Prendem no Rio de Janeiro suspeitos do assassinato vereadora

  • Operação para prender os suspeitos do crime foi deflagrada nas primeiras horas do dia pela Polícia Civil e o MPRJ, e cumpriu mandados na casa de um dos policiais presos no mesmo condomínio onde o presidente Jair Bolsonaro tem casa, na zona oeste do Rio de Janeiro, segundo as autoridades

A FOTO A1Rio de Janeiro – Um policial militar reformado e um ex-policial militar foram presos, nesta terça-feira, por suspeita de envolvimento no assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL) e do motorista Anderson Gomes, às vésperas de o crime completar um ano, informaram a polícia e o Ministério Público do Rio de Janeiro.

A operação para prender os suspeitos do crime foi deflagrada nas primeiras horas do dia pela Polícia Civil e o MPRJ, e cumpriu mandados na casa de um dos policiais presos no mesmo condomínio onde o presidente Jair Bolsonaro tem casa, na zona oeste do Rio de Janeiro, segundo as autoridades.

“Foram presos dois policiais com participação direta e efetiva no crime”, disse à Reuters o secretário da Polícia Civil do RJ, Marcus Vinícius Braga. “Com essas prisões ficamos perto da solução do crime”, acrescentou.

Os suspeitos presos foram identificados como Ronnie Lessa e Élcio Vieira de Queiroz. Não foi possível contactar representantes dos suspeitos de imediato.

De acordo com as investigações, Lessa foi o autor dos disparos de arma de fogo contra Marielle e Anderson, enquanto Queiroz seria o condutor do veículo utilizado para a execução. Lessa é policial militar reformado, enquanto Queiroz foi policial militar, tendo sido expulso da corporação.

Marielle e Anderson foram assassinatos em uma emboscada em 14 de março do ano passado no bairro do Estácio, na zona norte do Rio.

O assassinato da então vereadora, que denunciava abusos cometidos por policiais militares, aconteceu quando ela voltava de um evento e o carro em que estava foi atingido por diversos tiros.

O crime chamou atenção de entidades internacionais de defesa dos direitos humanos, que têm cobrado das autoridades brasileiras uma solução para o caso.

A denúncia apresentada pelo MPRJ contra os suspeitos presos nesta terça-feira afirma que “é inconteste que Marielle Francisco da Silva foi sumariamente executada em razão da atuação política na defesa das causas que defendia”.

É procedente dizer que a informação foi facilitada pela agência Reuters. Reportagem de Rich McKay. Edição em idioma português para OIPOL, Luján Frank Maraschio.

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PRF vai ter apoio Força Nacional nas rodovias federais no Rio Janeiro

Rio de Janeiro – A Força Nacional de Segurança Pública passa apoiar, a partir de dia 1º de março, as ações da Polícia Rodoviária Federal (PRF) nas rodovias federais no estado do Rio de Janeiro. Portaria do Ministério da Justiça, com essa determinação, está publicada no Diário Oficial da União desta sexta-feira.

O apoio da Força Nacional foi solicitada pelo diretor-geral da PRF, Marcos Furtado, e vai ter a duração de 15 dias, podendo ser prorrogado. De acordo com a portaria, a participação da Força Nacional será “na modalidade de patrulhamento motorizado, em caráter episódico e planejado”.

O contingente a ser disponibilizado obedecerá ao planejamento definido entre a Secretaria Nacional de Segurança Pública e a PRF. O apoio logístico será dado pela PRF, “que deverá disponibilizar a infraestrutura necessária à instalação de base administrativa da Força Nacional”.

É procedente dizer que a informação foi facilitada pela Agência Brasil (EBC). Edição em idioma português para OIPOL, Luján Frank Maraschio.

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Novo relato da corrupção brasileira

  • Cabral assume recebimento de propinas em depoimento na Justiça Federal
A Foto Agência Brasil
O ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral, que está preso desde 2016 – Arquivo/Agência Brasil

Rio de Janeiro – O ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral admitiu no dia 26 de fevereiro, pela primeira vez oficialmente, o recebimento de propina ao longo de sua carreira política. Ele prestou depoimento nesta terça-feira perante o juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal. O depoimento foi marcado a pedido do próprio Cabral e representa o último ato da Operação Fatura Exposta, que terá as sentenças emitidas em breve.

Perguntado por Bretas por que havia mudado de idéia, Cabral respondeu que a decisão foi fruto de reflexões feitas durante todo o tempo em que está preso. “Dois anos e três meses preso, conversando comigo e [com] minha consciência, tudo o que minha família tem passado. Em nome da minha família e da história, resolvi falar a verdade.”

Em seguida, Bretas perguntou sobre a Operação Fatura Exposta, que investigou o pagamento de propinas na área da saúde, incluindo o Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (Into), na época dirigido pelo médico Sergio Côrtes, que foi secretário estadual de Saúde de 2007 a 2013, no governo de Cabral.

“Sérgio Côrtes [eu] conheci em 2004 no Senado. Em 2006, Côrtes era coordenador do Into. Antes de assumir, eu fiz a primeira ação grave para um chefe de Estado. Apresentei o [empresário] Arthur Soares. Ele havia me ajudado em campanhas em caixa 2. Eu disse ao Côrtes que íamos combinar uma propina: ‘3% para mim e 2% para você’. O Côrtes se sentiu muito à vontade para me introduzir [apresentar] o Miguel Iskin [empresário da área de equipamentos médicos, também condenado por corrupção].”

Grupo político

O juiz Marcelo Bretas pediu a Cabral que detalhasse como funcionava o grupo político em sua administração, e o ex- governador respondeu: “Tinha o Regis Fichtner, que cuidava da parte técnica. Ele é um homem rico hoje. O Carlos Miranda tinha uma promessa de eu dar US$ 7 milhões. O Fichtner era responsável pelo arcabouço jurídico.  Recebia propinas, assim como o Côrtes.”

Ele citou ainda o então vice-governador e secretário de Obras, Luiz Fernando Pezão, entre os que recebiam propinas. “Para o Pezão, eram cerca de R$ 150 mil por mês”, contou.

“O Eduardo Paes foi meu secretário de Esporte e Lazer. [Para] as obras do estádio Maracanã, para os Jogos Pan-Americanos, de fato havia uma propina, de obras contratadas em governos passados, mas o Eduardo Paes não recebeu nenhum tipo de benefício. Entretanto, na campanha dele, de 2008, o Miguel Iskin deu mais de R$ 1 milhão para a campanha dele. O Arthur Soares [conhecido como Rei Arthur, empresário do ramo de prestação de serviços ao governo, foragido], que havia sido o maior contribuinte para a minha campanha em 2006, deu para a campanha do Eduardo Paes, se não me falha a memória, algo em torno de R$ 3 milhões a R$ 4 milhões”, acrescentou Cabral.

Procurada, a defesa de Paes respondeu que “as contas da campanha eleitoral desde 2008 foram devidamente aprovadas pela Justiça Eleitoral”.

Foto Agência Brasil
O ex-governador Luiz Fernando Pezão, que foi secretário de Obras na gestão de Sérgio Cabral – Arquivo/Agência Brasil.

Segundo Cabral, a campanha de Pezão ao governo do estado custou R$ 400 milhões. Ao ser lembrado por Bretas de que, anteriormente, tinha negado esses fatos, Cabral declarou que havia faltado com a verdade: “Eu peço desculpas, porque eu menti.”

De acordo com Cabral, quase todos empresários que fazem doações eleitorais esperam receber algo em troca no futuro. “Raríssimos os empresários que deram dinheiro em campanhas eleitoral que não esperavam resultados. Todos esperam um retorno. É uma espécie de toma lá dá cá. Você me ajudou, e eu vou ajudá-lo”, explicou.

Caixa 2

Questionado por Bretas por que ele sempre havia dito que o dinheiro de propina era caixa 2, Cabral respondeu que era difícil admitir, dizer que havia roubado. “Dói muito. Hoje não me dói mais. A alguém que tem uma carreira política reconhecida pela população, dói muito [chegar aqui e dizer que roubou].”

Sobre a participação de sua esposa, a advogada Adriana Ancelmo, no esquema de pagamento de propina, o ex-governador negou: “Adriana tinha o escritório dela, e eu contaminei o escritório dela. Enganei minha esposa. E a prejudiquei.”

A mudança de postura de Cabral reflete a troca dos responsáveis por sua defesa, que era feita pelo advogado Rodrigo Roca, substituído recentemente por Marcio Delambert, com objetivo de diminuir o total das penas impostas a ele, que já chega a 200 anos de prisão.

Defesa de Côrtes

O advogado Gustavo Teixeira, que defende o ex-secretário Sérgio Côrtes, e seu cliente assistiram ao depoimento de Cabral. Ele disse que o depoimento do ex-governador nada acrescentou ao que Côrtes já havia admitido em juizo. Segundo o advogado, Côrtes já havia confessadoo o recebimento de propina, tendo inclusive feito a devolução de R$ 15 milhões à Justiça.

É procedente dizer que a informação foi facilitada pela Agência Brasil (EBC). Edição em idioma português para OIPOL, Luján Frank Maraschio.

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Supostas tentativas de prejudicar investigações em Rio de Janeiro

  • Polícia Federal cumpre mandados no caso da vereadora
A Foto Agencia Brasil ----
Marielle Franco, vereadora do PSOL, foi morta no Rio em março de 2018 (Arquivo/Guilherme Cunha/Alerj)

Rio de Janeiro – Policiais federais cumprem o dia 21 de fevereiro, no Rio de Janeiro, oito mandados de busca e apreensão para apurar supostas tentativas visando prejudicar as investigações dos homicídios da vereadora Marielle Franco e seu motorista, Anderson Gomes, ocorridos em março de 2018. Segundo a Polícia Federal (PF), a apuração é sigilosa e os mandados foram autorizados pela Justiça.

A Polícia Federal começou sua apuração em novembro do ano passado, depois de receber denúncias de que agentes do estado estariam agindo para prejudicar as investigações do caso, a cargo da Delegacia de Homicídios da capital, da Polícia Civil.

De acordo com a PF, os agentes federais não estão apurando a autoria ou motivação dos assassinatos, já que isso é responsabilidade da Polícia Civil. A PF informou que não vai se manifestar sobre sua investigação até que seja concluída.

Cabe assinalar que a informação foi facilitada pela Agência Brasil (EBC). Edição em idioma português para OIPOL, Luján Frank Maraschio.

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Operações sistemáticas da Polícia Civil fluminense

  • Polícia Civil prende gerente do tráfico dos Morros Pavão-Pavãozinho e Cantagalo, em Copacabana.
  • Policiais da DEAM de Cabo Frio prendem três pessoas envolvidas no estupro de adolescente surda-muda

A Foto A Polícia Civil do Rio de Janeiro - -Rio de Janeiro – Policiais da 13ª DP (Ipanema) prenderam, nesta terça-feira 19 de fevereiro Renée Vitor Soares da Silva, 25 anos. Ele é apontado como gerente do tráfico de drogas nas comunidades do Pavão-Pavãozinho e Cantagalo, na Zona Sul do Rio. Contra o criminoso havia um mandado de prisão por associação e tráfico de drogas.

De acordo com a delegada Patrícia de Paiva Aguiar, titular da unidade, o traficante faz parte da quadrilha que liderou invasões a outras comunidades da Zona Sul do Rio, no ano passado.

As investigações apontaram que ele era um contato direto do traficante Paulo Ribeiro Ferreira, o “Timbão”, gerente geral do tráfico nas comunidades do Pavão-Pavãozinho e Cantagalo. A dupla tratava com frequencia de assuntos sobre a movimentação na venda das drogas e contabilidade do tráfico.

Ainda segundo a delegada, Renée também tem ligação direta com o traficante Luciano Lima de Souza, conhecido como “Imperador”, responsável pela segurança da quadrilha. Timbão e Imperador são considerados foragidos da Justiça.

Estupro de surda-muda

A Foto A Polícia Civil do Rio de JaneiroPor outro lado, policiais da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher de Cabo Frio (DEAM/Cabo Frio) prenderam, na terça-feira (19/02), Leonardo Ramos Machado, Denis Willian Nascimento da Silva e Thiago Luís Nascimento da Silva. Eles são acusados de terem estuprado uma adolescente surda-muda, fato ocorrido há cerca de um ano e meio, no município de Cabo Frio.

Contra eles foram cumpridos mandados de prisão temporária, expedidos pelo Juízo da 1ª Vara Criminal de Cabo Frio, com base na investigação realizada no inquérito policial instaurado pela especializada.

Segundo as informações, No dia 30 de janeiro deste ano, a adolescente ,acompanhada de sua mãe, compareceu na unidade policial com o objetivo de denunciar ter sido estuprada e identificou Leonardo, tio da vítima, além de Thiago e Denis, amigos da família, como autores do crime.

A vítima, que é deficiente auditiva, com a colaboração de uma intérprete de libras, relatou que era levada pelos três acusados para uma casa, onde praticavam sexo sem o seu consentimento.

Com base nas investigações, a delegada Juliana Hattes representou pelas prisões temporárias, que foram deferidas hpje pelo juízo, e de imediato cumpridas pela equipe da especializada.

É Procedente assinalar que a informação foi facilitada pela Polícia Civil do Estado de Rio de Janeiro. Edição em idioma português para OIPOL, Luján Frank Maraschio.

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Operação do MPMG prende oito funcionários da mineradora Vale

A Foto Agência Brasil ------Rio de Janeiro – Oito funcionários da companhia Vale foram presos temporariamente o dia 15 de fevereiro em uma operação deflagrada pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), com o apoio das polícias civis e militares dos estados de Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro.

Os alvos dos mandados de prisão cumpridos nesta manhã são suspeitos de responsabilidade criminal pelo rompimento da Barragem 1 da Mina do Córrego do Feijão, em Brumadinho. Entre os presos estão quatro gerentes e quatro técnicos diretamente envolvidos na segurança e estabilidade do empreendimento. Todos ficarão detidos por 30 dias e serão ouvidos pelo MPMG em Belo Horizonte. Além dos crimes de homicídio qualificado, eles poderão responder por crimes ambientais e falsidade ideológica.

Estão sendo cumpridos ainda 14 mandados de busca e apreensão nos três estados, incluindo a sede da empresa Vale no Rio. Foram levados pelos agentes computadores e documentos em diferentes endereços.

Também são alvos dos mandados de busca e apreensão quatro funcionários da empresa alemã Tüv Süd, que prestou serviços de estabilização da barragem rompida para a Vale, entre eles, um diretor.

“Os documentos e provas apreendidos serão encaminhados ao MPMG para análise. De acordo com os promotores de Justiça, as medidas estão amparadas em elementos concretos colhidos até o momento nas investigações conduzidas pela força-tarefa e são imprescindíveis para a completa apuração dos fatos”, diz a nota do MPMG.

Em nota, a Vale informou que continua colaborando com as autoridades responsáveis pelas investigações. “A Vale permanecerá contribuindo com as investigações para a apuração dos fatos, juntamente com o apoio incondicional às famílias atingidas.”

Há duas semanas, o MPMG, o Ministério Público Federal e a Polícia Federal conduziram outra ação em decorrência do rompimento da barragem de Brumadinho, que resultou na prisão temporária de três funcionários da Vale responsáveis pelo empreendimento e dois engenheiros terceirizados que atestaram a segurança da barragem. Eles já foram liberados.

Suspeitos de fraudes

É preciso lembrar que, dois engenheiros, suspeitos de fraudar laudos técnicos da empresa Vale, permitindo operações na barragem da Mina Córrego do Feijão, em Brumadinho, nos arredores de Belo Horizonte, foram presos na manhã do dia 29 de janeiro em São Paulo. A ordem de prisão foi expedida pela Justiça de Minas Gerais.

Segundo informações preliminares, os pedidos de prisão foram expedidos no fim de semana anterior. Os homens foram presos em casa. Há desdobramentos da operação também em Minas Gerais. Porém, não foram detalhadas as ações nem os locais.

A força-tarefa envolve a Polícia Federal, o Ministério Público Estadual e Federal e a Polícia Civil, além de policiais, promotores e procuradores de Minas.

Ações

A Polícia Federal – em conjunto com o Ministério Público Federal, os ministérios públicos estaduais de Minas Gerais e São Paulo, e as Polícias Civil e Militar de Minas Gerais – deflagrou uma ação para cumprimento de mandados judiciais, visando a apurar responsabilidade criminal pelo rompimento de barragem que havia na mina do Córrego do Feijão em Brumadinho.

Os cinco mandados judiciais de busca e apreensão foram expedidos pela Justiça Federal em Belo Horizonte foram cumpridos nas cidades de Nova Lima (MG) e São Paulo (SP) em sedes de duas empresas e nas casas de pessoas relacionadas à Vale.

Sete mandados judiciais de busca e apreensão expedidos pelo Juízo da Comarca de Brumadinho foram cumpridos na região metropolitana de Belo Horizonte e as restantes na capital paulista.

Cinco mandados judiciais de prisão temporária também expedidos pelo Juízo da Comarca de Brumadinho, com validade de 30 dias, foram cumpridos, sendo três na região metropolitana de Belo Horizonte e as restantes em São Paulo.

Outro lado

Em nota, a Vale diz que está à disposição das autoridades. “Referente aos mandados cumpridos nesta manhã, a Vale informa que está colaborando plenamente com as autoridades. A Vale permanecerá contribuindo com as investigações para a apuração dos fatos, juntamente com o apoio incondicional às famílias atingidas.”

Cabe assinalar que a informação foi facilitada pela Agência Brasil, com informações da TV Brasil em São Paulo. Colaborou Vitor Abdala, do Rio de Janeiro. Edição em idioma português para OIPOL Luján Frank Maraschio.

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Operação contra suspeitos de integrar milícia no Rio de Janeiro

  • A coordenação foi feita pelo Departamento Geral de Combate à Corrupção, ao Crime Organizado e a Lavagem de Dinheiro, com apoio do Departamento Geral de Polícia da Capital, da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas e Inquéritos Especiais (Draco), da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) e de policiais militares
A FOTO POLICIA CIVIL RIO DE JANEIRO - - -
FOTO POLICIA CIVIL RIO DE JANEIRO

Rio de Janeiro – Policiais civis cumprem dia 14 de fevereiro 20 mandados de prisão e 18 de busca e apreensão contra suspeitos de integrar a milícia conhecida como Liga da Justiça.

Entre os alvos da ação estão Wellington da Silva Braga, o Ecko, e seu irmão, Luis Antonio da Silva Braga, o Zinho, apontados como líderes do grupo que é umas das principais milícias do estado do Rio de Janeiro.

O foco da ação é um esquema de lavagem de dinheiro do grupo, que seria chefiado por Zinho. A Justiça autorizou o sequestro e bloqueio de R$ 4 milhões em imóveis de alto padrão comprados por suspeitos de integrar o grupo, com dinheiro supostamente proveniente de atividades criminosas.

A operação foi coordenada pelo Departamento Geral de Combate à Corrupção, ao Crime Organizado e a Lavagem de Dinheiro, com apoio do Departamento Geral de Polícia da Capital, da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas e Inquéritos Especiais (Draco), da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) e de policiais militares.

É procedente assinalar que a informação foi facilitada pela Agência Brasil (BEM). Edição em idioma português para OIPOL, Luján Frank Maraschio.

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Madrugada de morte em Rio de Janeiro

  • Incêndio no centro de treinamento do Flamengo deixa mais de dez vitimas
Incêndio no centro de treinamento do Flamengo deixa dez mortos
Incêndio no centro de treinamento do Flamengo deixa dez mortos. Tomaz Silva/Agência Brasil

Rio de Janeiro –  Um incêndio no centro de treinamento do Flamengo, na zona oeste da cidade do Rio de Janeiro, deixou dez mortos e três feridos na madrugada do dia 8 fevereiro. O Corpo de Bombeiros ainda não tem informação sobre os nomes das vítimas.

Equipes dos bombeiros ainda trabalham no local, conhecido como Ninho do Urubu, que fica no bairro da Vargem Grande.

As chamas atingiram principalmente os alojamentos onde dormiam os jogadores de base do time.

É procedente assinalar que a informação foi facilitada pela Agência Brasil (EBC). Edição em idioma português para OIPOL, Luján Frank Maraschio.

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A Guerra anticorrupção no Brasil não tem fim

  • Operação policial em Rio de Janeiro contra lavagem de dinheiro e fraude em licitações
  • Entre os alvos estão o deputado federal eleito, ex-presidente do Detran-RJ e ex-prefeito de Três Rios, Vinícius Farah
Foto Agência Brasil (EBC)
Foto Agência Brasil (EBC)

Rio de Janeiro – Policiais civis cumprem hoje (30) 18 mandados de busca e apreensão e 10 mandados de bloqueio de contas bancárias contra suspeitos de fraudes em licitações no Departamento Estadual de Trânsito (Detran-RJ) e na prefeitura de Três Rios. A operação, chamada Barão de Entre-Rios, investiga ainda a lavagem do dinheiro desviado.

Entre os alvos da operação estão o deputado federal eleito, ex-presidente do Detran-RJ e ex-prefeito de Três Rios, Vinícius Farah. Segundo a Polícia Civil, Farah é proprietário de diversas empresas, inclusive de fast food, sendo algumas delas comandadas por “laranjas” (familiares e seu procurador).

Além de Farah, são alvos da ação a mulher dele, Sonia Farah, sua filha Eunice Farah, o também ex-presidente do Detran Leonardo Jacob, Celso Jacob Filho, Fernanda Curdi e Leonardo Rezende.

Celso Jacob Filho, que é secretário de Esporte e Lazer de Três Rios, seria sócio da boate Zoox Club junto com Leonardo Jacob. O negócio também seria usado para lavagem de dinheiro.

Já Fernanda Pereira Curdi foi chefe do setor de Licitação da Prefeitura de Três Rios de 2004 a 2016 e posteriormente chefe do setor de compras do Detran-RJ, chegando a assumir a Presidência do órgão. Ela é apontada pela Polícia Civil como encarregada de manipular o processo licitatório para que as empresas comprometidas com o esquema vencessem.

É procedente assinalar que a informação foi facilitada pela Agência Brasil (EBC). Edição em idioma português para OIPOL, Luján Frank Maraschio.

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Nova batalha contra o crime organizado no Rio de Janeiro

Operação prende milicianos que agem na zona oeste

a foto a ----------Rio de Janeiro – O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) desencadeou na manhã de hoje (22) uma operação para prender 13 integrantes de organização criminosa que atua em Rio das Pedras, Muzema e adjacências, todas no Rio de Janeiro.

O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) conta com o apoio da Coordenadoria de Segurança e Inteligência, da Draco e da Core/Polícia Civil. Estão sendo cumpridos mandados de busca e apreensão.

Já foram presos pelo menos cinco dos integrantes da organização, entre eles um major da Polícia Militar; o tenente reformado também da PM Maurício Silva da Costa, o Maurição, que seria o chefe do grupo de milicianos, posto que dividia com o ex-capitão do Batalhão de Operações Especiais (Bope) Adriano Magalhães.

Segundo nota do MPRJ, as investigações, realizadas por meio de escutas telefônicas e notícias de crimes, recebidas pelo canal Disque Denúncia, “evidenciam que os denunciados estão envolvidos em atividades de grilagem, construção, venda e locação ilegais de imóveis; receptação de carga roubada; posse e porte ilegal de arma; e extorsão de moradores e comerciantes, mediante cobrança de taxas referentes a ‘serviços’ prestados.

Eles são acusados, ainda, de ocultação de bens adquiridos com os proventos das atividades ilícitas, por meio de ‘laranjas’; falsificação de documentos; pagamento de propina a agentes públicos; agiotagem; utilização de ligações clandestinas de água e energia; uso da força como meio de intimidação e demonstração de poder, para manutenção do domínio territorial na região de Jacarepaguá.

Segundo ainda o Ministério Público, foram denunciados Ronald Paulo Alves Pereira (conhecido como major Ronald); Marcus Vinicius Reis dos Santos (Fininho); Manoel de Brito Batista (o Cabelo); Júlio Cesar Veloso Serra; Daniel Alves de Souza; Laerte Silva de Lima; Gerardo Alves Mascarenhas (conhecido como Pirata); Benedito Aurélio Ferreira Carvalho (o Aurélio); Jorge Alberto Moreth (Beto Bomba), Fabiano Cordeiro Ferreira (Mágico) e Fábio Campelo Lima.

Apuração

O MPRJ informou que “as relações estabelecidas entre os criminosos e a natureza das funções desempenhadas por cada um deles na hierarquia da organização, tais como segurança (ou braço armado), agente de cobrança de taxas, lavagem de dinheiro (na figura de laranjas), agiotagem e forte atuação no ramo ilegal imobiliário”.

A denúncia indica que o Capitão Adriano, o Major Ronald e o tenente reformado da PM Maurício Silva da Costa são os líderes da organização. Já Jorge Alberto Moreth (o Beto Bomba) é presidente da Associação de Moradores de Rio das Pedras, cargo que, segundo o MP, “foi conquistado a partir de ameaças e uso de força, sendo exatamente nesta organização social onde se consolidam as transações de compra e venda dos imóveis construídos ilegalmente e a manipulação de documentos necessários à concretização de operações ilícitas”.

Homicídios

As informações divulgadas pelo Ministério Público sustentam que alguns dos integrantes do grupo também respondem pelo homicídio de Júlio de Araújo, em 24 de setembro de 2015. Araújo foi executado a queima roupa com disparos de arma de fogo desferido em sua cabeça, no que o MP acredita ter sido um crime de queima de arquivo.

Na denúncia, o MPRJ requer a condenação dos denunciados, incursos, com variações conforme a atuação de cada um, em penas que vão desde acusações de promover, constituir, financiar ou integrar, pessoalmente ou por interposta pessoa, organização criminosa, com pena de reclusão de três a oito anos, e multa; até acusações de assassinatos.

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Governador do Rio de Janeiro promete vencer o crime organizado

a foto agencia brasil --- -----Rio de Janeiro – O governador do Rio, Wilson Witzel, garantiu no domingo 6 de janeiro que o seu governo vencerá o crime organizado, usando de todos os meios para isso. Ele esteve presente hoje ao sepultamento do soldado Daniel Henrique Mariotti, morto no sábado (5), em confronto com assaltantes, e fez questão de carregar o caixão do militar.

“Nós não vamos permitir que o crime organizado continue barbarizando a nossa sociedade. É preciso agir com rigor. Nós temos a convicção de que vamos vencer o crime organizado. O Estado é mais forte. Vamos utilizar todos os esforços e meios para aniquilar e asfixiar o crime organizado”, declarou o governador, após o sepultamento do soldado.

O comandante da Polícia Militar, alçado a secretário de estado no atual governo, coronel Rogério Figueiredo, também destacou que a ação de criminosos contra policiais será respondida de forma enérgica.
“A nossa resposta sempre vai ser muito forte. Não vamos admitir qualquer enfrentamento à Polícia Militar. Qualquer policial militar que for vitimado, a PM dará resposta dentro da forma da lei”, disse Figueiredo.

Também estiveram presentes ao enterro, o senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) e o vice-governador, Cláudio Castro, entre outras autoridades.

Daniel Henrique foi o primeiro policial militar morto no ano. Ele morreu quando tentava evitar um assalto, na Linha Amarela, no início da noite de ontem.

Pela manhã, o presidente Jair Bolsonaro lamentou no Twitter a morte do soldado. “Meu pesar à família de mais um PM assassinado no RJ, o soldado Mariotti. A caça aos agentes de segurança e o massacre dos cidadãos de bem sempre foram tratados como números. Legislativo, Executivo e Judiciário juntos, devem na lei, propiciar garantias para que o bem vença o mal”, disse o presidente.

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Investigação de fraudes envolvendo alimentação em presídios do Rio de Janeiro

  • O alvo é uma organização criminosa acusada de fraude na licitação para a exploração de cantinas em penitenciárias do estado fluminense

A Foto Agencia Brasil ----Rio de Janeiro – O Grupo de Atuação Especializada em Segurança Pública (Gaesp) do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) cumpriram o dia 27 de dezembro oito mandados de busca e apreensão em uma investigação contra fraudes envolvendo a alimentação em presídios do Rio.

Segundo nota divulgada pelo MPRJ, o alvo é uma organização criminosa acusada de fraude na licitação para a exploração de cantinas em penitenciárias do estado do Rio de Janeiro.

Ainda de acordo com o MPRJ, também participam da ação a Corregedoria da Polícia Militar e a Secretaria Estadual de Administração Penitenciária, responsável pelos presídios fluminenses.

É preciso assinalar que a informação foi facilitada pela Agência Brasil (EBC). Edição em idioma português para OIPOL, Luján Frank Maraschio.

 

Procuram acusados de corrupção no transporte alternativo do Rio de Janeiro

  • De acordo com o MPRJ, a investigação mostrou que fiscais do Departamento de Transportes Rodoviários do Estado do Rio de Janeiro (Detro) receberam, por diversas vezes, propina para não reprimir o transporte clandestino de passageiros por vans e moto táxis

Rio de Janeiro – Uma operação da Polícia Civil e do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) cumpriram no dia17 dezembro12 mandados de prisão preventiva e 11 mandados de busca e apreensão contra acusados de participação em um esquema de corrupção envolvendo transporte alternativo no Grande Rio. A Operação Parasito busca desarticular uma quadrilha especializada na corrupção de agentes públicos para viabilizar o funcionamento de transporte alternativo de passageiros.

De acordo com o MPRJ, a investigação mostrou que fiscais do Departamento de Transportes Rodoviários do Estado do Rio de Janeiro (Detro) receberam, por diversas vezes, propina para não reprimir o transporte clandestino de passageiros por vans e moto táxis. A outra parte dos denunciados pelo MPRJ são pessoas que atuavam no transporte alternativo irregular e pagavam a propina tanto a agentes públicos lotados no Detro quanto a policiais militares lotados em órgão de fiscalização rodoviária.

Segundo o MPRJ, tanto os fiscais quanto aqueles que pagavam a propina integram uma organização criminosa. Durante as investigações, de acordo com o MPRJ, foram interceptadas várias conversas entre os denunciados, que tratam de pagamento de valores indevidos. Os investigadores conseguiram, inclusive, imagens do encontro de fiscais para receber propina paga por motoristas de vans e lotadas. Os alvos da operação foram denunciados por organização criminosa, corrupção passiva e corrupção ativa.

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Investigam a corrupção na saúde de Rio de Janeiro

A Foto Polícia Civil do Rio de Janeiro ----Rio de Janeiro – Policiais civis e integrantes do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) cumpriram no dia 14 de dezembro onze mandados de prisão contra acusados de desviar recursos públicos da saúde no Rio de Janeiro. Entre os alvos, está o empresário Daniel Gomes da Silva,  acusado de desviar R$ 15 milhões através de contratos firmados junto a unidades de saúde.

Também foram cumpridos 44 mandados de busca e apreensão. Ao todo, 22 pessoas foram denunciadas pelos crimes de organização criminosa, peculato e lavagem de dinheiro.

Os mandados judiciais estão sendo cumpridos no Rio de Janeiro, Duque de Caxias, Itaboraí e Nova Friburgo, além dos estados de Goiás e da Paraíba.

A chamada Operação Calvário foi autorizada pela 42ª Vara Criminal do Rio de Janeiro e conta com o apoio da Polícia Federal e dos ministérios públicos da Paraíba e Goiás.

Cabe assinalar que a informação foi facilitada pela Agência Brasil (EBC). Edição em idioma português para OIPOL, Luján Frank Maraschio.

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Apreendem mais de 100 quilos de pasta de cocaína no centro-sul fluminense

A Foto Agencia Brasil -----
PRF apreende 150 kg de cocaína em fundo falso de carro – Imagem de divulgação/PRF

Rio de Janeiro – Policiais rodoviários federais e agentes da Polícia Civil apreenderam, na madrugada de hoje (11), 100 quilos de pasta de cocaína durante uma blitz na rodovia Rio-Juiz de Fora (BR-040). A apreensão ocorreu na altura de Três Rios, no centro-sul fluminense, próximo à divisa com Minas Gerais.

A droga, que estava no fundo falso de um carro, seria levada ao Complexo do Alemão, na zona norte do Rio, de acordo com informações da Polícia Rodoviária Federal (PRF).

Ainda segundo a PRF, a dupla que estava no carro, de 39 e 40 anos, confessou que entregaria a pasta de cocaína, dividida em mais de 100 tabletes, na comunidade, que é considerada um dos principais pontos de venda e distribuição de drogas da cidade. Eles foram indiciados por tráfico de entorpecentes e associação para o tráfico.

É procedente assinalar que a informação foi facilitada pela Agência Brasil (EBC). Edição em idioma português para OIPOL, Luján Frank Maraschio.

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Prendem prefeito de Niterói acusado de corrupção

A Agência Brasil (EBC) - - -
Foto Agência Brasil (EBC)

Rio de Janeiro – Policiais civis e representantes do Ministério Público fazem hoje (10) operação para prender o prefeito de Niterói, Rodrigo Neves, sob a acusação de corrupção e formação de organização criminosa. Além do prefeito, são alvos da ação o ex-secretário municipal de Obras Domício Mascarenhas de Andrade e três empresários do ramo de transporte público rodoviário. De acordo com o Ministério Público Estadual (MPRJ), as empresas de ônibus pagavam propina aos agentes públicos da cidade.

De 2014 a 2018, segundo o MPRJ, foram desviados aproximadamente R$ 10,9 milhões dos cofres públicos para pagamentos ilegais.

O Tribunal de Justiça expediu mandados de prisão preventiva e de busca e apreensão contra os acusados, que estão sendo cumpridos na manhã de hoje no gabinete do prefeito, nas sede de oito empresas de ônibus, nos escritórios dos consórcios Transoceânico e Transnit e no Sindicato das Empresas de Transportes Rodoviários do Estado do Rio de Janeiro (Setrerj).

A chamada Operação Alameda, um desdobramento da Operação Lava Jato, é resultado de acordo de colaboração premiada firmado pelo empresário Marcelo Traça com o Ministério Público Federal e do compartilhamento de provas, autorizado pelo Juízo da 7ª Vara Federal.

É procedente dizer que a informação foi facilitada pela Agência Brasil (EBC). Edição em idioma português para OIPOL, Luján Frank Maraschio.

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Prisão para suspeitos de tráfico no Rio de Janeiro

  • Os alvos da operação são suspeitos de crimes como extorsão, corrupção de menores, receptação, tentativa de homicídio e lavagem de dinheiro, além de tráfico de drogas
A Foto Agencia Brasil -----
Foto Agencia Brasil (EBC)

Rio de Janeiro – Policiais civis cumpriram no dia 4 de dicembro 36 mandados de prisão contra suspeitos de envolvimento com a venda de drogas em Magé, na Baixada Fluminense. De acordo com a Polícia Civil, o grupo controla o comércio de entorpecentes na localidade da Pinguela, no bairro da Lagoa, em Magé.

Os alvos da operação são suspeitos de crimes como extorsão, corrupção de menores, receptação, tentativa de homicídio e lavagem de dinheiro, além de tráfico de drogas.

Os mandados de prisão e dois mandados de busca e apreensão estão sendo cumpridos em Magé, Petrópolis, Teresópolis, Niterói, Maricá e outras cidades, segundo a Polícia Civil.

Ainda de acordo com a Polícia Civil, a quadrilha se divide em três núcleos, um operacional, um logístico (que fornecia condições materiais e apoio à organização criminoso) e um financeiro (que fornecia contas bancárias para a lavagem do dinheiro). A ação conta com o apoio do Ministério Público do Rio.

É procedente assinalar que a informação foi facilitada pela Agência Brasil (EBC). Edição em idioma português para OIPOL, Luján Frank Maraschio.

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O governador de Rio de Janeiro recebia mesada de R$ 150 mil

  • Luiz Fernando Pezão (MDB), preso o dia 29 de novembro, recebia propina em envelopes azuis para despistar quaisquer suspeitas, segundo delator.
A Foto Agencia Brasil --- -----
Polícia Federal prendeu na manhã de hoje Pezão e mais oito pessoas – Foto Marcelo Sayão

Rio de Janeiro – O operador financeiro Carlos Emanuel de Carvalho Miranda, em delação premiada, afirmou que o governador do Rio Luiz Fernando Pezão (MDB), preso o dia 29 de novembro, recebia propina em envelopes azuis para despistar quaisquer suspeitas. Segundo ele, Pezão recebia uma espécie de mesada de R$ 150 mil e mais um “13º” salário de mesmo valor.

Miranda disse que os repasses ocorreram de março de 2007 a março de 2014. De acordo com ele, recebeu orientações do ex-governador do Rio Sergio Cabral, logo no seu primeiro mandato, para fazer os pagamentos a Pezão.

“Além do pagamento mensal de R$ 150 mil, havia também o pagamento de um 13º salário de mesmo valor no final do ano”, diz o delator. “Que os recursos eram transportados em envelopes azuis para não chamar a atenção.”

A Agência Brasil teve acesso ao conteúdo da delação de Carlos Miranda ao Ministério Público Federal. Pezão, segundo o delator, tinha vários codinomes “Pé” , “Pezzone” e “Big Foot”.

“Os pagamentos foram religiosamente cumpridos”, diz o delator. “Depois de [Sergio] Cabral [ex-governador do Rio]  sair do governo, os pagamentos inverteram. Pezão passou a enviar a Cabral R$ 400 mil mensais.”

A Polícia Federal prendeu na manhã de hoje Pezão e mais oito pessoas. Todos tiveram a prisão decretada por ordem do ministro Félix Fischer, do Superior Tribunal de Justiça (STJ).

A  procuradora-geral da República, Raquel Dodge, disse que a prisão de Pezão foi motivada a pedido do Ministério Público porque os crimes de corrupção e lavagem de dinheiro estavam em andamento.

PF ainda busca dinheiro de Pezão 

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Delegado Alexandre Bessa é o responsável pela investigação que prendeu o governador Pezão – Arquivo/Agência Brasil

Depois de prender o governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, a Polícia Federal tenta identificar onde está o dinheiro que teria sido desviado em um esquema de propinas. De acordo com o delegado federal Alexandre Bessa, responsável pelas investigações que levaram à prisão de Pezão o dia 29 de novembro, o governador teria recebido propinas de empresas em contratos do governo do estado, mas os policiais federais ainda não sabem explicar onde está o dinheiro ou que vantagens indiretas Pezão teria recebido nesse esquema.

Segundo Bessa, Pezão era um dos beneficiários do esquema de propina supostamente liderados pelo ex-governador Sérgio Cabral, quando ele ainda era vice-governador – de 2007 a 2014 -, e passou a liderar o esquema quando assumiu o governo do estado, a partir de 2014.

As principais provas contra Pezão são delações premiadas, como a do ex-operador financeiro de Cabral, Carlos Miranda, e bilhetes referentes a propinas, encontrados na casa de Luiz Carlos Bezerra, ex-assessor de Cabral, durante as investigações da Operação Calicute, em novembro de 2016.

“Pedimos compartilhamento de informações da Operação Calicute, em que foram identificados alguns bilhetes apreendidos na residência de Luiz Carlos Bezerra (ex-assessor de Cabral preso na Calicute) que identificava pagamentos de propina para vários atores. Um deles [atores] identificamos que fosse Pezão, pelo sobrenome, pelos apelidos que foram dados nesses bilhetes”, disse Bezerra.

O delegado disse que foram identificadas pelo menos 22 anotações relacionadas a Pezão, que totalizaram R$ 2,2 milhões em propinas. Depois disso, para corroborar essas informações, a PF fez, segundo Bessa, análises de caixas de e-mails, de movimentações financeiras e análises fiscais.

“Identificamos que as hipóteses levantadas pelas colaborações premiadas foram corroboradas por elementos externos e independentes. Fizemos cruzamentos de dados telefônicos de conversas do governador do estado com Luiz Carlos Bezerra, pessoa que a princípio não teria nenhuma relação de amizade ou de trabalho, mas que, nas datas que estavam mencionadas nos bilhetes, ele [Pezão] estaria recebendo alguma parcela da caixa de propinas”, disse.

Para a PF, o esquema supostamente capitaneado por Pezão funcionava através da cobrança de vantagem indevida de cerca de 5%, algumas vezes chegando a 8%, sobre contratos de empresas com o governo do estado.

A investigação que resultou na prisão de Pezão identificou o pagamento de propina especialmente em obras de pavimentação, em que empresas ligadas a gestores estaduais eram beneficiadas. De acordo com a Procuradoria-Geral da República, o esquema movimentou, em valores atualizados, cerca de R$ 40 milhões de 2007 a 2015.

Bessa disse que o esquema funcionava pelo menos até junho deste ano, quando começaram as investigações, mas, depois de 2015, com a crise econômica do estado, o volume de dinheiro desviado diminuiu. “Nem sempre eles conseguiam arrecadar o que esperavam”, disse.

Apesar disso, a PF ainda não conseguiu localizar os recursos que teriam sido pagos indevidamente a Pezão. “Uma das razões da prisão do Luiz Fernando Pezão foi a não localização desses valores. Então a gente precisa continuar a investigação e há a necessidade da prisão dele nesse momento”, disse o delegado.

Bessa disse que uma das possíveis vantagens recebidas por Pezão, que ainda está sendo investigada, é a automação do serviço de áudio e vídeo da casa do governador, em Piraí, no interior do estado. “A Polícia Federal está fazendo perícia para saber se, de fato, houve essa instalação, qual realmente era o valor. A gente está apurando se de fato isso era pagamento de propina ou não”.

Segundo o delegado, foi feita a análise das movimentações bancárias de Pezão e constatou-se que ele movimenta pouco sua conta-corrente e faz poucos saques. “Isso chamou muito a atenção da investigação porque é natural que todo mundo faça saques de sua conta-corrente e ele não faz esses saques. Ou ele deve ter dinheiro em espécie guardado ou utiliza a conta de terceiros, de outras pessoas. A gente vai continuar a investigação”.

Cabe repetir que, além de Pezão, oito pessoas tiveram prisão preventiva decretada pela Justiça, entre elas José Iran Peixoto Júnior, secretário de Obras, e Affonso Henriques Monnerat Alves da Cruz, secretário de Governo, que já estava preso.

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Governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, é levado para a Polícia Federal – Marcelo Sayão/EFE/Direitos reservados

Pezão foi preso no início da manhã de hoje, na residência oficial dos governadores, o Palácio Laranjeiras. A Polícia Federal chegou por volta das 6h ao local, mas Pezão só deixou a casa por volta das 7h30, escoltado por dois carros da PF.

O governador foi encaminhado à Superintendência da Polícia Federal (PF) e deve ficar preso numa sala do Batalhão Especial Prisional (BEP) da Polícia Militar, em Niterói.

É procedente assinalar que a informação e fotografias foram facilitadas pela Agência Brasil (EBC). Edição em idioma português para OIPOL, Luján Frank Maraschio.

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Presidente eleito do Brasil confirma visita do assessor de segurança nacional estadunidense

  • “Feliz de receber a visita do Conselheiro de Segurança Nacional dos Estados Unidos”, anunciou Bolsonaro em sua conta no Twitter

A Foto Agência Brasil --Rio de Janeiro – O presidente eleito, Jair Bolsonaro, confirmou hoje (23) a visita do assistente presidencial dos Estados Unidos para assuntos de segurança nacional, John Bolton. O encontro deve ocorrer no Rio de Janeiro, na próxima quinta-feira (29).

“Feliz de receber a visita do Conselheiro de Segurança Nacional dos Estados Unidos, Sr. @AmbJohnBolton, na próxima semana. Certamente teremos uma conversa produtiva e positiva em prol de nossas nações. Bom dia a todos!”, escreveu Bolsonaro, em sua conta no Twitter.

Por meio da mesma rede social, Bolton já havia se manifestado na última quarta-feira (21) e disse estar ansioso para o encontro com Bolsonaro. “Compartilhamos muitos interesses bilaterais e trabalharemos de perto para expandir a liberdade e a prosperidade em todo o Hemisfério Ocidental”, escreveu o assistente do presidente Donald Trump.

Bolsonaro disse, em várias ocasiões, que tem admiração por Trump e que pretende conversar com presidente norte-americano sobre acordos na área militar, negociações comerciais e também questões regionais. Ele e Trump conversaram por telefone após o resultado das eleições.

Hoje pela manhã, o presidente eleito viajou de Brasília para São Paulo, onde passa por exames pré-operatórios para a cirurgia de retirada da bolsa de colostomia, no Hospital Albert Einstein. A previsão é que a cirurgia ocorra em 12 de dezembro, 20 dias antes da posse, marcada para 1º de janeiro de 2019.

Em 6 de setembro, durante a campanha eleitoral, Bolsonaro foi agredido com uma facada no abdômen e, desde então, passa por procedimentos para se recuperar da agressão.

É procedente dizer que a informação e foto foram facilitadas pela Agência Brasil (EBC). Edição em idioma português para OIPOL. Luján Frank Maraschio.

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Crime organizado esbarra com operação policial no Rio de Janeiro

  • Polícia Rodoviária Federal apreende 34 pistolas e 2.300 munições em estrada fluminense

A Foto PRFRio de Janeiro – Policiais rodoviários federais e policiais civis do Rio de Janeiro apreenderam dia 29 34 pistolas de uso restrito (9mm e .40) na Rodovia Presidente Dutra (BR-116), na altura de Seropédica, região metropolitana do Rio. Durante a ação, também foram recolhidas 2.313 munições, 7,3 quilos de cocaína e 1 kg de crack.

O material estava dentro de um carro, conduzido por um homem de 31 anos. Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), a abordagem foi feita durante uma ação para reprimir o tráfico de armas e munições na rodovia. Os policiais ficaram desconfiados quando o homem ficou nervoso.

De acordo com a PRF, o motorista confessou que receberia R$ 5 mil por fazer o transporte do armamento, trazido da cidade de Maringá (PR) e que tinha como destino a cidade do Rio de Janeiro.

É procedente assinalar que a informação foi facilitada pela Agência Brasil (EBC). Edição para OIPOL, Luján Frank Maraschio.

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Operação policial para prender acusados de integrar milícias no Brasil

  • Segundo investigação da Delegacia de Homicídios de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí, as quadrilhas assumiam o controle de comunidades antes controladas pelo tráfico de drogas e prometiam levar paz aos comerciantes e moradores

A FOTO POLICIA CIVIL RIO DE JANEIRO - - -Rio de Janeiro – Policiais civis cumprem o dia 24 de setembro 23 mandados de prisão preventiva contra acusados de integrar três milícias que atuam em São Gonçalo e Maricá, na região metropolitana do Rio de Janeiro.

A ação, que conta com o apoio do Grupo  de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público Estadual, também cumpriou 52 mandados de busca e apreensão.

Os grupos são acusados de extorquir moradores e comerciantes de comunidades e de explorar serviços ilegais.

Segundo investigação da Delegacia de Homicídios de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí, as quadrilhas assumiam o controle de comunidades antes controladas pelo tráfico de drogas e prometiam levar paz aos comerciantes e moradores.

Assim que passavam a controlar o território, cobravam uma taxa de segurança que podia chegar a R$ 12 mil, pagos por estabelecimentos comerciais.

Além disso, eles exploravam ilegalmente os serviços de distribuição de gás de botijão e de TV a cabo clandestina.

De acordo com o Ministério Público, uma das quadrilhas atuava nas comunidades do Engenho Pequeno, Zumbi e adjacências, em São Gonçalo; a segunda comandava os bairros de Porto Velho, Porto Novo, Pontal e arredores, também em São Gonçalo; e a terceira dominava os bairros de Itaipuaçu e Inoã, em Maricá.

A arrecadação das quadrilhas chegava a R$ 1,2 milhão por ano.

Cabe assinalar que a informação foi facilitada pela Agência Brasil (EBC). Edição para OIPOL, Luján Frank Maraschio.

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A maioria dos fluminenses quer prorrogar intervenção

A Foto Agência LusaRio de Janeiro, Brasil – Cerca de 72% dos moradores do estado do Rio de Janeiro apoiam uma possível continuidade da intervenção federal na segurança pública, prevista para ser encerrada em 31 de dezembro deste ano. Pesquisa do Instituto Datafolha mostra que 21% dos entrevistados são contra a manutenção da intervenção em 2019, 4% se declararam indiferentes e 4% não sabiam responder.

A pesquisa foi realizada entre 4 e 6 de setembro e entrevistou 1.357 pessoas com 16 anos ou mais. A margem de erro é de três pontos percentuais.

O levantamento aponta que o apoio à prorrogação da intervenção é menor na capital (68%) e maior nas demais cidades da região metropolitana (74%) e no interior do estado (75%).

O apoio também é menor entre as pessoas com nível superior (63%) do que entre as que têm ensino médio (73%) e fundamental (79%). Quando analisadas as idades dos entrevistados, a aprovação chega a 78%, na faixa etária de 45 a 59 anos e a 59% na população de 16 a 24 anos.

Transição

A intervenção federal na segurança pública foi solicitada pelo governador Luiz Fernando Pezão e decretada pelo presidente Michel Temer em fevereiro. No mês passado, quando a intervenção completou seis meses, o presidente disse estar “satisfeitíssimo” e que os resultados eram “extraordinários”.

Em apresentação a Temer, o gabinete da intervenção informou que, entre fevereiro e agosto, 35 pessoas morreram em confrontos nas operações com participação das Forças Armadas, dos quais três militares do Exército. Foram apreendidas 152 armas, sendo 86 pistolas, 37 granadas e 29 fuzis e detidas 518 pessoas, dos quais 56 crianças e adolescentes. Cerca de 92 mil militares participaram das operações.

A intervenção federal está em vigor até 31 de dezembro, fim dos mandatos de Michel Temer e de Pezão. Uma possível prorrogação da medida caberia aos próximos chefes do Executivo federal e estadual.

Na última segunda-feira (3), o governador do Rio de Janeiro e o interventor federal Walter Braga Netto, que é general do Exército e comandante militar do Leste, assinaram um plano de transição, que deixará a estrutura do gabinete de intervenção ativa até 30 de junho de 2019.

O plano tem o objetivo de regular as etapas da passagem de responsabilidades administrativa e operacional na área de segurança pública de volta para a esfera estadual.

Críticas

A política de segurança pública implementada pela intervenção vem sofrendo críticas de pesquisadores e defensores públicos. Na semana passada, representantes da Defensoria Pública da União (DPU) e da Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro (DPE-RJ) ouviram relatos de violações em visitas a comunidades do Rio de Janeiro e repassaram a representantes do Conselho Nacional de Direitos Humanos.

Pesquisadores do Observatório da Intervenção, do Centro de Estudos de Segurança e Cidadania (Cesec) da Universidade Cândido Mendes, também fizeram um balanço de seis meses da intervenção e alertaram que o Rio de Janeiro registrou aumento de 40% no número de tiroteios no período.

O relatório levanta ainda dados oficiais do Instituto de Segurança Pública do Rio de Janeiro e aponta um aumento de 4,7% na letalidade violenta e de 35,4% nos homicídios decorrentes de ação policial.

Cabe assinalar que a informação foi facilitada pela Agência Brasil (EBC). Edição para OIPOL, Luján Frank Maraschio.

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O narcotraficante Francisco Bonfim Lopes é condenado a 66 anos de prisão

  • Conhecido como Nem, chefe da quadrilha que controlava a venda de drogas na Rocinha até pouco tempo, Nem foi preso em novembro de 2011

A Foto A----Rio de Janeiro – O 3º Tribunal do Júri do Rio de Janeiro condenou Antônio Francisco Bonfim Lopes, conhecido como Nem, a 66 anos de prisão por dois homicídios, em maio de 2011. O julgamento, iniciado na última terça-feira (4), foi concluído na noite de ontem (7).

Apontado como chefe da quadrilha que controlava a venda de drogas na Rocinha até pouco tempo, Nem foi preso em novembro de 2011, durante operação na comunidade para a implantação da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP). Ele também é considerado um dos responsáveis pelos confrontos armados, iniciados em meados do ano passado, pelo controle dos pontos de comércio de drogas na favela.

Nem foi condenado pelos homicídios qualificados e pelas ocultações de cadáver da modelo Luana Rodrigues de Sousa e da amiga dela, Andressa de Oliveira.

“Assim, considerando o longo período da apontada liderança, bem como a vastidão de agentes sob o comando do acusado, que exercia poder avocando funções exclusivas do Estado, impedindo, inclusive, que o Estado exercesse na plenitude sua soberania, face ao exército de criminosos associados e cumpridores de ordens do réu e, finalmente, o poder bélico necessário para a garantia da liderança na comunidade”, diz a sentença.

Na mesma sentença, foi condenado Thiago de Souza Cheru, a 30 anos e quatro meses de prisão. Anderson Rosa Mendonça e Rodrigo Belo Ferreira foram absolvidos.

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Polícia Federal prende ex-secretário de Saúde do Rio de Janeiro

  • Investigações realizadas estiman contratos fraudados que permitiram o desvio de cerca de R$ 74 milhões dos cofres públicos

Rio de Janeiro – A Polícia Federal realiza desde as primeiras horas da manhã do dia 31 de agosto uma operação que tem como alvo organizações sociais contratadas pelo governo do Rio de Janeiro, durante a gestão do então governador Sérgio Cabral, para administrar hospitais do estado.

A Operação S.O.S, desdobramento da Lava Jato, mira desvio de recursos na contratação de organização social na área de saúde.

Foi decretada a prisão de 20 pessoas, entre elas, a do ex-secretário de Saúde Sérgio Cortês e dos empresários Miguel Iskin e Gustavo Estellita.

Cortês havia sido preso no ano passado, mas foi solto por decisão judicial.

Nessa fase das investigações, foi possível estimar que os contratos fraudados permitiram o desvio de cerca de R$ 74 milhões dos cofres públicos.

De acordo com o Ministério Público Federal (MPF), o objetivo é aprofundar a investigação sobre fraudes na Secretaria de Saúde, com a contratação da Organização Social Pró-Saúde, que administrou vários hospitais do estado a partir de 2013, como os Getúlio Vargas, Albert Schuartz, Adão Pereira Nunes e Alberto Torres.

Orçamento sofria influências

As investigações indicam que o empresário Miguel Iskin influenciava o orçamento e a liberação de recursos pela secretaria e as contratações pela Pró-Saúde.

Segundo o MPF, Iskin indicava empresas e fornecia “toda a documentação necessária, como cotações de preços e propostas fraudadas, para instruir o procedimento de contratação”.

Por essa atuação, o empresário cobrava a devolução de 10% sobre o valor dos contratos dos fornecedores da organização social. Os valores oriundos desse percentual eram distribuídos entre os demais membros da organização criminosa.

“A Pró-Saúde é uma organização com sede em São Paulo e os contratos com o Rio de Janeiro chegaram a representar 50% do faturamento nacional da entidade, que saltou de R$ 750 milhões em 2013 para R$ 1,5 bilhão em 2015”, diz a nota do MPF.

“As investigações também revelam que três ex-gestores da Pró-Saúde, Ricardo Brasil, Manoel Brasil e Paulo Câmara, firmaram contratos da entidade com a empresa Aditus Consultoria, do qual eram sócios, obtendo vantagens indevidas no valor de R$ 30 milhões entre os anos de 2012 e 2014”, acrescenta a nota.

A Agência Brasil ainda não obteve um posicionamento da OS Pró-Saúde,nem da defesa de Sérgio Côrtes.

A defesa do empresário Miguel Iskin considerou a prisão ilegal.

“A mais alta corte de Justiça do país já determinou que essas prisões provisórias de Miguel Iskin violam a legislação vigente no Brasil. Não satisfeito, o Juízo da 7ª Vara Federal Criminal – RJ – determinou a custódia preventiva do filho de Miguel também. Isso tudo sem que sequer exista uma denúncia formal do Ministério Público. Parece não haver mais limites.Está se rasgando o Código de Processo Penal e a Constituição da República brasileira. O mais grave: em desrespeito, repita-se, a julgamentos anteriores de nossa Suprema Corte”, disse a defesa de Iskin.

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Crônica de operações da Polícia Civil fluminense contra o crime

A Foto A Divulgação PCRJ
Foto A Divulgação Polícia Civil Rio de Janeiro

Rio de Janeiro – Policiais da Delegacia de Combate às Drogas (DCOD) prenderam, na segunda-feira, Marco Antônio Ferreira Junior, acusado de tráfico de drogas.

De acordo com os agentes, Marco Antônio foi localizado no bairro de Todos os Santos, na Zona Norte do Rio. Ele era responsável pela distribuição de drogas em toda a Zona Norte da Cidade, realizando O tráfico do “asfalto”, fornecendo drogas sintéticas e maconha para usuários, sob encomenda.

Com Marco Antônio foram arrecadados 17 quilos de Maconha, 35 comprimidos de Ecstasy e 100 gramas de MDMA, além de R$ 4.750,00 em espécie.

Capturam condenado por estupro

Agentes da Delegacia de Roubos e Furtos (DRF) capturaram, na segunda-feira (27/08), Rosivaldo da Costa Silva, condenado por estupro de vulnerável.

Contra Rosivaldo havia mandado de prisão expedido a partir de investigações da Especializada.

Rosivaldo foi rastreado pelos policiais com base em informações obtidas sobre crimes de atribuição própria.

A prisão de Rosivald ocorreu em via pública, na comunidade da Rocinha, Zona Sul do Rio. Ele não ofereceu resistência e será encaminhado ao sistema penitenciário, ficando à disposição da Justiça.

Prendem nacotraficantes

Na quarta e última fase da operação Próedos, policiais da 62ª DP (Imbariê) prenderam, nesta segunda-feira (27/08), 21 pessoas, sendo três em flagrante, envolvidas no tráfico de drogas que atua nas comunidades Rodrigues Alves e Vila Sapê, em Imbariê.

No total foram decretados 34 mandados de prisão preventiva, sendo 15 para réus presos e 19 para réus soltos, expedidos pela 2ª Vara Criminal de Duque de Caxias.

A ação foi dividida em quatro fases. A primeira apontou que o chefe do tráfico de entorpecentes Paulo Cesar Souza dos Santos, conhecido como Paulo Muleta ou PL, ainda coordenava, de dentro do presídio, a venda de drogas na comunidade Rodrigues Alves, dando ordens aos traficantes locais e escolhendo o gerente geral.

Os agentes também arrecadaram, naquela comunidade, um fuzil com a grafia PL e, com base nessa apreensão, a Justiça decretou sua prisão preventiva, cumprida no dia 15 de agosto de 2018. No final de junho desse ano, a VEP suspendeu sua prisão domiciliar e o criminoso foi solto.

No dia 21 de agosto deste ano, os agentes da 62ª DP cumpriram mandados de prisão preventiva contra os outros 14 traficantes que já estavam no sistema carcerário, entre eles antigas lideranças locais como os traficantes Evandro da Silva Machado, o Parafal, da comunidade Rodrigues Alves. Ele já havia sido preso em 2017, durante a operação conjunta da 62.ª DP e 3.ª CIA do 15.º BPM, e Jhony Xavier da Silva, o Russão ou Coroa, da Comunidade Vila Sapê.

Com base em dados de inteligência, os agentes deram início, na manhã do dia 24 deste mês, à terceira fase da operação. Os policiais conseguiram prender o chefe do tráfico Leonardo Assis da Silva, conhecido como Tom Hanks ou Sem Deus e sua companheira Mariana Andrade de Campos, na residência deles no interior da comunidade Rodrigues Alves.

Além do cumprimento do mandado de prisão, o casal foi autuado em flagrante, pois, na residência foram encontrados carregadores de fuzil, uma pistola Glock calibre 40 com dispositivo para tiro em rajada e material contábil do tráfico.

A prisão ocorreu sem que fosse necessário um único disparo e sem resistência do tráfico de drogas pela atuação cirúrgica das equipes.

Durante as investigações, os agentes apuraram que o casal adotou, com o lucro auferido com a venda de drogas, um estilo de vida nababesco, frequentando hotéis luxuosos da Zona Sul e da Barra da Tijuca.

Na ação de hoje, foram presos Douglas Jesus de Souza, o Droguinha, Vitor Cláudio Souza da Silva, além de Roger Pinheiro Jorge Filho, preso em flagrante na posse de um rádio transmissor.

Tiveram o mandado de prisão cumprido, os presos Paulo Cesar Souza dos Santos, o Paulo Muleta ou PL; Leonardo Assis da Silva, o Sem Deus ou Tom Hanks; Emerson da Silva David, o Beterraba; Bruno Ferreira Borges; Andrey Aguiar Rodrigues, o Dede; Lucas Henrique Silva, o LC; Jhony Xavier da Silva, o Russão ou Coroa; Patrick Colodino da Silva Lemos, o Pupu; Jean Souza Oliveira, o Cocão; Evandro Da Silva Machado, o Parafal; Rogério Pacheco de Souza, o Jhow; Rodrigo da Silva Moura, o Cara de Ovo; João Gabriel Anacleto, o Moto G; Jefferson dos Santos, o Jefinho, e Rodrigo Borges Ribeiro.

A operação teve apoio de policiais da 59ª DP (Nova Iguaçu), 60ª DP (Campos Elíseos), 61ª DP (Xerém), e da 65ª DP (Magé).

É procedente assinalar que a informação foi facilitada pela ASCOM, Assessoria de Comunicação. Edição para OIPOL, Luján Frank Maraschio.

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Outro politico brasileiro supostamente envolvido com o crime organizado

  • É preso o prefeito de Japeri município da Região Metropolitana do Rio de Janeiro é por associação ao tráfico
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Prefeito de Japeri, município da Região Metropolitana do Rio de Janeiro, Carlos Moraes Costa.

Rio de Janeiro – O prefeito de Japeri, município da Região Metropolitana do Rio de Janeiro, Carlos Moraes Costa, de 73 anos, do PP, foi preso no dia 27 de julio, em Nova Iguaçu, em operação do Ministério Público e da Polícia Civil.

A prisão integra a Operação Senomes, deflagrada pelo Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) e pela Polícia Civil.

A operação foi deflagrada para cumprir mandados de prisão preventiva e de busca e apreensão contra o prefeito e também contra o presidente da Câmara de Vereadores, Wesley George de Oliveira, e o vereador Cláudio José da Silva, o Cacau, que também foi preso.

Segundo informações da Polícia Civil, os três, ao lado de Jenifer Aparecida Kaizer de Matos, foram denunciados pelo MPRJ à Justiça por associação ao tráfico de drogas.

A operação teve como base investigações da Polícia Civil, do Grupo de Atribuição Originária em Matéria Criminal e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado.

Procurados

Paralelamente, ainda segundo o MP, estão sendo cumpridos mandados de prisão preventiva e de busca e apreensão contra 37 traficantes denunciados por integrarem a mesma facção criminosa que controla a venda de drogas em diversas favelas de Japeri, na Baixada Fluminense, sob a liderança de Breno de Souza, o BR, preso na semana passada.

O MPRJ também obteve junto ao Judiciário a suspensão do exercício da função pública do prefeito e dos dois vereadores. A denúncia narra que o prefeito e os vereadores integravam o núcleo político da organização criminosa que domina o tráfico de drogas no Complexo do Guandu, em Japeri.

“Ela aponta que eles se aproveitavam do peso e prestígio de seus cargos para atuar em favor dos interesses criminosos dos traficantes de drogas, em especial, do traficante Breno de Souza”, diz o MPRJ.

As informações levantadas pelas investigações indicam que “os políticos se valiam de seus mandatos para repassar informações privilegiadas e articular ações integradas que permitissem ao bando desenvolver livremente suas atividades ilícitas”.

A denúncia descreve que o uso do prestígio político deles não se limitava à prática de atos de persuasão junto a outras autoridades, “tendo sido detectados indícios de fraudes em licitações e desvio de dinheiro público em favor dos interesses da organização criminosa”, segundo o MPRJ.

Escutas telefônicas

Escutas telefônicas feitas durante as investigações com autorizações judiciais flagraram o prefeito de Japeri em diálogos com Breno de Souza, “que demonstram o seu profundo comprometimento com a defesa dos interesses da organização criminosa”.

As escutas detectaram, ainda, episódios em que Breno de Souza ligava para o prefeito e para outras pessoas influentes do município a fim de interromper uma operação policial para impedir a realização de um baile funk promovido por traficantes.

O vereador Claudio José, o Cacau, também preso, também ligou para o traficante se prontificando a ajudar a encontrar uma solução para a intervenção policial na comunidade.

“O prefeito retornou o contato telefônico com Breno para dizer que estava empenhado em atender a sua demanda e para passar informações privilegiadas sobre outra operação policial na comunidade”, segundo o MPRJ.

A denunciada Jenifer Aparecida, apesar de não possuir nenhum cargo público, tinha o papel estratégico de ser o elo entre os políticos e os traficantes.

“Conclui-se que, se de um lado os ora denunciados usam seus cargos públicos para atender aos interesses da organização criminosa, de outra banda se beneficiam politicamente na medida em que constroem um verdadeiro curral eleitoral, absolutamente imune à ação de adversários políticos, eis que ninguém ousa desafiar o poderio bélico estruturado na forma de aparato de guerra disponibilizado pelo tráfico local”, diz trecho da denúncia.

Em relação aos 37 traficantes denunciados por integrarem a organização liderada por Breno de Souza, a investigação apurou que, além de controlar a distribuição de drogas na região, praticando diversos outros crimes para afirmar o controle territorial, os criminosos mantinham sociedade com os operadores de um areal clandestino no interior do Complexo do Guandu. Nos diálogos judicialmente interceptados, fala-se que o lucro mensal do tráfico com essa atividade chegaria a R$ 100 mil.

As diligências de hoje irão cumprir mandados de busca e apreensão nas residências de 33 denunciados, assim como nos endereços e celas de quatro alvos já presos.

É preciso assinalar que a informação foi facilitada pela Agência Brasil (EBC). Edição para OIPOL, Luján Frank Maraschio.

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Cursos na Área Acadêmica da OIPOL

Prendem nova carga de maconha em caminhão no Rio de Janeiro

A Foto Políacia Federal do Brasil - --- -Rio de Janeiro/RJ – A Polícia Federal, em conjunto a Polícia Rodoviária Federal, prendeu duas pessoas e aprendeu, na manhã de hoje (25), cerca de 720 kg de maconha. Dados de inteligência apontavam que um caminhão passaria pela rodovia Presidente Dutra transportando grande quantidade da droga oculta numa carga de madeira. Policiais Federais e Rodoviários Federais realizaram a abordagem do caminhão e de um carro que fazia a escolta da droga, na altura do km 209 da BR 116.

Duas pessoas foram presas: o responsável pelo contrato do frete, que vinha de passageiro no caminhão e o motorista do carro batedor. Os presos responderão por tráfico interestadual de drogas e serão encaminhados ao sistema prisional do estado do Rio de Janeiro.

É procedente assinalar que a informação foi facilitada pela Agência de Noticias da Polícia Federal. Edição para OIPOL, Luján Frank Maraschio.

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Cursos na CONPJ. Área Acadêmica OIPOL

Centenas de quilos de cocaína aprendidas no Rio de Janeiro

Polícia Federal apreende mais de 330 Kg de cocaína na Baía de Guanabara

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Foto Políacia Federal do Brasil

Rio de Janeiro – Em operação na madrugada deste domingo (22), a Polícia Federal (PF) prendeu em flagrante 3 suspeitos que transportavam 336 Kg de cocaína em um barco pesqueiro na Baía de Guanabara, próximo à Niterói. A ação contou com o apoio da Marinha do Brasil.

Segundo nota da PF, a droga havia sido escondida atrás de uma parede falsa no porão do barco que também estava repleto de gelo para dificultar a localização da cocaína. Os policiais federais removeram o gelo e encontraram a droga acondicionada em 12 bolsas que, suspeita-se, seriam içadas e colocadas no interior de umcontêiner em um navio com destino à Europa.

Os presos foram indiciados pela PF por tráfico internacional de drogas e associação para o tráfico cujas penas somadas podem chegar a 35 anos de reclusão e, após os procedimentos de praxe, foram encaminhados ao sistema prisional onde permanecerão à disposição da Justiça.

Operação Antigoon

Ao longo dos últimos 12 meses a Polícia Federal vem aumentando o cerco aos traficantes de drogas que agem nos portos do país, principalmente no Rio de Janeiro e que já levou à apreensão de 4 toneladas de cocaína neste período.

No último dia 8, em operação conjunta, a Polícia Federal e a Receita Federal, desbaratou uma quadrilha internacional de traficantes de drogas, que transportava cocaína também em contêineres para fora do país, com destino a países da Europa, África e Ásia.

Na ocasião, a Polícia Federal admitiu a sofisticação cada vez maior da quadrilha que chegou ao ponto de, muitas vezes, receber o pagamento pela droga em moedas virtuais criptografadas, principalmente bitcoins, para dificultar o rastreamento do pagamento.

A Operação Antigoon mobilizou, na ocasião, cerca de 100 policiais federais com o objetivo de cumprir 21 mandados de busca e apreensão e 15 de prisão preventiva, em três dos principais estados da federação: Rio de Janeiro, São Paulo e Espírito Santo.

Pelo menos 12 pessoas foram presas na ocasião, inclusive um casal de empresários que liderava a quadrilha e atuava no ramo de importação e exportação. O casal foi preso pela Polícia Federal em uma mansão localizada em condomínio de luxo na Barra da Tijuca, zona oeste da cidade. Faziam também parte da quadrilha, fiscais aduaneiros e portuários, empresários (alguns dos quais de fachada) e até caminhoneiros.

Como resultado da Operação Antigoon, que foi a maior já realizada no estado, foram apreendidas ao longo de um ano cerca de 4 toneladas de cocaína já refinada nos portos do Rio de Janeiro; de Vitória; de Santos, em São Paulo; de Suape, em Pernambuco.

A droga era produzida em países da América do Sul que fazem fronteira com o Brasil (Peru, Colômbia e Bolívia), dos quais era transportada por rodovia, principalmente para o Porto do Rio, o principal corredor de escoamento da droga para o exterior.

Cabe assina que a informação foi facilitada pela Agência Brasil (EBC. Edição: Valéria Aguiar). Edição para OIPOL, Luján Frank Maraschio.

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Associação OIPOL.

Instrutor da OIPOL no BOPE do Rio de Janeiro

Rio de Janeiro – Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE) é uma força de operações especiais da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PMERJ), subordinada diretamente ao Comando de Operações Especiais.

Iván Rodriguez-Zapico, instrutor da Organização Internacional de Policiais (OIPOL), membro da Comissão Nacional de Expertos de Defesa Policial de Intervenção e da OVIEPOL (Principado Astúrias na Espanha), foi uns dos vinte espanhóis treinados pelo BOPE do Rio de Janeiro.

Cabe assinalar que, o BOPE foi responsável por treinar tropas do Exército Brasileiro para a Missão das Nações Unidas para a estabilização no Haiti (MINUSTAH), nos morros cariocas, antes dos soldados partirem para o Caribe.

O asturiano, Professor de OIPOL, que nos meses de agosto e setembro ira comandará uns dos treinos mais exigentes de  Krav Maga na Espanha, foi treinado durante vários dias pelo BOPE para apreender como realizar incursões nas favelas cariocas, para lutar contra o narcotráfico.

Iván diz que, “estávamos em um local muito afastadas [do mundo], era segundo eles [instrutores do BOPE] zona de desconforto, era uma espécie de favela, em onde nós adaptávamos física e mentalmente as condições de ai”.

A capacidade da gente de OIPOL

O 30, 31 de Agosto y 1 y 2 de setembro de 2018, em  instalações em León, comunidade autónoma de Castilla e León, noroeste da Espanha, terá início Krav Maga Boot Comp, uns dos treinamentos mais duros e exigentes do mundo organizado pela Organização Internacional de Policiais (OIPOL), com a entidade parceira OVIEPOL (Policia de Oviedo).

O treinamento de elite será comandado polo Iván Rodriguez-Zapico (OIPOL), e participara o Coordenado Internacional OIPOL, Tenente Coronel José Quirós e o Diretor Espanha / Europa, José Prado. “O desafio vai ser muito severo e para pessoas já treinadas e com muita aptidão”, diz Quirós, espanhol, desde República Dominicana.

É adequado dizer que, o Coordenado Internacional OIPOL, diplomático da NOHE ONU, Coordenado da IPA e integrante da Academia da Polícia Municipal da República Dominicana, também na Espanha têm previstas diversas entrevistas, uma delas com a prestigiosa Fundação Fernández Vegas. Nessa conceituada entidade combinará o importante projeto de assistir com tratamento oftalmológico as comunidades de Brasil e a região. A ação está sendo impulsionada pela área social da OIPOL, que informará dos detalhes nos próximos meses.

Doação e treinamento

baab6d6c-a00c-4a82-9f5b-800ee2478cdfPor outro lado, OIPOL está possibilitando a doação para a polícia do Brasil de cães K-9, treinados pela polícia do México, a operação tem como objetivo o treinamento em território fluminense dos encargados do adestramento canino policial brasileiro.

O importante aporte da Organização Internacional de Policiais, coordenado pelo Diretor Geral, e internacionalmente pelo Coordenador José Quirós, que será o inicio de um vinculo que aportará programas de formação e adestramento á as policias brasileiras, em diversos aspetos.

O Tenente Coronel Quirós, depois de atingir os objetivos previstos na Espanha acompanhara aos mestres mexicanos para o Rio de Janeiro, que desembarcaram com quatro cães que serão uma contribuição para Força de Segurança Pública fluminense.

É procedente assinalar que a edição deste artigo foi feita pela Diretoria Geral OIPOL.

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Krav Maga Boot Comp, Espanha 2018

Forças Armadas continuam operando nas comunidades de Rio de Janeiro

Utilizam um dos maiores contingentes desde o início da intervenção, em fevereiro. Ao todo, foram 4,3 mil homens das Forças Armadas, 120 policiais militares e 80 civis

A Foto Operação Militar - -Rio de Janeiro – Homens das Forças Armadas e das polícias Civil e Militar voltaram nesta madrugada (16) às comunidades de Salgueiro e Jardim Catarina, no município de São Gonçalo, no Rio de Janeiro. Até o início da manhã, cinco pessoas foram presas e seis barricadas destruídas.

Foram recuperados ainda dois carros roubados, um revólver, uma pistola e uma carabina. Esta é a segunda operação do Comando Conjunto da Intervenção em quatro dias na região. Na operação de sexta-feira (13), quatro pessoas foram presas e uma ferida.

Para a operação, foi utilizado um dos maiores contingentes desde o início da intervenção, em fevereiro. Ao todo, foram 4,3 mil homens das Forças Armadas, 120 policiais militares e 80 civis.

É Procedente assinalar que a informação foi fornecida pela Agência Brasil (EBC). Edição para OIPOL, Luján Frank Maraschio.

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Área Acadêmica em espanhol OIPOL

Forças Armadas operam na região metropolitana de Rio de Janeiro

  • De acordo com o comando, criminosos atiraram contra as tropas durante a ação. Uma pessoa não identificada ficou levemente ferida no tiroteio e foi encaminhada a um hospital da região

A Foto CaveirasRio de Janeiro – As Forças Armadas fizeram no dia 13 de julho uma operação nas comunidades do Jardim Catarina e do Salgueiro, em São Gonçalo, na região metropolitana do Rio de Janeiro. Segundo o Comando Conjunto, que coordena a atuação das três forças militares no estado, o objetivo da ação foi enfrentar criminosos armados que controlam as atividades criminosas nesses locais.

Ainda de acordo com o comando, criminosos atiraram contra as tropas durante a ação. Uma pessoa não identificada ficou levemente ferida no tiroteio e foi encaminhada a um hospital da região.

Os militares não informaram a circunstância do ferimento. Quatro pessoas foram presas em flagrante logo depois do confronto.

Participaram da operação 190 militares das forças armadas, com o apoio de blindados, aeronaves e equipamentos de engenharia. Segundo o Comando Conjunto, foram apreendidas três pistolas, além de carregadores, munições e radiocomunicadores. Uma motocicleta roubada foi recuperada.

É procedente dizer que a informação foi fornecida pela Agência Brasil (EBC). Edição para OIPOL, Luján Frank Maraschio.

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Crónica cotidiana de operações contra o crime no Rio de Janeiro

  • Polícia Rodoviária Federal frustra assalto a caminhão com carga de cerveja avaliada em mais de R$ 80 mil na BR-101, em São Gonçalo
  • Suspeitos de receptação e uso de documento falso, após serem flagrados com um Fiat/Fiorino clonado, transportando uma moto roubada no compartimento de carga

Rio de Janeiro – O motorista de um caminhão que transportava cervejas foi abordado por criminosos que estavam em um veículo Renault/Duster Oroch na Rodovia Niterói-Manilha (BR-101), em São Gonçalo, na madrugada desta quarta-feira (11). Ele informou que um dos assaltantes entrou na cabine do caminhão, obrigando-o a seguir o carro utilizado pelos criminosos.

Equipes da PRF faziam patrulhamento na rodovia Niterói-Manilha (BR-101), próximo ao quilômetro 303, quando foram alertadas sobre o roubo de um caminhão na região. Nas proximidades da entrada de Guaxindiba, os policiais viram o carro suspeito à frente do caminhão de cerveja. Ao se aproximarem para fazer a abordagem, os agentes foram recebidos por disparos de arma de fogo. Houve perseguição e troca de tiros, mas os assaltantes conseguiram fugir para uma Comunidade local.

A carga de cerveja, avaliada em mais de R$ 80 mil, foi recuperada intacta e ninguém saiu ferido.

A ocorrência foi registrada na Polícia Civil (São Gonçalo).

bloggif_5b46179405bbeDupla é presa em Rio Bonito

O condutor e um passageiro foram presos pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), suspeitos de receptação e uso de documento falso, após serem flagrados com um Fiat/Fiorino clonado, transportando uma moto roubada no compartimento de carga. O caso aconteceu na Rodovia Governador Mário Covas (BR-101), em Rio Bonito, Região Metropolitana, na noite de terça-feira (10).

Os agentes realizavam uma fiscalização no quilômetro 269, sentido Região dos Lagos, quando avistaram o veículo suspeito e decidiram abordá-lo.  Após a verificação de elementos de identificação do Fiorino, foi constatado que se tratava de um carro com as placas clonadas de um modelo similar. Dentro do compartimento de carga havia uma moto com a numeração do chassi adulterada e com registro de roubo. Além disso, o condutor apresentou documento falso aos agentes.

Ao consultar os sistemas de segurança, a equipe PRF descobriu que a motocicleta havia sido roubada em fevereiro deste ano. O condutor relatou aos policiais que a moto era de sua propriedade e o carro utilitário era do passageiro, mas não falou como os adquiriu.

A ocorrência foi registrada na 119ª DP (Rio Bonito).

É preciso dizere que a informação foi remitida pela Assessoria de Comunicação – RJ da Polícia Rodoviária Federal. Edição para OIPOL, Luján Frank Maraschio.

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Área Académica OIPOL

Miles de homens das Forças Armadas realiza operação em Rio de Janeiro

Rio de Janeiro – Cerca de 4 mil homens das Forças Armadas e das polícias Civil e Militar fizeram no dia 11 de julho uma operação em comunidades das zonas norte e sul do Rio de Janeiro. Segundo nota divulgada pelo Comando Conjunto, que reúne o Exército, a Marinha e Aeronáutica, os militares estão nas comunidades do Complexo do Lins, na zona norte, e nas comunidades do Pavão-Pavãozinho, Cantagalo, Babilônia e Chapéu Mangueira, na zona sul.

Ainda de acordo com o Comando Conjunto, a operação foi uma das medidas implementadas pela intervenção federal na segurança do Rio, iniciada em fevereiro deste ano, e envolve ações de cerco, patrulhamento, remoção de barricadas, revistas de pessoas e de veículos e checagem de antecedentes criminais. Mandados judiciais estão sendo cumpridos pela Polícia Civil.

Participaram dos trabalhos 3.700 militares das Forças Armadas, 200 policiais militares e 90 policiais civis, que são apoiados por veículos blindados, aeronaves e equipamentos de engenharia. A auto-estrada Grajaú-Jacarepaguá está interditada por causa da operação, segundo o Centro de Operações da prefeitura do Rio.

É procedente assinalar que a informação foi facilitada pela Agência Brasil (EBC). Edição para OIPOL, Luján Frank Maraschio.

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Carreiras em OIPOL é SCUS. Área Académica en español

Operação com o objetivo de desarticular quadrilha do narcotráfico internacional

No decorrer da investigação, cerca de 4 toneladas de cocaína foram apreendidas em portos do Brasil (Rio de Janeiro/RJ, Vitória/ES, Santos/SP, Salvador/BA e Suape/PE); sendo possível a identificação também do destino da droga e a desarticulação do braço da quadrilha no exterior

A Foto Políacia Federal do Brasil - --- -Rio de Janeiro/RJ – A Polícia Federal deflagra o 9 de julho a Operação Antigoon*, que visa desarticular uma quadrilha especializada em tráfico transnacional de drogas que utilizava do modal marítimo para cometer o crime.  Aproximadamente 100 policiais federais cumpriram 21 mandados de busca e apreensão e 15 mandados de prisão preventiva nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo e Espírito Santo.

As investigações da PF, que duraram aproximadamente um ano e contaram com o apoio da Receita Federal, apontam que a quadrilha agia enviando drogas para a Europa através de contêineres que eram transportados em navios de carga.

No decorrer da investigação, cerca de 4 toneladas de cocaína foram apreendidas em portos do Brasil (Rio de Janeiro/RJ, Vitória/ES, Santos/SP, Salvador/BA e Suape/PE); sendo possível a identificação também do destino da droga e a desarticulação do braço da quadrilha no exterior.

Também foram realizadas apreensões nos portos de Antuérpia, na Bélgica; Gioia Tauro, na Itália e Valência, na Espanha, utilizando-se dos institutos de cooperação policial internacional para a difusão do conhecimento aos demais países. Tal cooperação deu-se através das Adidâncias Policiais da PF no exterior, bem como através dos representantes das polícias estrangeiras que atuam no Brasil.

Os investigados responderão, na medida de suas responsabilidades, por tráfico transnacional de drogas e associação para o tráfico, cujas penas podem chegar a 25 anos de reclusão.

*Antigoon é uma referência a uma lenda sobre a origem do nome da cidade de Antuérpia, principal destino da droga na Europa. Segundo a lenda, um gigante chamado Antigoon cobrava valores de quem atravessasse o rio Escalda e cortava uma das mãos daqueles que se recusassem a pagar. Antigoon foi morto por um jovem chamado Brabo, que cortou a mão do próprio gigante e atirou-a ao rio. Daí o nome Antwerpen; do holandês hand (mão) e wearpan (arremessar).

É preciso dizer que a informação foi fornecida pela Agência de Noticias da Polícia Federal. Edição para OIPOL, Luján Frank Maraschio.

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Carreiras na OIPOL. Área em espanhol

Operação contra o crime organizado em estrada de Rio de Janeiro

POLICAI RODOVIÁRIA FEDERAL RECUPERA CARGA ROUBADA, APREENDE DROGAS E PRENDE DOIS SUSPEITOS EM ANGRA DOS REIS

PRF RECUPERA CARGA ROUBADA, APREENDE DROGAS E PRENDE DOIS SUSPEITOS EM ANGRA DOS REIS - 04_07_2018 - 00001Rio de Janeiro – Dois homens foram presos pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) com uma grande quantidade de entorpecentes e diversos maços de cigarro roubados. A dupla é suspeita de participação num roubo de carga poucas horas antes. O caso aconteceu em Angra dos Reis, na Costa Verde, no início da tarde de quarta-feira (4).

Equipes da PRF faziam patrulhamento na rodovia Rio-Santos (BR-101), quando foram alertadas sobre o roubo de um caminhão de cigarros na região. Na entrada de um condomínio, os policiais viram dois carros suspeitos de terem participado do assalto estacionados. Ao se aproximarem do local, uma mulher se assustou e tentou correr. Dois homens que estavam com ela confessaram participação no roubo.

Dentro dos carros, foram encontrados quatro quilos de cocaína, um quilo de maconha, farto material para embalar os entorpecentes, diversos maços de cigarro roubados e aproximadamente R$ 10 mil. Os dois veículos possuíam registro de roubo. Além disso, no local também havia um motocicleta com a numeração do motor raspada.

A ocorrência foi encaminhada à Polícia Civil.

É procedente dizer que a informação foi remitida pela Assessoria de Comunicação (RJ) da Polícia Rodoviária Federal (PFR). Edição para OIPOL, Luján Frank Maraschio.

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Carreira na OIPOL

Capturam no Rio de Janeiro suspeitos da prática de receptação

Polícia Rodoviária Federal prende dupla e recupera mais um carro clonado na Rodovia Presidente Dutra, em Vigário Geral

bloggif_5b3cd65f7d683Rio de Janeiro – Dois homens foram presos pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) no fim da noite de terça-feira (04), suspeitos da prática de receptação. Eles estavam em um Jeep/Renegade clonado quando foram flagrados na Rodovia Presidente Dutra (BR-116), em Vigário Geral, Região Metropolitana do Rio.

Os agentes do Grupo de Policiamento Tático (GPT/1) da PRF realizavam uma fiscalização de rotina na altura do quilômetro 164 quando avistaram o veículo suspeito e foram abordá-lo.  O motorista ainda tentou fugir, mas foi interceptado quando entrou na Avenida Brasil, sentido Zona Oeste. Ao checar a documentação e os elementos identificadores do carro, constatou-se que se tratava de produto de roubo ocorrido em março deste ano, no Centro do Rio.

Diante da materialidade, foi dada voz de prisão aos envolvidos e a ocorrência encaminhada para a Cidade da Polícia.

É procedente dizer que a informação foi fornecida Assessoria de Comunicação – RJ da PFR. Edição para OIPOL, Luján Frank Maraschio.

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Operação para desarticular cartel e fraude na área de saúde do Rio

cropped-a-foto-polc3adacia-federal-do-brasil-3.jpgRio de Janeiro/RJ – A Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira (4/7) a Operação Ressonância, que tem como objetivo desarticular organização criminosa voltada à formação de cartel e à fraude em licitações para o fornecimento de equipamentos médicos e materiais hospitalares para a Secretaria de Saúde do Estado do Rio de Janeiro e para o Instituto Nacional de Traumatologia (INTO).

Aproximadamente 180 policiais federais cumpriram 13 mandados de prisão preventiva, 9 mandados de prisão temporária e 43 mandados de busca e apreensão nos Estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Paraíba, Minas Gerais e no Distrito Federal. Os mandados foram expedidos pela 7° Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro e também foi determinada a intimação de um ex secretário de Saúde do Estado do Rio de Janeiro.

As investigações, que se desenvolvem juntamente com o MPF, decorrem de elementos colhidos na Operação Fatura Exposta, deflagrada pela PF em abril de 2017.  Outros dados existentes em inquéritos anteriormente instaurados pela Polícia Federal sobre o assunto, bem como elementos colhidos em processos administrativos do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) também subsidiam a apuração que indica a atuação de uma grande empresa do ramo de fornecimento de materiais e equipamentos médicos no sentido de manter sob influência a diretoria do INTO.

O objetivo dessa atuação seria direcionar os vencedores e os valores a serem pagos nos contratos de fornecimento do Instituto. Outras empresas interessadas em participar das licitações precisavam passar a integrar o cartel coordenado por essa grande empresa do ramo para ampliar as chances de sucesso.

Na ação de hoje, são investigadas 37 empresas e os crimes de formação de cartel, corrupção, fraude em licitações, organização criminosa e lavagem de dinheiro.

O nome da operação é uma referência ao tipo exame médico utilizado para diagnosticar a existência de doenças e a sua extensão.

É procedente dizer que a informação foi fornecida pela Comunicação Social da Polícia Federal no Rio de Janeiro. Edição para OIPOL, Luján Frank Maraschio.

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Polícia Civil deflagra operações múltiplas contra o crime organizado no Rio

  • Grande quantidade de droga é apreendida por agentes da Delegacia de Arraial do Cabo
  • Delegacia da Tijuca capturam homem condenado por tráfico de drogas
  • Deam do Centro capturam homem acusado de tráfico de drogas
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FOTO POLICIA CIVIL RIO DE JANEIRO

Rio de Janeiro – Policiais da 132ª DP (Arraial do Cabo) apreenderam, na quarta-feira (27/06) e na quinta-feira (28/06), grande quantidade de drogas no bairro Vila Verde, em Armação de Búzios, na Região dos Lagos.

Informações recebidas pela Polícia falavam a respeito de traficantes de uma facção criminosa que estariam planejando uma tomada de território de traficantes rivais do Morro da Coca-Cola.

Na quarta-feira, os policiais diligenciaram ao bairro Maria Joaquina, área divisa dos municípios de Cabo Frio e Armação dos Búzios, onde em diligências confirmaram a veracidade das informações. No bairro Vila Verde estaria escondido o traficante conhecido como “Tio”.

De acordo com os agentes, “Tio” seria o gerente do tráfico da localidade e conseguiu fugir diante da chegada da Polícia, momento em que dispensou sua mochila. Nela, foram encontradas 380 “buchas” de maconha; 515 “pinos” de cocaína; uma embalagem contendo aproximadamente 1kg de cocaína e 100 munições calibre 9 mm.

E na quinta-feira (28/06), os policias retornaram ao local, onde vasculharam as imediações. Encontraram um tonel enterrado em meio à vegetação contendo drogas e rádios comunicadores. Dentro do tonel foram encontrados dois tabletes de maconha, totalizando 2 quilos da droga; aproximadamente 500g de pasta base de cocaína; seis rádios comunicadores e farto material para endolacão.

Capturam condenado por narcotráfico

A FOTO POLICIA CIVIL RIO DE JANEIROPor outro lado, Policiais da 19ª DP (Tijuca), em conjunto com Policiais Militares da UPP Borel, capturaram nesta quinta-feira (28/06), Luiz Antônio Sobra de Souza, conhecido como “Cria”, de 34 anos, condenado por tráfico de drogas.

Luiz foi localizado após troca de informações com policiais da UPP do morro do Borel na localidade conhecida como Aviário, no interior da comunidade da Casabranca, na Tijuca, Zona Norte.

De acordo com os agentes, Luiz Antônio será encaminhado ao Sistema Prisional Estadual, onde permanecerá acautelado à disposição da Justiça.

Capturam outro condenado por narcotráfico

A FOTO POLICIA CIVIL RIO DE JANEIRO -Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam) do Centro prenderam, nesta quinta-feira (28/06), Alison Breno da Silva Nascimento, de 25 anos, acusado de tráfico de drogas.

De acordo com a Polícia, contra Alison havia mandado de prisão, expedido em 2016. Ele e uma mulher haviam sido presos com uma mala de cocaína, cuja droga havia sido conseguida em Senador Camará, Zona Oeste do Rio.

Os agentes da Deam ressaltaram, ainda, que Alison havia sido solto para responder em liberdade, mas sua condenação resultou em nova captura. Ele será entregue à Justiça para ser encaminhado ao sistema prisional.

Acusado de tráfico é preso por agentes da Delegacia de Guarus com drogas e material de endolação

Policiais da 146ª DP (Guarus) prenderam, na quinta-feira (28/06), Maicon Oliveira da Silva, acusado de tráfico de drogas.

De acordo com os agentes, Maicon foi detido logo após ter recebido um carregamento de drogas na residência dele, à Rua 3, Parque Presidente Vargas, em Guarus, no Norte Fluminense. Com ele a Polícia apreendeu um telefone celular e farta quantidade de droga e material de endolação.
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No total foram arrecadados: Três tabletes de crack; 1003 sacolés de crack; 180 pinos de cocaína; duas sacolas de cocaína; duas balanças de precisão e diversos pinos e adesivos alusivos a uma facção criminosa. Conforme perícia: 1.825 kg de crack e 710 gramas de cocaína.

Ainda segundo a Polícia, trata-se de uma refinaria que fornecia droga para as bocas de Presidente Vargas; Cantinho e Zuza Mota, conforme descrição nos adesivos, que inclusive tinham bandeira do Brasil, alusivo ao período de Copa do Mundo, que possivelmente abasteceriam pontos de vendas de drogas da citada facção.

É procedente dizer que a informação foi distribuída pela ASCOM – Assessoria de Comunicação. Edição para OIPOL, Luján Frank Maraschio.

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Carreiras na OIPOL

Dinheiro produto da corrupção volta aos cofres públicos do estado fluminense

  • Ex-presidente do TCE-RJ e filho terão de devolver R$ 13,3 milhões
  • A decisão é do juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal do Rio

Rio de Janeiro/RJ – O ex-presidente do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ) Jonas Lopes Junior, e seu filho, Jonas Lopes Neto, terão que devolver R$ 13,3 milhões aos cofres públicos, de acordo com determinação do juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro. A decisão segue o que havia sido combinado no acordo de colaboração premiada de Lopes, que forneceu informações que levaram a prisões de outros conselheiros do TCE-RJ e de empresários do transporte público, nas operações Quinto do Ouro e Ponto Final.

O esquema descoberto pelas investigações previa a concessão de decisões favoráveis no Tribunal de Contas em troca de pagamentos mensais de ao menos R$ 50 mil e funcionou entre 1999 e 2016. O Ministério Público Federal (MPF) apontou que os crimes cometidos foram corrupção, evasão de divisas, organização criminosa e lavagem de ativos.

Jonas Lopes foi condenado ainda a sete anos de prisão, sendo um ano e meio de prisão domiciliar em um imóvel rural em Além Paraíba, Minas Gerais, sob monitoramento eletrônico. Depois desse período, ele vai prestar dois anos e seis meses de serviços comunitários na mesma cidade, durante 15 horas semanais, passando fins de semana e feriados em casa. Ao fim, ele terá três anos de regime aberto, com comprovação mensal de atividades.

O advogado Jonas Lopes Neto terá  que cumprir três anos de prestação de serviços à comunidade, também por 15 horas semanais.

A mesma sentença também traz punições para o empresário Álvaro Novis, que terá que devolver R$ 17 milhões aos cofres públicos, em dez parcelas de R$ 1,7 milhão. O doleiro terá que cumprir ainda cinco anos e seis meses de prisão, sendo seis meses em regime fechado, que já foram cumpridos no período de prisão preventiva. Além disso ele terá um ano e seis meses de prisão domiciliar e prestação de serviços à comunidade por 40 horas semanais durante mais três anos e seis meses.

Já Jorge Luiz Mendes foi condenado a pagar R$ 460 mil e cumprir cinco anos de reclusão em regime semiaberto. Outro réu no mesmo processo era Edimar Moreira Dantas, que recebeu perdão judicial. Segundo a decisão, sua participação no crime teve menor importância e sua colaboração foi relevante para o esclarecimento dos fatos.

O dinheiro devolvido será depositado em uma conta judicial e ficará sob guarda da Justiça Federal até ter outra destinação.

Cabe assinalar que a informação foi fornecida pela Agência Brasil (EBC). Edição para OIPOL, Luján Frank Maraschio.

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Associação OIPOL

México oferece à OIPOL doar cães K9 destinados a Forças de Segurança Pública brasileiras

Rio de Janeiro/RJ  – O Coronel José González Quirós é o gestor da proposta feita pelo secretario de seguridade cidadã, Juan José González Gonzalez.

O Diretor Geral de OIPOL, Luján Frank Maraschio, e a Missão Rio de Janeiro estão analisando as corporações que mais precisam de o tipo de dotação para a luta contra o crime. O coronel Quirós, informou que os K-9 são excelentemente preparados por pessoal  profissional da polícia mexicana, em rastreou  e proteção.

Cabe assinalar que, o Coronel José González Quirós, desde a República Dominicana, é o enlace da Organização Internacional de Policiais (OIPOL) com o setor Segurança Publica do México. Ele e o Diretor Geral da organização agradece  todos os membros, os treinadores e ao secretario de Seguridade e Cidadania, Juan José Gonzalez González.

É procedente dizer que, segundo Quirós, os protagonistas do nobre gesto são:

Daniel Zepeda, Ramirez Jesús,Octavo Zepeda, Ramirez Fernando, Zepeda Ramirez Crisanto, David Zepeda, Ramirez e Martin González Maqueda e seu servidor Antonio Alonso Zepeda.

By OIPOL.

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Carreiras na OIPOL

Diretor Geral da OIPOL nomeado Embaixador

81a7aa8c-1aa7-4d76-ac03-402f562f29cdRio de Janeiro/RJ –  O máximo diretivo da Organização Internacional de Policiais, Luján Frank Maraschio, foi nomeado o dia 15 de junho novo Embaixador e Diretor Internacional do Departamento de Seguridade Rio de Janeiro, da Fundação Rosario Gaston, entidade com um claro objetivo de combater a desigualdade no mundo e vinculada a Organização das Nações Unida (ONU) e a diversas entidades internacionais.

Luján Frank, falou de reivindicar os Direitos Humanos dos policiais, de continuar lutando contra o terrorismos, a trata de pessoas, o narcotráfico,  a corrupção e o crime organizado em geral.

Sobre o novo embaixador

O flamante Embaixador e Diretor Internacional do Departamento de Seguridade Rio de Janeiro, da Fundação Rosario Gaston é especialista em Inteligência Criminal e Segurança Internacional, formado em EUA, com diversas especializações, entre elas em Antiterrorismo en Unversidade Presbiteriana Mackezie  de Rio de Janeiro e Perito Criminalístico em MRS São Paulo. O Diretor Geral de OIPOL, também é Coordenador Acadêmico de Security College U.S.

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Operação conjunta dos federais apreendem 250 tabletes de maconha

  • Na Rodovia Presidente Dutra, em Itatiaia, o motorista, pretendia levar a droga de Curitiba (Estado de Paraná) para abastecer comunidades no Rio de Janeiro

29594442_441258986309501_7206599607717216958_nRio de Janeiro/RJ – A ação coordenada por agentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e Polícia Federal resultou na prisão de um homem que transportava em um veículo de passeio um total de 250 tabletes de maconha, equivalente a 220 quilos. A abordagem aconteceu na manhã desta terça-feira (12), no quilômetro 319 da Rodovia Presidente Dutra (BR-116), em Itatiaia, Região Sul Fluminense.

Policiais realizavam uma fiscalização de combate ao crime quando observaram que o veículo Fiat/Linea não obedeceu à ordem de parada. Houve uma perseguição ao carro e, em poucos instantes, efetivada a interceptação.

Os agentes encontraram a droga em cima do banco traseiro e também dentro do porta-malas, tudo embalado e separado por tabletes. O condutor de 37 anos informou que receberia uma quantia de R$ 5 mil para levar a droga de Curitiba/PR até um posto de combustível na Avenida Brasil, Região Metropolitana do Rio, onde seria entregue a traficantes.

A ocorrência foi registrada na Polícia Civil em Itatiaia.

É procedente dizer que a informação foi remitida pela Polícia Rodoviária Federal, Assessoria de Comunicação – Rio de Janeiro. Edição para OIPOL, Luján Frank Maraschio.

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Carreiras na OIPOL

Nova apreensão de drogas em estrada fluminense

  • Polícia Rodoviária Federal (PRF) prende passageiro de ônibus com 15 quilos de maconha e cocaína na Rodovia Presidente Dutra, em Resende

13139196_866837716776771_6810369922577467231_nRio de Janeiro/RJ – No fim da noite de domingo (10), a Polícia Rodoviária Federal (PRF) prendeu um homem de 43 anos transportando cerca de 13 quilos de maconha e 2 quilos de cocaína em um coletivo. A abordagem aconteceu no quilômetro 306 da Rodovia Presidente Dutra (BR-116), em Resende, Região Sul Fluminense.

A equipe PRF que compõe a operação Égide abordou um ônibus que faz a linha São Paulo/SP x Ponte Nova/MG e, ao realizar verificação de regularidade de passageiros e uma inspeção detalhada no bagageiro externo, foi verificada uma mala contendo alguns ilícitos. Através do número de identificação afixada na bagagem, os agentes chegaram até o respectivo dono. Ele, ainda, informou que pretendia levar as drogas de São Paulo até a cidade de Ubá/MG, onde receberia uma boa quantia pelo transporte.

Diante da materialidade, foi dada voz de prisão ao passageiro pelo crime de tráfico de drogas e encaminhada a ocorrência para a 89ª DP (Resende/RJ).

É procedente assinalar que a informação foi remitida pela Polícia Rodoviária Federal, Assessoria de Comunicação Rio de Janeiro. Edição para OIPOL, Lujáb Frank Maraschio.

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Identificam 2 dos 7 cadáveres achados entre a Urca e o Leme

A Foto A

Rio de Janeiro/RJ – A Polícia Civil conseguiu identificar, até a noite do dia 10 de junho, pelo menos dois dos sete corpos encontrados no morro entre a Urca e o Leme, na zona sul do Rio de Janeiro. Daniel Duarte e Natan Isaac Sousa Santos, ambos de 27 anos, tinham passagem pela polícia por associação para o tráfico de drogas e participação em organização criminosa.

Os sete corpos foram encontrados com marcas de tiros. Seis deles foram localizados pelo Corpo de Bombeiros na manhã de ontem, na encosta conhecida como Pedra do Anel. O sétimo foi resgatado pelos próprios parentes em uma região de mata próxima ao Forte Duque de Caxias, no Leme.

De acordo com a Delegacia de Homicídios da capital, cinco deles estavam vestidos com roupas camufladas e coletes balísticos. Ainda segundo a Polícia Civil, testemunhas informaram que eles têm envolvimento com uma quadrilha que disputa o controle pelos pontos de vendas nas comunidades da Babilônia e de Chapéu Mangueira.

Os confrontos armados entre as duas quadrilhas têm sido frequentes nos últimos dias. Policiais militares chegaram a intervir no local, com homens do Comando de Operações Especiais.

É procedente assinalar que a informação foi fornecida pela Agência Brasil (EBC). Edição para OIPOL, Luján Frank Maraschio.