Federais do Brasil combatem disseminação de pornografia infantil pela internet

A Foto Políacia Federal do Brasil _Cabedelo/PB – Rio de Janeiro/RJ – A Polícia Federal deflagrou na quinta-feira (14/2) a Operação Salva Guarda, com objetivo de combater a disseminação de pornografia infantil na internet. Aproximadamente 10 policiais federais deram cumprimento a dois mandados de busca e apreensão nas residências dos investigados, resultando na prisão em flagrante de uma pessoa.

Os investigados eram suspeitos de usar programas de computador para troca de fotos e vídeos pornográficos envolvendo crianças e adolescentes.

Durante as buscas, os policiais federais encontraram armazenados em mídias digitais, inúmeros arquivos dessa natureza, possibilitando a prisão em flagrante de uma pessoa.

Os investigados responderão pelos crimes de posse e compartilhamento de material pornográfico envolvendo crianças e adolescentes, cujas penas somadas poderão chegar a 10 anos de reclusão.

O nome da operação, Salva Guarda, significa proteção conferida por instituição.

É procedente dizer que a informação foi facilitada pela  Comunicação Social da Polícia Federal na Paraíba. Edição em idioma português para OIPOL, Luján Frank Maraschio.

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OIPOL, organização não governamental, inscrita dentro del banco de entidades consultivas de la Organización Internacional de las Naciones Unidas (ONU).

Operação da Polícia Federal Brasileira contra o tráfico de drogas pelas Internet

  • Em 2018, começou o inquérito policial após a área de inteligência de a Polícia Federal identificar a atuação de um grupo que usava uma rede social para comercializar virtualmente drogas, como maconha, MDMA e LSD.
A Agência Brasil ----- -
Foto Agência Brasil

Rio de Janeiro – A Polícia Federal deflagrou o dia 12 de fevereiro a Operação Dealer para desarticular uma organização criminosa que negociava drogas por meio de uma rede social. Foram cumpridos 10 mandados de prisão temporária e 10 mandados de busca e apreensão em cidades de São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Sergipe e Minas Gerais.

As investigações indicam que o grupo responsável pelo mural atuava de forma organizada, com membros agindo com funções distintas, sujeitas a um comando centralizado.

Em 2018, começou o inquérito policial após a área de inteligência de a Polícia Federal identificar a atuação de um grupo que usava uma rede social para comercializar virtualmente drogas, como maconha, MDMA e LSD.

Os investigados serão indiciados pela prática de crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico de drogas, com penas de 3 anos a 15 anos de prisão e multa.

Os mandados foram expedidos, a pedido da PF, pela 4ª Vara Criminal Federal de São Paulo nas cidades paulistas de Indaiatuba, Casa Branca, Osvaldo Cruz, Bauru e Birigui. Também houve diligências em Aracaju, Florianópolis, Curitiba e Divinópolis (MG).

É procedente assinalar que a informação foi facilitada pela Agência Brasil (EBC). Edição em idioma português para OIPOL, Luján Frank Maraschio.

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Operação brasileira no combate ao compartilhamento de material pornográfico

  • As investigações começaram ano passado (2018), quando foram detectados três indivíduos que teriam baixado material pornográfico infantil em sites na web

cropped-A-Foto-Políacia-Federal-do-Brasil-.jpgBelém/PA- A Polícia Federal deflagrou na manhã do dia 21 de janeiro a operação Guardiões da Infância, com o fim de apurar crimes de compartilhamento e manutenção de arquivos de pornografia infantil pela internet, em Belém/PA.

Foram cumpridos três mandados de busca e apreensão, expedidos pela 3º Vara Federal, na região metropolitana de Belém/PA.

As investigações começaram ano passado (2018), quando foram detectados três indivíduos que teriam baixado material pornográfico infantil em sites na web.

Na ação de hoje, um dos investigados foi preso em flagrante em posse de mídias com esse tipo de material, conforme constatado pela perícia.

É procedente assinalar que a informação foi fornecida pela Comunicação Social da Polícia Federal no Pará. Edição em idioma português para OIPOL, Luján Frank Maraschio.

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Operação policial brasileira investiga exploração sexual na web

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Foto Polícia Federal do Brasil

Vila Velha/ES – A Polícia Federal deflagrou no dia 30 de outubro a Operação Salvaguarda II, com objetivo de combater difusão de arquivos contendo exploração sexual de crianças, através da internet, no Espírito Santo. A ação de hoje foi uma continuidade da Operação Salvaguarda, deflagrada no dia 19/10.

Cerca de 40 policiais federais participaram da fase e deram cumprimento de 6 mandados de busca e apreensão, nas residências dos investigados, nos municípios de Vila Velha, Serra/ES e Santa Maria de Jetibá/ES. Como resultado das ações, foi realizada a prisão em flagrante de um investigado.

Entenda O Caso      

De acordo com a investigação, em face de rastreamento da rede mundial de computadores promovido por policiais federais, bem como afastamento do sigilo telemático dos IPs (endereço de acesso ao site), foram detectados usuários compartilhando arquivos com o conteúdo dessa natureza, durante as investigações referentes à Operação.

Da Operação Salvaguarda

Operação SALVAGUARDA,teve por objetivo o combate a difusão de arquivos contendo exploração sexual de crianças, através da internet e foi deflagrada no dia 19/10/18, tendo sido cumprido 02 mandados de busca e apreensão nas residências dos investigados nos Municípios de Vila Velha e da Serra/ES que culminou na prisão em flagrante de 02 investigados.

Crimes investigados

Os investigados, responderão pelos crimes de compartilhamento de arquivos contendo pornografia infantil, presente no art.241-A da Lei 8.069/90, em que a pena varia entre 02 a 06 anos de reclusão e poderão ainda responder pelo crime de posse de arquivos, no caso de flagrante, quando do cumprimento da busca, presente no art.241-B cujas penas variam de 01 a 04 anos de reclusão.

É procedente assinalar que a informação foi fornecida pela Comunicação Social da Polícia Federal no Espírito Santo. Edição para OIPOL, Luján Frank Maraschio.-

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Área Equipamentos da OIPOL, veja…

Polícia Federal deflagra operação para combater fraudes bancárias na internet

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Foto Polícia Federal do Brasil

Cuiabá/MT, Brasil – A Polícia Federal deflagrou no dia 25 de outubro a Operação Segurança Digital, com o objetivo de desarticular organização criminosa especializada em fraudes bancárias pela internet, nos estados de Mato Grosso e Goiás.

Mais de 30 policiais federais cumprem sete mandados de busca e apreensão, em Pontes e Lacerda/MT, Cuiabá/MT e Goiânia/GO. As ordens foram expedidas pela 2ª Vara da Justiça Federal de Cáceres/MT.

A investigação teve início a partir da identificação, pela Caixa Econômica Federal, de esquema voltado à alteração de dados em boletos bancários emitidos pela instituição financeira. As alterações de dados teriam como intuito o redirecionamento à organização criminosa da quantia objeto de pagamento pelo devedor, em prejuízo ao real credor do boleto, à Caixa Econômica Federal e ao próprio autor do pagamento. Estima-se que a organização criminosa tenha desviado valores superiores a R$ 2 milhões.

É procedente assinalar que a informação foi facilitada pela Comunicação Social da Polícia Federal em Mato Grosso. Edição para OIPOL, Luján Frank Maraschio.-

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Área equipamentos da OIPOL. Material para polícias e setor militar...

Federais brasileiros operam sobre divulgação de pornografia infantil na Internet

cropped-a-foto-polc3adacia-federal-do-brasil-_.jpgCaxias do Sul/RS – A Polícia Federal cumpre nesta quarta-feira (4/7) um mandado de busca e apreensão no município de São Marcos, em ação de combate à divulgação de pornografia infantil.

O objetivo é arrecadar provas do compartilhamento de imagens, pela internet, com conteúdo pornográfico envolvendo crianças e adolescentes.

A investigação teve início este ano, a partir de informações repassadas pela Unidade de Repressão aos Crimes de Ódio e Pornografia Infantil na Internet da Polícia Federal.

Os envolvidos responderão pelo crime previsto no artigo 241-A da Lei 8.069/90 (Estatuto da Criança e do Adolescente), cujas penas podem chegar a 6 anos de reclusão.

É procedente dizer que a informação foi fornecida pela Comunicação Social da Polícia Federal no Rio Grande do Sul. Edição para OIPOL, Luján Frank Maraschio.

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Alicia Bárcena diz que “é hora de cogitar seriamente legalizar as drogas”

O “discurso” da Secretaria Executiva da Comissão Econômica para a América Latina (CEPAL): “Serei muito provocadora. A legalização das drogas seria boa para quem? A América Latina e o Caribe, pelo amor de Deus. Porque a ilegalidade é o que está matando as pessoas”.

A Foto ARio de Janeiro/RJ – A América Latina precisa pensar seriamente em legalizar as drogas para diminuir o custo humano da proibição, disse a chefe de uma agência da Organização das Nações Unidas (ONU) para a região na segunda-feira.

Dezenas de milhares de pessoas de toda a América Latina morreram em decorrência da violência gerada pelo esforço para controlar o lucrativo comércio de narcóticos, particularmente no México, onde os assassinatos cometidos por cartéis rivais atingiram um recorde no ano passado.

Alicia Barcena, mexicana que comanda a Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal), braço regional da ONU sediada em Santiago, disse em um fórum sobre a América Latina realizado em Paris que é hora de explorar uma nova estratégia.

“Serei muito provocadora. A legalização das drogas seria boa para quem? A América Latina e o Caribe, pelo amor de Deus. Porque a ilegalidade é o que está matando as pessoas. É hora de cogitar seriamente legalizar as drogas.”

Peru, Colômbia e Bolívia são os maiores produtores da folha de coca usada para fazer cocaína, grande parte da qual é contrabandeada pelo México para chegar aos Estados Unidos, o maior mercado do mundo.

A batalha para dominar os mercados de metanfetamina e heroína também provocou uma escalada da violência no México.

A maioria dos países das Américas continua adotando políticas repressivas para as drogas, mas a liberalização das leis para o consumo de maconha nos EUA incentivou os apoiadores da legalização a dobrarem seus esforços.

É Procedente assinalar que a informação foi facilitada pela Reuters. Por Diego Ore. Edição para OIPOL, Luján Frank Maraschio.

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Operação da Polícia Federal brasileira investiga crimes na internet

  • Indivíduos presos vão responder pelos crimes de associação criminosa, ameaça, racismo e incitação ao crime, tendo em vista que nos sites e fóruns mantidos na internet incentivam a prática de diversos crimes, como o estupro e o assassinato de mulheres e negros. Há evidências de que os investigados também foram responsáveis por ameaças de bomba encaminhadas a diversas universidades do país. A soma das penas dos crimes investigados pode chegar a 39 anos de prisão
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Foto Políacia Federal do Brasil

Curitiba/PR – Rio de Janeiro/RJ– A Polícia Federal deflagrou nesta manhã (10/5) a *Operação Bravata, que tem por objetivo combater os crimes de racismo, ameaça e incitação ao crime, praticados via internet.

Cerca de 60 policiais federais participam da deflagração da operação e cumprem um mandado de prisão preventiva e oito mandados de busca e apreensão, nas cidades de Curitiba/PR, Rio de Janeiro/RJ, São Paulo/SP, Recife/PE, Santa Maria/RS e Vila Velha/ES.

A investigação teve início com base em fatos que ocorreram após a deflagração da Operação Intolerância, no ano de 2012. Foi verificado que outros indivíduos, aparentemente associados àqueles que haviam sido presos na operação, continuaram a praticar crimes por meio dos mesmos sites e fóruns na internet que costumavam utilizar, tendo inclusive criado novos ambientes virtuais para a prática desses delitos.

Os indivíduos investigados vão responder pelos crimes de associação criminosa, ameaça, racismo e incitação ao crime, tendo em vista que nos sites e fóruns mantidos na internet incentivam a prática de diversos crimes, como o estupro e o assassinato de mulheres e negros. Há evidências de que os investigados também foram responsáveis por ameaças de bomba encaminhadas a diversas universidades do país. A soma das penas dos crimes investigados pode chegar a 39 anos de prisão.

O preso será conduzido à Superintendência da Polícia Federal em Curitiba/PR onde permanecerá à disposição da Justiça.

É procedente assinalar que a informação foi fornecida pela Comunicação Social da Polícia Federal em São Paulo. Edição para OIPOL, Luján Frank Maraschio.

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Investigação no Brasil de grupo especializado em fraudes bancárias

Polícia Federal indaga quadrilha que usa a  internet para cometer crimes no sistema bancário

Foto Polícia Federal do Brasil
Foto Polícia Federal do Brasil

Palmas/TO – Rio de Janeiro/RJ, Brasil – A Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira (24/4) a Operação Dr. Cross, visando desarticular grupo criminoso especializado em fraudes bancárias pela internet, no estado do Tocantins.

Mais de 54 policiais federais cumprem 23 mandados judiciais, expedidos pela 2ª Vara Criminal da Comarca de Araguaína, sendo 13 mandados de prisão preventiva, e 10 mandados de busca e apreensão.

A investigação teve início em decorrência da Operação Cracker, deflagrada em 2017. Perícias realizadas nos computadores apreendidos de dois investigados identificaram um rol de criminosos especialistas em fraudes via internet. A prática consistia na fabricação de páginas falsas de internet, geralmente de grandes sites conhecidos do público. Os criminosos faziam inserção de anúncios de produtos com preços bem abaixo do mercado, sendo que, ao se comprar tais produtos, o boleto pago pela vítima era direcionado para pagamento de compra de produtos em outros sites e o envio de tais produtos era destinado aos integrantes do grupo criminoso.

Os criminosos devem responder pelos crimes de associação criminosa, furto mediante fraude pela internet contra instituições financeiras e comerciais, invasão de dispositivos de informática e estelionato cometidos em diversos estados.

O nome da operação faz referência ao apelido usado por um dos principais investigados em um grupo de Skype no qual se reunia com vários outros crackers.

Cabe assinalar que a informação foi fornecida pela Agência de Noticias da Polícia Federal (PF).

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