Vínculos do régimen venezuelano com o terrorismo se constitui uma preocupação internacional

  • EUA pedem reunião do Conselho de Segurança da ONU sobre Venezuela
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Mike Pompeo disse que os EUA podem ajudar a tirar a Venezuela da crise (Arquivo/Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Rio de Janeiro – Os Estados Unidos solicitaram formalmente uma reunião com o Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) para tratar da crise que atinge a Venezuela. O pedido é para que o encontro ocorra amanhã no dia 26 de janeiro.

O secretário de Estado norte-americano, Mike Pompeo, utilizou o dia 25 de janeiro seu perfil na rede social Twitter para dizer que o país é “amigo” do povo venezuelano. “Vocês sofreram por um longo tempo sob o regime socialista corrupto [veiculado aos terrorismos internacional] de [Nicolás] Maduro. Apoiamos vocês e estamos prontos para ajudá-los a começar o processo de sua vida, do país e da economia”.

Embaixadas fechadas

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, fechou a embaixada do seu país em Washington e todos os consulados nos Estados Unidos. A decisão foi tomada após o anúncio do rompimento das relações políticas e diplomáticas com o governo norte-americano.

Segundo Maduro, os diplomatas venezuelanos que estão nos Estados Unidos devem retornar à Venezuela até o dia 26 de janeiro.

Crise

Na quarta-feira (23/01), o líder da oposição na Venezuela, Juan Guaidó, se declarou presidente interino. Brasil, Estados Unidos, União Europeia e a própria ONU, além do Grupo de Lima e da Organização dos Estados Americanos (OEA), se manifestaram favoravelmente a Guaidó, em defesa de novas eleições gerais na Venezuela.

Internamente, Maduro resiste e conta com apoio da cúpula militar. Os confrontos entre simpatizantes do Maduro e de Guaidó agitaram a Venezuela nos últimos dias. Segundo entidades civis, pelo menos 14 pessoas foram mortas por causa da forte repressão.

A situação na Venezuela se agravou após a posse de Maduro para o segundo mandato presidencial, em 10 de janeiro. Para o Brasil, o Grupo de Lima, que reúne 14 países, e a OEA, o mandato é ilegítimo.

É procedente assinalar que a informação foi facilitada pela Agência Brasil (EBC). Edição em idioma português para OIPOL, Luján Frank Maraschio.

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Ação terrorista em Bogotá causa comoção internacional

  • As vitimas do ataque no sul da capital colombiana, que foi abjudicado ao Exército de Liberação Nacional (ELN), sobem com o passar das horas.
  • O autor do ataque é José Aldemar Rojas Rodríguez, 56 anos. Segundo o procurador-geral, Rodríguez, entrou na escola em um carro cinza, por volta das 9h30. Foram usados no atentado 80 quilos de material explosivo

 

O número de vítimas da explosão de um veículo em frente à Escola Geral de Cadetes Santander em Bogotá, Colômbia, sobe no decorrer das horas e dezenas ficaram feridos. Inicialmente, eram 8 mortos e 65 feridos. Equipes de resgate e forças de segurança permanecem no local.

A explosão ocorreu na manhã no dia 17 de janeiro. De acordo com as autoridades locais, o autor do ataque é José Aldemar Rojas Rodríguez, 56 anos.

O episódio causou comoção internacional. As organizações das Nações Unidas (ONU), a Organização dos Estados Americanos (OEA) e a Organização Internacional de Policiais (OIPOL), reagiram, condenando fortemente qualquer ação terrorista.

Autoridades colombianas, pelas redes sociais, lamentaram o ocorrido e condenaram o ataque.

Cabe assinalar que, o assunto está entre os mais comentados no Twitter, tanto no ranking mundial quanto no brasileiro.

Identifica autor

a fota a ---------O governo colombiano identificou José Aldemar Rojas Rodríguez como autor do atentado à Academia-Geral de Polícia Francisco de Paula Santander, em Bogotá, onde dezenas de pessoas morreram e varias ficaram feridas. O anúncio foi feito, há pouco, em pronunciamento oficial transmitido pelas redes sociais.

Segundo o procurador-geral, Néstor Humberto Martínez, Rodríguez entrou na escola em um carro cinza, por volta das 9h30. Foram usados no atentado da quinta-feira (17/01) 80 quilos de material explosivo. O autor do atentado está entre os mortos, informou a imprensa local.

“Este é um ataque a um centro acadêmico onde havia jovens estudantes desarmados. É um ataque não só contra a juventude e não só contra a força pública e nossas polícias, é contra toda a sociedade. Esst ato terrorista não ficará impune”, disse o presidente da Colômbia, Iván Duque. E acrescentou: “Os colombianos nunca nos submetemos ao terrorismo, sempre o derrotamos. Essa não será exceção.”

Duque convocou toda a população a colaborar com as investigações e pediu que, se alguém tivesse alguma informação, entrasse em contato com a rede de participação cívica, pelo número local 123.

É necessário repetir que a Organização das Nações Unidas (ONU), a Organização dos Estados Americanos (OEA) e a Organização Internacional de Policiais (OIPOL) condenaram o ataque, e a Oficina da ONU na Colombia afirmou que o atentado “é um ato criminoso absolutamente inaceitável, que vai contra os esforços que vêm sendo feitos no país para o combate à violência e o trabalho de diferentes setores para um futuro mais próspero e pacífico”.

O Diretor Geral da OIPOL, em nota divulgada nas redes sociais pronunciou que, “Esse fato covarde, levado adiante com um veiculo carregado de explosivos, dentro da instituição, deixando vários mortos com também feridos, condenado internacionalmente, deve ser esclarecido y punido rapidamente pela autoridades governamentais”.

“Ese hecho cobarde, llevado a cabo con un vehículo cargado de explosivos dentro de la institución, dejando varios muertos como también heridos, que es desdeñado internacionalmente, solicitamos desde OIPOL sea aclarado y punido rápidamente por las autoridades gubernamentales

Segundo o Ministério da Defesa colombiano, os feridos estão recebendo atendimento no Hospital Policlínica da Polícia Nacional.

È procedente assinalar que a informação foi facilitada pela Agência Brasil (EBC). Edição em idioma português para OIPOL, Luján Frank Maraschio.

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Itália dispõe segurança máxima para Cesare Battisti

  • O terrorista capturado na Bolívia ficará em isolamento por um ano em prisão na Sardenha. Ele foi condenado à prisão perpétua na Itália pelo assassinato de quatro pessoas, na década de 1970, quando integrava o grupo Proletários Armados pelo Comunismo, um braço das Brigadas Vermelhas. Ele se diz inocente
A Agência Brasil ---
O terrorista de esquerda, considerado pela Itália, Cesare Battisti. Foto Agência Brasil (EBC).

Roma – Rio de Janeiro – Detido no presídio de Massama, em Oristano, na Sardenha, Itália, o ex-terrorista Cesare Battisti, de 64 anos, ficará seis meses em uma cela isolada. Depois, o mesmo período isolado apenas durante o dia. Ele chegou à penitenciária escoltado por um forte esquema de segurança. Um comboio policial acompanhou o trajeto.

O ministro da Justiça, Alfonso Bonafede, informou ter escolhido o presídio de Massama por “questões de segurança”. O local fica em uma ilha na Sardenha. Inicialmente, ele ficaria na penitenciária de Rebibbia, em Roma.

“Hoje [ontem] nós dissemos ao mundo que ninguém pode escapar da justiça italiana. Battisti é culpado de crimes graves. Muitos anos se passaram, mas as feridas não foram esquecidas. Esse é o resultado de uma equipe trabalhando unida, não só do governo e da polícia, mas de todas as instituições italianas. É uma conquista histórica”, disse Bonafede.

Para o ministro da Justiça, a defesa de Battisti buscará reverter a sentença de prisão perpétua. Ele foi condenado à prisão perpétua na Itália pelo assassinato de quatro pessoas, na década de 1970, quando integrava o grupo Proletários Armados pelo Comunismo, um braço das Brigadas Vermelhas. Ele se diz inocente.

Captura

Battisti foi capturado no sábado (12) à noite enquanto caminhava pela rua em Santa Cruz de La Sierra, na Bolívia. A prisão foi resultado de uma parceria de agentes bolivianos e italianos com apoio de brasileiros.

Segundo um vídeo, feito no momento da prisão, o italiano usava barba, óculos de sol, jeans e camiseta azul. Não mostrou resistência, não apresentou documentos e respondeu a algumas perguntas em português.

No Brasil desde 2004, o italiano foi preso três anos depois. O governo da Itália pediu sua extradição, aceita pelo Supremo Tribunal Federal – STF. Contudo, no último dia de seu mandato, em dezembro de 2010, o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva decidiu que Battisti deveria ficar no Brasil, e o ato foi confirmado pelo STF.

Agora, o presidente Jair Bolsonaro elogiou a operação feita na Bolívia e conversou por telefone com o primeiro-ministro italiano, Giuseppe Conte, que agradeceu a colaboração do governo brasileiro.

Nos últimos dias da gestão Michel Temer, houve a decisão do STF. Após dias de buscas, a Polícia Federal divulgou 20 simulações sobre a possível aparência do italiano.

Cabe assinalar que a informação foi facilitada pela RAI, emissora pública de televisão da Itália. Edição em idioma português para OIPOL, Luján Frank Maraschio.

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Centenas de atentados terroristas em Ceará

  • Também ontem, o governador do Ceará, Camilo Santana, sancionou as novas leis contra o crime organizado. As medidas foram aprovadas pela Assembleia Legislativa, em sessão extraordinária realizada sábado 12 de janeiro
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Foto agencia Brasil (EBC)

Rio de Janeiro – Aumentou para 353 o número de suspeitos presos ou apreendidos por participação nos atos criminosos no Ceará. De acordo com a Secretaria Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS), o balanço corresponde às capturas até as 17 horas desse domingo (13).

“As prisões e apreensões registradas na capital, região metropolitana e cidades do interior são oriundas de ações das forças de segurança cearenses, e entidades parceiras, que atuam incessantemente para garantir tranquilidade a todos os cidadãos cearenses e a normalidade no funcionamento dos serviços públicos”.

Até ontem, 12º dia seguido de ataques, foram transferidos 39 chefes de grupos criminosos para presídios federais. A polícia localizou e apreendeu cinco toneladas de explosivos em um depósito clandestino.

Leis sancionadas

Na noite desse domingo (13) foi registrado mais um ataque criminoso, em Fortaleza. O alvo foi uma ponte na Rua São João, no bairro Bonsucesso. Desconhecidos que estavam em carro lançaram uma bomba contra a estrutura de concreto. O local chegou a ser isolado para polícia.

Também ontem, o governador do Ceará, Camilo Santana, sancionou as novas leis contra o crime organizado. As medidas foram aprovadas pela Assembleia Legislativa, em sessão extraordinária realizada sábado (12).

De acordo com o governo do estado, as leis já foram publicadas e visam reforçar o combate ao ataques organizados por facções criminosas no estado desde o dia 2 de janeiro.

O governo listou as medidas que passam a valer imediatamente:

– convocação de policiais militares e bombeiros militares da reserva;

– aumento da quantidade de horas extras para policiais, bombeiros e agentes penitenciários de 48h para 84h mensais;

– pagamento em dinheiro para quem fornecer informações à polícia que resultem na prisão de criminosos ou evitem ataques;

– criação do Fundo de Segurança Pública e Defesa Social

– criação do Banco de informações sobre veículos desmontados;

– regras de restrição ao uso do entorno dos presídios do estado para prevenir fugas e garantir mais segurança;

– autorização de convênios e parceria com União e estados para a cessão de policiais ao Ceará.

É procedente assinalar que a informação foi facilitada pela Agência Brasil (EBC). Edição em idioma português para OIPOL, Luján Frank Maraschio.

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Ataques do crime organizado no Brasil tem a modalidade do terrorismo

  • Uma bomba explodiu no viaduto da Rua Dr. Joaquim Bento, no trecho que passa pela Avenida Washington Soares, na região de Messejana

a foto agencia brasil ----Rio de Janeiro – Mais 15 presos do sistema penal do Ceará foram transferidos na madrugada de hoje (11) para o Presídio Federal de Mossoró, no Rio Grande do Norte.

A operação, concluída às 6h30 da manhã, contou com a participação de agentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e de equipes do Departamento Penitenciário Nacional (Depen) e do governo do estado.

De acordo com o Ministério da Justiça, foram removidos até o momento 35 detentos. Na quarta-feira (9), 20 haviam sido levados para Mossoró. De lá, eles poderão ser distribuídos para outros presídios federais localizados em outros estados.

Novos ataques

A noite de ontem em Fortaleza foi de novos ataques. Uma bomba explodiu no viaduto da Rua Dr. Joaquim Bento, no trecho que passa pela Avenida Washington Soares, na região de Messejana.

Policiais militares e uma equipe do Corpo de Bombeiros estiveram no local. Eles verificaram que havia mais um artefato explosivo e isolaram o local até a chegada do Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate).

Quase ao mesmo tempo, no viaduto localizado no Conjunto Esperança, a polícia encontrou explosivos que não chegaram a ser detonados.

Na atualização divulgada ontem (10), a Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social contabiliza 287 suspeitos presos ou apreendidos em razão da onda de ataques no estado.

Os ataques, promovidos por facções criminosas, tiveram início na semana passada e deixaram em alerta todo o estado.

Prédios públicos, viadutos, estradas, ônibus e locais com veículos foram incendiados ou atingidos de alguma forma por grupos criminosos.

A Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social do Ceará disponibilizou o número 181, o Disque Denúncia do órgão, e um número de WhatsApp (98969-0182) para receber denúncias de atos criminosas ou atitudes suspeitas.

É procedente dizer que a informação foi facilitada pela Agência Brasil (EBC). Colaborou Jonas Valente. Edição em idioma português para OIPOL, Luján Frank Maraschio.

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Lançam ameaça terrorista ao presidente do Brasil

  • Vídeo difundido na internet aparece um prédio incendiado no Ceará e uma voz masculina ameaçando o presidente com xingamentos. As ameaças fazem referência às declarações de Bolsonaro no sentido de endurecer a política de combate à violência
  • Bolsonaro defende mudanças na legislação para combater a violência e ao crime organizado
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(Brasília – DF, 09/01/2019) Presidente da República, Jair Bolsonaro, durante execução do Hino Nacional. Foto: Marcos Corrêa/PR

Rio de Janeiro – O presidente Jair Bolsonaro defendeu o dia 11 de janeiro mudanças na legislação com a participação de todas as esferas de todos os Poderes e da imprensa para impedir o avanço da violência no país. A afirmação foi feita em referência a um vídeo que pode ser visto na conta pessoal de Bolsonaro no Twitter.

Nas imagens, aparece um prédio incendiado no Ceará e uma voz masculina ameaçando o presidente com xingamentos. As ameaças fazem referência às declarações de Bolsonaro no sentido de endurecer a política de combate à violência.

“Note a necessidade mais que urgente de se mudar a legislação com participação de todas as esferas de Poderes e Imprensa”, esceveu o presidente destacando a palavra “imprensa” com letra maiúscula.

Ao se referir ao vídeo, Bolsonaro afirmou que a população precisa ter uma resposta urgente e que não aceita ameaças. “Não porque o marginal ameaça, citando meu nome, mas para mostrar ao povo ordeiros de que lado estão o Executivo, Legislativo e Judiciário.”

Minutos depois, em um novo tuíte, o presidente destacou que os criminosos “sabem exatamente o que fazem”. “Combatê-los é simples e rápido, mas requer que os Poderes permitam mecanismos para realmente defender a população”, acrescentou. Segundo Bolsonaro, “é necessário [adotar] ações para que os agentes de segurança possam dar a efetiva resposta”.

Ataques no Ceará

A onda de violência no Ceará começou há mais de uma semana. Prédios e ônibus são incendiados, e moradores temem sair às ruas por causa dos riscos constantes.

A Força Nacional foi enviada à região para atuar com os agentes de segurança locais, assim como presos considerados mais perigosos foram transferidos para presídios federais.

É procedente dizer que a informação foi facilitada pela Agência Brasil (EBC). Edição em idioma português para OIPOL, Luján Frank Maraschio.

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Brasil flagelado pelo pelos atentados terroristas

  • Governo estadual diz que Polícia já prendeu 168 suspeitos de ataques no Ceará. O prognostico indica que o problema não vai ser solucionado no futuro próximo.
  • A semelhança de Ceará outros estados estão registrando elevação de atividades criminais

a foto agencia brasil -----Rio de Janeiro – O governador do Ceará, Camilo Santana (PT), informou, no final da manhã do dia 8 de janeiro, que as forças de segurança do estado já efetuaram a prisão de 168 pessoas suspeitas de envolvimento em ataques criminosos dos últimos dias. As ocorrências foram registradas em mais de 40 municípios cearenses, incluindo a região metropolitana de Fortaleza.

Do total de presos, 20 foram capturados nas últimas horas, destacou o governador. Camilo Santana afirmou que o policiamento foi reforçado e mais prisões deverão ocorrer a qualquer momento.

“Estamos reforçando ainda mais o policiamento na capital e também no interior, com o apoio de tropas federais e estados parceiros. Já determinei à cúpula da segurança que empregue todos os esforços necessários”, publicou o governador em sua página no Facebook.

Camilo Santana também informou que lideranças criminosas presas no estado estão sendo identificadas e transferidas para presídios federais. Ao todo, o Ministério da Justiça e Segurança Pública disponibiliza 60 vagas para detentos do estado nas prisões de segurança máxima administradas pelo Departamento Penitenciário Nacional (Depen). “Não haverá tolerância com o crime”, concluiu.

A madrugada da segunda-feira 7 de janeiro foi o sexto dia consecutivo de violência no estado. Pelo menos quatro veículos foram queimados Na região metropolitana de Fortaleza, onde também foi registrado um ataque à bomba sobre uma ponte.

A informação foi facilitada pela Agência Brasil (EBC). Edição em idioma português para OIPOL, Luján Frank Maraschio.

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Justiça do Brasil determina prisão do terrorista Cesare Battisti

  • Decisão pode facilitar extradição
  • Battisti foi condenado na Itália por quatro homicídios, cometidos quando integrava o grupo Proletariados Armados pelo Comunismo. Ele chegou ao Brasil em 2004, onde foi preso três anos depois
A Foto Agência Brasil ------
Condenado na Itália por quatro homicídios, Cesare Battisti vive no Brasil desde 2004- Arquivo/Agência Brasil

Rio de Janeiro – O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luiz Fux determinou no dia 13 de dezembro a prisão do italiano Cesare Battisti, condenado à prisão perpétua em seu país. A íntegra da decisão ainda não foi divulgada.

A decisão de Fux poderá facilitar a decisão do presidente eleito, Jair Bolsonaro, de extraditar Battisti para a Itália. No mês passado, Bolsonaro disse que fará “tudo o que for legal” para extraditá-lo.

Battisti foi condenado na Itália por quatro homicídios, cometidos quando integrava o grupo Proletariados Armados pelo Comunismo. Ele chegou ao Brasil em 2004, onde foi preso três anos depois.

O governo italiano pediu a extradição de Battisti, aceita pelo STF. Contudo, no último dia de seu mandato, em dezembro de 2010, o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva decidiu que Battisti deveria ficar no Brasil, e o ato foi confirmado pelo STF.

Recentemente, a extradição de Battisti voltou a ser cogitada. Em novembro, após a divulgação de notícias sobre a possibilidade de se confirmar a extradição no futuro governo, Battisti reafirmou que confia nas instituições democráticas do Brasil e negou que tenha intenção de fugir de São Paulo, onde vive.

Em outubro do ano passado, o italiano foi preso na cidade de Corumbá, em Mato Grosso do Sul, perto da fronteira do Brasil com a Bolívia. Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), ele tentou sair do país com cerca de R$ 25 mil em moeda estrangeira. Valores superiores a R$ 10 mil têm que ser declarados às autoridades competentes, sob pena de enquadramento em crime de evasão de divisas. Após a prisão, Battisti teve a detenção substituída por medidas cautelares.

Fugas

Cesare Battisti, de 63 anos, condenado na Itália por homicídios, vive em São Paulo. Ex-membro do grupo Proletários Armados pelo Comunismo, um braço das Brigadas Vermelhas, ele foi condenado à prisão perpétua na Itália por quatro homicídios na década de 1970, dos quais se declara inocente.

Ele passou 30 anos como fugitivo entre o México e a França e, em 2004, veio para o Brasil, onde permaneceu escondido durante três anos, até ser detido em 2007.

Em 2009, o STF autorizou a extradição em uma decisão não vinculativa que dava a palavra final ao então presidente Lula, que a rejeitou em 2010, no último dia do segundo mandato.

O presidente eleito, Jair Bolsonaro, sinalizou que pretende extraditar o italiano.

PGR

Em novembro, a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, pediu ao Supremo que dê preferência ao julgamento do processo que trata da possível extradição de Battisti. Para a procuradora, a prisão é necessária para evitar o risco de fuga de Battisti e assegurar a extradição.

“Revela-se não apenas necessário, mas premente e indispensável a custódia cautelar, seja para evitar o risco de fuga, seja para assegurar eventual e futura entrega do extraditando à Itália, adimplindo, desse modo, com os compromissos de cooperação internacional assumidos pelo Brasil, nos termos do Tratado Bilateral firmado entre os países interessados”, argumentou a procuradora.

Raquel Dodge também sustentou que a decisão do ex-presidente Lula pode ser revista. No entendimento da procuradora, a entrega de estrangeiros é tarefa exclusiva e discricionária do presidente da República e não pode sofrer interferência do Judiciário.

No ano passado, em meio a informações de que o presidente Michel Temer teria aberto um processo administrativo para possível revisão da negativa de extradição de Battisti, a defesa dele entrou com pedido no STF para que fosse afirmada a impossibilidade de revisão da decisão.

Cabe assinalar que a informação foi facilitada pela Agência Brasil (EBC). Edição em idioma português para OIPOL, Luján Frank Maraschio.

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O terrorista de Estrasburgo se radicalizou na prisão

  • Até o atentado de ontem à noite, no qual pelo menos duas pessoas morreram no famoso mercado natalino de Estrasburgo, o mais antigo da Europa, Chérif C. aparecia nos arquivos policiais como um criminoso comum autor de roubos e atos violentos

A Foto A ---Identificado como Chérif C. e nascido em Estrasburgo há 29 anos, o autor do massacre ocorrido nesta terça-feira na França provém, como em tantas ocasiões anteriores, do mundo da criminalidade comum e, segundo acreditam os investigadores, acabou se radicalizando após passar pela prisão.

Chérif C. foi condenado 27 vezes por roubos e atos violentos e tinha passado duas vezes pela prisão na França, além de outras na Suíça e na Alemanha, que o expulsou em 2017 de volta para a França, que reivindicava sua extradição.

Descrito como uma pessoa discreta por seus vizinhos no bairro de Neudorf, onde são abundantes os edifícios de habitação social, os testemunhos indicam uma mudança em sua personalidade nos últimos anos.

Os investigadores atribuem essa evolução em seu comportamento a uma passagem pela prisão no fim de 2015, o que levou seu nome a ser incluído no arquivo de suspeitos por radicalização.

Para o “número 2” do Ministério do Interior da França, Laurent Nuñez, sua inclusão nesse arquivo, no qual figuram aproximadamente 12 mil pessoas, não significava que ele tinha planos de cometer um ataque terrorista.

Até o atentado de ontem à noite, no qual pelo menos duas pessoas morreram no famoso mercado natalino de Estrasburgo, o mais antigo da Europa, Chérif C. aparecia nos arquivos policiais como um criminoso comum autor de roubos e atos violentos.

Um deles aconteceu em agosto e incluía uma tentativa de homicídio, o que fez com que a gendarmaria lançasse ontem pela manhã uma operação na qual foram detidas três pessoas de seu entrono, mas da qual ele conseguiu escapar por não estar em seu domicílio.

Durante as buscas em sua residência, segundo o promotor antiterrorista Rémi Heitz, os agentes encontraram uma granada defensiva, uma arma carregada, munição e quatro facas, duas delas de caça.

Chérif C. passou pela prisão em duas ocasiões e foi condenado em ambos casos a dois anos. Sua última detenção ocorreu no fim de 2015.

Segundo Nuñez, foi nesse momento que ele começou a mostrar uma agressividade crescente e um proselitismo religioso que levou o serviço de inteligência a incluí-lo na lista de investigados.

O “número 2” do Ministério do Interior garantiu que ele começou na prisão a incitar as pessoas de seu entrono a “praticarem a religião de forma radical”.

No entanto, as autoridades jamais conseguiram relacionar Chérif C. com fatos de caráter terrorista. Além disso, os investigadores também revelaram que ele jamais teve a intenção de viajar para a Síria.

Chérif C. vivia sozinho no mesmo bairro que seus pais, mas em um edifício mais modesto.

“O terrorismo causou estragos mais uma vez em nosso território, lembrando-nos de maneira dramática que a ameaça continua sendo bem real”, disse o promotor antiterrorista, que deu destaque tanto para o modo no qual Chérif C. atuou, entre eles o fato de ter gritado ” Allahu Akbar” (“Alá é Grande”), como para seu perfil do suspeito.

É procedente assinalar que a informação foi facilitada pela EFE, repórter Luis Miguel Pascual. Edição em idioma português para OIPOL, Luján Frank Maraschio.

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Estados Unidos padece onda de terrorismo interno

  • Polícia encontra novos pacotes enviados a senador democrata e ex-chefe de inteligência dos EUA

MIAMI – Autoridades norte-americanas encontraram nesta sexta-feira dois pacotes suspeitos endereçados ao senador de oposição Cory Booker e ao ex-diretor da inteligência nacional James Clapper, em meio às buscas pelo suspeito de enviar pacotes-bomba a proeminentes democratas e críticos do presidente dos EUA, Donald Trump.

O 11º pacote desde o início da semana foi encontrado em uma instalação de triagem de correspondências na Flórida e estava endereçado ao senador democrata de Nova Jersey, informou o FBI no Twitter. Um 12º pacote foi endereçado a Clapper e enviado à CNN, reportou a emissora.

“Isso é definitivamente terrorismo interno, não há dúvidas na minha mente”, disse Clapper à CNN.

Na quinta-feira, um esquadrão antibomba da polícia e unidades com cães se juntaram a investigadores federais para examinar um grande centro de distribuição dos correios dos EUA em Opa-Locka, no noroeste de Miami, disse a polícia do condado de Miami-Dade.

A secretária de Segurança Interna, Kirstjen Nielsen, disse que a Flórida parece ser a origem de ao menos algumas das remessas de bombas.

 “Alguns dos pacotes passaram pelos correios. Eles partiram, alguns deles, da Flórida”, explicou ela em uma entrevista ao canal Fox News na quinta-feira. “Tenho confiança de que esta pessoa ou pessoas será levada à justiça”.

As autoridades descreveram o envio dos pacotes-bomba como um ato de terrorismo. Eles foram enviados menos de uma quinzena antes de uma eleição nacional que pode alterar o equilíbrio de poder em Washington.

Ninguém assumiu responsabilidade pelas bombas, e se pediu que o público compartilhe toda e qualquer dica.

Todas as pessoas visadas são difamadas frequentemente por críticos de direita, entre elas George Soros, destacado doador do Partido Democrata, o ex-presidente Barack Obama, seu ex-vice, Joe Biden, e a ex-secretária de Estado e candidata presidencial Hillary Clinton.

A Polícia Federal disse que ao menos cinco dos pacotes tinham como endereço de remetente o escritório da deputada Debbie Wasserman Schultz, ex-presidente do Comitê Nacional Democrata, na Flórida.

As autoridades creem que os pacotes, que foram interceptados antes de chegar aos seus destinatários, passaram pelos correios em algum momento, disse uma fonte. Nenhum deles detonou e ninguém ficou ferido.

Acredita-se que os artefatos tenham sido feitos com base em projetos de fabricação de bombas amplamente disponíveis na internet, disse uma fonte de segurança federal à Reuters.

Outros que receberam bombas foram o ex-secretário de Justiça e ex-procurador-geral Eric Holder, o ex-diretor da CIA John Brennan, a deputada da Califórnia Maxine Waters, e o ator Robert De Niro. Dois pacotes foram enviados a Maxine e Biden.

É preciso assinalar que a informação foi facilitada pela agência Reuters. Edição para OIPOL, Luján Frank Maraschio.

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