Desarticulam organização criminosa especializada no transporte internacional de drogas

  • Polícia Federal deflagra ação para desarticular organização criminosa usava aeronaves para o traslado
  • Narcotráfico para o Brasil, Estados Unidos e Europa
A Foto Agência Brasil -- ---
Foto Agência Brasil (EBC)

Rio de Janeiro – A Polícia Federal deflagrou o dia 21 de fevereiro a Operação Flak para desarticular uma organização criminosa especializada no transporte aéreo de drogas para o Brasil, Estados Unidos e Europa. No total, são cumpridos 54 mandados de prisão e 81 mandados de busca e apreensão, expedidos pela 4ª Vara Federal de Palmas (TO).

A investigação começou há dois anos, no período de 2017 a 2018. Foram identificados 23 voos transportando em média 400 quilos de cocaína cada, no total de mais de nove toneladas.

Segundo os investigadores, aviões eram adulterados para ter mais tempo de vôo.

Estados

A operação é executada em Tocantins, Goiás, Paraná, Pará, Roraima, São Paulo, Ceará e no Distrito Federal. Mais de 400 policiais federais estão envolvidos.

Também participam a Força Aérea Brasileira (FAB) e o Grupamento de Rádio Patrulha Aérea da Polícia Militar de Goiás (GRAER/PMGO).

Há, ainda, o bloqueio de contas bancárias de aproximadamente 100 pessoas e empresas envolvidas, a apreensão de 47 aeronaves, o sequestro de 13 fazendas com mais de 10 mil cabeças de gado bovino e a inclusão de seis pessoas no Sistema de Difusão Vermelha da Interpol.

Crimes

Os investigados devem responder, na medida de suas participações, por tráfico transnacional de drogas, associação para o tráfico, financiamento ao tráfico, organização criminosa, lavagem de dinheiro e atentado contra a segurança do transporte aéreo.

O nome da operação Flak faz alusão a uma expressão utilizada pelos países aliados durante a Segunda Guerra Mundial para se referirem à artilharia antiaérea alemã.

Cabe assinalar que a informação foi facilitada pela Agência Brasil (EBC). Edição em idioma português para OIPOL, Luján Frank Maraschio.

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Nova fase da Operação Lava Jato

  • Paulo Vieira de Souza, também conhecido como Paulo Preto é preso apontado como operador de esquemas de corrupção envolvendo o PSDB em São Paulo
Foto Lava Jato
Foto Lava Jato

Rio de Janeiro – A 60ª fase da Lava Jato, deflagrada na manhã de hoje (19) pela Polícia Federal de Curitiba, prendeu Paulo Vieira de Souza, também conhecido como Paulo Preto, apontado como operador de esquemas envolvendo o PSDB em São Paulo. A operação recebeu o nome de Ad Infinitum.

Segundo o Ministério Público Federal do Paraná, 12 mandados de busca foram expedidos, entres eles, em endereços de Paulo Preto e do ex-chanceler Aloysio Nunes Ferreira Filho.

A operação investiga um complexo esquema de lavagem de dinheiro de corrupção praticado pela Odebrecht e por Paulo Preto e outros três operadores, que atuaram entre 2007 e 2017. Segundo o MPF, as transações investigadas superam R$ 130 milhões, que correspondiam ao saldo de contas controladas por Paulo Preto na Suíça no início de 2017.

Esquema

As investigações da força-tarefa da Lava Jato no Paraná revelaram a atuação de Paulo Preto como operador financeiro com importante papel num complexo conjunto de operações de lavagem de dinheiro em favor da empreiteira Odebrecht.

Paulo Preto teria disponibilizado, no segundo semestre de 2010, R$ 100 milhões em espécie para um operador no Brasil, que teria entregue os valores ao Setor de Operações Estruturadas da Odebrecht, aos cuidados de um doleiro. Esse doleiro pagava propinas, a mando da empresa, a vários agentes públicos e políticos, inclusive da Petrobras. Segundo o MPF, propinas foram pagas pela empreiteira, em espécie, para seis diretores e gerentes da Petrobras.

Em contraprestação à entrega de valores em espécie por Paulo Preto ao Setor de Operações Estruturadas da Odebrecht no Brasil, esse setor transferiu milhões de dólares para as contas de um doleiro no exterior. Este último operador, depois de descontar sua comissão, devida pela lavagem do dinheiro, ficava incumbido de fazer chegar às contas de Paulo Preto os recursos a ele devidos.

A investigação apontou que houve também outras operações ilícitas entre os investigados. No dia 26 de novembro de 2007, por intermédio da offshore Klienfeld Services Ltd, a Odebrecht transferiu 275.776,04 de euros para a conta controlada por Paulo Preto, em nome da offshore Grupo Nantes, na Suíça. No mês seguinte, foi solicitada emissão de cartão de crédito, vinculado à sua conta, em nome de Aloysio Nunes Ferreira Filho. Além disso, foram identificados depósitos, no ano de 2008, por contas controladas pela Andrade Gutierrez e Camargo Correa, em favor da mesma conta controlada por Paulo Preto na Suíça, no valor global aproximado de US$ 1 milhão.

Documentos apreendidos em fases anteriores da Lava Jato, fornecidas pela Odebrecht, depoimentos de colaboradores, troca de mensagens, relatórios de informação e extratos embasam a investigação. “Nesse contexto, foi fundamental a obtenção de evidências mediante a cooperação internacional entre o Brasil e quatro países: Suíça; Espanha, Bahamas e Singapura”, diz o MPF.

“Parte das peças desse grande quebra-cabeça foi obtida pelo MPF a partir de acordos de leniência e de colaboração premiada, cooperações internacionais com quatro países, análise e relacionamento de provas obtidas em buscas e apreensões de fases anteriores da Lava Jato e afastamentos de sigilos fiscal e bancário. Os mandados de busca e apreensão que estão sendo cumpridos hoje visam a obter outras peças dessa gigantesca figura criminosa”, disse o procurador da República Roberson Pozzobon.

Outro lado

Paulo Preto já é investigado pela Lava Jato em São Paulo. Ele é réu em duas ações penais envolvendo obras de construção do Rodoanel Sul e do Sistema Viário de São Paulo. Em uma delas ele é acusado de peculato (desvio de dinheiro público), processo que se encontrava na fase de alegações finais, mas que foi anulado em liminar de habeas corpus pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes. A segunda ação é a de crime de cartel, que se encontra na fase de depoimentos das testemunhas de defesa.

Procurada a defesa de Paulo Preto, informou que não vai comentar a operação e a prisão de seu cliente. “Não tivemos acesso a qualquer documentação ainda”, informou a defesa. Já a defesa de Aloysio Nunes ainda não se manifestou.

É procedente assinalar que a informação foi facilitada pela Agência Brasil (EBC). Edição em idioma português para OIPOL, Luján Frank Maraschio.

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Federais do Brasil combatem disseminação de pornografia infantil pela internet

A Foto Políacia Federal do Brasil _Cabedelo/PB – Rio de Janeiro/RJ – A Polícia Federal deflagrou na quinta-feira (14/2) a Operação Salva Guarda, com objetivo de combater a disseminação de pornografia infantil na internet. Aproximadamente 10 policiais federais deram cumprimento a dois mandados de busca e apreensão nas residências dos investigados, resultando na prisão em flagrante de uma pessoa.

Os investigados eram suspeitos de usar programas de computador para troca de fotos e vídeos pornográficos envolvendo crianças e adolescentes.

Durante as buscas, os policiais federais encontraram armazenados em mídias digitais, inúmeros arquivos dessa natureza, possibilitando a prisão em flagrante de uma pessoa.

Os investigados responderão pelos crimes de posse e compartilhamento de material pornográfico envolvendo crianças e adolescentes, cujas penas somadas poderão chegar a 10 anos de reclusão.

O nome da operação, Salva Guarda, significa proteção conferida por instituição.

É procedente dizer que a informação foi facilitada pela  Comunicação Social da Polícia Federal na Paraíba. Edição em idioma português para OIPOL, Luján Frank Maraschio.

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OIPOL, organização não governamental, inscrita dentro del banco de entidades consultivas de la Organización Internacional de las Naciones Unidas (ONU).

Guerra cotidiana contra o narcotráfico em diversas regiões do Brasil

  • Polícia Federal prende traficante que costurava coletes sob medida impregnados com droga
  • Visando desarticular organização criminosa responsável por tráfico de drogas na cidade de Paraíso do Tocantins
  • A maior apreensão de drogas da história do Porto de Natal

A Foto Políacia Federal do Brasil - --- -Guarulhos/SP – Palmas/TO – Natal/RN – Rio de Janeiro- A Polícia Federal, com o apoio do 35º Batalhão da Polícia Militar de São Paulo, prendeu na manhã do dia 12 de fevereiro na cidade de Itaquaquecetuba/SP, um traficante que aliciava pessoas para o tráfico internacional de drogas, por meio do Aeroporto Internacional de São Paulo.

Policiais federais, que investigavam informações coletadas a partir da prisão das chamadas “mulas do tráfico”, no Aeroporto Internacional de São Paulo, identificaram um suspeito de tráfico, nacional da Nigéria, na cidade de Itaquaquecetuba, região metropolitana de São Paulo.

Após a obtenção de mandado de busca e apreensão junto à 1ª Vara Federal de Guarulhos, os policiais foram ao local, na noite do dia 11 de fevereiro e encontraram dois pacotes com cocaína em pó e cinco coletes cujos forros estavam impregnados com cocaína.

Como o suspeito não se encontrava no local, os policiais solicitaram apoio da PM e realizaram a prisão no momento em que o suspeito retornou. Entre os documentos apreendidos com o homem, de 37 anos de idade, havia comprovantes de pagamento, em seu nome, a uma escola de corte e costura que ministra curso de vestuário e moda, assim como detalhes dos manequins de outras pessoas cujas roupas foram confeccionadas sob medida.

Operação Singer

A Foto Políacia Federal do Brasil - -Agentes federais deflagraram na terça-feira (12/2) a Operação Singer, visando desarticular organização criminosa responsável por tráfico de drogas na cidade de Paraíso do Tocantins. Aproximadamente 20 policiais federais cumpriram um mandado judicial de busca e apreensão e três mandados de prisão preventiva, expedidos pela 1ª Vara Criminal da Comarca de Paraíso.

A investigação teve início a partir de diligências rotineiras visando o combate ao tráfico de drogas na região. A Polícia Federal efetuou a prisão de duas pessoas – uma delas, inclusive em cumprimento de pena por tráfico de drogas em regime semiaberto – e apreendeu cinco porções de substância aparentando ser cocaína e uma aparentando ser maconha, além de uma balança de precisão, no quarto do casal investigado.

Os investigados devem responder, na medida de suas participações, pelos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico.

Cabe assinalar que, o nome da operação faz referência ao fato de ser o alvo principal cantor.

 Apreensão recorde

A Foto Políacia Federal do Brasil - - --- - -Na terça-feira (12/2) também foi  realizada a maior apreensão de drogas da história do Porto de Natal. Cerca de 1.275 kg de cocaína foram encontrados em meio a frutas no interior de um container que seguiria para os Países Baixos (Holanda). Na ação, a PF contou com apoio logístico da Receita Federal. Ninguém foi preso.

O embarque da carga para a Europa, contendo 998 tabletes da droga, seria feito na manhã de hoje. A descoberta se deu em decorrência de uma análise de situações suspeitas no Porto de Natal, onde a fiscalização pela Polícia Federal vem sendo intensificada nos últimos meses.

As investigações terão prosseguimento visando identificar os donos da carga ilícita.

Dentre as ações da Polícia Federal, previstas para o ano de 2019, no Rio Grande do Norte, serão feitas reuniões da Cesportos, presididas pela instituição, para implementação de medidas de segurança no Porto de Natal.

Somando-se ao total de droga de 2018, a PF já apreendeu até hoje um total 2.948 kg de cocaína na Grande Natal.

É procedente dizer que a informação foi facilitada pela Comunicação Social da Polícia Federal em Tocantins, Comunicação Social da Polícia Federal no Rio Grande do Norte e Agência de Noticias da PF. Edição em idioma português para OIPOL, Luján Frank Maraschio.

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Operação da Polícia Federal Brasileira contra o tráfico de drogas pelas Internet

  • Em 2018, começou o inquérito policial após a área de inteligência de a Polícia Federal identificar a atuação de um grupo que usava uma rede social para comercializar virtualmente drogas, como maconha, MDMA e LSD.
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Foto Agência Brasil

Rio de Janeiro – A Polícia Federal deflagrou o dia 12 de fevereiro a Operação Dealer para desarticular uma organização criminosa que negociava drogas por meio de uma rede social. Foram cumpridos 10 mandados de prisão temporária e 10 mandados de busca e apreensão em cidades de São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Sergipe e Minas Gerais.

As investigações indicam que o grupo responsável pelo mural atuava de forma organizada, com membros agindo com funções distintas, sujeitas a um comando centralizado.

Em 2018, começou o inquérito policial após a área de inteligência de a Polícia Federal identificar a atuação de um grupo que usava uma rede social para comercializar virtualmente drogas, como maconha, MDMA e LSD.

Os investigados serão indiciados pela prática de crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico de drogas, com penas de 3 anos a 15 anos de prisão e multa.

Os mandados foram expedidos, a pedido da PF, pela 4ª Vara Criminal Federal de São Paulo nas cidades paulistas de Indaiatuba, Casa Branca, Osvaldo Cruz, Bauru e Birigui. Também houve diligências em Aracaju, Florianópolis, Curitiba e Divinópolis (MG).

É procedente assinalar que a informação foi facilitada pela Agência Brasil (EBC). Edição em idioma português para OIPOL, Luján Frank Maraschio.

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O presidente do Brasil solicita esclarecer ataque sofrido na campanha

  • O pedido de Bolsonaro foi feito em vídeo gravado no Hospital Albert Einstein
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(Brasília – DF, 09/01/2019) Presidente da República, Jair Bolsonaro, durante execução do Hino Nacional. Foto: Marcos Corrêa/PR

Rio de Janeiro – O presidente Jair Bolsonaro cobrou, no domingo (10), que a Polícia Federal esclareça “nas próximas semanas“ quem foi, ou “ quem foram “, os mandantes do atentado sofrido por ele no dia 6 de setembro , em Juiz de Fora (MG), durante a campanha eleitoral.

“Espero que a nossa  querida Polícia Federal, polícia que nos orgulha a todos, que tenha uma solução para o nosso caso nas próximas semanas. Esse crime, essa tentativa de homicídio, esse ato terrorista praticado por um ex-integrante do PSOL, não pode ficar impune. E nós queremos, sim, e gostaríamos, que a PF indicasse, obviamente que, com dados concretos, quem foi, ou quem foram os responsáveis por determinar que o Adélio [Bispo de Oliveira] praticasse aquele crime”, disse Bolsonaro no primeiro vídeo gravado por ele no Hospital Albert Einstein, em São Paulo, onde está internado.

Postado no Twitter, no vídeo, que tem duração de 1 minuto e 44 segundos, Bolsonaro agradece o tratamento que recebeu da equipe médica em São Paulo Einstein e também na Santa Casa de Juiz de Fora, onde teve o primeiro atendimento após o ataque.

O presidente destaca ainda que sabe que poucos no país podem receber um tratamento como o que ele teve direito. “Temos plena consciência [de] que nosso SUS [Sistema Único de Saúde] pode melhorar, e muito, e tudo faremos para que isso se torne uma realidade”, afirmou Bolsonaro no víideo.

Histórico

No mês passado, a Polícia Federal (PF) pediu à Justiça Federal em Minas Gerais mais 90 dias para encerrar o inquérito que apura quem são os responsáveis pelo financiamento da defesa de Adélio Bispo de Oliveira, autor do ataque a faca contra o presidente Jair Bolsonaro durante a campanha eleitoral, no ano passado.

A defesa de Adélio afirma que ele agiu sozinho e que o ataque foi apenas “fruto de uma mente atormentada e possivelmente desequilibrada” por conta de um suposto problema mental.

Cabe lembrar que a PF pediu 16 janeiro (2019) à Justiça Federal em Minas Gerais mais 90 dias para encerrar o inquérito que apura quem são os responsáveis pelo financiamento da defesa de Adélio Bispo, autor do ataque contra o presidente Jair Bolsonaro durante a campanha eleitoral do ano passado.

Em dezembro do ano passado, a PF cumpriu mandados de busca e apreensão em dois imóveis relacionados ao advogado Zanone Manuel de Oliveira Júnior, um dos integrantes da defesa de Adélio. Zanone diz que manterá sigilo profissional sobre o contratante.

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Foto do autor do ataque contra o presidente do Brasil. Foto Agência Brasil (EBC).

Bolsonaro tomou uma facada enquanto fazia campanha em Juiz de Fora (MG), no dia 6 de setembro do ano passado. O ataque foi feito por Adélio Bispo de Oliveira, autor confesso da facada, que está preso no presídio federal em Campo Grande (MS).

No primeiro processo aberto pela Justiça, Adélio passou à condição de réu por atentado pessoal por inconformismo político.

Conforme denúncia feita pelo MPF e aceita pela Justiça, o acusado colocou em risco o regime democrático ao tentar interferir no resultado das eleições por meio do assassinato de um dos concorrentes na disputa presidencial.

De acordo com o procurador autor da denúncia, Adélio Bispo planejou o ataque com antecedência de modo a excluir Bolsonaro da disputa.

A defesa de Adélio afirma que ele agiu sozinho e que o ataque foi apenas “fruto de uma mente atormentada e possivelmente desequilibrada” por conta de um suposto problema mental.

É procedente assinalar que a informação foi facilitada pela Agência Brasil (EBC). Edição em idioma português para OIPOL, Luján Frank Maraschio.

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Operações de Interpol Brasil prende quatro foragidos internacionais

A Foto Polícia Federal do Brasil - ---
Foto Polícia Federal do Brasil

Rio de Janeiro – Na segunda-feira (28/01), equipe da Interpol localizou e efetuou em São Paulo/SP a prisão para extradição, decretada pelo STF, de fugitivo procurado pela Bélgica por envolvimento, entre 2008 e 2012, em casos de fraude, abuso de confiança e desobediência. O preso deve ser mantido em custódia na Superintendência Regional da Polícia Federal em São Paulo até que o STF julgue o processo de sua extradição para a Bélgica.

Na quinta-feira (31/01), policiais federais que atuam na Bolívia, com o auxílio da Interpol e da Força Especial de Luta contra o Narcotráfico da Bolívia, coordenaram a localização, prisão e posterior expulsão para o Brasil de fugitivo brasileiro procurado pela Justiça Federal de Cuiabá/MT. O preso era procurado por tráfico internacional de grandes quantidades de droga (cocaína), em 2018, da Bolívia para o Brasil. Ele foi entregue às autoridades brasileiras em Corumbá/MS e deverá permanecer detido em estabelecimento prisional no Brasil à disposição da Justiça.

Na sexta-feira (01/02), equipe da Interpol localizou e efetuou em São Paulo/SP a prisão para extradição, decretada pelo STF, de fugitivo procurado pela Coréia do Sul, por envolvimento, entre 2006 e 2008, em casos de manipulação fraudulenta de mercado de ações e estelionato. O homem será mantido em custódia na Superintendência Regional da Polícia Federal em São Paulo até que o STF julgue o processo de sua extradição para a Coréia do Sul.

Ainda na sexta-feira (01/02), por meio da Interpol, com o apoio da ICE (Agência de Imigração Norte-Americana) e das autoridades da Colômbia, foi preso em Cali, Colômbia, fugitivo brasileiro procurado pela Justiça Federal do Rio de Janeiro/RJ. O preso era procurado pelos de crimes de formação de quadrilha, corrupção ativa e contrabando de bens no valor aproximado R$ 1 milhão de reais, praticados em 2011. O preso será mantido em custódia na Colômbia até que seja julgado o processo de sua extradição para o Brasil.

Cabe assinalar que a informação foi facilitada pela Polícia Federal do Brasil. Edição em idioma português para OIPOL, Luján Frank Maraschio.

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Esquema de corrupção entre agentes públicos na Região Sudeste do Brasil

A Foto Políacia Federal do Brasil - - -Belo Horizonte/MG – A Polícia Federal, em conjunto com a Polícia Rodoviária Federal, deflagrou no dia 7 de fevereiro a Operação Estropie, para combater os crimes de corrupção passiva, inserção de dados falsos em sistemas de informações, receptação, associação criminosa e prevaricação, envolvendo agentes públicos, em Minas Gerais.

Foram cumpridos três mandados judiciais de prisão preventiva, três mandados judiciais de prisão temporária e 10 mandados judiciais de busca e apreensão; todos expedidos pela Justiça Federal de Teófilo Otoni/MG. Eles foram cumpridos nas cidades mineiras de Itaobim, Salinas, Cachoeira do Pajeú e Teófilo Otoni.

As investigações tiveram início há 9 meses e apuraram obtenção ilícita de dinheiro em espécie e outros bens por parte de policiais rodoviários, além de suposto envolvimento de policiais com quadrilhas de assalto de cargas e desvio de combustíveis na região de Itaobim.

Os presos serão conduzidos à penitenciária Nelson Hungria, em Contagem/MG, e a penitenciária de Teófilo Otoni. Se condenados, os envolvidos poderão cumprir mais de 30 anos de reclusão.

Será concedido atendimento à imprensa, a partir das 9h, no 19º Batalhão de Polícia Militar em Teófilo Otoni (Rua Helmuth Neuman, 110, bairro São Jacinto).

Cabe assinalar que a informação foi facilitada pela Polícia Federal do Brasil. Edição em idioma português para OIPOL, Luján Frank Maraschio.

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Funcionário dos Correios do Brasil desvia encomendas do exterior

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Foto Polícia Federal do Brasil (PF).

Rio de Janeiro/RJ – Florianópolis /SC – Policiais Federais prenderam em flagrante, na tarde o dia 5 fevereiro um funcionário dos Correios que desviava encomendas oriundas do exterior. Em razão da função que desempenhava, na triagem de encomendas, o funcionário retinha para si as que lhe interessava.

Contando o apoio da área de Segurança dos Correios, foi possível apurar que os desvios devem ter se iniciado no mês passado, haja vista que desde a data de 25/01/2019 vinham sendo encontradas embalagens violadas no local em que o funcionário trabalhava.

Em sua mochila foram encontradas oito encomendas postais ainda lacradas, contendo itens diversos, além de três relógios.  O preso foi autuado pelo crime de peculato, previsto no artigo 312 do Código Penal, cuja pena pode chegar a 12 anos de reclusão.

É preciso assinalar que a informação foi facilitada pala Comunicação Social da Polícia Federal em Santa Catarina. Edição em idioma português para OIPOL, Luján Frank Maraschio.

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Novas operações internacionais antidrogas da Polícia Federal brasileira

  • Federais prende traficante que aliciava pessoas para traficar drogas proibidas
  • Prenderam, também, um dos principais membros de facção criminosa especializada em tráfico de drogas, com atuação em todo território nacional, em Balneário Camboriú, Santa Catarina. Ele é apontado como uma liderança regional de uma organização criminosa que se dedica ao tráfico de drogas originárias da Bolívia. Elas são introduzidas no Brasil pela fronteira sul do Estado do Mato Grosso do Sul com o Paraguai

A Foto Políacia Federal do Brasil - --- -Rio de Janeiro – A Polícia Federal, em ação conjunta com a US Immigration and Customs Enforcement (ICE), agência americana que combate a criminalidade transfronteiriça, prendeu no domingo 3 de fevereiro um traficante responsável pelo aliciamento de “mulas” para o transporte de drogas, por via aérea, para o exterior.

As investigações, que levaram à prisão do traficante, tiveram início a partir das prisões de “mulas do tráfico” ocorridas no aeroporto Internacional de São Paulo. No decorrer das investigações os policiais perceberam que o homem, nacional de Angola e 31 anos de idade, tentou se evadir do país pela Guiana embarcando em voo com destino aos Estados Unidos.

Policiais da Agência ICE receberam informações da PF e inadmitiram o suspeito quando ele tentou desembarcar naquele país. Ele foi reembarcado em voo com destino ao Rio de Janeiro, onde foi preso, mediante mandado de prisão expedido pela 2ª Vara Federal de Guarulhos.
O preso foi encaminhado ao presídio estadual, onde permanecerá à disposição da Justiça.

Facção criminosa

Por outro lado, os federais prenderam o dia 4 de fevereiro um dos principais membros de facção criminosa especializada em tráfico de drogas, com atuação em todo território nacional, em Balneário Camboriú, Santa Catarina. A prisão foi decorrente de ações desencadeadas na Operação Teseu e contou com o apoio das polícias estaduais de Mato Grosso do Sul e de Santa Catarina.

As investigações para localizar e prender o traficante duraram aproximadamente 6 meses. Ele é apontado como uma liderança regional de uma organização criminosa que se dedica ao tráfico de drogas originárias da Bolívia. Elas são introduzidas no Brasil pela fronteira sul do Estado do Mato Grosso do Sul com o Paraguai.

O indiciado é suspeito de ter sido um dos responsáveis pelo assassinato de um policial civil do Mato Grosso do Sul, em março de 2018 e de ter participação na morte de uma advogada em Pedro Juan Caballero, no Paraguai em novembro último. O preso possuía dois mandados de prisão expedidos em seu desfavor: um por uso de documento falso e outro por tráfico de drogas.

A organização criminosa da qual ele faz parte é suspeita, ainda, de ser a responsável pelo violento ataque a uma residência em Ypehu no Paraguai, cidade próxima ao município de Paranhos no Mato Grosso do Sul.

Nas ações desencadeadas hoje, além da prisão, foram apreendidos dinheiro em espécie, telefones celulares e um veículo de luxo.

É procedente assinalar que as informações foram facilitadas pela Comunicação Social da Polícia Federal no Aeroporto Internacional de São Paulo/Guarulhos e Divisão de Comunicação Social da PF. Edição em idioma português para OIPOL, Luján Frank Maraschio.

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Operações para combater o narcotráfico no Brasil

  • Polícia Federal combate tráfico internacional de drogas por meio de “mulas” em Santa Catarina
  • Investigação, que iniciou em agosto de 2018, apreende aproximadamente 560 kg de maconha e três veículos em Espirito Santo

A Foto Políacia Federal do Brasil - - --- - -Florianópolis/SC – Vila Velha/ES – Rio de Janeiro/RJ – A Polícia Federal deflagrou o dia 31 de janeiro a  Operação Schengen, para reprimir grupos criminosos envolvidos com tráfico internacional de drogas, em Santa Catarina. O esquema criminoso consistia no aliciamento de pessoas para transportarem para o exterior cargas de drogas, em viagens comuns para a Europa.

Foram cumpridos dez mandados de prisão e dez mandados de busca e apreensão, em Florianópolis/SC e São José/SC, todos expedidos pela Justiça Federal desta capital.

De acordo com as investigações, os envolvidos transportavam ou aliciavam pessoas para transportarem entre 2,5 a 3kg, de cocaína para Europa e voltavam ao Brasil com droga sintética, conhecido com ecstasy ou bala. Essas pessoas eram atraídas pelos valores em dinheiro oferecidos e pela oportunidade de visitar países europeus.

Os investigados responderão pelos crimes de tráfico de drogas internacional, associação para o tráfico e por integrar organização criminosa, crimes previstos em Lei cujas penas máximas somadas podem ultrapassar 33 anos de prisão.

Operação em Espírito Santo

Por outro lado, a Polícia Federal deflagrou o mesmo dia 31 de janeiro a Operação Ponta Sul, com objetivo de desarticular quadrilha que atua no tráfico de drogas, no Espírito Santo.

Policiais federais cumpriram 8 mandados de busca e apreensão e 05 mandados de prisão preventiva, nas cidades Vitória/ES, Vila Velha/ES e Linhares/ES.

A investigação teve início em agosto de 2018, quando foram apreendidos aproximadamente 560 kg de maconha e três veículos, na cidade de Cachoeiro de Itapemirim/ES. Na ocasião os condutores dos veículos não atenderam à ordem de parada emitida pelos policiais e empreenderam fuga, abandonando os veículos com o carregamento de droga. As investigações prosseguiram, e os responsáveis foram identificados e presos hoje.

Na ação de hoje, foram apreendidas duas submetralhadoras de aparente produção artesanal, uma espingarda, um revólver e 110 munições, além de pequena quantidade de cocaína, documentos e dispositivos de armazenamento digital.

É procedente assinalar que a informação foi facilitada pela Comunicação Social da Polícia Federal em Santa Catarina e Comunicação Social da Polícia Federal no Espírito Santo. Edição em idioma português para OIPOL, Luján Frank Maraschio.

Auxílio Jurídico OIPOL, de plantão… 

Força da Lava Jato deflagra nova fase no Brasil

  • Polícia Federal realiza a 59ª etapa da Operação Lava Jato
  • Suspeitas de que o esquema criminoso foi possível devido a acordo entre os investigados, que responderão pela prática dos crimes de corrupção passiva e ativa, lavagem de dinheiro e associação criminosa

Departamento de Polícia Federal - Superintendência Regional de São Paulo.

Rio de Janeiro – A Polícia Federal (PF) deflagrou o dia 31 de janeiro a 59ª fase da Operação Lava Jato. São cumpridos 15 mandados de busca e apreensão e três de prisão temporária por 60 policiais federais, com o apoio de 16 auditores fiscais da Receita Federal, em São Paulo e Araçatuba (SP).

Há suspeitas de que o esquema criminoso foi possível devido a acordo entre os investigados, que responderão pela prática dos crimes de corrupção passiva e ativa, lavagem de dinheiro e associação criminosa. Os presos e o material apreendido serão levados para a Superintendência da Policia Federal em Curitiba, no Paraná.

Buscas e detenções

Os mandados foram expedidos pela 13ª Vara Federal de Curitiba, com base nos termos da colaboração premiada homologada pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Os contratos suspeitos somam mais de R$ 682 milhões.

As investigações colheram indícios que apontam que empresas pagaram vantagens indevidas, de forma sistemática, a executivos da Transpetro. O esquema envolvia o pagamento de um percentual de propina, que alcançou o montante de até 3% do valor de 36 contratos formalizados com a estatal entre 2008 e 2014.

Valores

No período de 2008 a 2014, foram repassados milhões de reais a agentes políticos, segundo as investigações. Desse total, o colaborador teria recebido R$ 2 milhões por ano, a título de vantagem indevida, além de R$ 70 milhões no exterior.

Há indícios de que um escritório de advocacia foi utilizado para a movimentação de valores ilícitos e geração de dinheiro em espécie em favor das empresas do grupo investigado.

O sistema utilizado para a ocultação e dissimulação da vantagem indevida ocorreu mediante a utilização de contas de passagem e estruturação de transações financeiras (fracionamento). O objetivo era evitar comunicação de operações suspeitas ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf).

É procedente assinalar que a informação foi facilitada pela Agência Brasil (EBC). Edição em idioma português para OIPOL, Luján Frank Maraschio.

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As suspeitas de corrupção batem novamente no Brasil

  • Cinco suspeitos de envolvimento em tragédia de Brumadinho são presos
  • Ações ocorram em Belo Horizonte e São Paulo
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Foto agência Brasil (EBC)

Rio de Janeiro – Três funcionários da Vale diretamente envolvidos e responsáveis pelo licenciamento da barragem que se rompeu em Brumadinho e dois engenheiros terceirizados que atestaram a estabilidade do empreendimento foram presos no dia 29 de janeiro. Na operação desta terça-feira, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), o Ministério Público Federal (MPF) e a Polícia Federal (PF) cumpriram sete mandados de busca e apreensão e cinco de prisão temporária no intuito de apurar responsabilidade criminal pelo rompimento da barragem da mineradora no município mineiro.

Dos cinco alvos da operação, dois tinham domicílio em São Paulo e os demais residem na região metropolitana de Belo Horizonte. A prisão foi decretada pelo prazo de 30 dias e todos os presos serão ouvidos pelo MPMG. Os documentos e provas apreendidas também serão encaminhados ao Ministério Público para análise.

O MPF, por meio da Procuradoria da República em Minas Gerais, e a PF, por meio da Delegacia de Meio Ambiente e Patrimônio Histórico, cumpriram simultaneamente os cinco mandados de busca e apreensão expedidos pela Justiça Federal em Belo Horizonte. As ordens foram cumpridas na sede da Vale, em Nova Lima (MG), e em uma empresa sediada em São Paulo que prestou serviços de projetos e consultoria na área das barragens. Também foram alvo das medidas pessoas ligadas a essa empresa.

Nas diligências, houve a participação de procuradores da República lotados em Minas Gerais e São Paulo, de policiais federais e de peritos das áreas de informática, mineração e geologia. “Os órgãos de investigação têm trabalhado de forma concatenada para apuração dos graves crimes relacionados com o rompimento da barragem, sendo que as investigações se encontram em andamento”, informou o MPMG.

Suspeitos de fraudes

Dois engenheiros, suspeitos de fraudar laudos técnicos da empresa Vale, permitindo operações na barragem da Mina Córrego do Feijão, em Brumadinho, nos arredores de Belo Horizonte, foram presos na manhã do dia 29 de janeiro em São Paulo. A ordem de prisão foi expedida pela Justiça de Minas Gerais.

Segundo informações preliminares, os pedidos de prisão foram expedidos no fim de semana. Os homens foram presos em casa. Há desdobramentos da operação também em Minas Gerais. Porém, não foram detalhadas as ações nem os locais.

A força-tarefa envolve a Polícia Federal, o Ministério Público Estadual e Federal e a Polícia Civil, além de policiais, promotores e procuradores de Minas.

Ações

Cabe repetir que, a Polícia Federal – em conjunto com o Ministério Público Federal, os ministérios públicos estaduais de Minas Gerais e São Paulo, e as Polícias Civil e Militar de Minas Gerais – deflagrou uma ação para cumprimento de mandados judiciais, visando a apurar responsabilidade criminal pelo rompimento de barragem que havia na mina do Córrego do Feijão em Brumadinho.

Os cinco mandados judiciais de busca e apreensão foram expedidos pela Justiça Federal em Belo Horizonte foram cumpridos nas cidades de Nova Lima (MG) e São Paulo (SP) em sedes de duas empresas e nas casas de pessoas relacionadas à Vale.

Sete mandados judiciais de busca e apreensão expedidos pelo Juízo da Comarca de Brumadinho foram cumpridos na região metropolitana de Belo Horizonte e as restantes na capital paulista.

Cinco mandados judiciais de prisão temporária também expedidos pelo Juízo da Comarca de Brumadinho, com validade de 30 dias, foram cumpridos, sendo três na região metropolitana de Belo Horizonte e as restantes em São Paulo.

Outro lado

Em nota, a Vale diz que está à disposição das autoridades. “Referente aos mandados cumpridos nesta manhã, a Vale informa que está colaborando plenamente com as autoridades. A Vale permanecerá contribuindo com as investigações para a apuração dos fatos, juntamente com o apoio incondicional às famílias atingidas.”

Cabe dizer que a informação foi facilitada pela Agência Brasil (EBC), com informações da TV Brasil em São Paulo//Matéria alterada às 8h05 para acréscimo de informações. Edição em idioma português para OIPOL, Luján Frank Maraschio.

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Desarticulam ação criminosa responsável por desvios de recursos públicos

  • Polícia Federal investiga grupo criminoso responsável por desvios de recursos públicos

a foto ---Araguaína/TO – A Polícia Federal deflagrou no dia de 24 de janeiro a Operação Dejavu, para desarticular organização criminosa responsável por desvios de recursos públicos destinados a saúde pública do município de Araguaína/TO. Estima-se um prejuízo de aproximadamente R$ 7 milhões aos cofres públicos.

Aproximadamente 90 policiais federais cumprem 21 mandados judiciais de busca e apreensão, expedidos pela 2ª Vara Federal de Araguaína, nos estados do Tocantins, Goiás e Distrito Federal.

A investigação teve início após auditoria nos contratos firmados entre uma organização social sem fim lucrativo e empresas privadas prestadoras de serviços às unidades hospitalares de Araguaína.  A Controladoria Geral da União-CGU constatou que 8 dessas empresas possuíam contratos superfaturados e relação direta e indireta com os gestores da referida organização social.

De acordo com o que foi apurado, o grupo criminoso atuava por meio de organizações sociais sem fins lucrativos que participavam fraudulentamente de certames públicos para gerenciamento da saúde pública de Araguaína. Após fraude nesses certames, tais organizações sociais passavam a contratar de forma direta, sem licitação, empresas ligadas a seus gestores, bem como firmam contratos superfaturados.

Os criminosos devem responder pelos crimes de Fraude a Licitação (90 da lei 8.666/03), Organização Criminosa (art.2º da lei 12.850/13), Lavagem de Dinheiro (art.1º da lei 9.613/98), Peculato (art. 312 do CP), Corrupção Ativa (art.333 do CP) e Corrupção Passiva (art.317 do CP).

É procedente assinalar que a informação foi transmitida pela Comunicação Social da Polícia Federal em Tocantins. Edição em idioma português para OIPOL, Luján Frank Maraschio.

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Operação da Polícia Federal brasileira contra pornografia infantil na internet

a foto pf- - -Vila Velha/ES – A Polícia Federal deflagrou na manhã do dia 24 de janeiro a Operação Mil Faces, com objetivo de combater a extorsão de menores e a difusão de arquivos contendo imagens de exploração sexual de crianças, por meio da internet.

A operação contou com a participação de 10 policiais federais, sendo realizado o cumprimento de um mandado de prisão preventiva e dois mandados de busca e apreensão, nas residências dos investigados, nos municípios de Vila Velha e da Serra/ES. Um dos investigados foi preso em flagrante.

ENTENDA O CASO

As investigações apontaram que uma pessoa utilizava perfis falsos em uma rede social, para ludibriar e extorquir menores a produzir e enviar material de pornografia infanto-juvenil. Após obter o material, o suspeito compartilhava as imagens e vídeos com outros criminosos que agiam de modo semelhante.

De acordo com o que foi apurado, suspeitos utilizaram perfis falsos em nomes de personagens populares entre o público infanto-juvenil. Eles convenciam as vítimas – espalhadas por vários Estados – a produzir fotos e vídeos íntimos. Em muitos casos, após conseguir alguns registros, o suspeito passava a ameaçar e chantagear a vítima, exigindo o envio de mais material.

O irmão do principal suspeito também compartilhava material ilícito e também foi objeto de busca e apreensão.

CRIMES INVESTIGADOS

Os investigados poderão responder pelos crimes de produção de conteúdo com exploração sexual de crianças, presente no art.240 da Lei 8069/90 – a pena varia entre 4 a 8 anos ; de compartilhamento de arquivos com esse conteúdo presente no art.241-A da Lei 8.069/90, em que a pena varia entre 02 a 06 anos de reclusão; de aliciamento de menores para obtenção de arquivos desta natureza presente no art.241-D, inciso II, como também poderão ainda responder pelo crime de posse de arquivos, no caso de flagrante, quando do cumprimento da busca, presente no art.241-B cujas penas variam de 01 a 04 anos de reclusão.

É procedente assinalar que a informação foi transmitida pela Comunicação Social da Polícia Federal no Espírito Santo. Edição em idioma português para OIPOL, Luján Frank Maraschio.

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Federais do Brasil desarticulam esquema internacional de tráfico de armas

  • Foram detectadas diversas remessas de peças e acessórios de fuzis encaminhadas junto com produtos lícitos como andadores, peças de motocicletas, churrasqueiras, barracas de camping, a fim de dissimular seu conteúdo

A Foto Policia Federal do Brasil -Vila Velha/ES, Rio de Janeiro, Brasil – A Polícia Federal deflagrou o dia 22 de janeiro nova fase da Operação Desmonte, para desarticular esquema internacional de tráfico de armas de fogo, no Espírito Santo.

Policiais federais deram cumprimento a dois mandados de busca e apreensão no município de Cariacica/ES.

De acordo com as investigações, as armas eram trazidas dos Estados Unidos para a região da Grande Vitória. Elas eram usadas para fortalecer grupos criminosos especializados em tráficos de drogas, no Estado.

Foram detectadas diversas remessas de peças e acessórios de fuzis encaminhadas junto com produtos lícitos como andadores, peças de motocicletas, churrasqueiras, barracas de camping, a fim de dissimular seu conteúdo.

Nos locais de cumprimento das buscas foram apreendidos materiais de interesse à investigação, a qual continua em andamento com o objetivo de responsabilizar toda a organização criminosa. Não houve prisões.

É procedente assinalar que a informação foi fornecida pela Comunicação Social da Polícia Federal no Espírito Santo. Edição em idioma português para OIPOL, Luján Frank Maraschio.

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Investigação solicita mais tempo para fechar inquérito do atentado contra Bolsonaro

  • Apuram responsável por financiamento de defesa de Adélio, autor do ataque contra o presidente do Brasil
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Foto do autor do ataque contra o presidente do Brasil. Foto Agência Brasil (EBC).

Rio de Janeito – A Polícia Federal (PF) pediu dia 16 de janeiro à Justiça Federal em Minas Gerais mais 90 dias para encerrar o inquérito que apura quem são os responsáveis pelo financiamento da defesa de Adélio Bispo, autor do ataque contra o presidente Jair Bolsonaro durante a campanha eleitoral do ano passado.

Em dezembro do ano passado, a PF cumpriu mandados de busca e apreensão em dois imóveis relacionados ao advogado Zanone Manuel de Oliveira Júnior, um dos integrantes da defesa de Adélio. Zanone diz que manterá sigilo profissional sobre o contratante.

Bolsonaro tomou uma facada enquanto fazia campanha em Juiz de Fora (MG), no dia 6 de setembro do ano passado. O ataque foi feito por Adélio Bispo de Oliveira, autor confesso da facada, que está preso no presídio federal em Campo Grande (MS).

No primeiro processo aberto pela Justiça, Adélio passou à condição de réu por atentado pessoal por inconformismo político.

Conforme denúncia feita pelo MPF e aceita pela Justiça, o acusado colocou em risco o regime democrático ao tentar interferir no resultado das eleições por meio do assassinato de um dos concorrentes na disputa presidencial.

De acordo com o procurador autor da denúncia, Adélio Bispo planejou o ataque com antecedência de modo a excluir Bolsonaro da disputa.

A defesa de Adélio afirma que ele agiu sozinho e que o ataque foi apenas “fruto de uma mente atormentada e possivelmente desequilibrada” por conta de um suposto problema mental.

Bolsonaro é ferido

O candidato à presidência da República, Jair Bolsonaro, foi agredido durante um ato de campanha, em Juiz de Fora (MG), na tarde do 6 de setembro (2018). A assessoria da Polícia Militar de Minas Gerais confirmou em esse momento que o candidato foi retirado do local por populares e levado para atendimento em Hospital Santa Casa em Juiz de Fora e que uma pessoa foi detida.

Em sua conta no Twitter, o filho de Bolsonaro, Flávio Bolsonaro, escreveu depois do atentado que seu pai foi esfaqueado, mas não corre risco de morte. “Jair Bolsonaro sofreu um atentado agora em Juiz de Fora, uma estocada com faca na região do abdômen. Graças a Deus, foi apenas superficial e ele passa bem”.

Imagens do momento em que Jair Bolsonaro é puxado no meio de uma multidão já circularam na internet.

É procedente assinalar que a informação foi facilitada pela Agência Brasil (EBC). Edição em idioma português para OIPOL, Luján Frank Maraschio.

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Justiça do Brasil abre investigação contra políticos em Operação anticorrupção

  • Há dois anos, a Operação Carne Fraca revelou o envolvimento de ex-fiscais do Ministério da Agricultura em um esquema de liberação de licenças e fiscalização irregular de frigoríficos por meio do recebimento de vantagens indevidas
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Ministra Cármen Lúcia será a relatora das investigações. Foto Agência Brasil (EBC)

Rio de Janeiro – O Supremo Tribunal Federal (STF) abriu 19 inquéritos para investigar políticos que foram citados em delações premiadas de investigados na Operação Carne Fraca, da Polícia Federal (PF), deflagrada em 2017. A ministra Cármen Lúcia será a relatora das investigações.

Os detalhes das investigações não foram divulgados porque estão em segredo de Justiça. Há dois anos, a Operação Carne Fraca revelou o envolvimento de ex-fiscais do Ministério da Agricultura em um esquema de liberação de licenças e fiscalização irregular de frigoríficos por meio do recebimento de vantagens indevidas.

Em 2017, as investigações levaram a União Europeia a proibir a importação de carne de frango de pelo menos 20 frigoríficos brasileiros. Empresas investigadas foram acusadas de fraudar resultados de análises laboratoriais relacionados à contaminação pela bactéria salmonella pullorum.

É procedente assinalar que a informação foi facilitada pela Agência Brasil (EBC). Edição em idioma português para OIPOL, Luján Frank Maraschio.

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Operações policiais contra o crime em diversos locais do Brasil

  • Polícia Federal flagra casal em BR 156 com arma calibre 12, com 25 munições, um rifle calibre 30-30 Winchester, de uso restrit,o com 12 munições e uma pistola calibre 380, com 52 munições, além de 965 carteiras de cigarro contrabandeado.
  • Passageiro com 13 tijolos de cocaína e oito passageiros tentando embarcar com drogas em voos internacionais no Aeroporto Internacional de São Paulo
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Foto Polícia Federal do Brasil

Macapá/AP – Guarulhos/SP –  A Polícia Federal prendeu na quinta-feira (27/12) um casal por porte ilegal de arma de fogo e munição de uso restrito e contrabando, na BR 156, com destino à Macapá/AP.

Policiais Federais abordaram um veículo que seguia sentido Macapá, na BR 156. No automóvel estavam um indivíduo, de 44 anos, que já tem passagem na polícia por porte ilegal de arma de fogo e trabalhava no garimpo do Suriname, e sua esposa. Os dois estavam indo para a cidade de Monção/MA.

Com o casal foram encontradas uma arma calibre 12, com 25 munições, um rifle calibre 30-30 Winchester, de uso restrit,o com 12 munições e uma pistola calibre 380, com 52 munições, além de 965 carteiras de cigarro contrabandeado.

Os presos foram encaminhados ao sistema prisional, onde permanecerão à disposição da Justiça. Se condenados, poderão cumprir pena de até 11 anos de reclusão.

 Drogas na bagagem

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Foto Polícia Federal do Brasil

A Polícia Federal prendeu, no Aeroporto Internacional de São Paulo, na mesma quinta-feira (27/12), um passageiro tentando embarcar com drogas na bagagem.

A PF foi acionada ante suspeita de droga na mala despachada de um passageiro que embarcaria em um voo com destino à Frankfurt/Alemanha. Após localizarem o responsável pela mala, um brasileiro, de 25 anos, os policiais o conduziram até a delegacia, onde a mala foi aberta, constatando-se que no seu interior havia um fundo falso contendo blocos de um pó branco prensado. A perícia constatou tratar-se de cocaína, cujo volume somou aproximadamente 10 kg.

O preso foi encaminhado ao presídio estadual, onde ficara à disposição da Justiça.

A Foto Polícia Federal do Brasil - - -
Foto Polícia Federal do Brasil

Drogas em voos internacionais

No Aeroporto Internacional de São Paulo, a Polícia Federal, prendeu no último final de semana, oito passageiros tentando embarcar com drogas em voos internacionais.

Na-feira (21/12), uma brasileira, de 25 anos, e um brasileiro, de 23 anos, que estavam viajando juntos, foram presos tentando embarcar em um voo com destino a Frankfurt/Alemanha, transportando aproximadamente 20 kg de cocaína em fundo falso da mala.

Em outra ação realizada no sábado (22/12), a PF prendeu um italiano, de 83 anos, tentando embarcar em um voo com destino a Lisboa/Portugal, com aproximadamente 3 kg de cocaína em fundo falso da mala. No mesmo dia, outra equipe de policiais, que fiscalizava as bagagens despachadas, prendeu uma brasileira, de 54 anos, que tinha como destino final Paris/França. Após o aparelho de raio-x detectar que a mala da conduzida continha substâncias com aparência de droga, foi realizado o narcoteste, que apresentou resultado positivo para cocaína. Aproximadamente 2 kg estavam em três volumes dentro de um embrulho de papel presente.

Outra equipe de policiais, em nova ação, abordou uma brasileira, de 25 anos, que tinha como destino final Lisboa/Portugal. Ela confessou ter engolido cápsulas com substância entorpecente. A mulher foi encaminhada para o hospital e, após a extração, foi realizado o teste na substância que resultou positivo para cocaína.

No domingo (23/12), policiais federais prenderam uma brasileira, de 26 anos, que tinha como destino final Hong Kong, após ser detectado que havia um volume excessivo no sutiã da passageira. Posteriormente, ela confessou estar transportando droga. No plantão policial, após a revista pessoal, foi constatado que, nas duas partes do sutiã, havia um forro e substância líquidas acondicionadas em preservativos. Foi realizada perícia, que comprovou tratar-se de cocaína líquida.

No mesmo dia, a PF prendeu na fila de check-in um casal de brasileiros que aparentavam certo nervosismo. O homem, de 21 anos, e a mulher, de 22 anos, tinham como destino Lisboa/Portugal. Após submeter as malas no aparelho de raio-x, foi identificada a existência de matéria orgânica na bagagem. Em sede policial, as duas malas foram abertas, localizando-se no interior das duas um total de seis invólucros. Após realizado o teste na substância encontrada, foi constatado que se tratava de cocaína, somando aproximadamente 5 kg.

Os presos serão encaminhados ao presídio estadual, onde ficarão à disposição da Justiça.

É procedente dizer que a informação foi facilitada pela Agência de Noticias da Polícia Federal. Edição em idioma português para OIPOL, Luján Frank Maraschio.

 

Força anticorrupção da Lava Jato e Petrobras pedem ressarcimento pelos dolos

  • Solicitam R$3 bi de MDB, PSB, Queiroz Galvão, Vital Engenharia e políticos
  • MP descreve o funcionamento de dois esquemas de desvios de verbas da Petrobras
Foto Lava Jato
Foto Lava Jato

Brasília – A Força Tarefa da Lava Jato e a Petrobras entraram nesta terça-feira com uma ação civil pública por improbidade administrativa pedindo o ressarcimento de 3 bilhões de reais contra o PSB e o MDB, além das empresas Queiroz Galvão e a Vital Engenharia Ambiental.

A ação atinge ainda os senadores Valdir Raupp (MDB-RO) e Fernando Bezerra (PSB-PE), o deputado federal Eduardo da Fonte (PP-PE) e os espólios do ex-senador Sérgio Guerra (PSDB-PE) e do ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos (PSB) —ambos mortos em 2014—, além de pessoas ligadas aos políticos, executivos das empresas e o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa.

De acordo com o MP do Paraná, a 1ª Vara Federal de Curitiba deferiu o pedido liminar e determinou já o bloqueio de um precatório de 210 milhões de reais que a construtora Queiroz Galvão estava prestes a receber do Estado de Alagoas.

Na ação, o MP descreve o funcionamento de dois esquemas de desvios de verbas da Petrobras, um em contratos da diretoria de Abastecimento, especialmente os firmados com a Queiroz Galvão, individualmente ou por intermédio de consórcios, e outro referente ao pagamento de propina no âmbito da CPI da Petrobras em 2009.

Segundo o MP, um cartel de empreiteiras fraudava as licitações na Petrobras em grandes obras, inflando indevidamente os lucros obtidos.

“As propinas eram entregues pelos operadores para os executivos da estatal, assim como para os políticos e partidos responsáveis pelo apadrinhamento dos funcionários públicos”, afirmou o Ministério Público Federal em nota.

Os parlamentares envolvidos teriam sido beneficiados pelo recebimento de propinas e recursos de caixa 2 depois de acordos de seus partidos para apadrinhar nomes para a estatal.

O senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE) afirmou em nota que o Supremo Tribunal Federal (STF) rejeitou o prosseguimento de investigações contra ele, por considerar que as afirmações dos delatores não constituem elemento de prova.

“Como reforça a defesa de Fernando Bezerra —representada pelo advogado André Callegari— ‘não há suporte mínimo de autoria e materialidade contra o senador e a consequência natural era a rejeição das denúncias pela Suprema Corte do país’”, diz a nota da assessoria de Bezerra.

Em nota, Raupp afirmou que a doação de 500 mil reais alvo da ação civil pública ajuizada pelo MPF foi feita ao diretório estadual do MDB de Rondônia e não a sua campanha eleitoral, em 2010. O senador ressaltou ainda que “as doações recebidas foram oficiais, legais, declaradas e aprovadas pela Justiça Eleitoral, conforme determinava à legislação em vigor, a época”.

Já o MDB afirmou que “responsabilizar instituições com base em depoimentos enviesados é um risco enorme para nossa estabilidade, ainda mais com uma peça que mais parece um panfleto político eleitoral”. O partido ressalta, em nota, que todos os recursos recebidos como doação “foram contabilizados e todas as nossas contas foram aprovadas”.

O presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira, divulgou comunicado afirmando que o partido recebeu a notícia com surpresa.

“Afirmamos que as campanhas do PSB sempre foram financiadas de acordo com as normas legais”, diz Siqueira.

Na nota, o presidente do PSB fala que sobre a menção a Campos “temos confiança plena de que nada haverá de ser comprovado que macule o nome e a honra de um homem público com tantos e tão relevantes serviços prestados a Pernambuco e ao Brasil”.

É procedente assinalar que a informação foi facilitada pela agência de noticias Reuters. Edição em idioma português para OIPOL, Luján Frank Maraschio.

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Novas revelações na guerra cotidiana contra a corrupção brasileira

  • Polícia Federal cumpriu oito mandados de busca e apreensão; Gilberto Kassab é um dos alvos. Investigam crimes de corrupção passiva e falsidade ideológica eleitoral

A Foto Agencia Brasil 4Rio de Janeiro – A Polícia Federal cumpre hoje (19) oito mandados de busca e apreensão expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF). O ministro de Ciência e Tecnologia, Gilberto Kassab, ex-prefeito de São Paulo (2010 a 2016) e indicado para a Casa Civil no governo de João Doria (PSDB), é um dos alvos da ação. Policiais federais foram ao apartamento dele em um bairro nobre de São Paulo.

Um grupo de 40 policiais federais cumpriram em oito mandados de busca e apreensão, dos quais seis em São Paulo e dois no Rio Grande do Norte. Os alvos foram investigados pelos crimes de corrupção passiva e falsidade ideológica eleitoral.

As investigações têm como base informações transmitidas durante delações premiadas de executivos da J&F. O objetivo é apurar suposto recebimento de vantagens indevidas por parte de Kassab enquanto estava na prefeitura.

De acordo com a PF, as vantagens teriam sido exigidas pelo grupo empresarial do ramo dos frigorífico em troca da defesa de interesses, assim como para direcionar o apoio político na campanha presidencial de 2014.

Segundo informações da Polícia Federal, parte dos recursos foi repassada para campanha de um determinado candidato ao governo do Rio Grande do Norte e a um deputado federal, ambos eleitos. Porém, os nomes não foram divulgados.

A suspeita é que os valores eram recebidos por empresas por meio da simulação de serviços que não foram efetivamente prestados e para os quais foram emitidas notas fiscais falsas.

É necessário dizer que a informação foi facilitada pela Agência Brasil (EBC). Edição em idioma português para OIPOL, Luján Frank Maraschio.

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Brasil deflagra operação contra tráfico internacional de drogas

Mercadoria ia para a Europa pelos Portos de Santos e de Navegantes

A Foto Políacia Federal do Brasil - - -Rio de Janeiro – A Polícia Federal deflagrou na manhã hoje (18) a Operação Refúgio contra organização criminosa especializada no tráfico de drogas. Segundo as investigações, o grupo de sérvios usava o Porto de Santos, no litoral paulista, e o de Navegantes, em Santa Catarina, para enviar drogas para a Europa.

Foram cumpridos 13 mandados de prisão temporária e 12 mandados de busca e apreensão. Cinco pessoas foram presas. Os mandados judiciais, expedidos pela 7ª Vara Criminal Federal de São Paulo, são executados nas cidades paulistas de Guarulhos, Itapevi e São Paulo, além de Extrema (Minas Gerais) e Itajaí (Santa Catarina).

Uma cooperação policial com a Agência Antidrogas Norte-Americana revelou que um grande narcotraficante sérvio articulava a compra de cocaína na cidade de São Paulo. O inquérito policial foi instaurado em abril deste ano.

Os investigados responderão pelos crimes de tráfico de drogas e associação internacional para o tráfico de drogas, com penas de três a 15 anos de prisão.

É preciso assinalar que a informação foi facilitada pela Agência Brasil (EBC). Edição em idioma português para OIPOL, Luján Frank Maraschio.

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Cesare Battisti é procurado em Brasil e outros países

  • O terrorista, considerado pela Itália, chegou em 2004 ao Brasil, onde foi preso três anos depois. O italiano deixou a Penitenciária da Papuda, em Brasília, em 9 de junho 2011, e voltou a ser preso em outubro do ano passado na cidade de Corumbá, em Mato Grosso do Sul, perto da fronteira do Brasil com a Bolívia
  • A Polícia Federal (PF) divulgou na tarde do dia 16 de dizembro retratos com as principais possibilidades de disfarce que poderiam ser usados pelo italiano Cesare Battisti, que tem mandado de prisão expedido pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
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O terrorista de esquerda, considerado pela Itália, Cesare Battisti. Foto Agência Brasil (EBC).

Rio de Janeiro – Considerado foragido, o ativista italiano Cesare Battisti, de 64 anos, é procurado pela Polícia Federal (PF), que divulgou 20 simulações de imagens sobre disfarces, mostrando como poderá estar a aparência dele. Há quatro dias, o ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a prisão de Battisti, abrindo espaço para sua extradição para a Itália.

Na Itália, Battisti foi condenado por quatro homicídios cometidos nos anos 1970, quando integrava o grupo Proletariados Armados pelo Comunismo. No último dia 14, o presidente Michel Temer assinou decreto determinando a extradição do italiano. Desde então ele não foi localizado, nem em Cananeia, onde mora, na região litorânea de São Paulo.

À espera da prisão e consequente extradição de Battisti, o governo italiano enviou ao Brasil uma aeronave militar para levá-lo de volta à Itália. O avião está no Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo.

A Polícia Federal (PF)  pede que “qualquer informação sobre o foragido pode ser fornecida pelo telefone (61) 2024-9180 ou pelo e-mail plantao.dat@dpf.gov.br. O anonimato é totalmente resguardado”.

Histórico

italiano Cesare Battisti
Divulgação/Polícia Federal/Direitos reservados

Battisti chegou em 2004 ao Brasil, onde foi preso três anos depois. O italiano deixou a Penitenciária da Papuda, em Brasília, em 9 de junho 2011, e voltou a ser preso em outubro do ano passado na cidade de Corumbá, em Mato Grosso do Sul, perto da fronteira do Brasil com a Bolívia.

Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), na ocasião Battisti tentou sair do país ilegalmente com cerca de R$ 25 mil em moeda estrangeira. Após a prisão, Battisti teve a detenção substituída por medidas cautelares.

Há dois dias, o presidente da Itália, Sergio Mattarella, enviou carta a Temer agradecendo a decisão.

“Senhor presidente, quero expressar meu mais sincero agradecimento pela decisão de Vossa Excelência sobre o caso do cidadão italiano Cesare Battisti, definitivamente condenado pela Justiça italiana por crimes gravíssimos e que até hoje se subtraiu à execução das relativas sentenças”, diz a mensagem.

Possíveis disfarces

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Possíveis disfarces que podem ser usados por Cesare Battisti – Divulgação/Polícia Federal/Direitos reservados

No mesmo dia 16 de dezembro, pela tarde, a Polícia Federal  divulgou retratos com as principais possibilidades de disfarce que poderiam ser usados pelo italiano Cesare Battisti, que tem mandado de prisão expedido pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

“Qualquer informação sobre o foragido pode ser fornecida pelo telefone (61) 2024-9180 ou pelo e-mail plantao.dat@dpf.gov.br. O anonimato é totalmente resguardado”, diz a PF.

Na sexta-feira (14), o presidente Michel Temer assinou a extradição de Battisti, condenado à prisão perpétua na Itália por quatro homicídios cometidos nos anos 1970, quando integrava o grupo Proletariados Armados pelo Comunismo.

Ele chegou em 2004 ao Brasil, onde foi preso três anos depois. Battisti foi solto da Penitenciária da Papuda, em Brasília, em 9 de junho 2011, e voltou a ser preso em outubro do ano passado na cidade de Corumbá, em Mato Grosso do Sul, perto da fronteira do Brasil com a Bolívia. Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), ele tentou sair do país ilegalmente com cerca de R$ 25 mil em moeda estrangeira. Após a prisão, Battisti teve a detenção substituída por medidas cautelares.

No dia 15 de dezembro, o governo da Itália enviou carta a Temer agradecendo a decisão. “Senhor presidente, quero expressar meu mais sincero agradecimento pela decisão de Vossa Excelência sobre o caso do cidadão italiano Cesare Battisti, definitivamente condenado pela Justiça italiana por crimes gravíssimos e que até hoje se subtraiu à execução das relativas sentenças”, diz a mensagem, assinada pelo presidente italiano Sergio Mattarella.

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Investigam de ameaças a Jair Bolsonaro

  • Suspeito ameaçou de morte o presidente eleito em mensagens na internet
  • Desde que sofreu o atentado, em setembro de 2018, em Juiz de Fora, Minas Gerais, quando foi atingido por uma faca no abdômen, Bolsonaro passou a andar com uma escolta policial reforçada

A Foto Agencia Brasil ----Rio de Janeiro – A Polícia Federal cumpre na manhã do dia 13 de dezembro, no Rio de Janeiro, um mandado de busca e apreensão expedido pela 7ª Vara Federal Criminal do estado, com o objetivo de identificar o autor de postagens com ameaças de morte do então candidato à Presidência da República, Jair Bolsonaro.

A ação ocorre no bairro Maracanã, na zona norte da cidade. O investigado, segundo nota da Polícia Federal, é um homem de 23 anos, cuja identidade não foi revelada.

Segundo as informações da PF, ele insultou ainda o vice-presidente eleito, general Hamilton Mourão.

A diligência da Polícia Federal tem como objetivo também identificar outras pessoas que “eventualmente estejam envolvidas na prática delituosa, bem como materializar outras condutas criminosas do investigado”.

Vídeos com ameaças

Investigam vídeos divulgados na internet em que homens ameaçam de forma ostensiva o presidente eleito, Jair Bolsonaro. As imagens foram submetidas à análise do Departamento de Inteligência da PF. Os detalhes são mantidos sob sigilo por questão de segurança.

Cabe assinalar que, Bolsonaro já havia também relatado ameaças. Agentes responsáveis pela inteligência da PF confirmaram que houve a divulgação de vídeos suspeitos.

Desde que sofreu o atentado, em setembro de 2018, em Juiz de Fora, Minas Gerais, quando foi atingido por uma faca no abdômen, Bolsonaro passou a andar com uma escolta policial reforçada.

Apesar do esquema rigoroso de segurança, uma manifestante conseguiu se aproximar do local de desembarque de autoridades no gabinete de transição no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) e agredir verbalmente o presidente eleito, com xingamentos.

É acertado apontar que, a pena do crime citado prevista na Lei de Segurança Nacional é de reclusão, de 1 a 4 anos.

É Procedente dizer que a informação e imagens foram facilitadas pela Agência Brasil (EBC). Edição em idioma português para OIPOL, Luján Frank Maraschio.

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Operação Ross detrás do rastro da corrupção no Brasil

  • Senadores e deputados federais são alvos de operação da Polícia Federal
  • A operação se baseia em informações de empresários, que teriam relatado a promotores a emissão de notas fiscais frias
A Foto Agencia Brasil ----
Foto Agencia Brasil (EBC)

Rio de Janeiro – A Polícia Federal (PF) e o Ministério Público cumpriram no dia 11 de dezembro 24 mandados de busca e apreensão, assim como 48 intimações para oitivas no Distrito Federal, em São Paulo, Minas Gerais, no Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte e na Bahia, além de Mato Grosso do Sul, do Tocantins e Amapá. São investigados os crimes de corrupção passiva, organização criminosa, lavagem de dinheiro e associação criminosa.

Os alvos são o senador Aécio Neves (PSDB-MG), a irmã dele, Andrea Neves, e o primo Frederico Pacheco de Medeiros. Também estão na mira os senadores Antonio Anastasia (PSDB-MG) e José Agripino Maia (DEM-RN). A Operação Ross investiga também os deputados Paulinho da Força (Solidariedade-SP), Benito Gama (PTB-BA) e Cristiane Brasil (PTB-RJ).

A PF no Distrito Federal confirmou a Operação Ross. No total,  200 homens trabalham na ação, que investiga o recebimento de vantagens indevidas por parte dos parlamentares no período de 2014 a 2017.

A Operação Ross é um desdobramento da Patmos, deflagrada pela PF em maio de 2017. Os valores investigados, que teriam sido utilizados também para a obtenção de apoio político, ultrapassam R$ 100 milhões.

Alvos

Os mandados de busca e apreensão foram cumpridos em apartamentos de Aécio Neves e sua irmã, Andrea, no Rio de Janeiro, assim como no de Cristiane Brasil, também na capital fluminense. Em São Paulo, o imóvel de Paulinho da Força está na mira, assim como os apartamentos de Aécio e Anastasia em Belo Horizonte.

Os mandados foram expedidos também para imóveis de Agripino Maia e Benito Gama, em Natal e Salvador. A autorização foi dada com base no Inquérito 4.519, relatado pelo ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF).

Denúncias

A operação se baseia em informações de empresários, que teriam relatado a promotores a emissão de notas fiscais frias. Há denúncias, que estão sob investigação, sobre a suposta compra de apoio político, e que empresários teriam ajudado com doações de campanha e caixa 2, por meio de notas frias.

Nome

O nome da Operação Ross é referência ao explorador britânico que dá nome à maior plataforma de gelo do mundo, na Antártida, fazendo alusão às notas fiscais frias que estão sendo investigadas.

É procedente assinalar que a informação foi facilitada pela Agência Brasil (EBC). Edição em idioma português para OIPOL, Luján Frank Maraschio.

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Prendem prefeito de Niterói acusado de corrupção

A Agência Brasil (EBC) - - -
Foto Agência Brasil (EBC)

Rio de Janeiro – Policiais civis e representantes do Ministério Público fazem hoje (10) operação para prender o prefeito de Niterói, Rodrigo Neves, sob a acusação de corrupção e formação de organização criminosa. Além do prefeito, são alvos da ação o ex-secretário municipal de Obras Domício Mascarenhas de Andrade e três empresários do ramo de transporte público rodoviário. De acordo com o Ministério Público Estadual (MPRJ), as empresas de ônibus pagavam propina aos agentes públicos da cidade.

De 2014 a 2018, segundo o MPRJ, foram desviados aproximadamente R$ 10,9 milhões dos cofres públicos para pagamentos ilegais.

O Tribunal de Justiça expediu mandados de prisão preventiva e de busca e apreensão contra os acusados, que estão sendo cumpridos na manhã de hoje no gabinete do prefeito, nas sede de oito empresas de ônibus, nos escritórios dos consórcios Transoceânico e Transnit e no Sindicato das Empresas de Transportes Rodoviários do Estado do Rio de Janeiro (Setrerj).

A chamada Operação Alameda, um desdobramento da Operação Lava Jato, é resultado de acordo de colaboração premiada firmado pelo empresário Marcelo Traça com o Ministério Público Federal e do compartilhamento de provas, autorizado pelo Juízo da 7ª Vara Federal.

É procedente dizer que a informação foi facilitada pela Agência Brasil (EBC). Edição em idioma português para OIPOL, Luján Frank Maraschio.

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A Corrupção enraizada em grandes setores da sociedade brasileira

  • Agora, a Polícia Federal desarticula organização que fraudava o Instituto Nacional do Seguro Social. Até o momento, chegam aos R$ 2 milhões

A Foto Políacia Federal do Brasil - - --- -Curitiba/PR – A Polícia Federal deflagrou na manhã do dia 6 de dicembro, a operação *Crotalus, com o objetivo de desarticular organização criminosa que fraudava os cofres públicos por meio de fraudes em benefícios do INSS. As fraudes chegam aos R$ 2 milhões até o momento.

Policiais Federais cumpriram seis mandados de busca e apreensão nas cidades de Curitiba, São José dos Pinhais, Cascavel e Marechal Cândido Rondon no Paraná e em Bombinhas, em Santa Catarina, além de um mandado de prisão em nome de um dos investigados, porém relacionado a outra investigação em crime de moeda falsa.

A investigação teve início em 2017 em razão da suspeita de recebimento indevido de um benefício previdenciário de pensão por morte, em decorrência do suposto óbito da esposa. Investigações mostraram que ambos não existiam: o viúvo e a suposta esposa morta.

Após as diversas diligências realizadas foi possível constatar a existência de um sofisticado sistema de criação de pessoas fictícias, criação de pessoas jurídicas em nome de pessoas fictícias, falsificação de documentos públicos diversos, abertura de contas bancárias, aquisição de financiamentos de veículos em nome de pessoas fictícias, entre diversas outras práticas criminosas.

As diversas pessoas físicas e jurídicas criadas pela organização eram utilizadas para dificultar o rastreamento dos reais autores das fraudes.

Em razão desse fato foram analisados centenas de registros financeiros dessas pessoas que não existem, o que auxiliou a Policia Federal na identificação dos integrantes da organização.

Além da análise das movimentações financeiras, os integrantes também foram acompanhados veladamente durante meses por policiais federais, sendo identificados os locais onde realizavam os saques, além de outros integrantes da organização ainda desconhecidos até aquele momento.

Os quatro benefícios indevidos começaram a ser recebidos por volta de 2008/2009. O total do prejuízo aproximado até agora nesses benefícios já identificados, em valores atuais, é de cerca de 2 milhões de reais. Os benefícios fraudados eram os do limite do INSS, R$ 5.645,00.

Foram identificadas diversas empresas de fachada criadas e mantidas pelos integrantes da organização para movimentar os valores obtidos através das fraudes em face do INSS.

Com a deflagração desta operação, foram suspensos imediatamente os benefícios obtidos mediante fraude, o bloqueio de ativos de 6 pessoas físicas relacionadas direta ou indiretamente às fraudes, restrição de transferência de veículos, bloqueio dos ativos de aproximadamente 20 pessoas físicas fictícias e empresas de fachada, assim como a indisponibilidade de quaisquer outros bens e valores sob guarda, depósito ou administração de instituições financeiras no Brasil.

*Crotalus é um gênero de serpentes. A operação tem esse nome em alusão ao local onde residia um dos principais alvos e local de forte atuação da organização criminosa.

Não haverá coletiva de imprensa. Informações no telefone abaixo.

É preciso assinar que a informação foi facilitada pela Comunicação Social da Polícia Federal em Curitiba, Paraná. Edição em idioma português para OIPOL, Luján Frank Maraschio.

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Lava Jato deflagra nova fase da operação

  • “Sem Limites”, investiga a existência de organização criminosa estruturada e atuante no sentido de lesar a PETROBRAS

cropped-a-foto-polc3adacia-federal-do-brasil3.jpgCuritiba/PR – A Polícia Federal deflagrou na quarta-feira (5/12) a Operação Sem Limites – 57ª fase da Operação Lava Jato. Atuando nos estados do Paraná e Rio de Janeiro, equipes compostas por 190 policiais federais cumpriram um total de 37 ordens judiciais, sendo 26 mandados de busca e apreensão, 11 mandados de prisão preventiva e 6 intimações. Além disso, foram expedidas ordens de sequestros de imóveis, a indisponibilidades de contas bancárias de investigados, bem como o bloqueio de valores até o limite dos prejuízos identificados até o momento.

Nesta fase da investigação policial, foi possível delinear a existência de organização criminosa estruturada e atuante no sentido de lesar a PETROBRAS, especialmente em sua área de trading, em que são realizados os negócios de compra e venda de petróleo e derivados para/ou da PETROBRAS por empresas estrangeiras. Além disso se verificou também indícios de irregularidades na realização de negócios de locação de tanques de armazenagem da/ou para a PETROBRAS pelas mesmas empresas investigadas. Todos estas operações ocorriam de forma a viabilizar o pagamento de vantagens indevidas a executivos e ganhos acima dos praticados no mercado para estas empresas.

Investigações realizadas pela Polícia Federal indicaram a prática de crimes em duas modalidades de negócios da PETROBRAS que possuíam características semelhantes: os esquemas de corrupção na área de trading (compra e venda) de petróleo e derivados e os esquemas de corrupção na área de afretamento de navios. A partir de um esforço investigativo, foi possível identificar a existência de criminoso esquema operante até meados de 2014, não sendo possível descartar a continuidade do esquema até os dias atuais, na área de trading da PETROBRAS, com diversas ramificações internacionais (o que reforça a necessidade das medidas judiciais deferidas).

As operações de trading (compra e venda) de óleos combustíveis e derivados pela PETROBRAS eram de responsabilidade da Diretoria de Abastecimento, especificamente pela Gerência Executiva de Marketing e Comercialização. Não necessitavam de prévia autorização da Diretoria, circunstância que facilitava sobremaneira a pulverização dos esquemas ilícitos nas mãos de diversos funcionários de menor escalação vinculados à Diretoria de Abastecimentos e que exerciam suas funções tanto no Brasil quanto nos escritórios da PETROBRAS no exterior. Estas mesmas operações movimentam intensamente imensas quantias de recursos em decorrência de transações spot diárias e também de contrato de longo prazo, circunstâncias que propiciam, com variações ínfimas, recursos vultosos de propina ao final de um determinado espaço temporal.

As operações eram feitas predominantemente junto a empresas estrangeiras. A própria PETROBRAS, inclusive, mantém escritórios e funcionários no exterior para atuação na área de trading, circunstância que facilita, por parte dos agentes públicos e privados envolvidos, o recebimento e divisão de propinas em contas no exterior. A área sofre forte ingerência política decorrente de processos de indicação e manutenção de funcionários nos cargos.

A investigação policial recebeu o nome de OPERAÇÃO SEM LIMITES em referência à transnacionalidade dos crimes praticados (que ocorrem em diversos locais no país e no exterior), à ausência de limites legais para as operações comerciais realizadas e à busca desenfreada e permanente por ganhos de todos os envolvidos, resultado sempre na depredação do patrimônio público.

As medidas autorizadas nesta data tem como objetivo fazer cessar a atividade delitiva, aprofundar o rastreamento dos recursos de origem criminosa (propina) e a conclusão da investigação policial em todas as suas circunstâncias.

Os investigados responderão pela prática dos crimes de corrupção, organização criminosa, crimes financeiros e de lavagem de dinheiro. Os presos serão trazidos para a Superintendência da Polícia Federal, onde permanecerão à disposição do Juízo da 13ª Vara Federal de Curitiba/PR.

Será concedida entrevista coletiva, às 10h, no auditório da sede da Polícia Federal em Curitiba/PR.

É procedente assinalar que a informação foi facilitada pela Comunicação Social da Polícia Federal em Curitiba. Edição em idioma português para OIPOL, Luján Frank Maraschio.

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Operação contra fraudes bancarias em quatro estados do Brasil

  • Associação criminosa atuava desde 2012 na prática de diversos furtos qualificados mediante fraude. Usando-se da rede mundial de computadores, os suspeitos subtraíam valores de centenas de contas bancárias da Caixa Econômica Federal, Bradesco, Itaú, dentre outras instituições financeiras
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Foto Polícia Federal do Brasil

Belém/PA – A Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira (4/12) a Operação BR 153, com o objetivo de desarticular associação criminosa especializada na prática de fraudes bancárias eletrônicas, via internet banking. Foram cumpridos 12 mandados de busca e apreensão e 4  prisões preventivas, nos estados do Pará, Tocantins, Goiás e no Distrito Federal. A Justiça Federal também decretou a indisponibilidade de bens e valores dos investigados, além do sequestro de automóveis de luxo utilizados pelos criminosos.

Ao longo das investigações, descobriu-se que a associação criminosa atuava desde 2012 na prática de diversos furtos qualificados mediante fraude. Usando-se da rede mundial de computadores, os suspeitos subtraíam valores de centenas de contas bancárias da Caixa Econômica Federal, Bradesco, Itaú, dentre outras instituições financeiras. Os montantes dos prejuízos causados, rastreados e catalogados, até o momento, já ultrapassam R$ 800 mil.

O grupo criminoso se fazia passar pela instituição financeira, criando páginas idênticas às dos bancos para obter os dados pessoais e senhas bancárias das vítimas por meio de programas de captura de dados. De posse das informações bancárias, furtavam o dinheiro desses clientes, via internet.

Durante o cumprimento das medidas judiciais, os policiais terão acesso imediato às máquinas usadas pelos criminosos e poderão rastrear novas operações detectando novos prejuízos, estimados no total de R$ 8 milhões.

O nome da operação, BR 153, foi escolhido por ser essa a principal via que liga os estados envolvidos na ação policial.

É procedente assinalar que a informação foi facilitada pela Comunicação Social da Polícia Federal no Pará. Edição em idioma português para OIPOL, Luján Frank Maraschio.

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O governador de Rio de Janeiro recebia mesada de R$ 150 mil

  • Luiz Fernando Pezão (MDB), preso o dia 29 de novembro, recebia propina em envelopes azuis para despistar quaisquer suspeitas, segundo delator.
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Polícia Federal prendeu na manhã de hoje Pezão e mais oito pessoas – Foto Marcelo Sayão

Rio de Janeiro – O operador financeiro Carlos Emanuel de Carvalho Miranda, em delação premiada, afirmou que o governador do Rio Luiz Fernando Pezão (MDB), preso o dia 29 de novembro, recebia propina em envelopes azuis para despistar quaisquer suspeitas. Segundo ele, Pezão recebia uma espécie de mesada de R$ 150 mil e mais um “13º” salário de mesmo valor.

Miranda disse que os repasses ocorreram de março de 2007 a março de 2014. De acordo com ele, recebeu orientações do ex-governador do Rio Sergio Cabral, logo no seu primeiro mandato, para fazer os pagamentos a Pezão.

“Além do pagamento mensal de R$ 150 mil, havia também o pagamento de um 13º salário de mesmo valor no final do ano”, diz o delator. “Que os recursos eram transportados em envelopes azuis para não chamar a atenção.”

A Agência Brasil teve acesso ao conteúdo da delação de Carlos Miranda ao Ministério Público Federal. Pezão, segundo o delator, tinha vários codinomes “Pé” , “Pezzone” e “Big Foot”.

“Os pagamentos foram religiosamente cumpridos”, diz o delator. “Depois de [Sergio] Cabral [ex-governador do Rio]  sair do governo, os pagamentos inverteram. Pezão passou a enviar a Cabral R$ 400 mil mensais.”

A Polícia Federal prendeu na manhã de hoje Pezão e mais oito pessoas. Todos tiveram a prisão decretada por ordem do ministro Félix Fischer, do Superior Tribunal de Justiça (STJ).

A  procuradora-geral da República, Raquel Dodge, disse que a prisão de Pezão foi motivada a pedido do Ministério Público porque os crimes de corrupção e lavagem de dinheiro estavam em andamento.

PF ainda busca dinheiro de Pezão 

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Delegado Alexandre Bessa é o responsável pela investigação que prendeu o governador Pezão – Arquivo/Agência Brasil

Depois de prender o governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, a Polícia Federal tenta identificar onde está o dinheiro que teria sido desviado em um esquema de propinas. De acordo com o delegado federal Alexandre Bessa, responsável pelas investigações que levaram à prisão de Pezão o dia 29 de novembro, o governador teria recebido propinas de empresas em contratos do governo do estado, mas os policiais federais ainda não sabem explicar onde está o dinheiro ou que vantagens indiretas Pezão teria recebido nesse esquema.

Segundo Bessa, Pezão era um dos beneficiários do esquema de propina supostamente liderados pelo ex-governador Sérgio Cabral, quando ele ainda era vice-governador – de 2007 a 2014 -, e passou a liderar o esquema quando assumiu o governo do estado, a partir de 2014.

As principais provas contra Pezão são delações premiadas, como a do ex-operador financeiro de Cabral, Carlos Miranda, e bilhetes referentes a propinas, encontrados na casa de Luiz Carlos Bezerra, ex-assessor de Cabral, durante as investigações da Operação Calicute, em novembro de 2016.

“Pedimos compartilhamento de informações da Operação Calicute, em que foram identificados alguns bilhetes apreendidos na residência de Luiz Carlos Bezerra (ex-assessor de Cabral preso na Calicute) que identificava pagamentos de propina para vários atores. Um deles [atores] identificamos que fosse Pezão, pelo sobrenome, pelos apelidos que foram dados nesses bilhetes”, disse Bezerra.

O delegado disse que foram identificadas pelo menos 22 anotações relacionadas a Pezão, que totalizaram R$ 2,2 milhões em propinas. Depois disso, para corroborar essas informações, a PF fez, segundo Bessa, análises de caixas de e-mails, de movimentações financeiras e análises fiscais.

“Identificamos que as hipóteses levantadas pelas colaborações premiadas foram corroboradas por elementos externos e independentes. Fizemos cruzamentos de dados telefônicos de conversas do governador do estado com Luiz Carlos Bezerra, pessoa que a princípio não teria nenhuma relação de amizade ou de trabalho, mas que, nas datas que estavam mencionadas nos bilhetes, ele [Pezão] estaria recebendo alguma parcela da caixa de propinas”, disse.

Para a PF, o esquema supostamente capitaneado por Pezão funcionava através da cobrança de vantagem indevida de cerca de 5%, algumas vezes chegando a 8%, sobre contratos de empresas com o governo do estado.

A investigação que resultou na prisão de Pezão identificou o pagamento de propina especialmente em obras de pavimentação, em que empresas ligadas a gestores estaduais eram beneficiadas. De acordo com a Procuradoria-Geral da República, o esquema movimentou, em valores atualizados, cerca de R$ 40 milhões de 2007 a 2015.

Bessa disse que o esquema funcionava pelo menos até junho deste ano, quando começaram as investigações, mas, depois de 2015, com a crise econômica do estado, o volume de dinheiro desviado diminuiu. “Nem sempre eles conseguiam arrecadar o que esperavam”, disse.

Apesar disso, a PF ainda não conseguiu localizar os recursos que teriam sido pagos indevidamente a Pezão. “Uma das razões da prisão do Luiz Fernando Pezão foi a não localização desses valores. Então a gente precisa continuar a investigação e há a necessidade da prisão dele nesse momento”, disse o delegado.

Bessa disse que uma das possíveis vantagens recebidas por Pezão, que ainda está sendo investigada, é a automação do serviço de áudio e vídeo da casa do governador, em Piraí, no interior do estado. “A Polícia Federal está fazendo perícia para saber se, de fato, houve essa instalação, qual realmente era o valor. A gente está apurando se de fato isso era pagamento de propina ou não”.

Segundo o delegado, foi feita a análise das movimentações bancárias de Pezão e constatou-se que ele movimenta pouco sua conta-corrente e faz poucos saques. “Isso chamou muito a atenção da investigação porque é natural que todo mundo faça saques de sua conta-corrente e ele não faz esses saques. Ou ele deve ter dinheiro em espécie guardado ou utiliza a conta de terceiros, de outras pessoas. A gente vai continuar a investigação”.

Cabe repetir que, além de Pezão, oito pessoas tiveram prisão preventiva decretada pela Justiça, entre elas José Iran Peixoto Júnior, secretário de Obras, e Affonso Henriques Monnerat Alves da Cruz, secretário de Governo, que já estava preso.

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Governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, é levado para a Polícia Federal – Marcelo Sayão/EFE/Direitos reservados

Pezão foi preso no início da manhã de hoje, na residência oficial dos governadores, o Palácio Laranjeiras. A Polícia Federal chegou por volta das 6h ao local, mas Pezão só deixou a casa por volta das 7h30, escoltado por dois carros da PF.

O governador foi encaminhado à Superintendência da Polícia Federal (PF) e deve ficar preso numa sala do Batalhão Especial Prisional (BEP) da Polícia Militar, em Niterói.

É procedente assinalar que a informação e fotografias foram facilitadas pela Agência Brasil (EBC). Edição em idioma português para OIPOL, Luján Frank Maraschio.

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A luta metódica anticorrupção no Brasil

  • Em combate sim final, a Polícia Federal desarticula em São Paulo organização que fraudava a Previdência Social
  • Os policiais apreenderam R$ 42 mil em espécie na casa de um servidor público em Diadema.
  • Estima-se que as fraudes possam ter causado prejuízo de R$ 170 milhões à Previdência
A Foto Agência Brasil Polícia Federal- -
A luta metódica anticorrupção no Brasil.

Rio de Janeiro – A Polícia Federal deflagrou dia 26 de novembro a Operação Barbour para desarticular organização criminosa especializada em fraudes contra a Previdência Social.

Foram cumpridos quatro mandados de prisão temporária e seis mandados de busca e apreensão em São Paulo, Diadema e Santo André.

Os policiais apreenderam R$ 42 mil em espécie na casa de um servidor público em Diadema. Também foram recolhidos documentos e mídias para armazenamento de dados.

O inquérito policial foi instaurado em junho, após a inteligência da Secretaria de Previdência Social detectar inconsistências nos pedidos de aposentadorias em uma agência de Diadema.

Os suspeitos apresentavam documentos falsos para comprovar que trabalhariam em condições insalubres ou perigosas, o que era irreal, e pleiteavam aposentadoria por tempo de contribuição menor. Os funcionários seriam de bancos públicos e privados, além de empresas de telefonia.

O grupo criminoso fazia reuniões com os interessados nesse tipo de aposentadoria todas as segundas-feiras em um gabinete da Câmara de Vereadores de Santo André. Estima-se que as fraudes possam ter causado prejuízo de R$ 170 milhões à Previdência.

A Advocacia-Geral da União pediu o bloqueio patrimonial dos envolvidos.

É para tentar garantir a restituição dos valores desviados.

Os investigados responderão, de acordo com as condutas praticadas, pelos crimes de organização criminosa, inserção de dados falsos nos sistemas informatizados, corrupção passiva e estelionato qualificado.

O nome da operação – Barbour – remete a um cientista que desenvolveu uma tese de que o tempo, na realidade, não existe.

É procedente assinalar que a informação foi facilitada pela Agência Brasil (EBC). Foto Agência de Noticias da Polícia Federal. Edição em idioma português para OIPOL, Luján Frank Maraschio.

*Nota do dia 26 de novembro da Comunicação Social da Polícia Federal em São Paulo

PF investiga fraudes contra o INSS na grande São Paulo

São Paulo/SP – A Polícia Federal, em ação conjunta da Força Tarefa Previdenciária, deflagrou nesta manhã (26/11) a Operação Barbour, com o objetivo de desarticular uma organização criminosa especializada em realizar fraudes contra a Previdência Social. A Força-Tarefa Previdenciária é composta pela Polícia Federal, Ministério Público Federal, Coordenação de Inteligência Previdenciária, Instituto Nacional do Seguro Social e Advocacia-Geral da União.

Policiais Federais cumprem 4 mandados de prisão temporária e 6 mandados de busca e apreensão, nas cidades de São Paulo, Diadema e Santo André, todos expedidos pela 3ª Vara de São Bernardo do Campo. Cerca de R$ 42 mil e US$ 3 mil em espécie foram apreendidos em Diadema, na residência de um servidor público. Também foram apreendidos documentos e mídias para armazenamento de dados.

O inquérito policial foi instaurado em junho de 2018, após a PF receber informações de inteligência da Secretaria de Previdência Social, que havia detectado inconsistências nos pedidos de aposentadorias em uma agência do INSS em Diadema/SP. As investigações apontam que os pedidos suspeitos eram relacionados a trabalhadores de bancos, públicos e privados, além de empresas de telefonia, que pleiteavam aposentadoria por tempo de contribuição com tempo a menor, apresentando documentos falsos para comprovar que trabalhariam em condições insalubres ou perigosas, mas essas condições não se verificavam na realidade.

As diligências realizadas pela PF indicam que o grupo criminoso fazia reuniões com pessoas interessadas nesse tipo de aposentadoria todas as segundas-feiras, no interior de um gabinete da Câmara de Vereadores de Santo André.

A estimativa inicial é de que as fraudes possam ter causado um prejuízo de R$ 170 milhões à Previdência. Em razão das evidências trazidas para a investigação, a AGU solicitou o bloqueio patrimonial de alguns envolvidos, para tentar garantir a restituição dos valores desviados e reaver o produto do crime.

Os investigados responderão, de acordo com as condutas praticadas, pelos crimes de organização criminosa, inserção de dados falsos nos sistemas informatizados, corrupção passiva e estelionato qualificado.

O nome da operação, Barbour, remete a um cientista que desenvolveu uma tese de que o tempo, na realidade, não existe.

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Operação Lava Jato novamente com alvo na Petrobras

  • A força tarefa anticorrupção apura desvios na construção da sede da petroleira, na Bahia

 

  • De acordo com a PF, a Petros – por meio da parceria com a Petrobras – “investiu na execução da obra para alugar o prédio à empresa estatal por 30 anos. Ocorre que, com o direcionamento da execução das obras à uma empresa ligada a outras duas grandes empreiteiras já conhecidas da Lava Jato, o valor da execução ficou bem acima do que deveria, assim como o valor de aluguel a ser pago também”
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Operação da Polícia Federal é desenvolvida em endereços de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Bahia (Arquivo/Agência Brasil)

Rio de Janeiro – A 56ª Fase da Lava Jato, chamada de Operação Sem Fundos, deflagrada no dia 23 de novembro pela Polícia Federal (PF), tem como alvo ações criminosas em todo o processo de construção da sede da Petrobras, em Salvador. Segundo a PF, as investigações indicam a ocorrência de superfaturamento nos contratos de gerenciamento da construção, de elaboração de projetos de arquitetura e de engenharia.

As investigações apontam ainda esse superfaturamento foi direcionado para “viabilizar o pagamento de vantagens indevidas para agentes públicos da Petrobras e dirigentes da Petros, além de terceiros com eles mancomunados. Tudo isso em prejuízo à estatal e ao fundo de pensão investidor, este mantido mediante patrocínio da própria Petrobras e das contribuições de seus empregados”, diz nota da PF.

Os policiais federais cumprieram desde as primeiras horas da manhã do dia 23 de novembro 68 mandados de busca e apreensão, oito de prisão preventiva e 14 de prisão temporária, em endereços em São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Bahia, para reprimir “a prática de crimes de corrupção ativa e passiva, gestão fraudulenta de fundo de pensão, lavagem de dinheiro e organização criminosa”.

Metodologia

De acordo com a PF, a Petros – por meio da parceria com a Petrobras – “investiu na execução da obra para alugar o prédio à empresa estatal por 30 anos. Ocorre que, com o direcionamento da execução das obras à uma empresa ligada a outras duas grandes empreiteiras já conhecidas da Lava Jato, o valor da execução ficou bem acima do que deveria, assim como o valor de aluguel a ser pago também”.

Com isso, o dinheiro recebido a mais era destinado ao pagamento de “propinas, utilizando de artifícios para ocultar e dissimular a origem e destino desses montantes”.

Segundo a PF, o nome, Operação Sem Fundos, refere-se à perda do Fundo de Pensão da Petrobras, assim como “ao fato de os crimes investigados parecerem revelar um ‘saco sem fundos”.

É procedente assinalar que a informação foi facilitada pela Agência Brasil (EBC). Edição em idioma português para OIPOL, Luján Frank Maraschio.

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Nova operação brasileira no combate internacional de drogas

  • Ação da Polícia Federal para desarticular grupo criminoso especializado em tráfico internacional de drogas
  • Nas ações desenvolvidas pela PF, destaca-se a Cooperação Internacional mantida entre a Polícia Federal e a Secretaria Nacional Antidrogas do Paraguai – SENAD, que culminou no encerramento de 41 empresas, apreensão de 42 mil cabeças de gado e o sequestro de 31 fazendas em solo paraguaio

A Foto Políacia Federal do Brasil - --- -Curitiba/PR – A Polícia Federal deflagrou o dia 22 de novembro a Operação Sem Saída, no Mato Grosso e no Paraná, para desarticular organização criminosa ligada a mega traficante internacional, conhecido como Cabeça Branca, preso em 1/7/2018. A ação de hoje é um desdobramento da Operação Spectrum, que está em sua 4ª fase ostensiva.

Aproximadamente 100 policiais federais cumpriram 18 ordens judiciais, em Curitiba, em Brasnorte, em Tapurah, em Juara, Nova Maringá, no Paraná, e em Cuiabá, no Mato Grosso. Foram cumpridos 2 mandados de prisão preventiva, 2 mandados de prisão temporária e 14 mandados de busca e apreensão.

De acordo com as investigações, a organização criminosa, mesmo após a prisão do traficante, mantinha atuação em atividades criminosas. Nas ações desenvolvidas pela PF, destaca-se a Cooperação Internacional mantida entre a Polícia Federal e a Secretaria Nacional Antidrogas do Paraguai – SENAD, que culminou no encerramento de 41 empresas, apreensão de 42 mil cabeças de gado e o sequestro de 31 fazendas em solo paraguaio.

O objetivo desta fase é reunir alimentos probatórios  da prática dos crimes de lavagem de dinheiro contra o Sistema Financeiro Nacional, organização criminosa, associação  para o tráfico internacional de drogas, dentre outros delitos. Somente  nesta Operação o patrimônio arrecadado será de mais de R$ 100 milhões, considerando que somente em fazendas são mais de 11 mil hectares. Trata-se de uma das maiores operações da PF na desarticulação patrimonial de organização criminosa, com atuação no tráfico internacional de drogas e lavagem de dinheiro.

Os presos serão conduzidos à Superintendência da Polícia Federal em Curitiba/PR, onde permanecerão à disposição da Justiça.

Será concedida entrevista coletiva, às 10h, no Auditório da Superintendência da Polícia Federal no Paraná.

É procedente assinalar que a informação foi facilitada pela Comunicação Social da Polícia Federal no Paraná. Edição em idioma português para OIPOL, Luján Frank Maraschio.

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O ex-presidente Lula da Silva novamente interrogado pela Justiça

  • O dirigente da esquerda brasileira foi condenado a 12 anos e um mês de prisão pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro em outro processo, o caso do triplex em Guarujá (SP).
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Sede da Polícia Federal em Curitiba(André Richter – Enviado Especial da Agência Brasil/EBC)

Rio de Janeiro – O ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva (PT) será interrogado hoje (14), a partir das 14h, em Curitiba. Ele será transportado de carro da carceragem da Superintendência da Polícia Federal onde está preso, desde abril, para a sede da Justiça Federal, ambas na capital paranaense. Será a primeira vez que ele deixará a superintendência em sete meses.

Lula vai depor em um dos processos da Operação Lava Jato relativo ao sítio Santa Bárbara de Atibaia (SP). A juíza federal substituta Gabriela Hardt vai conduzir a oitiva.

O ex-presidente foi condenado a 12 anos e um mês de prisão pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro em outro processo, o caso do triplex em Guarujá (SP).

Gabriela Hardt, da 13ª Vara da Justiça Federal, substitui o juiz federal Sergio Moro, que aceitou ser ministro da Justiça do governo eleito Jair Bolsonaro. De férias e informando que irá pedir exoneração do cargo, Moro é substituído por Hardt.

Caso

O ex-presidente foi denunciado por recebimento de propina das construtoras OAS e Odebrecht. Outras 12 pessoas também estão denunciadas no processo. Lula nega as acusações e diz não ser dono do sítio. De acordo com as investigações, foram feitas reformas e melhorias no patrimônio.

Pelas investigações, as reformas no sítio começaram após a compra da propriedade pelos empresários Fernando Bittar e Jonas Suassuna, amigos de Lula. No laudo elaborado pela Polícia Federal, em 2016, os peritos citam as obras que foram realizadas, entre elas a de uma cozinha avaliada em R$ 252 mil.

A estimativa é de que tenha sido gasto um valor de cerca de R$ 1,7 milhão, somando a compra do sítio (R$ 1,1 milhão) e a reforma (R$ 544,8 mil). A defesa de Lula sustenta que a propriedade era frequentada pela família do ex-presidente, mas ele não é proprietário do sítio.

O empresário José Carlos Bumlai, amigo do ex-presidente da República, e réu por lavagem de dinheiro na mesma ação penal deverá ser interrogado hoje também.

É procedente assinalar que a informação e foto foram facilitadas pela Agência Brasil (EBC). Edição em idioma português para OIPOL, Luján Frank Maraschio.

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Operações contra o crime organizado em distintos pontos do Brasil

  • Transporte de 72 kg de cocaína escondidos em um cilindro de gás veicular
  • Operação Strike, para desarticular organização criminosa dedicada ao tráfico internacional de drogas no extremo sul do país. Cerca de 60 policiais federais cumprem 14 mandados de prisão preventiva e 11 de busca e apreensão, nas cidades de Santa Vitória do Palmar, Chuí e Rio Grande.
  • Apreensão de embarcação, carregada com cerca de 30 mil maços de cigarros de origem paraguaia e prenderam dois indivíduos

A Foto Políacia Federal do Brasil 2 13-11Aracaju/SE / Chuí/RS / Guaíra/PR / Rio de Janeiro – A Polícia Federal deflagrou na terça-feira (13/11) a Operação Högel, para desarticular grupo criminoso especializado no tráfico de entorpecentes.

Foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão. Durante a ação, duas pessoas foram presas em flagrante: um homem que se identificava como Enfermeiro, juntamente com uma mulher que o acompanhava na empreitada criminosa. No momento da prisão, eles realizavam o transporte de 72 kg de cocaína escondidos em um cilindro de gás veicular.

Além disso, o suspeito portava documentos falsos e trazia consigo valores em espécie superiores a R$ 8 mil. Com as buscas nos imóveis do investigado, foram apreendidos cerca de 40 kg de cocaína, aproximadamente R$ 5 mil em espécie, 4 máquinas para contagem de dinheiro e 6 veículos, além de outro cilindro com as mesmas características do que se encontrava no automóvel em que foi preso, indicando a realização de outros transportes de drogas.

Os envolvidos foram indiciados, na medida de suas responsabilidades, pelos crimes de tráfico de drogas, uso de documento falso e lavagem de dinheiro.

O nome da operação é uma alusão ao enfermeiro alemão Nils Högel, que, contrariando a nobre profissão que exercia, ceifou deliberadamente a vida de inúmeros de seus pacientes, mal semelhante ao que o investigado, apelidado de Enfermeiro, causaria com a volumosa distribuição de drogas que realizava.

Tráfico de drogas no sul do paísA Foto Políacia Federal do Brasil 3 13-11

Federais deflagraram na terça-feira (13/11) a Operação Strike, para desarticular organização criminosa dedicada ao tráfico internacional de drogas no extremo sul do país. Cerca de 60 policiais federais cumprieram 14 mandados de prisão preventiva e 11 de busca e apreensão, nas cidades de Santa Vitória do Palmar, Chuí e Rio Grande.

A PF identificou que o grupo criminoso era coordenado a partir de estabelecimentos prisionais em Pelotas e Montenegro/RS. Os demais integrantes estavam baseados nas cidades de Chuí, Santa Vitória do Palmar, Rio Grande e na cidade uruguaia do Chuy.

A organização criminosa era uma das principais responsáveis pela remessa de grandes carregamentos de entorpecentes para o Uruguai e está diretamente envolvida com a guerra pelo controle do tráfico de drogas na região, que vitimou mais de 20 pessoas nos últimos 16 meses nas cidades fronteiriças do Chuí (Brasil) e Chuy (Uruguai).

Apreensão de embarcaçãoA Foto Políacia Federal do Brasil 1 13-11

Realizaram nova apreensão de embarcação, carregada com cerca de 30 mil maços de cigarros de origem paraguaia e prenderam dois indivíduos. A ação ocorreu na madrugada da terça-feira (13/11), na cidade de Guaíra/PR, após acompanhamento tático embarcado no Rio Paraná.

Os tripulantes da embarcação suspeita, ao perceberem a aproximação policial, tentaram se evadir, mas foram interceptados. Os dois indivíduos, moradores da cidade de Mundo Novo/MS, e a embarcação carregada com cigarros foram encaminhados a sede do NEPOM de Guaíra/PR.

Os envolvidos foram presos em flagrante e responderão pelo crime de contrabando, com pena majorada em dobro por utilizarem do meio fluvial para transportar o ilícito. As penas variam de 4 a 10 anos de reclusão.

Estima-se que o prejuízo aos contrabandistas ultrapasse R$ 150 mil.

È procedente dizer que a informação e fotos foram facilitadas pela Agência de Noticias da Polícia Federal do Brasil. Edição em idioma português para OIPOL, Luján Frank Maraschio.

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Investigam esquema de corrupção dentro do Ministério da Agricultura

  • Na Operação Capitu,  Joesley Batista, da JBS, é um dos presos

A Foto A - -Rio de Janeiro – O empresário Joesley Batista, dono da JBS, está entre os presos da Operação Capitu, deflagrada nesta sexta-feira (9) pela Polícia Federal.

Ele é suspeito de envolvimento no pagamento de propina a servidores e agentes políticos que atuavam no Ministério da Agricultura e na Câmara dos Deputados.

Além de Joesley, foi preso o ex-ministro da Agricultura e atual vice-governador de Minas Gerais, Antônio Andrade (MDB).

Ao todo, 63 mandados de busca e apreensão e 19 de prisão temporária estão sendo cumpridos, a pedido do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, em Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Mato Grosso, Paraíba e no Distrito Federal.

A operação tem por base a delação de Lúcio Funaro, apontado como operador do MDB.

Segundo as investigações, havia um esquema de arrecadação de propina dentro do Ministério da Agricultura para beneficiar políticos do MDB, que recebiam dinheiro da JBS, dos irmãos Joesley e Wesley Batista, em troca de medidas para beneficiar as empresas do grupo.

Por meio de nota, a defesa de Joesley informou que a prisão de seu cliente foi recebida com “estranheza”, uma vez que o empresário é colaborador da Justiça, função que estaria sendo cumprida “à risca”.

“Causa estranheza o pedido de sua prisão no bojo de um inquérito em que ele já prestou mais de um depoimento na qualidade de colaborador e entregou inúmeros documentos de corroboração.

A prisão é temporária e ele vai prestar todos os esclarecimentos necessários”, diz a nota, em declaração atribuída ao advogado André Callegari.

É procedente assinalar que a informação foi facilitada pela Agência Brasil (EBC). Edição para OIPOL, Luján Frank Maraschio.

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Força anticorrupção federal deflagra operação na capital fluminense

  • Organização criminosa, chefiada por ex-governador preso, pagava propina a vários deputados estaduais, a fim de que patrocinassem interesses do grupo criminoso na Assembleia Legislativa do Estado de Rio de Janeiro (Alerj)

A Foto Políacia Federal do Brasil - --- -Rio de Janeiro/RJ – A Polícia Federal deflagra na manhã do dia 8 de novembro a Operação Furna da Onça*, para investigar a participação de deputados estaduais do Rio de Janeiro em esquema de corrupção, lavagem de dinheiro e loteamento de cargos públicos e mão de obra terceirizada em órgãos da administração estadual. A Operação conta com a participação do Ministério Público Federal (MPF) e o apoio da Receita Federal.

A Operação Furna da Onça é um desdobramento da Operação Cadeia Velha – deflagrada em novembro de 2017 – e contou com 200 policias federais, 35 membros do MPF e 10 auditores da Receita para cumprir 19 mandados de prisão temporária, 3 de prisão preventiva e 47 mandados de busca e apreensão, expedidos Tribunal Regional Federal da 2a Região (TRF2).

A organização criminosa, chefiada por ex-governador preso, pagava propina a vários deputados estaduais, a fim de que patrocinassem interesses do grupo criminoso na Alerj. De acordo com as investigações, o “mensalinho” era resultado de sobrepreço de contratos estaduais e federais. De forma ilícita, os parlamentares eram beneficiados ainda com o loteamento de cargos em diversos órgãos públicos do Estado, onde poderiam alocar mão de obra comissionada ou terceirizada.

Os investigados devem responder, na medida de suas participações, pelos crimes de organização criminosa, corrupção ativa, passiva e lavagem de dinheiro.

É necessário dizer que a informação foi facilitada pela Comunicação Social da Polícia Federal no Rio de Janeiro. Edição para OIPOL, Luján Frank Maraschio.

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Nova operação anticorrupção no Brasil

  • Em sistemática tarefa, a Polícia Federal faz intervenção contra fraudes no Porto de Santos
  • Atuaram, 100 policiais federais, 8 auditores da CGU e 12 servidores da Receita Federal.
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Foto Agência Brasil (EBC)

Rio de Janeiro – A Polícia Federal deflagrou  no dia 31 outubro a Operação Tritão contra fraudes em licitações da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), empresa estatal que é a autoridade portuária do Porto de Santos. O nome da operação remete a Tritão, na mitologia grega, conhecido como o rei dos mares.

A ação envolve a Controladoria Geral da União, o Tribunal de Contas da União, a Receita Federal e o Ministério Público Federal.

Foram cumpridos sete mandados de prisão temporária e 21 mandados de busca e apreensão nas cidades de São Paulo, Santos, Guarujá, São Caetano do Sul, Barueri, Rio de Janeiro, Fortaleza e Brasília, todos expedidos pela 5ª Vara da Justiça Federal de Santos.

Atuaram na operação 100 policiais federais, 8 auditores da CGU e 12 servidores da Receita Federal.

Licitações

Segundo as investigações, o grupo atuava em processos licitatórios das áreas de tecnologia da informação, dragagem e consultoria. As suspeitas de irregularidades surgiram com um vídeo postado na internet em setembro de 2016, no qual um assessor da presidência da Codesp confessava a prática de diversos delitos. O inquérito teve início em novembro de 2017.

Os autos apontam irregularidades em vários contratos, com fraudes envolvendo agentes públicos ligados à estatal e empresários, como contratações antieconômicas e direcionadas, aquisições desnecessárias e ações adotadas para simular a realização de serviços. Os contratos sob investigação somam mais de R$ 37 milhões.

Os investigados responderão, na medida de suas participações, pelos crimes de associação criminosa, fraude a licitações, peculato e corrupção ativa e passiva, com penas de um a 12 anos de prisão.

É procedente dizer que a informação e foto foi facilitada pele Agência Brasil (EBC). Alguna imagem usada no artigo foi fornecida pela Agência de Noticias da PF. Edição para OIPOL, Luján Frank Maraschio.

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Operação policial brasileira investiga exploração sexual na web

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Foto Polícia Federal do Brasil

Vila Velha/ES – A Polícia Federal deflagrou no dia 30 de outubro a Operação Salvaguarda II, com objetivo de combater difusão de arquivos contendo exploração sexual de crianças, através da internet, no Espírito Santo. A ação de hoje foi uma continuidade da Operação Salvaguarda, deflagrada no dia 19/10.

Cerca de 40 policiais federais participaram da fase e deram cumprimento de 6 mandados de busca e apreensão, nas residências dos investigados, nos municípios de Vila Velha, Serra/ES e Santa Maria de Jetibá/ES. Como resultado das ações, foi realizada a prisão em flagrante de um investigado.

Entenda O Caso      

De acordo com a investigação, em face de rastreamento da rede mundial de computadores promovido por policiais federais, bem como afastamento do sigilo telemático dos IPs (endereço de acesso ao site), foram detectados usuários compartilhando arquivos com o conteúdo dessa natureza, durante as investigações referentes à Operação.

Da Operação Salvaguarda

Operação SALVAGUARDA,teve por objetivo o combate a difusão de arquivos contendo exploração sexual de crianças, através da internet e foi deflagrada no dia 19/10/18, tendo sido cumprido 02 mandados de busca e apreensão nas residências dos investigados nos Municípios de Vila Velha e da Serra/ES que culminou na prisão em flagrante de 02 investigados.

Crimes investigados

Os investigados, responderão pelos crimes de compartilhamento de arquivos contendo pornografia infantil, presente no art.241-A da Lei 8.069/90, em que a pena varia entre 02 a 06 anos de reclusão e poderão ainda responder pelo crime de posse de arquivos, no caso de flagrante, quando do cumprimento da busca, presente no art.241-B cujas penas variam de 01 a 04 anos de reclusão.

É procedente assinalar que a informação foi fornecida pela Comunicação Social da Polícia Federal no Espírito Santo. Edição para OIPOL, Luján Frank Maraschio.-

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Investigação policial prende responsável por remessas de drogas para o exterior

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Foto Polícia Federal (PF)

Porto Velho/RO – A Polícia Federal prendeu na segunda-feira (29/10), em Porto Velho, um dos principais remetentes para o exterior de cocaína diluída em roupas e papéis.

As investigações tiveram início em setembro deste ano, em decorrência de uma prisão realizada pela Polícia Federal no Aeroporto Internacional Governador Jorge Teixeira. Na oportunidade, a equipe policial abordou e prendeu uma cidadã boliviana no momento em que embarcava em um voo com destino à China. Em sua bagagem foram identificados quatro casacos, nos quais constatou-se, após a realização de exame pericial, a presença de cocaína diluída no algodão das peças.

Após esta apreensão, a Polícia Federal deu continuidade às investigações para identificar o responsável pela remessa dos entorpecentes, chegando à localização de um cidadão de origem Libanesa, mas com documento de identidade boliviano, residente em Porto Velho. Ele agenciava mulheres para realizar o transporte de drogas, via aérea, para diversos países.

Na terça-feira (23/10), uma equipe de policiais apreendeu mercadoria postada nos Correios, que tinha como destino final o Líbano. Em seu interior, foram identificadas substâncias entorpecentes, desta vez diluídas em folhas de papel. Além dessa, a PF também apreendeu, em São Paulo/SP, outros seis envelopes com as mesmas características, remetidos pelo mesmo indivíduo com destino, sobretudo, à Nova Zelândia e ao Líbano. Como forma de evitar sua identificação, o investigado apresentava aos Correios nomes falsos em cada uma das postagens.

A 3ª Vara da Justiça Federal de Porto Velho/RO expediu dois mandados de prisão preventiva em desfavor do investigado e de uma mulher também estrangeira, que o auxiliava no preparo e remessa das drogas. Foi expedido, ainda, um mandado de busca e apreensão no endereço onde se encontravam residindo, utilizado como ponto de apoio para a recepção das mulheres contratadas para o transporte aéreo ou a embalagem das drogas para serem remetidas via SEDEX.

Durante as buscas em seu apartamento, o investigado foi preso em flagrante delito pelo crime de tráfico de drogas e insumos químicos em razão da apreensão de quase 2 kg de cocaína, diversas folhas de papel nas quais as drogas eram impregnadas, além de grande número de petrechos e produtos químicos utilizados na preparação do material.

Após os procedimentos, o preso foi encaminhado para o Presídio de Médio Porte Pandinha, onde permanece à disposição da Justiça Federal.

É procedente assinalar que a informação foi fornecida pela Comunicação Social da Polícia Federal em Rondônia. Edição para OIPOL, Luján Frank Maraschio.-

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Polícia Federal deflagra operação para combater fraudes bancárias na internet

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Foto Polícia Federal do Brasil

Cuiabá/MT, Brasil – A Polícia Federal deflagrou no dia 25 de outubro a Operação Segurança Digital, com o objetivo de desarticular organização criminosa especializada em fraudes bancárias pela internet, nos estados de Mato Grosso e Goiás.

Mais de 30 policiais federais cumprem sete mandados de busca e apreensão, em Pontes e Lacerda/MT, Cuiabá/MT e Goiânia/GO. As ordens foram expedidas pela 2ª Vara da Justiça Federal de Cáceres/MT.

A investigação teve início a partir da identificação, pela Caixa Econômica Federal, de esquema voltado à alteração de dados em boletos bancários emitidos pela instituição financeira. As alterações de dados teriam como intuito o redirecionamento à organização criminosa da quantia objeto de pagamento pelo devedor, em prejuízo ao real credor do boleto, à Caixa Econômica Federal e ao próprio autor do pagamento. Estima-se que a organização criminosa tenha desviado valores superiores a R$ 2 milhões.

É procedente assinalar que a informação foi facilitada pela Comunicação Social da Polícia Federal em Mato Grosso. Edição para OIPOL, Luján Frank Maraschio.-

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Ações simultâneas da Policia Federal investiga crimes relacionados às eleições

  • Operação Olhos de Lince faze parte dos atividades realizadas pelo Centro Integrado de Comando e Controle Eleitoral – CICCE/2018 e são resultado do trabalho desenvolvido pela Polícia Federal no acompanhamento das redes sociais

cropped-a-foto-polc3adacia-federal-do-brasil3.jpgBrasília/DF – Rio de Janeiro/RJ- A Polícia Federal desencadeou, no dia 24 de outubro, a Operação Olhos de Lince, que executa nove ações simultâneas, com o intuito de coibir crimes relacionados às eleições de 2018.

Foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão, nos municípios de São Paulo/SP, Sorocaba/SP, Uberlândia/MG e Caxias do Sul/RS; bem como sendo lavrados cinco Termos Circunstanciados de Ocorrência, com a intimação dos investigados, em dois municípios mineiros e em Recife/PE. Também estão sendo intimidadas pessoas para oitiva em Nova Iguaçu/RJ e no Estado do Pará.

As ações fazem parte dos atividades realizadas pelo Centro Integrado de Comando e Controle Eleitoral – CICCE/2018 e são resultado do trabalho desenvolvido pela Polícia Federal no acompanhamento das redes sociais, com o objetivo de identificar e evitar possíveis crimes eleitorais e ameaças aos candidatos que concorrem ao pleito.

Para a identificação dos investigados, foram utilizadas técnicas de reconhecimento facial que, por meio de critérios científicos, permitem a realização  de análises e comparações das características faciais, tais como  cicatrizes, manchas e proporções, possibilitando a identificação de forma técnica e precisa dos suspeitos.

Na ação  de hoje, são   apurados pela PF, conforme o caso, os crimes de violação do sigilo do voto e de incitação à prática do crime de homicídio, respondendo, os investigados, na medida de suas participações.

Cabe assinalar que a informação foi fornecida pela Divisão de Comunicação Social da Polícia Federal. Edição para OIPOL, Luján Frank Maraschio.

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Operação policial na fronteira de Brasil com Argentina

  • Polícia Federal com apoio da Polícia Civil e Bragada Militar deflagram nova fase da Operação Velho Oeste II contra tráfico de drogas
  • A ação resultou na apreensão de dois revólveres, um deles com a numeração raspada, uma pistola calibre 380, além de porções de crack, cocaína e telefones celulares
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Foto Polícia Federal do Brasil

São Borja/RS – A Polícia Federal deflagrou no dia 23 de outubro nova etapa da Operação Velho Oeste II, de combate ao tráfico de armas e drogas na fronteira Brasil-Argentina.

Foram cumpridos nove mandados de busca, com apoio da Polícia Civil e da Brigada Militar. A ação resultou na apreensão de dois revólveres, um deles com a numeração raspada, uma pistola calibre 380, além de porções de crack, cocaína e telefones celulares. Um dos pontos de tráfico de drogas, alvo de mandado de busca, estava localizado próximo a uma instituição de ensino.

Dois homens foram presos em flagrante e serão encaminhadas ao presídio Estadual de São Borja.

É procedente assinalar que a informação foi fornecida pela Comunicação Social da Polícia Federal em São Borja (RS). Edição para OIPOL, Luján Frank Maraschio.

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Aprofundam investigações de possíveis ameaças ao processo eleitoral no Brasil

  • Retomam as atividades do CICEE
  • Dentro das ações que integram o conjunto de atividades desenvolvidas CICCE em Brasília, em 10 de outubro de 2018, foram realizadas três operações simultâneas com o objetivo de indagar sobre vídeos que circularam recentemente nas redes sociais
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Foto PF

Brasília/DF – A Polícia Federal informa que as atividades do Centro Integrado de Comando e Controle das Eleições Gerais de 2018 (CICCE/2018) foram retomadas. O CICCE funcionará até 28 de outubro de 2018, das 8h às 18h.

O CICCE funciona em instalações próprias da Polícia Federal (EQSW 103/104, Lote 01, Bloco A – Setor Sudoeste, Brasília/DF) e, nos mesmos moldes do período do funcionamento durante o primeiro turno, será composto por 14 instituições e órgãos parceiros, visando subsidiar a atuação da Polícia Federal, como polícia judiciária eleitoral, e a Justiça Eleitoral.

Dentro das ações que integram o conjunto de atividades desenvolvidas CICCE em Brasília, em 10 de outubro de 2018, foram realizadas três operações simultâneas com o objetivo de aprofundar as investigações sobre vídeos que circularam recentemente nas redes sociais para identificar e afastar possíveis ameaças ao processo eleitoral de 2018.

As ações ocorreram nos estados do Paraná, São Paulo e Sergipe, e os investigados poderão responder pelos crimes de violação de sigilo do voto e porte ilegal de arma (no caso do Paraná) e por incitação de crime contra candidatos (Sergipe e São Paulo). As investigações foram encaminhadas à Justiça Eleitoral dos respectivos Estados para o devido processo legal.

Estatísticas dos procedimentos afetos às atividades da Polícia Federal em todo território nacional desde o início do CICCE, em 01/10/2018:

1-) lavrados 241 Termos Circunstanciados de Ocorrências;

2-) instaurados 214 Inquéritos Policiais;

3-) 445 pessoas conduzidas às Delegacias de Polícia Federal;

4-) R$ 2.643.481,80 em bens apreendidos;

Três maiores incidências penais:

  1. I) art. 39 da Lei nº 9504/97 (Lei das Eleições) “boca de urna”
  2. II) art. 299 da Lei nº 4737/65 (Código Eleitoral) “compra de votos”

III) art. 350 da Lei nº 4737/65 (Código Eleitoral) “falsidade ideológica para fins eleitorais”.

É procedente dizer que a informação foi facilitada pela Agência de Noticias da Polícia Federal. Edição para OIPOL, Luján Frank Maraschio.

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Continua o trabalho contra a pornografia infantil no Brasil

  • Operação dos federais prende divulgador de material pornográfico infantil em São Paulo
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Foto Polícia Federal do Brasil

Rio de Janeiro – A Polícia Federal (PF) deflagrou na manhã do dia (22) uma operação para combater o abuso sexual infantil e a divulgação de material pornográfico infantil na internet. A Operação Mestre Impuro cumpriu dois mandados de busca e apreensão e um mandado de prisão preventiva na capital paulista. As investigações começaram após a PF receber informações sobre uma pessoa publicando muito material com cenas de sexo em fóruns dedicados à pornografia infantil.

“Policiais federais entraram no ambiente da deep web (internet oculta) com o uso de equipamentos e técnicas próprias para a investigação desse tipo de crime e identificaram que esse brasileiro seria um professor que atua na capital paulista. As diligências apontaram que ele usaria a proximidade decorrente da profissão para abusar de crianças entre 5 e 10 anos de idade, de ambos os sexos”, diz a PF por meio de nota.

Segundo as informações, a polícia concluiu que, além do compartilhamento, havia evidências de que a mesma pessoa também produzia imagens dos abusos, com o objetivo de conquistar respeito e admiração dos outros participantes dos grupos que atuavam nesse ambiente da internet.

De acordo com a PF, já foram identificadas sete crianças, que são membros da família do suspeito, alunos e alunas. “Agora a PF trabalha para identificar se há outras vítimas, a partir da análise do material apreendido e da oitiva de pessoas”, informou a PF.

O investigado será indiciado pelos crimes de publicação de imagens de pornografia infantil, previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), com penas variando de três a seis anos de reclusão, e pelo crime de estupro de vulnerável, previsto no Código Penal, com penas de oito a 15 anos de reclusão.

O preso foi encaminhado ao sistema prisional estadual, onde permanecerá à disposição da Justiça.

Cabe assinalar que a informação foi facilitada pela Agência Brasil (EBC). Edição para OIPOL, Luján Frank Maraschio.

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Nova crónica da luta contra o crime no Brasil

  • Deflagração de mais uma fase da Operação Antracnose
  • Apreensão de mais de 40 kg de cocaína dentro de malas de passageiros
  • Investigação de fraudes em instituto de previdência no interior pernambucano
  • Apreensão 6 pistolas semi-automáticas no Aeroporto de Congonhas

A foto PF 4Juazeiro/BA – A Polícia Federal deflagrou na quinta-feira (18/10), com o apoio das Polícias Militares da Bahia e de Pernambuco, mais uma fase da Operação Antracnose, que desarticulou uma quadrilha especializada em roubos a empresas transportadoras de valores, com atuação principalmente nos sertões baiano e pernambucano, e que, no último dia 26/9, entrou em confronto com policiais federais no Aeroporto de Salgueiro/PE, em uma tentativa frustrada de assalto ao avião que levava dinheiro para abastecer a rede bancária da cidade.

A organização criminosa já vinha sendo investigada há mais de um ano pela Polícia Federal e naquela ação seis assaltantes foram mortos na troca de tiros e quatro presos; outros dois conseguiram fugir. Foram apreendidos uma metralhadora ponto 50, seis fuzis, duas pistolas, seis coletes balísticos, 45 carregadores, 2354 munições de calibres diversos e cerca de 15 kg de explosivos.

Na sequência, foram cumpridos mais três mandados de prisão preventiva e 12 mandados de busca expedidos pela Justiça de Juazeiro, sendo apreendidas mais três pistolas, uma espingarda, um revólver, diversas munições, além R$ 117 mil, em dinheiro, quase R$ 600 mil em cheques e 24 veículos, entre carros, caminhões, motocicletas e uma moto aquática. Também foram sequestrados imóveis e bloqueados cerca de R$ 355 mil das contas dos investigados.

Na operação de ontem, foram cumpridos mais dois mandados de prisão preventiva e oito de busca e apreensão, nas residências de outros suspeitos de integrarem o grupo criminoso, nas cidades de Salgueiro/PE, Petrolina/PE, João Pessoa/PB e Natal/RN. O objetivo das buscas era localizar e apreender armas, materiais utilizados nos roubos, bens ou valores que constituam proveito dos crimes, bem como documentos que reforcem a participação dos investigados no esquema ilícito.

Cinco suspeitos têm mandados de prisão preventiva em aberto e ainda estão foragidos.

Os investigados responderão pelos crimes de associação criminosa, tentativa de roubo qualificado, porte ilegal de armas e munições de calibre restrito e de explosivos, além de lavagem de dinheiro.

Alguns dos investigados utilizavam atividades empresariais, inclusive no ramo de produção e exportação de frutas, para a lavagem do dinheiro e como disfarce de suas atividades criminosas. Daí o nome da operação, ANTRACNOSE, que é uma referência a uma doença que ataca as plantas, principalmente as frutíferas.

As diligências se prolongaram durante todo o dia de ontem, sendo que um dos investigados só foi localizado e preso à noite.

 Malas com 40 kg de cocaína

A Foto Políacia Federal do Brasil 0Os federais prenderam em ações distintas, na quinta-feira (18/10), no Aeroporto Internacional de São Paulo, dois passageiros tentando embarcar cocaína em voos internacionais.

Policiais federais, que acompanhavam o fluxo dos passageiros pelo controle migratório, abordaram um homem para entrevista. Ele apresentou a passagem aérea, cujo destino era Joanesburgo, na África do Sul, e os documentos de viagem. O passageiro, um brasileiro de 28 anos, mostrou-se muito nervoso com a abordagem e, questionado sobre os motivos de sua viagem e locais que conheceria no destino final, não soube dar respostas convincentes. Os policiais solicitaram à companhia aérea que separasse as bagagens despachadas pelo passageiro e o conduziram à delegacia para acompanhamento da revista em seus pertences. Em sede policial, os peritos federais identificaram quase 9 kg de cocaína escondidos em fundos falsos de uma mala. O suspeito recebeu voz de prisão.

Na segunda ação, ocorrida pouco tempo depois, policiais federais identificaram, com o auxílio do equipamento de raio-x no porão de bagagens, substância orgânica oculta dentro de duas malas que haviam sido despachadas para voo com destino a Lisboa, Portugal. A proprietária da mala, uma brasileira de 28 anos, foi localizada no portão de embarque. A suspeita foi entrevistada e conduzida à delegacia para que, na presença de testemunhas, fosse realizada perícia em seus pertences. Dentro das malas, os policiais encontraram tijolos compostos por cocaína, cujo volume total somou mais de 34 kg. A mulher foi presa em flagrante.

Os presos serão encaminhados aos presídios estaduais, onde permanecerão à disposição da Justiça, respondendo pelo crime de tráfico internacional de drogas.

Investiga fraudes em instituto de previdência

A Foto Políacia Federal do Brasil - - -Deflagram na sexta-feira (19/10) a Operação Abismo, visando reprimir e desarticular um esquema de fraudes no instituto de previdência dos servidores de um município da região metropolitana de Recife.

Ao todo, 220 policiais federais cumprieram 64 ordens judiciais, sendo 42 mandados de busca e apreensão, 10 mandados de prisão preventiva e 12 mandados de prisão temporária, nos estados de Pernambuco, São Paulo, Rio de Janeiro, Paraíba, Goiás, Santa Catarina e no Distrito Federal. As medidas foram determinadas pelo Tribunal Regional Federal da 5ª Região, que ainda autorizou o sequestro e bloqueio de bens e valores depositados em contas em nome dos investigados.

As investigações, que tiveram início em março de 2018, apuraram que foram transferidos mais de R$ 90 milhões do instituto, que antes se encontravam investidos em instituições sólidas, para fundos de investimento compostos por ativos podres, isto é, sem lastro e com grande probabilidade de inadimplência futura, colocando em risco o pagamento da aposentadoria dos servidores do município.

No curso da investigação, coletaram-se indícios de que a alteração na carteira de investimentos do Instituto de Previdência foi efetuada a mando do prefeito do aludido município, por meio de ingerência inadequada na administração daquele órgão, em razão do oferecimento de vantagem indevida.

Os envolvidos responderão, na medida de suas participações, pelos crimes de lavagem de dinheiro, associação criminosa, crimes financeiros, corrupção ativa e passiva, cujas penas ultrapassam os 30 anos de reclusão.

Os presos serão levados até a sede da Polícia Federal, onde serão interrogados e, em seguida, serão encaminhados para os respectivos sistemas prisionais. Os dos outros estados ficarão reclusos nos sistemas prisionais respectivos, à disposição do Tribunal Regional Federal da 5ª Região.

DISTRIBUIÇÃO DOS MANDADOS

  • Pernambuco: 18 MB, 2 MPT e 4 MPP (Cabo, Sagueiro e Vitória)
  • São Paulo: 10 MB, 1 MPT e 5 MPP (Jundaí e Guariba)
  • Rio de Janeiro: 10 MB, 6 MPT e 1 MPP (Capital)
  • Paraíba: 1 MB (Monteiro)
  • Distrito Federal: 1 MB
  • Goiás: 1 MB, 1 MPT (Goiânia e Anápolis)
  • Santa Catarina: 1 MB, 2 MPT

Apreende 6 pistolas

A Foto Políacia Federal do Brasil - --- -Agentes Federais prendem um homem e apreendeu seis pistolas Glock, semi-automáticas, com a numeração raspada, no Aeroporto de Congonhas na manhã desta quinta-feira (18/10). O passageiro viajava de Curitiba com destino ao Rio de Janeiro e fazia conexão em São Paulo.

Durante fiscalização de rotina nas bagagens despachadas, foram localizados objetos metálicos em uma mala. Identificado o viajante, a mala foi aberta e, dentro dela, as armas foram encontradas escondidas em embalagem de perfumes. Policiais federais identificaram tratar-se de seis pistolas semi-automáticas, marca Glock, de uso restrito, calibre .40, todas com a numeração raspada. Esse tipo de arma, devidamente identificada, somente pode ser adquirido por forças de segurança e atiradores desportivos regularmente registrados.

O portador das armas foi preso em flagrante pelo crime de ocultar, transportar e adulterar arma de fogo de uso restrito, previsto no Estatuto do Desarmamento, com penas de 6 a 12 anos de prisão. O homem será encaminhado ao sistema prisional, onde permanecerá à disposição da Justiça.

A Polícia Federal prossegue nas investigações para identificar os vendedores e os destinatários das armas.

É procedente assinalar que a informação e fotos foram facilitadas pela Comunicação Social da Polícia Federal na Bahia, Comunicação Social da Polícia Federal no Aeroporto Internacional de São Paulo/Guarulhos, através da Agência de Noticias da Polícia Federal. Edição para OIPOL, Luján Frank Maraschio.

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