PRF vai ter apoio Força Nacional nas rodovias federais no Rio Janeiro

Rio de Janeiro – A Força Nacional de Segurança Pública passa apoiar, a partir de dia 1º de março, as ações da Polícia Rodoviária Federal (PRF) nas rodovias federais no estado do Rio de Janeiro. Portaria do Ministério da Justiça, com essa determinação, está publicada no Diário Oficial da União desta sexta-feira.

O apoio da Força Nacional foi solicitada pelo diretor-geral da PRF, Marcos Furtado, e vai ter a duração de 15 dias, podendo ser prorrogado. De acordo com a portaria, a participação da Força Nacional será “na modalidade de patrulhamento motorizado, em caráter episódico e planejado”.

O contingente a ser disponibilizado obedecerá ao planejamento definido entre a Secretaria Nacional de Segurança Pública e a PRF. O apoio logístico será dado pela PRF, “que deverá disponibilizar a infraestrutura necessária à instalação de base administrativa da Força Nacional”.

É procedente dizer que a informação foi facilitada pela Agência Brasil (EBC). Edição em idioma português para OIPOL, Luján Frank Maraschio.

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Chefes de facções criminais do Ceará são transferidos para presídios federais

Foto Agência Brasil (EBC)
Foto Agência Brasil (EBC)

Rio de Janeiro – O governo federal, por meio do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), disponibilizou 60 vagas em presídios federais de segurança máxima para detentos que estão no em penitenciárias do Ceará. O estado vive, há seis dias, uma onda ataques contra veículos, órgãos públicos, agências bancárias, estabelecimentos comerciais e equipamentos de segurança.Os atentados, organizados por facções criminosas, com forte atuação dentro dos presídios, seriam uma represália ao anúncio do governo estadual de medidas para endurecer as regras no sistema carcerário estadual.

Segundo a Secretaria de Administração Penitenciária do Ceará, um preso já foi transferido e outros 19 estão sendo embarcados nas próximas horas, totalizando 20 transferências de forma imediata. A identidade dos detentos não foi divulgada, mas são lideranças das facções que atuam no estado, vinculadas a grupos como o Comando Vermelho (CV) e Guardiões do Estado (GDE). Também não foi informado para quais dos cinco presídios federais os presos estão sendo remanejados. O governo analisa a transferência de mais presos ao longo dos próximos dias.

A população carcerária do estado ultrapassa os 29,5 mil detentos, incluindo presos provisórios e aqueles dos regimes semiaberto e fechado. O número total de vagas, no entanto, é de pouco mais de 13 mil, somando todas as unidades prisionais do estado, uma superlotação de quase 60% da capacidade, segundo os dados mais recentes do governo do estado.

Em varredura nos presídios do estado nos últimos dias, foram apreendidos, segundo o governo, cerca de 400 celulares e alguns aparelhos de televisão, em número não informado. Não houve registro de incidentes nas unidades e, em duas delas, as visitas foram suspensas ao longo do fim de semana, por razões de segurança.

Nesse domingo (6), a Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS) do Ceará confirmou a prisão de 110 suspeitos de envolvimento nos ataques criminosos dos últimos dias. A Polícia também informou a morte de ao menos três pessoas, supostamente em confronto com as forças de segurança.

Ajuda federal reduz ataques

Agentes da Força Nacional de Segurança também estão atuando nas ruas da capital desde sábado (5). A reportagem da Agência Brasil registrou a presença do efetivo em algumas avenidas e terminais de ônibus da capital. No terminal Antônio Bezerra, no bairro de mesmo nome, os agentes federais davam suporte à segurança do local, de onde partiam e chegavam ônibus urbanos que circularam pela capital ao longo do dia. Uma equipe de três policiais militares escoltava cada veículo coletivo.

De acordo com balanço do Ministério da Justiça e Segurança Pública, o número de ataques em Fortaleza e região metropolitana caiu nas primeiras 24 horas de atuação da Força Nacional de Segurança Pública.

Os ataques, que chegaram a 45 na quinta-feira (3) e 38 no sábado (5), caíram para 23 neste domingo (6), informou a pasta, em nota. Ao todo, a Força Nacional participa de ações de segurança com um efetivo de 330 homens e 20 viaturas, em ações de patrulhamento ostensivo, preventivo e repressivo em pontos importantes como terminais rodoviários e vias de grande circulação. Os agentes federais permanecerão no estado pelo prazo inicial de 30 dias, que poderá ser prorrogado.

É preciso dizer que a informação foi facilitada pela Agência Brasil (EBC). Edição em idioma português para OIPOL, Luján Frank Maraschio.

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Amazônia recebe apoio da Força Nacional para prevenção e repressão ao crime

Rio de Janeiro/ RJ – O Ministério Extraordinário da Segurança Pública autorizou hoje (2) a atuação da Força Nacional de Segurança Pública em atividades de prevenção e repressão a crimes na região da fronteira amazônica. Os agentes apoiarão o trabalho da Polícia Federal (PF) na região por até 180 dias. Se necessário, o prazo poderá ser prorrogado.

A Força Nacional vai atuar nas ações de policiamento ostensivo, em atividades de fiscalização, inibição, prevenção, coibição e repressão aos delitos. A operação terá apoio logístico da Polícia Federal e o número de agentes da Força Nacional a ser disponibilizado será definido pelos órgão envolvidos.

A Força Nacional vai atuar nas ações de policiamento ostensivo, em atividades de fiscalização, inibição, prevenção, coibição e repressão aos delitos –

Cabe assinalar que a informação  foi facilitada pela Agência Brasil. Fábio Rodrigues Pozzebom. Edição para OIPOL Luján Frank Maraschio.

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Brasília não consegue controlar o crime endêmico em território nacional

Governo federal tenta ações repetidas

Rio de Janeiro – O governo federal enviou ao Ceará na noite de domingo uma força-tarefa policial formada por homens da Polícia Federal e da Força Nacional de Segurança para dar apoio técnico às forças de segurança locais em ações de combate ao crime organizado.

O presidente Michel Temer determinou o envio da força-tarefa de 36 homens em atendimento a pedido do governador do Estado, Camilo Santana, após uma onda de violência registrada no Ceará nos últimos dias, de acordo com nota no site do Palácio do Planalto.

A força-tarefa será comandada pelo almirante Alexandre Mota, secretário-adjunto da Secretaria Nacional de Segurança Pública, acrescentou o governo.

O envio do destacamento ao Ceará ocorreu um dia após Temer ter anunciado a criação do Ministério do Segurança Pública, e depois de uma intervenção federal na segurança do Estado do Rio de Janeiro anunciada na sexta-feira.

Nesta segunda, o presidente participará de reunião do Conselho da República e do Conselho de Defesa Nacional no Palácio do Planalto.

Motim em prisão do RJ chega ao fim

Por outro lado, uma rebelião iniciada na tarde de domingo após uma tentativa frustrada de fuga em um presídio superlotado do Rio de Janeiro foi controlada após negociações das forças de segurança com os detentos, que liberaram os 18 reféns, informou a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) na manhã desta segunda-feira.

“A situação já está sob total controle da Seap na Penitenciária Milton Dias Moreira, em Japeri (RJ)”, informou a secretaria em nota enviada por e-mail. De acordo com a Seap, foram apreendidos um revólver, duas pistolas, uma granada de efeito moral e uma lanterna.

Os reféns eram 8 inspetores e 10 presos, de acordo com a secretaria. A TV Globo afirmou que alguns detentos ficaram feridos a tiros, mas a secretaria não comentou a informação.

Membros do Grupamento de Intervenção Tática (GIT) e de outras tropas da polícia chegaram a formar um perímetro de isolamento ao redor do presídio, que abriga mais de 2.000 detentos em uma instalação construída para 900 presos.

A rebelião foi deflagrada no mesmo dia em que a Seap anunciou que fará mudanças para aumentar a segurança nos presídios do Estado, como parte da intervenção federal no RJ decretada pelo presidente Michel Temer na sexta-feira.

Novo saldo da guerra em Rio

Outro policial militar do 12º Batalhão (Niterói) foi morto na manhã do dia 18 de fevereiro, durante sua folga, após uma troca de tiros. O crime ocorreu em Bangu, na zona oeste do Rio de Janeiro. Mais duas pessoas foram mortas no conflito.

O sargento Cristiano das Neves Souza chegou a ser levado para o Hospital Estadual Albert Schweitzer, em Realengo, mas não resistiu aos ferimentos. Segundo a Polícia Militar, testemunhas informaram que criminosos armados anunciaram assalto e houve confronto.

Os policiais que chegaram ao local após o chamado encontraram cinco pessoas feridas por disparos de arma de fogo, duas já mortas. O sargento da PM estava entre os três que foram socorridos, mas morreu no hospital.

A Divisão de Homicídios da Polícia Civil está investigando o caso, que é o 17º assassinato de policial militar neste ano no Rio de Janeiro. Dez PMs foram mortos durante a folga, seis estavam em serviço e um já fazia parte da reserva.

O sargento é o primeiro policial a morrer depois de o presidente Michel Temer ter nomeado o coronel Walter Braga Netto, do Comando Militar do Leste, como interventor federal na segurança pública do Rio de Janeiro. O decreto foi assinado na sexta-feira (15) e já está em vigor, mas ainda precisa de aprovação das duas casas do Congresso Nacional.

Confronto em UPP

Na zona norte do Rio, policiais da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) do Salgueiro foram recebidos a tiros enquanto faziam um patrulhamento na Rua Junquilho. O ataque ocorreu por volta de 9h e os criminosos fugiram após o confronto.

Não houve registro de presos ou feridos até o momento, segundo a Polícia Militar, que reforçou o policiamento na região do incidente.

Cabe assinalar que a informação foi fornecida nas últimas horas pela Reuters e Agência Brasil (EBC).

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