacional de Peritos Judiciais (CONPJ – Rio de Janeiro, Brasil).

É preciso assinalar que a informação e edição foi editada em idioma português para OIPOL,Luján Frank Maraschio.

Nova crónica da luta contra o crime no Brasil

  • Deflagração de mais uma fase da Operação Antracnose
  • Apreensão de mais de 40 kg de cocaína dentro de malas de passageiros
  • Investigação de fraudes em instituto de previdência no interior pernambucano
  • Apreensão 6 pistolas semi-automáticas no Aeroporto de Congonhas

A foto PF 4Juazeiro/BA – A Polícia Federal deflagrou na quinta-feira (18/10), com o apoio das Polícias Militares da Bahia e de Pernambuco, mais uma fase da Operação Antracnose, que desarticulou uma quadrilha especializada em roubos a empresas transportadoras de valores, com atuação principalmente nos sertões baiano e pernambucano, e que, no último dia 26/9, entrou em confronto com policiais federais no Aeroporto de Salgueiro/PE, em uma tentativa frustrada de assalto ao avião que levava dinheiro para abastecer a rede bancária da cidade.

A organização criminosa já vinha sendo investigada há mais de um ano pela Polícia Federal e naquela ação seis assaltantes foram mortos na troca de tiros e quatro presos; outros dois conseguiram fugir. Foram apreendidos uma metralhadora ponto 50, seis fuzis, duas pistolas, seis coletes balísticos, 45 carregadores, 2354 munições de calibres diversos e cerca de 15 kg de explosivos.

Na sequência, foram cumpridos mais três mandados de prisão preventiva e 12 mandados de busca expedidos pela Justiça de Juazeiro, sendo apreendidas mais três pistolas, uma espingarda, um revólver, diversas munições, além R$ 117 mil, em dinheiro, quase R$ 600 mil em cheques e 24 veículos, entre carros, caminhões, motocicletas e uma moto aquática. Também foram sequestrados imóveis e bloqueados cerca de R$ 355 mil das contas dos investigados.

Na operação de ontem, foram cumpridos mais dois mandados de prisão preventiva e oito de busca e apreensão, nas residências de outros suspeitos de integrarem o grupo criminoso, nas cidades de Salgueiro/PE, Petrolina/PE, João Pessoa/PB e Natal/RN. O objetivo das buscas era localizar e apreender armas, materiais utilizados nos roubos, bens ou valores que constituam proveito dos crimes, bem como documentos que reforcem a participação dos investigados no esquema ilícito.

Cinco suspeitos têm mandados de prisão preventiva em aberto e ainda estão foragidos.

Os investigados responderão pelos crimes de associação criminosa, tentativa de roubo qualificado, porte ilegal de armas e munições de calibre restrito e de explosivos, além de lavagem de dinheiro.

Alguns dos investigados utilizavam atividades empresariais, inclusive no ramo de produção e exportação de frutas, para a lavagem do dinheiro e como disfarce de suas atividades criminosas. Daí o nome da operação, ANTRACNOSE, que é uma referência a uma doença que ataca as plantas, principalmente as frutíferas.

As diligências se prolongaram durante todo o dia de ontem, sendo que um dos investigados só foi localizado e preso à noite.

 Malas com 40 kg de cocaína

A Foto Políacia Federal do Brasil 0Os federais prenderam em ações distintas, na quinta-feira (18/10), no Aeroporto Internacional de São Paulo, dois passageiros tentando embarcar cocaína em voos internacionais.

Policiais federais, que acompanhavam o fluxo dos passageiros pelo controle migratório, abordaram um homem para entrevista. Ele apresentou a passagem aérea, cujo destino era Joanesburgo, na África do Sul, e os documentos de viagem. O passageiro, um brasileiro de 28 anos, mostrou-se muito nervoso com a abordagem e, questionado sobre os motivos de sua viagem e locais que conheceria no destino final, não soube dar respostas convincentes. Os policiais solicitaram à companhia aérea que separasse as bagagens despachadas pelo passageiro e o conduziram à delegacia para acompanhamento da revista em seus pertences. Em sede policial, os peritos federais identificaram quase 9 kg de cocaína escondidos em fundos falsos de uma mala. O suspeito recebeu voz de prisão.

Na segunda ação, ocorrida pouco tempo depois, policiais federais identificaram, com o auxílio do equipamento de raio-x no porão de bagagens, substância orgânica oculta dentro de duas malas que haviam sido despachadas para voo com destino a Lisboa, Portugal. A proprietária da mala, uma brasileira de 28 anos, foi localizada no portão de embarque. A suspeita foi entrevistada e conduzida à delegacia para que, na presença de testemunhas, fosse realizada perícia em seus pertences. Dentro das malas, os policiais encontraram tijolos compostos por cocaína, cujo volume total somou mais de 34 kg. A mulher foi presa em flagrante.

Os presos serão encaminhados aos presídios estaduais, onde permanecerão à disposição da Justiça, respondendo pelo crime de tráfico internacional de drogas.

Investiga fraudes em instituto de previdência

A Foto Políacia Federal do Brasil - - -Deflagram na sexta-feira (19/10) a Operação Abismo, visando reprimir e desarticular um esquema de fraudes no instituto de previdência dos servidores de um município da região metropolitana de Recife.

Ao todo, 220 policiais federais cumprieram 64 ordens judiciais, sendo 42 mandados de busca e apreensão, 10 mandados de prisão preventiva e 12 mandados de prisão temporária, nos estados de Pernambuco, São Paulo, Rio de Janeiro, Paraíba, Goiás, Santa Catarina e no Distrito Federal. As medidas foram determinadas pelo Tribunal Regional Federal da 5ª Região, que ainda autorizou o sequestro e bloqueio de bens e valores depositados em contas em nome dos investigados.

As investigações, que tiveram início em março de 2018, apuraram que foram transferidos mais de R$ 90 milhões do instituto, que antes se encontravam investidos em instituições sólidas, para fundos de investimento compostos por ativos podres, isto é, sem lastro e com grande probabilidade de inadimplência futura, colocando em risco o pagamento da aposentadoria dos servidores do município.

No curso da investigação, coletaram-se indícios de que a alteração na carteira de investimentos do Instituto de Previdência foi efetuada a mando do prefeito do aludido município, por meio de ingerência inadequada na administração daquele órgão, em razão do oferecimento de vantagem indevida.

Os envolvidos responderão, na medida de suas participações, pelos crimes de lavagem de dinheiro, associação criminosa, crimes financeiros, corrupção ativa e passiva, cujas penas ultrapassam os 30 anos de reclusão.

Os presos serão levados até a sede da Polícia Federal, onde serão interrogados e, em seguida, serão encaminhados para os respectivos sistemas prisionais. Os dos outros estados ficarão reclusos nos sistemas prisionais respectivos, à disposição do Tribunal Regional Federal da 5ª Região.

DISTRIBUIÇÃO DOS MANDADOS

  • Pernambuco: 18 MB, 2 MPT e 4 MPP (Cabo, Sagueiro e Vitória)
  • São Paulo: 10 MB, 1 MPT e 5 MPP (Jundaí e Guariba)
  • Rio de Janeiro: 10 MB, 6 MPT e 1 MPP (Capital)
  • Paraíba: 1 MB (Monteiro)
  • Distrito Federal: 1 MB
  • Goiás: 1 MB, 1 MPT (Goiânia e Anápolis)
  • Santa Catarina: 1 MB, 2 MPT

Apreende 6 pistolas

A Foto Políacia Federal do Brasil - --- -Agentes Federais prendem um homem e apreendeu seis pistolas Glock, semi-automáticas, com a numeração raspada, no Aeroporto de Congonhas na manhã desta quinta-feira (18/10). O passageiro viajava de Curitiba com destino ao Rio de Janeiro e fazia conexão em São Paulo.

Durante fiscalização de rotina nas bagagens despachadas, foram localizados objetos metálicos em uma mala. Identificado o viajante, a mala foi aberta e, dentro dela, as armas foram encontradas escondidas em embalagem de perfumes. Policiais federais identificaram tratar-se de seis pistolas semi-automáticas, marca Glock, de uso restrito, calibre .40, todas com a numeração raspada. Esse tipo de arma, devidamente identificada, somente pode ser adquirido por forças de segurança e atiradores desportivos regularmente registrados.

O portador das armas foi preso em flagrante pelo crime de ocultar, transportar e adulterar arma de fogo de uso restrito, previsto no Estatuto do Desarmamento, com penas de 6 a 12 anos de prisão. O homem será encaminhado ao sistema prisional, onde permanecerá à disposição da Justiça.

A Polícia Federal prossegue nas investigações para identificar os vendedores e os destinatários das armas.

É procedente assinalar que a informação e fotos foram facilitadas pela Comunicação Social da Polícia Federal na Bahia, Comunicação Social da Polícia Federal no Aeroporto Internacional de São Paulo/Guarulhos, através da Agência de Noticias da Polícia Federal. Edição para OIPOL, Luján Frank Maraschio.

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Investigação aponta organização criminosa em São Paulo

Polícia Federal combate grupo criminoso que atuava em Sertãozinho e Ribeirão Preto

A Foto Polícia Federal do Brasil - - ---
Foto Polícia Federal do Brasil

Ribeirão Preto, São Paulo – A Polícia Federal, apoio do 43º Batalhão da Polícia Militar do Estado de São Paulo, deflagrou nesta sexta-feira (27/4) a Operação Cartão Vermelho, para reprimir crimes de tráfico, associação e financiamento ao tráfico de drogas. Cerca de 70 policiais federais cumpriram 11 mandados de prisão e 15 mandados de busca e apreensão.

A investigação, iniciada em outubro de 2017, apontou que os integrantes da organização criminosa se dedicavam à prática dos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico e financiamento do tráfico, atuando com maior intensidade nas cidades de Sertãozinho e Ribeirão Preto.

A PF reuniu indícios e provas de que o grupo criminoso, organizado com funções específicas de cada integrante, atuava adquirindo produtos químicos e pasta base, manipulando e distribuindo cocaína e crack. O rastreamento da distribuição do dinheiro apontou a existência de um financiador do empreendimento ilícito, devidamente identificado e preso nesta data.

Também foram reunidos indícios da prática de outros crimes (agiotagem, empréstimo de armas de fogo para outros criminosos e até mesmo possível ato de improbidade administrativa), sendo que os elementos de prova de delitos não referentes aos crimes objeto das presentes investigações serão, conforme autorização judicial, compartilhados com a Promotoria de Justiça de Sertãozinho.

Os membros do grupo criminoso, que configura uma ORCRIM, foram indiciados, de acordo com suas condutas, por integração de organização criminosa, tráfico de drogas, associação para o tráfico e financiamento do tráfico.

É procedente assinalar que a in formação foi fornecida pela Agência de Noticias da Polícia Federal.

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Os números do crime do início de 2018 em Rio de Janeiro

ISP divulga dados do mês de janeiro 2018

 

Rio de Janeiro/RJ, Brasil – O Instituto de Segurança Pública (ISP) divulga hoje as incidências Criminais e Administrativas de Segurança do Estado do Rio de Janeiro referentes ao mês de janeiro de 2018. Os dados são referentes aos Registros de Ocorrência (RO) lavrados nas delegacias de Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro durante o mês.

Devido à paralisação de algumas atividades da Polícia Civil, iniciada em 20 de janeiro de 2017, houve uma atípica subnotificação de determinados delitos nesse período. Por isso, não é recomendado fazer comparações temporais de alguns delitos com base nos dados de janeiro, fevereiro e março do ano passado. Cabe ressaltar que os registros dos títulos de Letalidade Violenta (Homicídio Doloso, Latrocínio, Homicídio Decorrente de Oposição à Intervenção Policial e Lesão Corporal Seguida de Morte) e Roubo de Veículo não foram afetados, pois os registros desses delitos continuaram a ser feitos nas delegacias.

Para ter acesso aos índices oficiais do estado, clique aqui.

Resumo de alguns indicadores (janeiro de 2018):

Homicídio doloso – Redução de 2,1% em relação a janeiro de 2017 (479 em 2017 – 469 em 2018).
Letalidade violenta (homicídio doloso, latrocínio, lesão corporal seguida de morte e homicídio decorrente de oposição à intervenção policial) – Aumento de 7,6% em relação a janeiro de 2017 (603 em 2017 – 649 em 2018).
Policiais civis e militares mortos em serviço – Aumento de duas vítimas em relação a janeiro de 2017 (4 em 2017 – 6 em 2018).
• Homicídio decorrente de oposição à intervenção policial – Aumento de 57,1% em relação a janeiro de 2017 (98 em 2017 – 154 em 2018).
• Roubo de veículo – Aumento de 25,7% em relação a janeiro de 2017 (4.206 em 2017 – 5.286 em 2018).

Indicadores de produtividade policial (janeiro de 2018):

• Armas apreendidas – Aumento de 5,6% em relação a janeiro de 2017 (748 em 2017 – 790 em 2018).
• Apreensão de drogas – Aumento de 5,2% em relação a janeiro de 2017 (1.704 em 2017 – 1.793 em 2018).
• Recuperação de veículos – Aumento de 17,3% em relação a janeiro de 2017 (3.149 em 2017 – 3.695 em 2018).
• Cumprimento de mandado de prisão – Aumento de 5% em relação a janeiro de 2017 (951 em 2017 – 999 em 2018).

Cabe assinalar que a informação foi facilitada pelo Instituto de Segurança Pública (ISP) de Rio de Janeiro. Por Karina Nascimento.

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Homens das forças de segurança deflagram operação na periferia de Rio

A ação das forças de segurança envolve cerca de mil militares e 170 policiais, com o apoio de helicóptero das Forças Armadas

Rio de Janeiro/RJ, Brasil – Em uma ação conjunta das polícias civil e rodoviária federal, forças de segurança que vêm atuando no estado realizam na manhã do dia 2 de março operação no bairro Jardim Catarina, em São Gonçalo, no Rio de Janeiro.

A meta é cumprir mandados de prisão, de busca e de apreensão contra pessoas acusadas de envolvimento com o crime organizado e suas atuações na área de tráfico de drogas e na prática de crimes.

A ação das forças de segurança envolve cerca de mil militares e 170 policiais, com o apoio de helicóptero das Forças Armadas, que lançam panfletos sobre as ruas do bairro com o objetivo de denunciar os criminosos que agem na comunidade.

Embora a operação tenha começado no fim da madrugada, ainda não há informações oficia sobre confrontos com traficantes, prisões ou mesmo apreensões de armas e drogas.

A Secretaria Estadual de Segurança confirmou a presença de mais de mil homens das Forças Armadas, que atuam no cerco da área, na desobstrução de vias e procurando dar tranquilidade aos moradores das comunidades, enquanto os policiais fazem as incursões nas favelas para cumprir os mandados.

Paralelamente, cerca de 70 agentes da Polícia Rodoviária Federal fazem o cerco da região, montando barreiras e vistoriando veículos nas rodovias federais que cortam a região do Jardim Catarina.

Na ação, as forças de segurança interditaram ruas e avenidas próximas às comunidades atingidas pela operação, além de restringir o espaço aéreo nas imediações em que a operação ocorre.

É procedente assinalar que a informação foi facilitada pela Agência Brasil (EBC).

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Deflagram operação contra crimes transnacionais em São Paulo

Polícia Federal prende 4 com drogas e 1 mulher com mais de R$ 1 milhão em ouro, segundo informou a Agência de Noticias da PF

Foto Políacia Federal do Brasil
Foto Políacia Federal do Brasil

Guarulhos/SP – Rio de Janeiro/Rj, Brasil – A Polícia Federal prendeu entre o sábado (24/2) e a madrugada desta segunda-feira (26/2) quatro passageiros tentando embarcar com drogas para o exterior e uma mulher com dólares e barras de ouro não declarados às autoridades.

Uma passageira, nacional da Venezuela, de 33 anos, foi abordada por policiais federais na tarde do sábado (24), na sala de embarque de voo com destino a Joanesburgo, África do Sul, para acompanhar a revista da bagagem que ela havia despachado. Os policiais haviam identificado, com o auxílio do raio-x, substância suspeita nas estruturas da mala da passageira. Na delegacia, foi realizada perícia nos pertences da passageira e, dentro de um fundo falso, foi encontrado um volume contendo mais de 2 kg de cocaína.

No domingo (25), funcionários que atuam no controle migratório acionaram os servidores da Receita Federal após identificar um grande volume metálico no interior da bagagem de uma passageira que pretendia embarcar para Hong Kong. Dentro da mala da mulher, foi encontrada uma caixa de leite contendo mais de 100 mil dólares e 9,5 kg de ouro em barras, com valor estimado em mais de R$ 1 milhão. Os policiais federais foram acionados e a conduziram para a delegacia. A mulher, de 32 anos, nacional da China e possuidora de RNE, foi presa em flagrante por tentar iludir o pagamento dos impostos e transportar bens pertencentes à União sem autorização legal.

Em outra ação, realizada pelos policiais neste mesmo dia, foram presos dois homens que embarcariam em voo com destino a Addis Ababa, na Etiópia. Cada um deles levava, dentro da mala, duas mochilas com fundos falsos contendo pacotes com cocaína. Com os passageiros, um nacional da Nova Zelândia, de 82 anos, e outro nacional de Cingapura, de 40 anos, foram encontrados 8 kg de cocaína.

Na madrugada desta segunda-feira (26), foi preso um homem, nacional da Nigéria, de 32 anos, com 2 kg de cocaína ocultos no fundo falso de sua bagagem de mão. O homem, que embarcaria para a Etiópia, ingressou no Brasil em 2015 e é possuidor de RNE.

Os presos foram encaminhados aos presídios estaduais, onde permanecerão à disposição da Justiça, respondendo pelo crime de tráfico internacional de drogas.

Cabe assinalar que a informação foi facilitada pela Agência da Polícia Federal (PF).

Brasília não consegue controlar o crime endêmico em território nacional

Governo federal tenta ações repetidas

Rio de Janeiro – O governo federal enviou ao Ceará na noite de domingo uma força-tarefa policial formada por homens da Polícia Federal e da Força Nacional de Segurança para dar apoio técnico às forças de segurança locais em ações de combate ao crime organizado.

O presidente Michel Temer determinou o envio da força-tarefa de 36 homens em atendimento a pedido do governador do Estado, Camilo Santana, após uma onda de violência registrada no Ceará nos últimos dias, de acordo com nota no site do Palácio do Planalto.

A força-tarefa será comandada pelo almirante Alexandre Mota, secretário-adjunto da Secretaria Nacional de Segurança Pública, acrescentou o governo.

O envio do destacamento ao Ceará ocorreu um dia após Temer ter anunciado a criação do Ministério do Segurança Pública, e depois de uma intervenção federal na segurança do Estado do Rio de Janeiro anunciada na sexta-feira.

Nesta segunda, o presidente participará de reunião do Conselho da República e do Conselho de Defesa Nacional no Palácio do Planalto.

Motim em prisão do RJ chega ao fim

Por outro lado, uma rebelião iniciada na tarde de domingo após uma tentativa frustrada de fuga em um presídio superlotado do Rio de Janeiro foi controlada após negociações das forças de segurança com os detentos, que liberaram os 18 reféns, informou a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) na manhã desta segunda-feira.

“A situação já está sob total controle da Seap na Penitenciária Milton Dias Moreira, em Japeri (RJ)”, informou a secretaria em nota enviada por e-mail. De acordo com a Seap, foram apreendidos um revólver, duas pistolas, uma granada de efeito moral e uma lanterna.

Os reféns eram 8 inspetores e 10 presos, de acordo com a secretaria. A TV Globo afirmou que alguns detentos ficaram feridos a tiros, mas a secretaria não comentou a informação.

Membros do Grupamento de Intervenção Tática (GIT) e de outras tropas da polícia chegaram a formar um perímetro de isolamento ao redor do presídio, que abriga mais de 2.000 detentos em uma instalação construída para 900 presos.

A rebelião foi deflagrada no mesmo dia em que a Seap anunciou que fará mudanças para aumentar a segurança nos presídios do Estado, como parte da intervenção federal no RJ decretada pelo presidente Michel Temer na sexta-feira.

Novo saldo da guerra em Rio

Outro policial militar do 12º Batalhão (Niterói) foi morto na manhã do dia 18 de fevereiro, durante sua folga, após uma troca de tiros. O crime ocorreu em Bangu, na zona oeste do Rio de Janeiro. Mais duas pessoas foram mortas no conflito.

O sargento Cristiano das Neves Souza chegou a ser levado para o Hospital Estadual Albert Schweitzer, em Realengo, mas não resistiu aos ferimentos. Segundo a Polícia Militar, testemunhas informaram que criminosos armados anunciaram assalto e houve confronto.

Os policiais que chegaram ao local após o chamado encontraram cinco pessoas feridas por disparos de arma de fogo, duas já mortas. O sargento da PM estava entre os três que foram socorridos, mas morreu no hospital.

A Divisão de Homicídios da Polícia Civil está investigando o caso, que é o 17º assassinato de policial militar neste ano no Rio de Janeiro. Dez PMs foram mortos durante a folga, seis estavam em serviço e um já fazia parte da reserva.

O sargento é o primeiro policial a morrer depois de o presidente Michel Temer ter nomeado o coronel Walter Braga Netto, do Comando Militar do Leste, como interventor federal na segurança pública do Rio de Janeiro. O decreto foi assinado na sexta-feira (15) e já está em vigor, mas ainda precisa de aprovação das duas casas do Congresso Nacional.

Confronto em UPP

Na zona norte do Rio, policiais da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) do Salgueiro foram recebidos a tiros enquanto faziam um patrulhamento na Rua Junquilho. O ataque ocorreu por volta de 9h e os criminosos fugiram após o confronto.

Não houve registro de presos ou feridos até o momento, segundo a Polícia Militar, que reforçou o policiamento na região do incidente.

Cabe assinalar que a informação foi fornecida nas últimas horas pela Reuters e Agência Brasil (EBC).

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