Brasil: Rousseff escolhe Gastão Vieira para o Ministério do Turismo


Dilma Rousseff

Brasília, DF Brasil. – O deputado Gastão Vieira (PMDB-MA) é o novo ministro do Turismo. A informação foi confirmada pelo Palácio do Planalto. Ele substituirá Pedro Novais, que pediu demissão o 14 de setembro à presidenta Dilma Rousseff após as suspeitas de uso indevido de recursos públicos. Gastão Vieira é advogado e está em seu quinto mandato como deputado federal, segundo informação da Empresa Brsil de Comunicação (EBC).

De acordo com a ministra da Secretaria de Comunicação, Helena Chagas, Vieira já se reuniu com a presidenta Dilma Rousseff e com o vice-presidente Michel Temer e aceitou o convite. A data da posse ainda não está confirmada, a previsão é de que ocorra na manhã de sexta-feira (16).

Vieira, de 65 anos, é natural de São Luís e foi eleito pela primeira vez para a Câmara dos Deputados em 1995. Por duas vezes foi secretário de estado no Maranhão, ocupando o comando da Secretaria de Educação, de1995 a1998, e da Secretaria de Planejamento e Orçamento, de acordo informação da EBC.

Gastão Vieira tem trajetória política ligada à educação e cultura

No quinto mandato como deputado federal, o advogado e mestre em direito Gastão Vieira (PMDB-MA), de 65 anos, tem longa trajetória na área de educação e dedicou-se, em geral, a assuntos regionais. Por duas vezes, Gastão Vieira se licenciou para assumir as secretarias estaduais de Educação e Planejamento, no Maranhão. Na última ocasião em que se licenciou, em 2009, foi secretário durante a gestão da governadora do Maranhão, Roseana Sarney.

Apontado como simpático e de temperamento fácil, Gastão Vieira transita com facilidade entre os colegas no Congresso Nacional. O novo ministro é descrito pelos parlamentares como discreto e distante das articulações de bastidores e políticas. Gastão Vieira preferiu se engajar em negociações técnicas relativas à educação, cultura e seguridade social.

Desde que começou na política, nos anos 80, Gastão Vieira se manteve a maior parte do tempo fiel ao PMDB, embora tenha passado rapidamente pelo PSC. Na Câmara, ele se destacou atuando nas negociações do Plano Nacional de Educação, nos debates sobre a proposta que definiu a proibição do uso de castigos corporais como método educativo e nas articulações para alterar a lei de seguridade social.

Além das áreas de educação e seguridade social, o novo ministro participou de negociações no exterior sobre irrigação, combate às desigualdades sociais, atividades do terceiro setor e da 34ª Conferência Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) para a Educação, Ciência e Cultura.

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