Washington solicita que ONU restaure restrições mais rígidas contra Irã

  • Em uma carta ao conselho de 15 membros, o embaixador dos Estados Unidos para a ONU em exercício,  Jonathan Cohen, disse que o Irã testou um míssil balístico de médio alcance no dia 1º de dezembro de 2018 e tentou colocar satélites em órbita nos dias 15 de janeiro e 5 de fevereiro
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Embaixador interino dos EUA na ONU, Jonathan Cohen, discursa na sede da entidade em Nova York 16/10/2018 REUTERS/Shannon Stapleton

Nações Unidas – Os Estados Unidos acusaram o Irã nesta quinta-feira de desafiar uma resolução do Conselho de Segurança da ONU ao realizar um teste de míssil balístico e dois lançamentos de satélites desde dezembro, pedindo que o conselho “restaure restrições internacionais mais rígidas” contra Teerã.

Uma resolução da ONU emitida em 2015 “pede” que o Irã se abstenha por até oito anos de realizar trabalhos com mísseis balísticos projetados para carregar armas nucleares seguindo um acordo firmado com seis potências mundiais. Alguns Estados argumentam que a linguagem da resolução não a torna obrigatória.

Em uma carta ao conselho de 15 membros, o embaixador dos Estados Unidos para a ONU em exercício,  Jonathan Cohen, disse que o Irã testou um míssil balístico de médio alcance no dia 1º de dezembro de 2018 e tentou colocar satélites em órbita nos dias 15 de janeiro e 5 de fevereiro.

“O Irã conduziu esses três lançamentos em desafio à vontade expressa do Conselho de Segurança da ONU e tais provocações continuam a desestabilizar toda a região do Oriente Médio”, escreveu Cohen.

O Irã diz que seus mísseis não são projetados para carregar armas nucleares. A missão iraniana para a Organização das Nações Unidas não estava disponível de imediato para comentar a carta norte-americana.

A maior parte das sanções da ONU impostas contra o Irã foram suspensas em janeiro de 2016, quando um órgão de monitoramento nuclear da ONU confirmou que Teerã havia cumprido compromissos firmados sob o acordo nuclear com o Reino Unido, França, Alemanha, China, Rússia e Estados Unidos. Entretanto, o Irã ainda está sujeito a um embargo de armas e a outras restrições da ONU.

É procedente assinalar que a informação foi facilitada pela Reuters. Reportagem de Michelle Nichols. Edição em idioma português para OIPOL, Luján Frank Maraschio.

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Novas operações internacionais antidrogas da Polícia Federal brasileira

  • Federais prende traficante que aliciava pessoas para traficar drogas proibidas
  • Prenderam, também, um dos principais membros de facção criminosa especializada em tráfico de drogas, com atuação em todo território nacional, em Balneário Camboriú, Santa Catarina. Ele é apontado como uma liderança regional de uma organização criminosa que se dedica ao tráfico de drogas originárias da Bolívia. Elas são introduzidas no Brasil pela fronteira sul do Estado do Mato Grosso do Sul com o Paraguai

A Foto Políacia Federal do Brasil - --- -Rio de Janeiro – A Polícia Federal, em ação conjunta com a US Immigration and Customs Enforcement (ICE), agência americana que combate a criminalidade transfronteiriça, prendeu no domingo 3 de fevereiro um traficante responsável pelo aliciamento de “mulas” para o transporte de drogas, por via aérea, para o exterior.

As investigações, que levaram à prisão do traficante, tiveram início a partir das prisões de “mulas do tráfico” ocorridas no aeroporto Internacional de São Paulo. No decorrer das investigações os policiais perceberam que o homem, nacional de Angola e 31 anos de idade, tentou se evadir do país pela Guiana embarcando em voo com destino aos Estados Unidos.

Policiais da Agência ICE receberam informações da PF e inadmitiram o suspeito quando ele tentou desembarcar naquele país. Ele foi reembarcado em voo com destino ao Rio de Janeiro, onde foi preso, mediante mandado de prisão expedido pela 2ª Vara Federal de Guarulhos.
O preso foi encaminhado ao presídio estadual, onde permanecerá à disposição da Justiça.

Facção criminosa

Por outro lado, os federais prenderam o dia 4 de fevereiro um dos principais membros de facção criminosa especializada em tráfico de drogas, com atuação em todo território nacional, em Balneário Camboriú, Santa Catarina. A prisão foi decorrente de ações desencadeadas na Operação Teseu e contou com o apoio das polícias estaduais de Mato Grosso do Sul e de Santa Catarina.

As investigações para localizar e prender o traficante duraram aproximadamente 6 meses. Ele é apontado como uma liderança regional de uma organização criminosa que se dedica ao tráfico de drogas originárias da Bolívia. Elas são introduzidas no Brasil pela fronteira sul do Estado do Mato Grosso do Sul com o Paraguai.

O indiciado é suspeito de ter sido um dos responsáveis pelo assassinato de um policial civil do Mato Grosso do Sul, em março de 2018 e de ter participação na morte de uma advogada em Pedro Juan Caballero, no Paraguai em novembro último. O preso possuía dois mandados de prisão expedidos em seu desfavor: um por uso de documento falso e outro por tráfico de drogas.

A organização criminosa da qual ele faz parte é suspeita, ainda, de ser a responsável pelo violento ataque a uma residência em Ypehu no Paraguai, cidade próxima ao município de Paranhos no Mato Grosso do Sul.

Nas ações desencadeadas hoje, além da prisão, foram apreendidos dinheiro em espécie, telefones celulares e um veículo de luxo.

É procedente assinalar que as informações foram facilitadas pela Comunicação Social da Polícia Federal no Aeroporto Internacional de São Paulo/Guarulhos e Divisão de Comunicação Social da PF. Edição em idioma português para OIPOL, Luján Frank Maraschio.

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Vínculos do régimen venezuelano com o terrorismo se constitui uma preocupação internacional

  • EUA pedem reunião do Conselho de Segurança da ONU sobre Venezuela
Foto agência Brasil
Mike Pompeo disse que os EUA podem ajudar a tirar a Venezuela da crise (Arquivo/Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Rio de Janeiro – Os Estados Unidos solicitaram formalmente uma reunião com o Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) para tratar da crise que atinge a Venezuela. O pedido é para que o encontro ocorra amanhã no dia 26 de janeiro.

O secretário de Estado norte-americano, Mike Pompeo, utilizou o dia 25 de janeiro seu perfil na rede social Twitter para dizer que o país é “amigo” do povo venezuelano. “Vocês sofreram por um longo tempo sob o regime socialista corrupto [veiculado aos terrorismos internacional] de [Nicolás] Maduro. Apoiamos vocês e estamos prontos para ajudá-los a começar o processo de sua vida, do país e da economia”.

Embaixadas fechadas

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, fechou a embaixada do seu país em Washington e todos os consulados nos Estados Unidos. A decisão foi tomada após o anúncio do rompimento das relações políticas e diplomáticas com o governo norte-americano.

Segundo Maduro, os diplomatas venezuelanos que estão nos Estados Unidos devem retornar à Venezuela até o dia 26 de janeiro.

Crise

Na quarta-feira (23/01), o líder da oposição na Venezuela, Juan Guaidó, se declarou presidente interino. Brasil, Estados Unidos, União Europeia e a própria ONU, além do Grupo de Lima e da Organização dos Estados Americanos (OEA), se manifestaram favoravelmente a Guaidó, em defesa de novas eleições gerais na Venezuela.

Internamente, Maduro resiste e conta com apoio da cúpula militar. Os confrontos entre simpatizantes do Maduro e de Guaidó agitaram a Venezuela nos últimos dias. Segundo entidades civis, pelo menos 14 pessoas foram mortas por causa da forte repressão.

A situação na Venezuela se agravou após a posse de Maduro para o segundo mandato presidencial, em 10 de janeiro. Para o Brasil, o Grupo de Lima, que reúne 14 países, e a OEA, o mandato é ilegítimo.

É procedente assinalar que a informação foi facilitada pela Agência Brasil (EBC). Edição em idioma português para OIPOL, Luján Frank Maraschio.

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Presidente eleito do Brasil confirma visita do assessor de segurança nacional estadunidense

  • “Feliz de receber a visita do Conselheiro de Segurança Nacional dos Estados Unidos”, anunciou Bolsonaro em sua conta no Twitter

A Foto Agência Brasil --Rio de Janeiro – O presidente eleito, Jair Bolsonaro, confirmou hoje (23) a visita do assistente presidencial dos Estados Unidos para assuntos de segurança nacional, John Bolton. O encontro deve ocorrer no Rio de Janeiro, na próxima quinta-feira (29).

“Feliz de receber a visita do Conselheiro de Segurança Nacional dos Estados Unidos, Sr. @AmbJohnBolton, na próxima semana. Certamente teremos uma conversa produtiva e positiva em prol de nossas nações. Bom dia a todos!”, escreveu Bolsonaro, em sua conta no Twitter.

Por meio da mesma rede social, Bolton já havia se manifestado na última quarta-feira (21) e disse estar ansioso para o encontro com Bolsonaro. “Compartilhamos muitos interesses bilaterais e trabalharemos de perto para expandir a liberdade e a prosperidade em todo o Hemisfério Ocidental”, escreveu o assistente do presidente Donald Trump.

Bolsonaro disse, em várias ocasiões, que tem admiração por Trump e que pretende conversar com presidente norte-americano sobre acordos na área militar, negociações comerciais e também questões regionais. Ele e Trump conversaram por telefone após o resultado das eleições.

Hoje pela manhã, o presidente eleito viajou de Brasília para São Paulo, onde passa por exames pré-operatórios para a cirurgia de retirada da bolsa de colostomia, no Hospital Albert Einstein. A previsão é que a cirurgia ocorra em 12 de dezembro, 20 dias antes da posse, marcada para 1º de janeiro de 2019.

Em 6 de setembro, durante a campanha eleitoral, Bolsonaro foi agredido com uma facada no abdômen e, desde então, passa por procedimentos para se recuperar da agressão.

É procedente dizer que a informação e foto foram facilitadas pela Agência Brasil (EBC). Edição em idioma português para OIPOL. Luján Frank Maraschio.

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O time da Área Assessoramento Jurídico OIPOL, para todos os funcionários de Segurança Pública…

Procuradores dos EUA acusam ao ex-chefe do Tesouro de Venezuela

  • Alejandro Andrade, que comandou o Tesouro durante quatro anos durante o governo do falecido líder socialista Hugo Chávez, recebeu propriedades, relógios Rolex de ouro e platina e veículos Mercedes Benz como parte do esquema, segundo os documentos do distrito sul da Flórida
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Alejandro Andrade, que comandou o Tesouro durante quatro anos durante o governo do falecido líder socialista Hugo Chávez.

O ex-chefe do Tesouro Nacional da Venezuela admitiu ter recebido mais de um bilhão de dólares em propinas como parte de operações ilícitas em moeda estrangeira que envolveram um magnata de televisão local indiciado em tribunais dos Estados Unidos, de acordo com documentos legais norte-americanos divulgados na terça-feira.

Alejandro Andrade, que comandou o Tesouro durante quatro anos durante o governo do falecido líder socialista Hugo Chávez, recebeu propriedades, relógios Rolex de ouro e platina e veículos Mercedes Benz como parte do esquema, segundo os documentos do distrito sul da Flórida.

Ele o fez com a ajuda de conspiradores como Raúl Gorrin, dono da rede de televisão Globovisión, que foi acusado de subornar Andrade e outros e de ajudar a lavar o dinheiro dos pagamentos, de acordo com documentos divulgados nesta semana.

Os casos fazem parte de um esforço mais amplo de procuradores federais dos EUA para coibir o uso do sistema financeiro norte-americano para a lavagem de rendimentos da corrupção na Venezuela.

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, tem dito pouco sobre os processos criminais contra ex-autoridades venezuelanas, mas diz que os EUA estão tentando prejudicar seu governo com sanções financeiras.

O Ministério da Informação da Venezuela não respondeu de imediato a pedido por comentário.

É procedente dizer que a informação foi facilitada pela Reuters. Edição em idioma português para OIPOL, Luján Frank Maraschio.

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Área Jurídica da OIPOL para associados e entidades.

Centenas de desaparecidos em pior incêndio da história da Califórnia

A Foto A -------Paradise, Estados Unidos – As buscas por vítimas de um incêndio catastrófico que reduziu uma cidade do norte da Califórnia a cinzas foi intensificada nesta quinta-feira, quando as autoridades elevaram para 630 o número de pessoas dadas como desaparecidas durante o incêndio florestal mais letal e destrutivo da história do Estado norte-americano.

Foram confirmadas as mortes de ao menos 63 pessoas no Incêndio Camp, que irrompeu uma semana atrás no sopé das colinas desidratadas pela seca em Sierra, localizada 280 quilômetros ao norte de San Francisco, e hoje é considerado um dos incêndios florestais mais fatais nos Estados Unidos desde a virada do século.

As autoridades atribuíram o saldo de mortes elevado em parte à velocidade assombrosa com que a chamas, atiçadas pelo vento e alimentadas por arbustos e árvores ressecados, se propagaram por Paradise, cidade de 27 mil habitantes.

Quase 12 mil casas e edifícios, incluindo a maior parte da cidade, foram consumidos na noite de quinta-feira passada, horas depois de o incêndio começar, disse o Departamento de Silvicultura e Proteção contra Incêndios da Califórnia (Cal Fire).

O que sobrou foi uma vastidão fantasmagórica e enfumaçada de terrenos vazios cobertos de cinzas, destroços retorcidos e escombros.

Milhares de outras estruturas ainda estão ameaçadas pelo incêndio, e até 50 mil pessoas receberam ordens de retirada no auge do incêndio. Um exército de bombeiros, muitos de Estados distantes, luta para conter e suprimir as chamas.

A cifra revisada de 630 indivíduos cujo paradeiro e destino são desconhecidos é mais do que o dobro dos 297 listados no início do dia pelo escritório do xerife do condado de Butte.

O xerife Kory Honea informou que quase 300 pessoas de quem inicialmente não se tinha notícias foram encontradas vivas. Ele disse que a lista de desaparecidos continuará oscilando, já que nomes são acrescentados e outros retirados, seja porque se descobriu estarem em segurança ou porque foram identificados entre os mortos.

O saldo mais alto de mortes confirmadas e o número crescente de pessoas de quem não se tem notícias foram divulgados em uma coletiva de imprensa noturna de Honea, que disse que os restos de mais sete vítimas do Incêndio Camp foram localizados desde a quarta-feira, quando a cifra era de 56.

É procedente dizer que a informação foi facilitada pela Reuters. Edição em idioma português para OIPOL, Luján Frank Maraschio.

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O narcotraficante “El Chapo Guzmán” é julgado nos EUA

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Rio de Janeiro – Apontado como um dos principais líderes do tráfico de drogas no mundo, o mexicano Joaquín Archivaldo Guzmán Loera, conhecido como  El Chapo, é julgado no dia 5 de novembro, em Nova York, por assassinatos, narcotráfico e conspirações. Crimes que podem levá-lo à prisão perpétua.

Os principais jornais e emissoras de televisão dos Estados Unidos e da Europa destacam o julgamento do narcotraficante.

A idade de El Chapo é incerta porque ele tem documentos com datas distintas de nascimento: em um, teria 61 anos, em outro, 63.

El Chapo era o chefe do Cartel de Sinaloa e está preso no Manhattan Correctional Center, desde janeiro de 2017.

De acordo com a imprensa internacional, o processo dele tem quase 15 mil páginas.

Detido várias vezes desde 1993, foi capaz de fugas cinematográficas. A caçada a ele envolveu autoridades e agentes dos Estados Unidos e do México. Preso, ele foi extraditado para os Estados Unidos.

Os jornais portugueses informam que os advogados de El Chapo afirmam que ele está mal psicologicamente, pois é mantido preso em uma cela solitária, isolado dos demais, o que gera uma série de transtornos, como perda de memória e idéias fixas.

As autoridades norte-americanas afirmam que o isolamento é necessário porque ele já fugiu de prisões de alta segurança.

O criminoso negou ser o chefe do Cartel de Sinaloa, organização responsável pelo destino de parte da cocaína enviada para os Estados Unidos, lavagem de dinheiro, sequestros e assassinatos.

É procedente dizer que a informação foi facilitada pela Agência Brasil (EBC). Edição para OIPOL, Luján Frank Maraschio.

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Estados Unidos padece onda de terrorismo interno

  • Polícia encontra novos pacotes enviados a senador democrata e ex-chefe de inteligência dos EUA

MIAMI – Autoridades norte-americanas encontraram nesta sexta-feira dois pacotes suspeitos endereçados ao senador de oposição Cory Booker e ao ex-diretor da inteligência nacional James Clapper, em meio às buscas pelo suspeito de enviar pacotes-bomba a proeminentes democratas e críticos do presidente dos EUA, Donald Trump.

O 11º pacote desde o início da semana foi encontrado em uma instalação de triagem de correspondências na Flórida e estava endereçado ao senador democrata de Nova Jersey, informou o FBI no Twitter. Um 12º pacote foi endereçado a Clapper e enviado à CNN, reportou a emissora.

“Isso é definitivamente terrorismo interno, não há dúvidas na minha mente”, disse Clapper à CNN.

Na quinta-feira, um esquadrão antibomba da polícia e unidades com cães se juntaram a investigadores federais para examinar um grande centro de distribuição dos correios dos EUA em Opa-Locka, no noroeste de Miami, disse a polícia do condado de Miami-Dade.

A secretária de Segurança Interna, Kirstjen Nielsen, disse que a Flórida parece ser a origem de ao menos algumas das remessas de bombas.

 “Alguns dos pacotes passaram pelos correios. Eles partiram, alguns deles, da Flórida”, explicou ela em uma entrevista ao canal Fox News na quinta-feira. “Tenho confiança de que esta pessoa ou pessoas será levada à justiça”.

As autoridades descreveram o envio dos pacotes-bomba como um ato de terrorismo. Eles foram enviados menos de uma quinzena antes de uma eleição nacional que pode alterar o equilíbrio de poder em Washington.

Ninguém assumiu responsabilidade pelas bombas, e se pediu que o público compartilhe toda e qualquer dica.

Todas as pessoas visadas são difamadas frequentemente por críticos de direita, entre elas George Soros, destacado doador do Partido Democrata, o ex-presidente Barack Obama, seu ex-vice, Joe Biden, e a ex-secretária de Estado e candidata presidencial Hillary Clinton.

A Polícia Federal disse que ao menos cinco dos pacotes tinham como endereço de remetente o escritório da deputada Debbie Wasserman Schultz, ex-presidente do Comitê Nacional Democrata, na Flórida.

As autoridades creem que os pacotes, que foram interceptados antes de chegar aos seus destinatários, passaram pelos correios em algum momento, disse uma fonte. Nenhum deles detonou e ninguém ficou ferido.

Acredita-se que os artefatos tenham sido feitos com base em projetos de fabricação de bombas amplamente disponíveis na internet, disse uma fonte de segurança federal à Reuters.

Outros que receberam bombas foram o ex-secretário de Justiça e ex-procurador-geral Eric Holder, o ex-diretor da CIA John Brennan, a deputada da Califórnia Maxine Waters, e o ator Robert De Niro. Dois pacotes foram enviados a Maxine e Biden.

É preciso assinalar que a informação foi facilitada pela agência Reuters. Edição para OIPOL, Luján Frank Maraschio.

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Tayyip Erdogan: Judiciário decidirá destino de pastor dos EUA preso na Turquia

A Foto A --- -Nova York- O presidente da Turquia disse que um tribunal de seu país, e não políticos, decidirá o destino de um pastor norte-americano cuja detenção por acusações de terrorismo abalou as relações entre Ancara e Washington.

Na segunda-feira, o secretário de Estado norte-americano, Mike Pompeo, disse ter esperança de que a Turquia liberte o pastor evangélico Andrew Brunson neste mês. Ele passou a cumprir prisão domiciliar em julho depois de ficar detido durante 21 meses.

Em uma entrevista concedida na terça-feira, quando estava em Nova York para a Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Erdogan disse que qualquer decisão a respeito de Brunson será tomada pela corte.

“Esta é uma questão jurídica. Brunson foi detido por acusações de terrorismo… em 12 de outubro haverá outra audiência e não sabemos o que o tribunal decidirá, e políticos não opinarão no veredicto”, disse Erdogan.

Se for considerado culpado, Brunson pode ser preso por até 35 anos. Ele nega as acusações.

“Como presidente, não tenho o direito de ordenar sua libertação. Nosso Judiciário é independente. Vamos esperar para ver o que o tribunal decide”.

Enfurecido com a detenção do pastor, o presidente dos EUA, Donald Trump, autorizou a duplicação das tarifas ao alumínio e ao aço importados da Turquia. Ancara retaliou aumentando as tarifas sobre importações de carros, álcool e tabaco dos EUA.

A lira perdeu quase 40 por cento do valor diante do dólar neste ano devido aos temores do controle de Erdogan sobre a política monetária e da crise diplomática entre Ancara e Washington.

“O caso Brunson não é nem de longe relacionado à economia da Turquia. Os desafios econômicos atuais foram exagerados mais do que o necessário, e a Turquia superará estes desafios com seus próprios recursos”, disse Erdogan.

O Banco Central turco elevou sua taxa básica de juros em 6,25 pontos percentuais neste mês, o que fortaleceu a lira e possivelmente apaziguou os temores dos investidores com a influência de Erdogan sobre a política monetária.

Erdogan disse que a decisão foi um sinal claro da independência do Banco Central, acrescentando que, como presidente, é contra a elevação dos juros.

Ele ainda disse que a Turquia continuará comprando gás natural do Irã, apesar das sanções dos EUA a Teerã.

É procedente assinalar que a informação foi facilitada pela Reuters. Edição para OIPOL, Luján Frank Maraschio.

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Depoimento de denunciante contra indicado à Suprema Corte dos EUA

  • Kavanaugh classificou a alegação de Christine como “completamente falsa” e disse em um comunicado divulgado pela Casa Branca na noite de domingo
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Brett Kavanaugh, indicado de Donald Trump à Suprema Corte dos EUA.

Washington – A professora universitária que acusou Brett Kavanaugh, indicado do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, à Suprema Corte, de agressão sexual dará um depoimento a respeito de sua acusação a um comitê do Senado na quinta-feira, disseram seus advogados e o comitê no domingo.

O acordo para que Christine Blasey Ford deponha surgiu poucas horas antes de a revista New Yorker publicar um artigo no qual uma segunda mulher, identificada como Deborah Ramirez, descreveu outro episódio de suposta má conduta sexual de Kavanaugh, também nos anos 1980, quando os dois frequentavam a Universidade Yale.

O acordo de Christine para testemunhar ao Comitê Judiciário do Senado foi fechado uma semana depois de ela vir a público em uma entrevista ao Washington Post alegando que Kavanaugh a agrediu sexualmente em 1982, quando ambos eram estudantes de segundo grau em Maryland.

Sua alegação contra o juiz conservador de um tribunal federal de apelações ameaçou a confirmação no Senado de maioria republicana para o cargo vitalício na maior instância jurídica do país.

Kavanaugh também concordou em depor em uma audiência do Comitê Judiciário do Senado programada para as 10h locais de quinta-feira.

A audiência potencialmente explosiva, que tem como pano de fundo o movimento de combate ao assédio e à agressão sexuais #MeToo, ocorrerá a poucas semanas das eleições parlamentares de 6 de novembro, nas quais os democratas tentarão assumir o controle do Congresso, atualmente nas mãos dos republicanos de Trump.

A New Yorker noticiou que senadores democratas estão investigando a nova alegação contra Kavanaugh, que se refere ao ano acadêmico de 1983-84, quando Kavanaugh era calouro em Yale. Segundo uma citação da revista, Deborah disse que Kavanaugh se expôs a ela durante uma festa regada a álcool em um alojamento.

Kavanaugh classificou a alegação de Christine como “completamente falsa” e disse em um comunicado divulgado pela Casa Branca na noite de domingo que o incidente narrado por Deborah “não aconteceu”.

“Isto é pura e simplesmente difamação”, afirmou Kavanaugh. “Estou ansioso para depor na quinta-feira para dizer a verdade e para defender meu bom nome – e a reputação de caráter e integridade que passei uma vida construindo – contra estas alegações de última hora”, disse Kavanaugh no comunicado.

A porta-voz da Casa Branca, Kerri Kupec, qualificou a nova alegação como parte de uma “campanha coordenada de difamação dos democratas concebida para acabar com um homem bom”.

É procedente assinalar que a informação foi fornecida pela Reuters. Edição para OIPOL, Luján Frank Maraschio.

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Carreiras na OIPOL, área em espanhol.

Moscou anuncia exercícios militares no Mediterrâneo

  • Segundo a agência Tass, o Ministério da Defesa disse que 25 navios de guerra e submarinos e 30 aviões, incluindo caças e bombardeiros estratégicos, participarão do exercício

A Foto A----Moscou – O Ministério da Defesa russo informou nesta quinta-feira que realizará um grande exercício naval no mar Mediterrâneo entre 1º e 8 de setembro, relatou a agência de notícias Tass, uma medida que coincide com um aumento na tensão entre Rússia e Estados Unidos a respeito da Síria.

A Rússia está expandindo ativamente a presença de suas forças navais no Mediterrâneo neste mês, como parte do que um jornal russo classificou na terça-feira como a maior movimentação naval de Moscou desde que entrou no conflito sírio em 2015.

Segundo a Tass, o Ministério da Defesa disse que 25 navios de guerra e submarinos e 30 aviões, incluindo caças e bombardeiros estratégicos, participarão do exercício.

Os exercícios ocorrerão em meio a um aumento na tensão entre a Rússia e o Ocidente em relação a Idlib, região do norte sírio controlada por rebeldes. Na quarta-feira, uma fonte disse que o presidente sírio, Bashar al-Assad, aliado da Rússia, está preparando uma ofensiva em etapas na área.

Ainda na quarta-feira o ministro de Relações Exteriores russo, Sergei Lavrov, disse que os militantes de Idlib têm que se liquidados, descrevendo-os como um “abscesso supurado”.

“No interesse de garantir a segurança das remessas e dos voos de aeronaves de acordo com a lei internacional, as áreas do exercício serão declaradas perigosas para remessas e voos”, disse a chancelaria, segundo a Tass.

Anatoly Antonov, embaixador russo nos Estados Unidos, disse mais cedo nesta quinta-feira que informou autoridades norte-americanas que Moscou está preocupada com sinais de que os EUA estão preparando novos ataques na Síria.

É preciso assinalar que a informação foi facilitada pela Reuters. Edição para OIPOL, Luján Frank Maraschio.

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Equimamento OIPOL para Forças de Segurança e Militares.

Acusado de ser guarda nazista é deportado desde EUA para Alemanha

  • Jakiw Palij nasceu na Polônia e emigrou para os Estados Unidos em 1949, tornando-se cidadão norte-americano oito anos depois, segundo a Casa Branca, mas ocultou seu serviço para os nazistas ao emigrar

A Foto AUm morador da cidade de Nova York que se acredita ter sido guarda de um campo de trabalho nazista na Polônia foi preso e deportado pelas autoridades de imigração norte-americanas, informou a Casa Branca nesta terça-feira.

Cumprindo uma ordem de deportação de 2004, a Agência de Imigração e Alfândega dos EUA colocou Jakiw Palij, hoje com 95 anos, sob custódia e o enviou à Alemanha, disse a Casa Branca em um comunicado.

Palij nasceu na Polônia e emigrou para os Estados Unidos em 1949, tornando-se cidadão norte-americano oito anos depois, segundo a Casa Branca, mas ocultou seu serviço para os nazistas ao emigrar.

Em 2001 Palij disse a autoridades do Departamento de Justiça que treinou no Campo de Treinamento da SS nazista em Trawniki, na Polônia ocupada pelos alemães, em 1943, segundo a Casa Branca.

Um juiz federal revogou sua cidadania em 2003 e ele foi alvo de uma ordem de deportação no ano seguinte, mas nenhum país europeu quis aceitá-lo, de acordo com reportagens da rede CNN e da revista New York.

Palij serviu como guarda no Campo de Trabalho de Trawniki, onde 6 mil homens, mulheres e crianças judeus foram mortos a tiros em 3 de novembro de 1943, um dos maiores massacres do Holocausto, disse a Casa Branca.

É procedente assinalar que a informação foi facilitada pela Reuters, por Brendan O’Brien, em Milwaukee. Edição para OIPOL, Luján Frank Maraschio.

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Careiras na OIPOL. Área Acadêmica em espanhol.

Atacante que matou cinco pessoas nos EUA é indiciado pela Justiça

  • Jarrod Ramos, de 38 anos, enfrenta cinco acusações de homicídio qualificado no tribunal criminal do distrito de Anne Arundel, depois de acometer contra uma redação de jornal no Estado norte-americano de Maryland 
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Jarrod Ramos

Annapolis, Maryland – O homem armado que atacou uma redação de jornal no Estado norte-americano de Maryland deixando ao menos 5 mortos, em um dos ataques mais letais contra jornalistas na história dos Estados Unidos, foi indiciado por homicídio nesta sexta-feira, relatou o grupo jornalístico alvo do ataque.

Jarrod Ramos, de 38 anos, enfrenta cinco acusações de homicídio qualificado no tribunal criminal do distrito de Anne Arundel, onde uma audiência de fiança deve ser realizada ainda nesta sexta-feira, relatou o grupo jornalístico The Capital Gazette em seu site.

A polícia não havia divulgado o nome do suspeito, mas registros jurídicos online indicavam um homem de mesmo nome indiciado por cinco homicídios nesta sexta-feira.

Ramos é acusado de entrar no escritório do grupo jornalístico Capital Gazette na tarde de quinta-feira e disparar por uma porta de vidro atirando contra a redação.

Rob Hiaasen, de 59 anos, Wendi Winters, de 65, Rebecca Smith, de 34, Gerald Fischman, de 61, e John McNamara foram mortos a tiros, disse o chefe de polícia interino do departamento de polícia do distrito de Anne Arundel, William Krampf, em coletiva de imprensa.

Rebecca Smith era assistente de vendas e os outros eram jornalistas, acrescentou.

O jornal The Capital, parte do grupo Gazette, publicou uma edição nesta sexta-feira com fotos de cada uma das vítimas com a manchete “5 mortos no The Capital” em letras grandes na primeira página.

Em 2012, Ramos entrou com um processo de difamação contra Eric Hartley, ex-jornalista e colunista do grupo Capital Gazette, e contra Thomas Marquardt, então editor do grupo, de acordo com documento judicial.

Ainda segundo documento, uma reportagem afirmava que Ramos havia assediado uma mulher pelo Facebook e se declarado culpado de assédio.

O tribunal decidiu que o conteúdo do artigo era verdadeiro e baseado em registros públicos, segundo o documento, e em 2015 uma corte superior de Maryland confirmou a decisão rejeitando o recurso de Ramos.

É procedente dizer que a informação foi distribuída pela Reuters. Edição para OIPOL, Luján Frank Maraschio.

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Associação OIPOL

Confissão em vídeo do Autor de ataques com bombas no Texas

Antes de se explodir, Mark Conditt, deixou uma declaração de 25 minutos, diz polícia

PFLUGERVILLE, Texas – O autor dos ataques com bombas que aterrorizaram por semanas a cidade de Austin, no Estado norte-americano do Texas, deixou um vídeo de 25 minutos com uma “confissão” em um celular encontrado depois que ele se explodiu quando policiais se aproximavam para prendê-lo na quarta-feira, informou a polícia.

Mark Conditt, jovem desempregado de 23 anos de Pflugerville, detalhou como fez todas as sete bombas de que se tem conhecimento — cinco que explodiram, uma recuperada antes de detonar e uma sétima que ele detonou quando policiais perseguiam seu veículo na madrugada da quarta.

Mas o vídeo não forneceu um motivo coerente para os ataques, que ocorreram ao longo das últimas três semanas, disse a polícia.

“Ele não menciona absolutamente nada sobre terrorismo, nem menciona nada sobre ódio, na verdade é o desabafo de um jovem muito aflito, falando dos desafios de sua vida pessoal”, disse o chefe de polícia de Austin, Brian Manley, a repórteres. “Eu classificaria como uma confissão”.

Conditt, que nunca tinha tido problemas com a lei, matou duas pessoas e feriu cinco durante um surto de violência que começou em 2 de março, segundo as autoridades.

Baseadas em buscas na casa do suspeito e em sua declaração em vídeo, as autoridades disseram crer que não existem outras bombas e que o público está a salvo de novas agressões.

O agente especial do FBI Christopher Combs disse que investigadores acreditam que o suspeito teria continuado com os ataques se não tivesse sido localizado.

A polícia recuperou uma “lista de alvos” com endereços de futuros ataques com bomba, noticiou o jornal Los Angeles Times, citando o deputado republicano Michael McCaul, do Texas, presidente do Comitê de Segurança Interna da Câmara dos Deputados.

Mesmo assim, o vídeo não dá explicações a respeitos dos indivíduos e endereços escolhidos como alvos das bombas que foram plantadas ou enviadas, disse Manley.

Anteriormente a polícia disse ter cogitado a possibilidade de os ataques terem motivação racista, notando que as primeiras vítimas, incluindo as duas que morreram, eram afro-norte-americanas ou hispânicas.

Conditt provavelmente gravou o vídeo entre as 9h e as 11h da terça-feira. Segundo Manley, Conditt disse acreditar que a polícia “estava chegando muito perto dele”.

Cabe dizer que a informação foi fornecida no dia 22 de março pela Reuters.

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Washington avalia sanções contra petróleo da Venezuela

Pressão para o régimen comunista da Venezuela

Foto Facebook Nicolás Maduro Oficial
Nicolás Maduro (izq.)

WASHINGTON – O governo dos Estados Unidos está cogitando impor sanções contra uma empresa de serviços petrolíferos da Venezuela comandada pelos militares e restringir a cobertura de segurança para carregamentos de petróleo venezuelano para aumentar a pressão sobre o presidente Nicolás Maduro, disse uma autoridade dos EUA na quarta-feira.

Como Maduro concorrerá a um novo mandato em uma eleição de abril que Washington e seus aliados rejeitam por verem como uma fraude, os EUA estão estudando sanções que mirariam o crucial setor petrolífero para além do que já foi feito, disse a autoridade à Reuters. Algumas medidas podem ser adotadas antes da votação e outras podem ser impostas posteriormente.

O funcionário, que está a par das deliberações internas de Washington sobre a política para a Venezuela e falou sob condição de anonimato, não descartou uma futura proibição total a carregamentos de petróleo venezuelano para os EUA, o que representaria uma das sanções mais duras ligadas à commodity.

“Acho (que causaria) um choque bem forte no mercado de petróleo no curto prazo”, afirmou a autoridade.

O funcionário enfatizou que nenhuma decisão foi tomada e que qualquer ação norte-americana levará em consideração o dano em potencial aos venezuelanos comuns, já sofrendo com uma escassez de alimentos e uma hiperinflação, e aos vizinhos do país, além do impacto para a indústria petrolífera dos EUA e os consumidores norte-americanos.

A Venezuela foi a quarta maior fornecedora de petróleo aos EUA em 2017, de acordo com a Agência de Informações sobre Energia, mas no ano passado suas vendas de petróleo para os EUA foram as mais baixas desde 1991, segundo dados de fluxo comercial da Thomson Reuters.

“Sanções ao petróleo não são adotadas levianamente”, disse a autoridade. “Esta seria uma escalada bem forte na política dos EUA, seja uma sanção completa ao petróleo ou fatias de salame de medidas graduais diferentes”.

O governo dos EUA também estuda sanções contra outras figuras políticas e militares de alto escalão da Venezuela, como Diosdado Cabello, o número dois do governista Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV), segundo a autoridade.

Especialistas afirmam que sanções individuais têm tido pouco ou nenhum efeito sobre as políticas de governo da Venezuela. O próprio Maduro, sancionado no ano passado, desdenha constantemente da desaprovação de Washington e culpa o “império” norte-americano pelos problemas econômicos de sua nação.

Cabe assinalar que a informação foi fornecida no dia 01 de março pela Reuters.

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Ataque a tiros em escola de EUA

Ex-aluno mata 17 pessoas em Flórida

A Foto A
Atirador de Florida, Nikolas Cruz

PARKLAND, Estados Unidos – Um ex-aluno de 19 anos abriu fogo em uma escola da Flórida nesta quarta-feira, matando 17 pessoas antes de ser preso pela polícia, disseram autoridades.

O ataque no Marjory Stoneman Douglas High School em Parkland, cerca de 70 quilômetros ao norte de Miami, ocorreu pouco antes do final das aulas, levando centenas de estudantes a fugirem em pânico para a rua enquanto dezenas de policiais e funcionários de serviços de emergência chegavam ao local.

O atirador foi identificado como Nikolas Cruz, que frequentou a escola e foi expulso por razões disciplinares não especificadas, disse o xerife do condado de Broward, Scott Israel, em uma entrevista coletiva.

“É uma situação horrível”, disse a jornalistas o superintendente de escolas do condado, Robert Runcie.

O atirador se rendeu à polícia sem resistência, disse Israel. “Isso é catastrófico”, disse Israel.

Doze das vítimas foram mortas dentro do prédio da escola, duas outras do lado de fora, mais uma na rua e outras duas morreram dos ferimentos em um hospital, disse Israel. Entre as vítimas, disse, havia estudantes e adultos.

Foi o 18º incidente com tiros em uma escola dos EUA até agora este ano, de acordo com o grupo de controle de armas Everytown for Gun Safety. Esse número inclui suicídios e incidentes quando ninguém foi ferido, bem como o incidente de janeiro, quando um jovem armado de 15 anos matou dois estudantes em uma escola secundária de Benton, Kentucky.

Mais de cinco anos se passaram desde que um homem armado matou 20 alunos e seis educadores em Newtown, Connecticut, impulsionando o longo debate dos EUA sobre os direitos sobre porte de armas no país, garantidos pela Segunda Emenda da Constituição norte-americana.

Funcionários da escola na Flórida e alunos disseram à mídia local que um alarme de incêndio disparou por volta do momento em que os disparos começaram, provocando um caos quando cerca de 3.000 alunos do colégio se dirigiram inicialmente para os corredores antes que os professores os direcionassem para as salas de aula novamente, para buscarem abrigo.

McKenzie Hartley, de 19 anos, que se identificou como a irmã de um estudante na escola, descreveu a cena em uma mensagem de texto para a Reuters: “Ela o ouviu atirando pelas janelas das salas de aula e dois estudantes foram baleados.”

Em pânico, os pais tentavam encontrar seus filhos. “É absolutamente horrível. Não posso acreditar que isso esteja acontecendo”, disse Lissette Rozenblat, cuja filha frequenta a escola, à CNN. Sua filha a chamou para dizer que estava segura, mas a estudante também contou a sua mãe que ouviu os gritos de uma pessoa que foi baleada.

“Ela estava muito nervosa. Ela disse que podia ouvir a pessoa que havia sido baleada gritando por ajuda”, disse ela.

É procedente dizer que a informação foi facilitada pela Reuters.

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