Operação militar no Rio de Janeiro para reestruturar UPP

Forças Armadas fazem operação na zona norte do Rio de Janeiro
Forças Armadas fazem operação na zona norte do Rio de Janeiro – Comando Militar do Leste/Arquivo/Direitos Reservados

Rio de Janeiro – As Forças Armadas fazem no dia 7 de novembro uma intervenção nas comunidades da Coroa, Fallet e Fogueteiro, com o objetivo de reestruturar a Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) da área. Essa é a sétima UPP a ser fechada, conforme planejamento do Gabinete de Intervenção Federal na segurança pública do Rio de Janeiro.

Até o final do ano, deverão ser fechadas mais 12 UPPs pelas autoridades de segurança do estado. Das seis UPPs reestruturadas, cinco foram transformadas em companhias destacadas, vinculadas aos batalhões da área (Mangueirinha, Vila Kennedy, Cidade de Deus, Camarista Méier e São Carlos).

A UPP do Batam, na zona oeste, foi extinta, o que significa que nenhuma unidade policial militar substituiu o antigo policiamento comunitário da região.

Cerca de mil militares e 280 policiais militares fazem o cerco da área, com patrulhamentos e retirada de barricadas, revistas seletivas de pessoas e veículos.

Cabe assinalar que a informação foi facilitada pela Agência Brasil (EBC). Edição para OIPOL, Luján Frank Maraschio.

 

Trezentos militares designados para ação na zona oeste do Rio

Forças Armadas passam a fazer ações diárias na Vila Kennedy

Foto Ubirajara FavillaRio de Janeiro/ RJ, Brasil – O Comando Conjunto das tropas federais que atuam na intervenção na segurança pública do Rio de Janeiro, em apoio à Secretaria de Segurança, iniciou hoje (12), na Vila Kennedy, na zona oeste do Rio, uma sequência de operações para reforçar o patrulhamento ostensivo regularmente efetuado pela Polícia Militar, através da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) da comunidade.

Ao todo, 300 militares das Forças Armadas serão empregados nas ações diárias na Vila Kennedy. No período diurno, os militares cumprirão escala de patrulhamento simultaneamente ao realizado pela Polícia Militar.  Já na parte da noite e madrugada, a atribuição caberá exclusivamente aos policiais militares.

De acordo com o Comando Conjunto, operações de cerco, estabilização da área e remoção de obstáculos poderão ser efetuados, assim como o cumprimento de mandados judiciais pela Polícia Civil.

Algumas ruas e acessos nessas áreas poderão ser interditados e setores do espaço aéreo poderão ser controlados, com restrições dinâmicas para aeronaves civis. Não haverá interferência nas operações dos aeroportos.

Cabe assinalar que a informação foi fornecida pela Agência Brasil (EBC).

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