Argentina fortalece energia do Sistema de Interconexão Nacional com Parque Eólico Rawson


Cidade Autónoma de Buenos Aires, Argentina.- O Parque Eólico Rawson (PER), que está em construção, começará em novembro a fornecer energia para o Sistema de Interconexão Nacional (SIN), sob o plano desenhado pelo governo nacional para diversificar a matriz energética, segundo Agencia Telam (estatal argentina).

A matriz de energia argentina é fortemente baseada no gás que contribui com 52% da provisão total. A meta é que até 2016, 8% da geração de eletricidade venha de fontes renováveis.

Telam diz que, o projeto de Rawson para contribuir com um total de 80 MW está sendo conduzido pela empresa Emgasud S.A que durante 4 anos está trabalhando no desenvolvimento de um ambicioso programa para incorporar centrais de geração elétrica alimentadas por fontes renováveis.

Em janeiro deste ano, a empresa começou a construir o parque eólico Rawson, composto pelo PER I (48,6 MW) e o PER II (28,8 MW).

De um total de 43 moinhos aerogeradores, já instalaram 17 deles e já construíram 80% do total das bases.

O Parque PER I começará a gerar em novembro, enquanto que em fevereiro de 2012 entrará em operação comercial o PER II.

Por outro lado, as obras do parque eólico Madryn serão feitas pela Emgasud a partir dos primeiros meses de 2012. Foi relatado que terá uma capacidade instalada total de 220 MWM, para isso montarão 119 turbinas com as mesmas características das de Rawson, sobre uma área de6.000 hectares.

Na licitação pública internacional realizada no final de 2009 pela ENARSA, e concedida em junho de2010, aEmgasud e empresas associadas foram premiadas com 300 MW eólicos, 110 MW térmicos e 20 MW de energia solar fotovoltaica, disse o informante.

Em 2007 foi sancionada a Lei 26.190, que estabeleceu o regime nacional para incentivar o uso de fontes renováveis para a geração de energia elétrica, e fixou um prazo de dez anos para que 8% do consumo elétrico do país sejam fornecidos por fontes renováveis.

Em2009, aempresa estatal Enarsa licitou outros  1.000 MW de potência para as energias renováveis e obteve ofertas para desenvolver projetos por 1461 MW, o equivalente a 5% da capacidade total instalada no país.

Mais de 80% dessa oferta correspondeu a projetos eólicos, enquanto que o restante foi dividido entre projetos de energia térmica alimentadas com biocombustíveis, energia solar fotovoltaica e biomassa.

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